sábado, 24 de agosto de 2019

Os incêndios "amazônicos" do PT e do Bolsonaro na opinião da esquerda e da sua mídia ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

O que hoje as grandes mídias nacional e mundial estão fazendo em relação ao incêndio que atinge a Região Amazônica Brasileira, sem dúvida é pura patifaria.
Órgãos capacitados e insuspeitos garantem que o atual incêndio está dentro da média das que aconteceram nos últimos 15 anos. Mas apesar de passados somente 8 meses da gestão de Bolsonaro, o “barulho” feito, inclusive “lá fora”, é muito maior que os “barulhos” anuais somados durante todo esse período de 15 anos de incêndios na floresta.
Tempos atrás me chamou a atenção uma reportagem que trazia informações sobre uma eventual redução do período anual de chuvas nessa região, de 15 (quinze) dias, que colocaria em alto risco de incêndio TODA a floresta amazônica, com trágicas repercussões na atmosfera terrestre e na própria vida.
O atual incêndio que ocorre na Amazônia abriu as portas da grande mídia e uma grande janela para governantes de esquerda de todo o mundo “abrirem a boca” contra o Brasil, invariavelmente esquecendo de tirarem o “rabo” da estrada que atravessaram e olharem para o que foi feito no passado dentro dos seus próprios países, que tiveram o “direito” de eliminar as suas florestas, deixando por conta dos “outros” a obrigação de produzir oxigênio para consumo deles próprios e de todo o mundo.
Não podemos esquecer que nesses 15 anos de incêndios na floresta amazônica, que foram da mesma intensidade média que o de hoje, 13 deles estavam sob administração do PT, e a “fumaça” expelida para o espaço nesse período, ”somada”, aos olhos da grande mídia e dos políticos e governantes esquerdistas de todo o mundo, teria sido menor que nesses poucos dias do incêndio “do” Bolsonaro que, ”coincidentemente”, repele a esquerda tanto quanto o diabo repele a cruz. Por que o “estrambelhado” Presidente francês, Emmanuel Macron, agora convoca reunião emergencial da cúpula do “G7” sobre o incêndio, quando durante o tempo anterior das “esquerdas” ninguém jamais havia feito isso? Por que esse alarde somente agora?
Recém “esquentando” a cadeira presidencial onde senta, não há como culpar o atual Presidente, direta ou indiretamente, como responsável por esse incêndio. Nem que ele realmente quisesse essa “façanha”, deliberadamente, esse resultado seria conseguido. Bolsonaro não teria essa “competência“, essa “capacidade”, que seriam necessárias para tanto.
Essa “culpa” do “capitão”, portanto, foi construída como arma da esquerda e da “sua” mídia para combater os governantes que não compactuam com essa ideologia, que infelizmente contaminou grande parte do mundo, inclusive as suas principais organizações, como a Organização das Nações Unidas, e a própria União Europeia.
Porém não se pode tirar totalmente o direito dos outros países de intervirem, na medida do justo e do necessário, nas questões internas dos diversos países que afetem, de uma ou outra maneira, a “saúde” e a “natureza” nos seus próprios países, e do próprio mundo, conforme o caso. E os incêndios, na Amazônia Brasileira, e também nas “outras”, não restringem seus efeitos nocivos aos respectivos países onde ocorrem. “Contaminam” todo o Planeta. A “fumaça” e a poluição decorrentes não respeitam fronteiras geopolíticas.
É lógico que seriam bem-vindas quaisquer contribuições de fora para preservar a floresta amazônica, sem que ferissem a chamada “soberania” brasileira sobre a região. Mas tudo teria que ficar muito distante dos interesses ideológicos, políticos, econômicos, dos ambientalistas “oportunistas”, ou das ONGs de “vigaristas”, geralmente em mão das esquerdas.
Mas ao que parece o problema da Amazônia está mais na falta de inteligência do que na ausência de vontade e de recursos financeiros para resolvê-los. Essas tais “ONGs”, por exemplo, ”nadam” no dinheiro que ganham de todo o mundo e os seus resultados ambientais são pífios.
Talvez pudesse se cogitar do emprego de uma “mínima” inteligência para minimizar os riscos de incêndios de proporções devastadoras na região amazônica.
Por conseguinte, a ideia do “fatiamento” que o Senado “genialmente” adotou no impeachment de Dilma Rousseff poderia ser útil se transferido para a questão ambiental da Amazônia. Que tal dividir, ”fatiar”, toda a Floresta  Amazônica, em CORREDORES, de alguns quilômetros de largura, em distâncias um do outro a serem definidas, dentro dos quais seria permitido o livre desmatamento? Não seria bem melhor dar um aproveitamento econômico nessa madeira, ao invés dela ser destruída pelo fogo? E que esses “corredores” ficariam como estradas dividindo a floresta e interrompendo incêndios? E que poderiam, ademais, após a derrubada das árvores, servir para exploração da agricultura/pecuária? Sempre como um bloqueio aos eventuais incêndios? E que a única despesa pública envolvida seria a compra de lápis e mapas para “dividir” e “fatiar” a Amazônia Brasileira? E não poderia surgir daí uma nova fonte de receita pública, mediante participação do Tesouro na exploração da madeira?
Na verdade, a configuração compacta e ininterrupta da “mata amazônica”, que pode ser observada por todos que a sobrevoam, impossibilita totalmente qualquer combate vitorioso aos seus incêndios. E nenhum enfrentamento pode ser feito por terra, devido à inacessibilidade oferecida por essa “mata fechada”. E por via aérea, nem toda a frota mundial de aviões contra incêndios daria “conta do recado”, devido à imensidão da floresta.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Presidentes & os animais que os carregam

Temos imprensa livre ou chiqueiros da esquerda? ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Já escrevi mais de uma vez que sou assinante do jornal O Estado de São Paulo há 34 anos. Mas confesso que está cada vez mais difícil engolir certos editoriais, principalmente os da lavra Cantanhêde. Em seu artigo de terça feira (17), intitulado Um filé mignon e tanto, a escriba da esquerda e da bandidagem, diz o seguinte: “O Presidente Jair Bolsonaro tenta escolher PGR com os filhos e as redes sociais bolsonaristas. É temerário”.
Verdade, dona Cantanhêde? Então, dona? Ele deveria escolher o Procurador Geral da República junto às quadrilha que destruíram o país por 20 anos? Com o PT e o ladrão presidiário Luiz Inácio Lula da Silva? Com o PSDB, sarcófago da múmia FHC, e o seu presidente, o ladrão Aécio Neves? Com o MDB e seus inúmeros bandidos inclusive, o mordomo da Transilvânia, Michel Temer, réu em seis processos? Com o PSOL, partido de Guilherme Boulos, o gigolô de invasores de prédios públicos ?
Dona Cantanhêde, o presidente da República escolhe o PGR consultando e ouvindo as redes sociais e as novas lideranças que lutam pela moralização do país. NÃO É TEMERÁRIO. TEMERÁRIO é o que foi feito pelas quadrilhas de esquerda que você tanto defende. Cito como exemplo as escolhas de pelo menos oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), parte delas acontecidas em mesa de bar na periferia de São Bernardo do Campo, durante rodadas de frango com polenta e muita cachaça.
Finalmente quero acreditar que a dona Cantanhêde, já que escreve em um jornal de grande circulação, tenha conhecimento satisfatório para entender que qualquer medida que parta de um Procurador Geral da República, se não estiver de acordo com a nossa Constituição, poderá ser contestada e até anulada em instâncias superiores, enquanto as medidas tomadas na dita Suprema Corte passam a ser palavra final. Isso sim é TEMERÁRIO pois leva a uma insegurança jurídica. Ou não, dona Cantanhêde???
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

A farra dos jatinhos com dinheiro do BNDES ✰ Os Pingos nos Is

 
Comentário sobre a lista de empresários que compraram jatinhos a juros subsidiados pelo contribuinte.

Finalmente foi encontrada a Justiça no STF! ✰ Artigo do General Paulo Chagas

Caros amigos
O Ministro Dias Toffoli, Presidente do STF, anunciou, no dia 21 de agosto de 2019, que finalmente encontrou a Justiça, o que vem ao encontro dos anseios da maioria da sociedade brasileira que já a julgava definitivamente perdida em algum cafofo do tribunal que ele preside.
A euforia foi tanta, assim presumo, que Sua Excelência deu início a uma campanha de divulgação do achado e, coerentemente com a surpresa do encontro, intitulou-a de “Aqui Tem Justiça”!
Fiquei realmente muito feliz ao saber da descoberta, porque, na verdade, a Justiça sempre esteve por lá, mas, evidentemente, perdida ou propositadamente escamoteada!
No vídeo divulgado pelo Presidente Toffoli nas redes sociais, ele diz que a Justiça praticada depois do desaparecimento da que agora foi achada é a que mais trabalha no mundo. O que eu não ponho em dúvida, porque tudo que é atrapalhado, desregrado e sem lógica, acaba sendo realmente enrolado, trabalhoso, ineficiente e controverso.
Provas disso são a prática pouco republicana da judicialização da política, o contumaz desrespeito monocrático às decisões colegiadas, os grosseiros e ofensivos bate-bocas entre eles próprios e as tentativas de fazer desrespeitadas as decisões dos tribunais de primeira e segunda instâncias – particularmente quando o assunto envolve corrupção, corruptos e corruptores -, entre outras.
Por outro lado, em que pese a alvissareira notícia do reaparecimento da Justiça no STF, passadas 24 horas da divulgação do vídeo, contata-se, pela amostragem de “likes” e “dislikes”, que menos de 1% dos brasileiros acredita no achado do Sr Presidente Toffoli.
Árdua, se não impossível, será a tarefa de fazer crer que “Aqui Tem Justiça”, quando o que se vê é que “Aqui Tem Quadrilhas” e que não são poucas!
Pelo bem do Brasil, desejo sucesso ao Sr Dias Toffoli.
Paulo Chagas - General de Brigada R1

O que significa ONG?

A história pode se repetir ✰ Artigo de Fábio Jacques.

Às 11 horas do dia 11 de novembro de 1918 a Alemanha assinava o armistício com as forças aliadas pondo fim à primeira guerra mundial. A Alemanha depôs as armas no front. Não foi militarmente derrotada. Foi armistício e não rendição.
A história conta que o marechal de campo Paul von Hindenburg, em 18 de novembro de 1019 escancarou a maior das razões para a rendição alemã ainda no front: “A Alemanha foi apunhalada pelas costas”. Enquanto um contingente de 4,1 milhões de soldados lutavam na frente ocidental, os partidos de esquerda, comunistas e nacionalistas desestabilizaram o governo exponencializando o caos interno despojando as tropas de qualquer razão pelo que lutar.
A direita venceu as eleições no Brasil, mas a esquerda não foi vencida.
Nunca na história deste país um governo foi tão atacado internamente como o atual. Os ataques e o menosprezo vêm se evidenciando desde o primeiro dia de governo e a cada dia aumenta. O que importa e pulverizar Bolsonaro mesmo que para isto o próprio país seja pulverizado. Já escrevi sobre o Merval Pereira dizendo à ministra Damares que já era tempo de parar de falar e passar a agir antes mesmo de o governo completar 24 horas.
As crises vão se alternando a cada dia, desde a escolha do ministério, aos problemas familiares do presidente, ao Olavo de Carvalho, aos bloqueios no congresso e no STF, às interferências do presidente nos escalões inferiores até, neste momento, à destruição da floresta amazônica.
Os ataques são sistemáticos e, mesmo que Bolsonaro esteja se mostrando um incontinente verbal com forte viés autoritário, o que, aliás foi o que o levou à presidência, evidenciam um violento movimento de quinta coluna da esquerda para destruir tudo e todos.
O atual nível de desmatamento na Amazônia parece ser o maior desde 2010, o que é grave, sem dúvida. Mas alguém viu frenesi semelhante em qualquer dos anos recentes quando o desmatamento foi bem maior? Claro que não. O governo era do PT.
O governo Bolsonaro em 8 meses conseguiu ficar mais famoso do que o Nero como incendiário. Quem ouve o clamor mundial entende que Bolsonaro mandou tocar fogo nas florestas.
É um raciocínio insano, mas a grita mundial parece a da turba pedindo por Barrabás. Crucifica, crucifica! “Mas não vejo crime neste homem”. Não importa: crucifica, crucifica.
O Brasil está sendo apunhalado pelas costas. Bolsonaro foi pela frente.
Alguém imagina que o Macron, para citar apenas um, foi procurar no Google fotos sobre queimadas na Amazônia? Não teria ele percebido nesta pesquisa que a foto escolhida era completamente desatualizada e, anterior até mesmo aos governos do PT? E o Cristiano Ronaldo teria procurado uma foto de incêndio de 2013 na Estação Ecológica do Taím para apresentá-la como sendo atual e, pior ainda, da Amazônia?
É claro que não. Eles, e muitíssimos outros, estão apenas reproduzindo fotos enviadas pelos quinta colunas brasileiros para os quais pátria não existe e cujo hino é a Internacional Socialista.
O Brasil está prestes a ter que assinar o seu armistício. Em dois dias o G7 vai se reunir para tomar decisões e há grandes possibilidades que quererem declarar a Amazônia território mundial como a Antártica. Será o fim do Brasil. As forças armadas já disseram que vão defender a Amazônia brasileira, mas o que são nossas forças armadas quando comparadas às das grandes potências mundiais? Absolutamente nada.
Fico imaginado, considerando que esta hipótese seja aventada na reunião do G7, o que farão os Estados Unidos? Ficarão do lado de seu novo e grande aliado Brasil ou defenderão seus próprios fazendeiros? “Farm here, forest There”.
Enquanto isto a grande mídia brasileira continua incansavelmente a apunhalar o Brasil pelas costas.
Bolsonaro passará. O Brasil continuará existindo, talvez como um estado da Pátria Grande.
Que Deus nos proteja.

Fábio Jacques - diretor da FJacques - Gestão através de Ideias Atratoras, empresa coirmã da Selcon Consultores Associados – MS Francisco Lumertz (Professor Chicão), Porto Alegre, e autor do livro “Quando a empresa se torna Azul – O poder das grandes Ideias”.

A nova moda da lacração ✰ Comentário de Sikera Junior

 
NASA confirma: O incêndio na Amazônia é o menor em 15 anos. 
IMPRENSA: Bolsonaro tocando fogo na Amazônia! 
LACRAÇÃO: Girafa na Amazônia! KKKKKKK

O depoimento revelador do homem que esteve com Adélio Bispo em Floripa

 
O ativista conhecido como Luciano Mergulhador é o cidadão que aparece ao lado de Adélio Bispo de Oliveira numa foto durante um protesto em Florianópolis.
Em depoimento divulgado esta semana, bastante ponderado, ele ressalva que não é médico, não é psicólogo e, em função disso, não pode emitir laudo sobre a sanidade mental do criminoso.
Todavia, Luciano, na qualidade de pessoa que teve contato com ele na vida cotidiana, opina e entende que Adélio é uma pessoa normal.
Isso dá margem a acreditar que a narrativa adotada pelos advogados de Adélio - que lhe rendeu a inimputabilidade e praticamente uma ‘prisão perpétua’, vez que está ‘condenado’ a um manicômio judicial, onde viverá doravante ingerindo remédios controlados e fortíssimos – atendeu tão somente aos interesses de um suposto mandante, aliás, uma hipótese cada vez mais evidente.
O depoimento de Luciano Mergulhador foi postado no Twitter do elogiável jornalista Oswaldo Eustáquio.

Xadrezinho e Xilindró

Celebridades Modinhas nunca plantaram uma árvore

 
Na 5ª feira (22), uma índia brasileira usou as redes sociais para criticar uma declaração de Anitta em que ela diz, basicamente, que “tudo pertence aos índios” e que se “algum índio fosse até sua casa, ela não poderia evitar que ele entrasse”

Anita lidera a fila das Celebridades Modinhas. Elas são muito fofas.
Deu visibilidade e ajuda a bater no Governo Bolsonaro, posam de politicamente corretas e cidadãs engajadas.
As mesmas que gritaram "Ele Não" ou "mexeu com uma, mexeu com todas", agora mostram as carinhas bem tratadas com cremes importados e horas de Cabeleireiro.
Serei repetitivo. E mais forte que eu.São muito fofas.
Mãos de seda, suaves e delicadas, jamais plantaram uma árvore, incapazes de distinguir peroba de parreira de uva, muitas não sabem as capitais do Tocantins, Rondônia, Acre ou Roraima, mas defendem as Florestas.
Incêndio na mata, fogo de palha no ímpeto Patriótico Ambiental Feminista.
Destacam-se no quesito perseverança tiro curto.
Mulheres agredidas não saem das manchetes e as defensoras incondicionais nem "tchum".
Gritar 'Ele Não' deixou de ser engraçadinho. Maioria deve ter esquecido o significado.
Se perguntadas, bem provável que questionaram com latinha de paisagem.
Elenão? Seria a zagueira da Seleção Feminina?
Até onde vai a Cidadania de Fim de Semana? Fácil responder.
Depende do tempo de espera pra nova modinha.
Fica a dúvida.
Se surgir o modismo em defesa das faxineiras, será que colocarão os joelhinhos no chão, pra limpar vaso sanitário?
Cômico, não fosse ultraje.
Em comum com índios, Anitta só tem o fato de adorar andar pelada.
Reação veio rápido. Os tempos mudaram. Índio hoje não se comunica mais com sinal de fumaça.
Vitalizar vídeo de moça Índia, revoltada com.oportunismo da cantora.
"Olá tribo, eu sou Ysani Kalapalo, e estou gravando esse vídeo em resposta àquela cantora Anitta, onde ela fala da Amazônia e também dos povos indígenas. Ela fala mais ou menos que nós, povos indígenas, podemos ir lá na casa dela e ela vai deixar tranquilo dormir no quarto dela. Só que eu noto uma certa hipocrisia nesses artistas, porque eles falam da Amazônia de uma forma superficial, sem conhecer a realidade. Sem conhecer a causa das queimadas. Então, Anitta, aqui estou eu. Espero que você me receba aí na sua casa e espero que você receba outros indígenas para cumprir mesmo com a sua fala, porque está cheio de pessoas como você, cheio de artistas por aí dizendo que vai fazer algo pelos índios. Está aí o meu recado pra você, ta bom? Chega de hipocrisia.”
Anitta poderia dormir sem essa.

Incentivar confronto em âmbito internacional é irresponsável ✰ Comentário de Rodrigo Constantino

 

Médico que vive na região da Amazônia desmascara a Globo

 
Assista o depoimento de Wagner Jorge Leite, médico em Vilhena (RO), entrada da Amazônia Ocidental:
Ele conta que as queimadas acontecem todos os anos por lá e que esta tem sido menor que os anos anteriores.
E você, vai acreditar na velha mídia esquerdista ou em quem vive por lá? 

24 de Agosto - Dia Nacional da Torta de Pêssego

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Veta tudo, Bolsonaro !!! ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

É como ser diz por aí: “nada como um dia depois do outro”.
Durante o nefasto período político que se instalou no país após 1985, principalmente depois de 2003, que durou até 2018, as leis e as emendas constitucionais feitas em cima da “colcha de retalhos” comumente chamada “Constituição Federal“ (de 1988), tinham iniciativa, tramitação e aprovação absolutamente certas, tranquilas, e sem quaisquer entraves, devido ao flagrante conluio então existente entre os Três Poderes Constitucionais (Executivo, Legislativo e Judiciário), resultado do regime de “troca-troca” de interesses então dominantes, a que muito apropriadamente acabaram denominando “toma  lá-dá-cá”.
Mas certamente temendo alguma possível “traição” do Congresso, por parte dos seus próprios parlamentares “fiéis”, em 2013, durante a gestão presidencial de Dilma Rousseff, o PT e seus aliados conseguiram aprovar a “toque-de-caixa” mais uma das suas “tranquilas” emendas constitucionais, que levou o número EC 76/2013, alterando a Constituição, de modo que ficasse proibido “votação secreta” em determinadas matérias, dentre as quais as relativas à DERRUBADA DE VETO PRESIDENCIAL às leis.
Mas agora as forças políticas não têm mais a “unanimidade” que tinham antes. Bolsonaro resolveu enfrentar e acabar com o “toma lá-dá-cá” a partir de 1º de janeiro desse ano.
E foi exatamente aí que a Emenda Constitucional Nº EC 76/2013 passou a ser um verdadeiro “tiro-que-saiu-pela-culatra”, atingindo em cheio a “cara” do PT, os outros partidos esquerda, e também o seu mais novo aliado político, o chamado “Centrão”.
Toda essa “camarilha” política se reuniu para aprovar, às escondidas, de surpresa, e na “calada” de uma só noite, a chamada Lei do Abuso de Autoridade, que resumidamente coloca algemas e mordaças em todas as autoridades competentes para investigar a apurar crimes, dentre as quais os próprios juízes, promotores públicos e  policiais, sem que levassem em consideração que esse tipo de conduta de abuso de autoridade já está previsto como ilícito nas normas legais existentes desde 1965,iniciativa da “ditadura” do Regime Militar.
Mas a incrível “coincidência” nisso tudo é que grande parte dos parlamentares que aprovaram “às escondidas” essa absurda lei são alvo de investigações e implicações em condutas criminosas, e com essa lei que eles aprovaram acabarão “blindados” e com campo absolutamente livre para continuarem delinquindo à vontade contra o erário.
O “tiro-que-saiu-pela-culatra”, contido na EC 76/2013, é que o provável VETO de Bolsonaro, total ou parcial, à referida Lei de Abuso de Autoridade, terá que ser apreciado pelo Congresso em VOTO ABERTO, e não mais “secreto”, como era antes.
Detalhe importante que não pode passar despercebido é que para o Presidente da República, nesse caso, não vai fazer qualquer diferença, em relação ao Congresso, se ele vetar TOTAL ou PARCIALMENTE essa lei. Então o que ele terá que fazer é vetá-la TOTALMENTE. E numa eventual derrubada do veto, todos os parlamentares terão que mostrar as suas “caras”. Não poderão mais ser “secretos”. Terão coragem suficiente diante dos seus eleitores?
Sérgio Alves de Oliveira / Advogado e Sociólogo

Mãe de bandido morto não culpa a PM pela morte do seu filho

 
Ela culpa os políticos corruptos, que roubaram o Brasil e as oportunidades dos brasileiros!

A penultima “virgem” do PT foi condenada ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Fernando Haddad, a penúltima virgem ainda atuante na elite do Partido dos Trabalhadores (PT), acabou como era de se esperar, perdendo a virgindade. Hoje o ex candidato à presidência foi condenado por decisão da Justiça Eleitoral, acusado de roubar o erário público através do caixa dois da UTC Engenharia na campanha eleitoral de 2002 quando foi eleito prefeito de São Paulo.
Eu falei a penúltima virgem da quadrilha, a última na minha opinião é a ex “presidenta” Dilma Vana Rousseff . Não dá para entender porque essa anta ainda grita para todos em alto e bom tom que é a mulher mais honesta do mundo, sem perder a máscara. Repito, eu não entendo como alguém tão honesto pode se manter honesto cercado de bandidos por todos os lados, do chefe aos subordinados.
O caso da ex “presidenta” só tem uma explicação, que poderia ser dada pela inércia da justiça comprometida com essa esquerda podre e que foi beneficiada no reinado da anta. Ou ainda, só para descontrair; por um raríssimo caso de anomalia genética que altera significativamente a anatomia genital impedindo a consumação do ato sexual. Caso que a manteria sendo a última virgem do puteiro.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Ongs no Brasil - Bondade ou interesse?

Os misericordiosos de galinheiro choram a salvação de 37 reféns ✰ Artigo de Augusto Nunes

A turma que torce pelo bandido não se conforma com a morte do sequestrador do ônibus no Rio.

Sabe aquele momento do filme em que um homem da lei elimina o sequestrador, os reféns escapam ilesos e os espectadores normais vibram com o triunfo do bem? Como se viu nesta semana, é nessa hora que caem na choradeira pela morte do bandido os devotos de Lula aninhados no PT, no PSOL, no PCdoB, nos “movimentos sociais” e, claro, na imprensa.
“PM mata homem que manteve passageiros de ônibus reféns na ponte Rio-Niterói”. Não havia na história, portanto, um criminoso com um isqueiro na mão, pronto para incendiar o cárcere improvisado cujo piso cobrira com gasolina. Havia apenas um homem, talvez brincando de carcereiro. “Atirador de elite salva a vida de 37 reféns ao atingir sequestrador no Rio”, corrigiu o Diário do Poder.
Aos olhos dos misericordiosos de galinheiro, o vilão da história não foi Willian Augusto da Silva, responsável por quatro horas de terrorismo explícito. Foi Wilson Witzel, que ousara festejar o desfecho do drama. Acusado por jornalistas e políticos de festejar a morte do bandido, o governador restabeleceu a verdade: “Comemorei a vida”, declarou, solidário com os 37 sobreviventes.
A polícia deveria negociar com o sequestrador até vencê-lo pelo cansaço, ordenaram jornalistas que também sublinharam os distúrbios mentais que aparentemente afetavam Willian. Todo candidato a assassino é ruim da cabeça, e negociar com gente assim jamais conduz a um final feliz. Quem duvida disso deveria tentar algum entendimento com os companheiros do Estado Islâmico.
A seita que torce por bandidos precisa programar mais uma missa negra no 7º dia da morte do homem executado por um policial. Como o principal pregador está engaiolado, e certamente lamenta a perda do colega, o sermão poderia ser substituído por gritos de “Lula Livre”.
Augusto Nunes - Jornalista

Filha de Silvio Santos, Patrícia Abravanel, resolve falar o que pensa de Jair Bolsonaro

 

Lei de Abuso de Autoridade: O "pai da ideia" e principal beneficiário

Neste momento, nada é mais grave, nada ameaça mais o futuro do Brasil do que a tal “lei de abuso de autoridade”, que patifes da Câmara e do Senado já aprovaram, cabendo a Bolsonaro sancionar ou vetar.
Se sancionada, a lei será um instrumento para inibir a ação de policiais, juízes e membros do Ministério Público que enfrentam a criminalidade.
Sendo que o crime, da violência urbana à grossa corrupção combatida na Lava Jato, prejudica todos os brasileiros, mas atinge especialmente os mais pobres.
Um dos autores da lei é Renan Calheiros (PMDB-AL), senador que responde a vários processos criminais, nenhum concluído até agora por causa do infame "foro privilegiado".
Tentando proteger-se, a si e a outros corruptos, ele move uma guerra especialmente contra a Lava Jato.
Mas, existem abusos praticados por autoridades? É óbvio que sim! E alguém estará a favor dos abusos? Não, exceto abusadores. Então por que criticar essa lei? É por sua índole e sua forma: refletindo a má-fé de senadores e deputados inidôneos, ela foi elaborada de modo a punir quem verdadeiramente combate o crime.
Naturalmente, ela não vai coibir canetaços abusivos como o daquela juíza de Porto Alegre que, na audiência de custódia, soltou seis traficantes que a polícia tinha prendido com 4651 kg de Maconha. Pelo contrário, é uma aposta precisamente nesse tipo de decisão.
Querem saber? A malandragem está em tirar proveito da caneta de juízes moderninhos do tipo que posta no Facebook: "Fora Moro!", "Marielle vive!" e outras originalidades. Esse tipo de juiz existe...
Por trás de tudo está o "garantismo penal à brasileira".
Para que se tenha ideia, se o investigado - mesmo traficante preso em flagrante, como naquele caso de Porto Alegre - alegar que sofreu constrangimento ao ser preso, o policial é que terá de provar que não fez nada errado.
Na prática, se essa lei nascer, bandidos não mais poderão ser algemados, porque se forem, vão alegar constrangimento, o que será suficiente para que um juiz "garantista", no conforto do gabinete e alheio aos riscos do combate ao crime, acabe condenando o policial.
Ou seja, estamos por ver o poste molhar o cachorro... A menos que a população compreenda que corruptos estão querendo fazer a festa. E um grande número de brasileiros - nas ruas e nas redes sociais - meta o dedo na cara desses farsantes - simbolicamente, claro!
De 2013 para cá, o povo reagiu e carregou o Brasil nos braços, salvando-o do abismo.
Nada de intelectuais, universitários ou lideranças políticas, mas brasileiros sem grife. Pois neste momento, só o povo pode arrancar a nação das garras infectas dos corruptos e salvar o futuro.
Renato Sant'Ana - Advogado e Psicólogo.

5º Encontro de Autos Antigos de Santo Antônio de Pádua RJ

Assalto anunciado (R$ 2 bi) ✰ Artigo de Guilherme Fiuza

Quando os parasitas do Congresso Nacional surgem, de cara lavada, 
propondo garfar mais 2 bilhões de reais do contribuinte para financiar sua panfletagem, o Brasil boceja. 

O Brasil tem se mobilizado por uma série de causas. Dos bares aos meios acadêmicos se debateu exaustivamente, por exemplo, se azul é para meninos e rosa para meninas, se pode ser o contrário ou se deve ser o contrário. O país discutiu apaixonadamente também se era para cantar o Hino Nacional nas escolas ou não. Mas, quando os parasitas do Congresso Nacional surgem, de cara lavada, propondo garfar mais 2 bilhões de reais do contribuinte para financiar sua panfletagem, o Brasil boceja.
Em plena crise fiscal, onde se viu gente dizendo que se tirassem mais um centavo da reforma da Previdência ela seria inútil, R$ 2 bilhões passam assobiando na cara de todo mundo, numa boa. É o assalto sobre o assalto. Depois de arrancar as calças do país regendo um cartel de empreiteiras para ordenhar os cofres públicos, os maestros do petrolão propuseram a proibição da doação eleitoral de empresas – olha como eles são éticos e progressistas (de pança cheia). Vieram com aquele papo choroso de que “o poder econômico corrompe a democracia” etc – como se várias democracias sólidas não permitissem que empresas financiassem partidos.
O problema, naturalmente, não é a empresa – é a corrupção. Quando a vocação é forte, até as almas mais honestas e puras vendem seu corpinho por aí, como ficou demonstrado. E por que o capital não pode, dentro da lei, fazer escolhas políticas? O poder de influência de um artista famoso não é, também, um capital eleitoral decisivo? Alguém pensou em proibir cantor de MPB de usar seu prestígio e popularidade para fermentar candidatos picaretas apanhados pela Lava Jato?
Por acaso, é a mesma quantia que a Lava Jato conseguiu que fosse restituída pelos meliantes aos cofres públicos este ano: entram 2 bilhões de reais recuperados pelos homens da lei, saem 2 bilhões de reais garfados pelos homens sem lei – ou pior, sem inibição para retocar a lei como quem retoca a maquiagem democrática.
O Rui Barbosa do Centrão já está em todas as manchetes amigas dizendo que o saque bilionário é essencial para a democracia. Vai engolir mais essa, Brasil?
Guilherme Fiuza - Jornalista e escritor

23 de Agosto - Dia da Umhlanga

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Sim, precisamos de heróis ✰ Artigo de Carlos Alberto Sardenberg

Sérgio Moro não disputou eleição, não fez campanhas, mas se tornou uma forte liderança moral e política.

Nesta semana, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Tofolli, disse que a Lava-Jato não é uma instituição e que o Brasil não precisa de heróis, mas de projetos.
Data venia, cabe discordar. Primeiro, o Brasil precisa, sim, de heróis, por uma razão simples: há muitos vilões entre nós, e vilões em posição de mando. E também porque certas mudanças só ocorrem quando são promovidas por lideranças reconhecidas pela sociedade.
Esse reconhecimento não precisa ser pelo voto. Joaquim Barbosa nunca disputou uma eleição, jamais fez campanha ou coisa parecida. Mas tornou-se um presidenciável pela sua atuação — tão forte quanto inesperada — no processo do mensalão. Foi uma mudança e tanto, não é mesmo?
O STF, mais conhecido por atrasar ad infinitum os casos envolvendo os agentes públicos com foro privilegiado, dedicou-se inteiramente, por meses, a julgar corruptos de primeiro escalão. Sob a clara liderança de Joaquim Barbosa. Se um herói é alguém sem o qual certas mudanças não ocorreriam, então o ex-ministro tornou-se um deles.
O que nos leva ao caso Lava-Jato. Se o STF quebrou o gelo e colocou a corrupção na mira do Judiciário, a Lava-Jato culminou o processo. Formalmente, trata-se de uma operação, uma simples força-tarefa — “reles” tarefa, gostariam alguns — mas alguém duvida que, na sociedade, tornou-se uma instituição superior?
Sergio Moro também não disputou eleição, não fez campanhas, mas se tornou uma forte liderança moral e política. Um herói, no modo como Joaquim Barbosa.
A resistência à Lava-Jato revela, em setores jurídicos, uma combinação de inveja e ciúme. Como pode um simples juiz de primeira instância — de novo, um “reles” juiz? — tornar-se uma figura nacional?
Não entenderam que Moro encarna uma profunda mudança — e mudança para o bem. Ou entenderam e não estão gostando.
Cabe nessa história o procurador Deltan Dallagnol. A operação envolve uma legião de promotores, agentes da Polícia Federal, auditores da Receita, e funcionários do Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras — todos eles heróis pelos papéis exercidos e que levaram para a cadeia os vilões do primeiro escalão. Todos eles eram, por assim dizer, “menores” que os alvos. Todos ouviram, em algum momento, “sabem com quem estão falando?” E mesmo assim foram para cima.
O primeiro procurador da Lava-Jato foi Carlos Fernando dos Santos Lima, uma liderança mais discreta. Mas Dallagnol, seu substituto, encarna a ousadia dos mais jovens enfrentando um poder superior. Daí seus exageros. Mas como queriam que se quebrasse uma quadrilha de políticos, empresários e agentes públicos, instalada no comando de instituições? Pedindo licença, faz favor?
Tirante os lulistas extremados, ninguém entre os críticos da Lava-Jato diz que não houve roubalheira. Ou que a operação não pegou ladrões.
Dizem criticar apenas os métodos — ou o “Direito Penal de Curitiba”, como diz o ministro Gilmar Mendes.
Acontece que existe mesmo um Direito Penal de Curitiba. Trata-se de algo como um novo contrato social ou a reinterpretação de normas e mais, especialmente, um novo modo de fazer. Não apenas a Lava-Jato encontrou lavagem de dinheiro onde o velho Direito via simples caixa 2, como a operação foi fulminante na apuração e julgamento.
No fundo, a legião dos adversários da Lava-Jato está incomodada porque que a operação se tornou uma instituição nacional, tanto que não se consegue encerrá-la, e com alguns heróis de peso. Mas por isso mesmo, há um esforço para limitar o sistema de investigação.
Dias Tofolli, que certamente não é um herói, mas o presidente de uma instituição, praticamente suspendeu as atividades do Coaf. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu fiscalizações da Receita federal envolvendo 133 agentes públicos, inclusive os ministros Gilmar Mendes e o próprio Dias Tofolli, e ainda mandou suspender auditores fiscais.
E agora surgem essas conversas para alterar a estrutura desses órgãos.
Ora, sem Coaf e sem Receita, não tem Lava-Jato. Só falta proibirem as operações da Polícia Federal.
Seria esse o triunfo das instituições?
Na verdade, seria o triunfo dos anti-heróis.

Desenhando a Lei de "abuso de autoridade" aprovada no Congresso

 

Vamos rir juntos? ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Não sou egoísta, quando tenho motivos para rir repasso para todos. Então vamos lá: espero que riam bastante até começarem a soluçar. O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu licitação para compra de kits “antimotins” para proteger os seguranças da Casa em possíveis manifestações. Verdade? Isso para mim não passa de uma confissão de culpa. E para você?
Serão adquiridos 15 conjuntos de armaduras, escudos e capacetes capazes de aguentar ataques com pedra, tijolo, objetos pontiagudos e chamas de coquetel molotov. Tenho a ligeira impressão que para fechar esse muquifo chamado de STF, não há necessidade de nenhum motim, continuo acreditando e apostando que um cabo e dois soldados são suficientes para esses covardes usarem as portas dos fundos.
Informa-se que a área administrativa reservou mais ou menos R$ 70 mil para a aquisição dos equipamentos e que a cúpula concordou com o gasto, desde que não faltem por mais de dois dias medalhão de lagosta, carré de cordeiro, camarão à baiana, bobó de camarão, bacalhau à Gomes Sá, whisky envelhecido 12 anos e vinhos internacionais três vezes premiados. E que seja feita a vontade desses IMORAIS.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Toffoli vai soltar Lula de supetão para evitar manifestação ✰ Comentário de José Nêumanne Pinto

 

STF e Câmara – As maiores vergonhas nacionais ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Esse comentário é por conta de uma triste realidade, hoje vista com clareza pela sociedade brasileira e que repercute de maneira extremamente negativa na imprensa internacional sobre a nossa, infelizmente, desmoralizada Suprema Corte. Leiam as significativas e verdadeiras frases que circulam na imprensa nacional e na imprensa internacional.
1- “Uma nação que coloca seu destino político na mão de nove advogados de toga, não eleitos pelo povo, não merece nome de democracia”
2 – “O Supremo Tribunal Federal mostrou claramente que está a serviço do esquema de corrupção que domina este pais”
3 – “Quando você é rico contrata um bom advogado.Quando é riquíssimo, contrata um juiz. Quando você roubou um país contrata o Supremo.”
Para azar nosso temos ainda um outro poder apodrecido, o Legislativo, que hoje não passa de um antro de corruptos. A maioria de seus nobres são ladrões do dinheiro público. Alguns são réus, outros respondem a processo ou foram denunciados; são verdadeiras excrescências do mundo político Tupiniquim. Ontem, a bandidagem de rabo preso reuniu-se com a finalidade de se blindar.
Aprovaram um projeto que criminaliza o “abuso de autoridade”. Já existem na legislação descrições claras sobre o que é e o que não é abuso de autoridade. A finalidade dessa pouca vergonha aprovada ontem pelos corruptos, nada mais é do que uma reação contrária às investigações contra eles próprios. Mesmo diante de toda essa bandalheira, espero que o cidadão brasileiro não esqueça de que é BRASILEIRO!!!.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos.

Achas que Bolsonaro fala tanta besteira quanto a Dilma??

O caixão está fechando para o PT: Palocci delata repasse de R$ 2 milhões à campanha de Haddad

A cada nova revelação da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci sobre os incontáveis escândalos envolvendo o Partido dos Trabalhadores e agregados, deixa, cada vez mais, a sociedade brasileira em choque e extremamente revoltada com tamanho desrespeito, irresponsabilidade e cretinice envolvendo o dinheiro de nós, os pagadores de impostos.
Em trecho da delação, Palocci diz que a campanha eleitoral de Fernando Haddad de 2012, recebeu 2 milhões de reais para disputar a prefeitura de São Paulo.
Segundo o ex-ministro, o Banco Safra, representando a Casino, repassou “vantagem indevida” ao PT para evitar a “concessão de empréstimo do BNDES para o processo de fusão do Grupo Pão de Açúcar e Carrefour”.
“O Banco Safra repassou 2 milhões de reais à campanha à prefeitura de São Paulo de Fernando Haddad, em 2012, além de 10 milhões de reais à campanha presidencial de 2014, somados a diversos repasses ao Instituto Lula”, relata Palocci.
Haddad, como não poderia ser diferente, através de nota, afirmou que nunca tratou com o ex-ministro de qualquer tipo de colaboração intermediada por ele e que desconhece a contribuição do banco.
Se confirmada a veracidade das delações de Palocci à PF, as pouquíssimas chances de sobrevivência que o PT tem frente à opinião pública, acabaram de vez.
O caixão do partido está fechando...

Palocci revela organização criminosa do PT ✰ Os Pingos nos Is

 
Felipe Moura Brasil, José Maria Trindade e Renata Barreto analisam novos detalhes da delação do ex-ministro Antonio Palocci.

Marcel Van Hatten diz que Novo vai ao STF exigir votação nominal no projeto de abuso de autoridade

O deputado Marcel Van Hatten, líder do Novo na Câmara, avisou há pouco ao editor:
- Vamos ingressar com mandado de segurança no STF, visando reverter a decisão de ontem da Câmara e garantir a votação nominal do projeto de abuso de poder.
A votação foi atropelada pelo presidente Rodrigo Maia, que promoveu cretina votação simbólica, geralmente usada para evitar identificações a surpreender os deputados desatentos.
O Novo também toca a hashtag #AbusoDeAuytoridadeNao

Conde D'Eu agora conhecido como Conde Nado

Doação ilegal do ditador Kadafi para Lula pode ser crucial para a extinção do PT

A Constituição Federal proíbe que partidos recebam financiamentos estrangeiros.

Em nova delação premiada, o ex-ministro Antonio Palocci revelou à Polícia Federal, novos escândalos de corrupção envolvendo o Partido dos Trabalhadores e demais parceiros.
Segundo Palocci, de 2002 a 2014, o partido recebeu R$ 270 milhões em vantagens indevidas de empresas para financiar as campanhas de Lula e Dilma. Palocci e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, negociaram a maioria das transações.
Em troca, as empresas recebiam uma linha de crédito no BNDES e apoio da base governista a medidas que tramitavam no Legislativo.
Além disso, em 2002, Lula recebeu US$ 1 milhão do ex-ditador líbio Muamar Kadafi. Esse fato, caso realmente comprovado, pode resultar na cassação definitiva do registro do Partido dos Trabalhadores, uma vez que a legislação brasileira proíbe o financiamento internacional aos partidos brasileiros (Artigo 28, inciso I).
Art. 28. O Tribunal Superior Eleitoral, após trânsito em julgado de decisão, determina o cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado:
I - ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira
Como se vê, nesse aspecto a legislação é bem clara. Não deixa dúvidas.

Temos votos mais do que suficientes para aprovar pacote anticrime, diz relator do Pacote Anti-Crime

 

Senado cria grupo para analisar impeachments de ministros: “Toffoli será a primeira pauta”

Está crescendo o número de senadores incomodados com a gestão de Davi Alcolumbre na presidência do Senado.
Nesta semana, foi criado um grupo de parlamentares para cobrar de Alcolumbre a instalação da CPI da Lava Toga e o ‘desengavetamento’ dos diversos pedidos de impeachment de ministros do STF.
O senador Marcos do Val explicou a situação:
“Boa noite, pessoal!!! Com muita satisfação, quero informar que formamos um grupo composto por 16 senadores, denominado “MUDA BRASIL, MUDA SENADO”! Coincidentemente, o nome do grupo temo meu slogan de campanha!!! Registro aqui que a nossa primeira pauta consiste no pedido de impeachment do Ministro Dias Toffoli, Presidente do STF. Nós também iremos lutar para a abertura de CPI para darmos início as investigações nos Tribunais Superiores. Isso é só o começo de nosso trabalho, que representa a nova política.”
Conheça o nosso grupo: (atualizado)
Senador Marcos Do Val, Senador Álvaro Dias, Senador Alessandro Vieira, Senador Carlos Viana, Senador Eduardo Girão, Senador Fabiano Contarato, Senador Flávio Arns, Senador Jorge Kajuru, Senador José Reguffe, Senador Lasier Martins, Senadora Leila Barros, Senador Oriovisto Guimarães, Senador Plínio Valério, Senador Rodrigo Cunha, Senadora Selma Arruda, Senadora Soraya Thronicke, Senador Styvenson Valentim, Senador Lucas Barreto, Senador Luis Carlos Heinze.
#senadormarcosdoval #mudabrasilmudasenado

Quem vota no PT...

Republicanos é o novo nome do antigo partido PRB (Igreja Universal)

Integrou base dos governos petistas descarta aliança com esquerda e busca se apresentar como opção de centro-direita

Criado em 2005, quando abrigou José Alencar, então vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda no início da era PT, o PRB quer deixar para trás a aliança com a esquerda e se posicionar como opção para o eleitorado conservador. A legenda, que construiu nos últimos anos uma das maiores bancadas no Congresso, passará a se chamar somente “Republicanos” e se denominará, daqui para a frente, um partido de centro-direita.
A classificação é calculada. O partido quer criar um movimento independente do bolsonarismo, que é descrito como um exemplo de uma direita “radical”. As linhas de trabalho, porém, serão as mesmas de Jair Bolsonaro na campanha vencedora do ano passado: os Republicanos serão conservadores nos costumes e liberais na economia. A diferença, dizem, é que o discurso será menos extremado e haverá mais convicção no liberalismo.
Diferenciar-se de outras siglas que militam no campo conservador, especialmente do PSL de Bolsonaro, atende a uma estratégia: a legenda já mira em 2022. O plano é aumentar o número de prefeitos e vereadores no ano que vem de forma significativa para, se possível, ter um nome competitivo na próxima disputa presidencial. “Não mudaremos só de nome. Mudaremos de postura. Estamos preparando o partido agora para os próximos 15 e 20 anos”, diz o deputado Marcos Pereira (SP), vice-presidente da Câmara e presidente nacional do PRB desde 2011.
O partido vem crescendo a cada eleição. Passou de 54 prefeitos em 2008 para 106 em 2016. No mesmo período, o número de vereadores saltou de 780 para 1.604. A bancada na Câmara tem hoje 31 deputados federais e é a oitava maior da Casa, à frente de legendas tradicionais como o PSDB e o DEM.
Na avaliação da cúpula, porém, para dar um salto daqui em diante seria preciso dar ideologia à sigla, que tinha um programa generalista. Isso ficou claro, segundo Pereira, já em 2016, onde a busca por um nome de fora da política apareceu nas eleições municipais, sinalizando o desgaste das siglas tradicionais.
No fim de 2017, Pereira montou então um grupo para estudar qual seria a cara do “novo PRB”. Era preciso se distanciar de siglas vistas como “fisiológicas”. Faltava identidade ao partido, que tinha histórico de participar de administrações variadas.
Histórico. A sigla foi fundada em torno de José Alencar, empresário que foi vice de Lula em seus dois mandatos. Compôs o ministério dos dois governos de Dilma Rousseff – até ser o primeiro aliado a apoiar o impeachment. E finalmente embarcou no governo Michel Temer, ocupando um ministério.
Ao mesmo tempo, ficou conhecido como o “partido da Igreja Universal”. A sigla tem número grande de candidatos egressos da denominação religiosa, liderada pelo bispo Edir Macedo. Com o crescimento da legenda, a participação de católicos e outros evangélicos aumentou de forma significativa, mas a ligação com a Universal permanece – Pereira, por exemplo, é bispo licenciado.

Senadores fazem chantagem com governo ao condicionar aprovação da Previdência a pacto ✰ Comentário de Vera Magalhães

 

Sem foro privilegiado, Lindbergh se desespera com nova delação de Palocci

O ex-senador Lindbergh Farias, que já tem uma condenação em 2ª instância, encontra-se em estado de absoluto desespero, arrependido de ter tentado a fracassada reeleição para o Senado Federal. Tivesse optado por uma candidatura a deputado federal ou mesmo estadual, como se cogitou, provavelmente teria vencido a eleição e, em consequência, estaria mais tranquilo, com foro especial.
Entretanto, desprovido da infame garantia de foro e diante da nova delação de Antonio Palocci, o temor paira sobre o ex-cara pintada.
A delação já foi devidamente homologada pelo ministro Edson Fachin e implica diretamente o petista.
De acordo com o conteúdo delatado, Lindbergh, que nas planilhas de propina da Odebrecht recebeu o codinome "lindinho", embolsou R$ 3,2 milhões da Odebrecht, que foram utilizados em sua campanha eleitoral.

Toffoli conta a 'Piada do Dia'

Cinco benefícios que beber vinho traz à saúde

O suco de uva fermentado marcou presença na farmacopéia de diversos países até ao fim do século XIX, quando surgiu o movimento antiálcool.
Ainda assim, o número de estudos científicos que destaca as propriedades terapêuticas do vinho – quando consumido com moderação – tem vindo a aumentar, comprovando que a bebida pode prevenir doenças cardíacas e até diversos tipos de câncer.
Segundo a publicação especializada Medical Daily, estes são os cinco benefícios que encontra num copo de vinho:
1. Faz bem ao coração
Instituições importantes, como a American Heart Association (EUA), a European Society of Cardiology (Europa) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial reconhecem que o vinho pode proporcionar proteção cardiovascular. “Os polifenóis aumentam os níveis de colesterol HDL (o bom) e diminuem o LDL (o mau), além de dificultarem a formação de trombos, responsáveis por enfartes e AVCs”, afirma o cardiologista brasileiro Jairo Monson de Souza Filho e autor do livro Vinho é Saúde! – 50 respostas para entender por que a bebida de Baco pode fazer bem’. Essas substâncias fortalecem as paredes das artérias, o que reduz a pressão arterial e a gordura nos vasos sanguíneos.
2. Impede o desenvolvimento da diabetes
Alguns estudos mostram que os diabéticos podem beneficiar do controle do colesterol propiciado pelo vinho. Outros estudos também insinuam que derivados da uva aumentam os níveis de insulina e reduzem a glicose, diminuindo os riscos de adquirir a doença. Ainda assim, a nutricionista Haline Dalsgaard, alerta: “A relação entre o consumo de vinho e a redução do controle glicêmico não pode ser atribuída a todos os indivíduos, pois a velocidade de metabolização do álcool não é a mesma para todos”.
3. Rejuvenesce a mente
Uma pesquisa da Reading University (Reino Unido) sugere que três copos por semana melhoram a memória, e outro estudo, da Università di Milano (Itália), constatou que o hábito ativa uma enzima que protege os neurônios e desenvolve as sinapses no hipocampo. Tudo isso significa que a bebida pode diminuir a progressão de doenças neurológicas degenerativas, como demência senil e Alzheimer. “O cérebro é vulnerável aos radicais livres”, conta a biomédica Caroline Dani. “Então, pela ação antioxidante e anti-inflamatória, esses benefícios são possíveis”, completa.
4. Rejuvenesce a pele
O resveratrol age retardando a produção de radicais livres e, portanto, preservando a pele por mais tempo. “Além disso, os polifenóis melhoram a microcirculação e a hidratação do tecido”, afirma Jairo Monson.
5. Previne o câncer
Diversos estudos internacionais encontraram correlações entre o consumo moderado de vinho e a prevenção do câncer do pulmão, da bexiga, próstata, ovários, garganta entre outros. “As células tumorais formam-se devido a uma desorganização interna que descontrola a sua multiplicação genética”, explica Caroline. “Ao que tudo indica, os componentes fenólicos conseguem restabelecer a ação dos genes supressores de tumores, controlando a proliferação dessas células”
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