domingo, 26 de março de 2017

Fim do Casal 13 - 171: Odebrecht fala tudo. Dilma temendo prisão, ameaça Lula.

Dilma à beira de um colapso. Tradicionalmente de gênio difícil e mal educada com os mais próximos e colaboradores, incorporou o Demônio da Grosseria.
Reação atual tem explicação e não se resume só a soberba e falta de educação. Fantasma da Prisão se consolidou em definitivo.
Sem regalias e proteção de Foro privilegiado, dependia da mão forte de Lula no STF e sucesso de Gilmar Mendes, na saga de não aceitar delações de Marcelo, como prova em processos.
Infelizmente pra ela, Juíz não suportou pressões e recuou.
Mudou discurso para "punir responsáveis de vazamentos". nada mais.
Sobre vida em liberdade, fora intervenções sobrenaturais, depende de Processo em andamento, que visa desvincular Temer, de responsabilidade, em crimes cometidos na Campanha Dilma, sob alegação de ser apenas um vice, sem nenhum poder de articulação.
Se tirarem atual Presidené da reta, a Querida já era.
Marcelo Odebrecht deixa claro. Comprou horário na TV de três partidos pra Campanha de Dilma e ela negociava direto Caixa 2 e sabia de todas as transações.
PCdoB, PROS e PRB foram os Gaveteiros que se venderam, por R$ 3 Milhões.
Segundo Marcelo, Dilma determinou pessoalmente que ele negociasse com Guido Mantega.
Você não pode acabar com meu sonho 2018, Querida!...

Denuncia enrola mais ainda Luiz Inácio Lula da Silva, pois declara em todas as Letras, que o mais honesto comandou várias negociatas da Campanha de Dilma, Via Palocci.
A Sonsa do Século acredita ser essa sua tábua de salvação e resolveu usá-la, deixando claro ao Mestre.
- Não cairei sozinha ou definharei calada em cela de Prisão, igual a "outros".
Pra cadeia eu não volto.
O drama de Lula. DR na relação do Casal 13-171 anda complicada. Tudo indica ser o divórcio irreversível.
Nada mais nocivo e destruidor, que língua de ex Mulher!....
Preocupado com rompantes de Dilma, Lula resolveu alisar seu ego.
Simplesmente deixada de lado desde o Impeachment, voltou a ser convidada pra Eventos ao lado do chefe, sendo incentivada a se candidatar ao Senado pelo Rio grande do Sul em 2018, fritando de vez a Paulo Paim. 
Advogados do PT, desorientados e sem argumentos, devem seguir na premissa de inverter e distorcer.
Como não há como negar "veracidade" das denuncias, partirão pra "criminalizar" Polícia Federal, partirão pra o desqualificar Polícia Federal, no blá, blá, blá do vazamento de informações em sigilo, minimizando teor das acusações. 
Dilma poderá usar "poderes adquiridos" pra faturar algum, montando barraca de Vidente.
Antevejo a Placa.
Quer saber tudo sobre passado e futuro de Lula?
CONSULTE MÃE DILMA.

Parabéns, Porto Alegre

Só o povo na rua pode virar esse jogo de terror

26/3, neste domingo, a manifestação para impedir a venezuelização do Brasil        
Hoje é domingo. Mais um grande movimento nacional contra todos aqueles que desejam venezuelizar o Brasil, isto é, tornar o país muito pior do ficou depois de quase 14 anos do desastrado reinado absoluto de Lula e seus sequazes. Venezuelizar o Brasil é levar a termo o objetivo do Foro de São Paulo, CUJO PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR É O LULA, o que significa a favelização do Brasil de ponta a ponta. Já estamos muito perto de uma situação em que os lixões serão transformados em supermercados. Na Venezuela, isso já ocorre. Lá os ditames dos comunistas títeres da quadrilha cubana eliminaram os últimos vestígios da democracia erguendo sobre os seus escombros um regime tirânico cujo principal meio de controle social é a FOME! Como em Cuba, onde há mais de meio século sua população passa toda a sorte de privações, dentre elas a mais importante, a falta de alimentos. É pela fome que as ditaduras comunistas mantêm o controle total da população.
Num quadro de fome as quadrilhas incentivadas pelos comunistas é que passam a controlar quem pode e quem não pode comer. Este é um resumo, de forma ligeira, da ameaça que pesa sobre os brasileiros. 
Pois bem, dito isto, todos sabem que neste domingo, dia 26 de março de 2017, está convocada uma Manifestação Nacional destinada a impedir que os assassinos do povo brasileiro, ou seja, o establishment (políticos, grande mídia, formadores de opinião, mega empresários, ONGs esquerdistas e todos os partidos políticos) imponha o caos para manter tudo como está.
Dado aos nefastos fatos evidentes não resta outra opção ao povo brasileiro que não seja exigir imediatamente o fim desse festival de horror patrocinado por todos aqueles que postulam um poder discricionário e perpétuo à custa da desgraça da Nação.

A verdadeira podridão da Carne Fraca ✰ Comentário de Joice Hasselmann

video

Por que precisamos ir as ruas? ✰ Artigo de Rogerio Chequer

A famosa frase "você pode enganar alguns durante um tempo, mas não pode enganar a todos por muito tempo" está em risco. Vivemos no Brasil uma nova realidade, onde a sociedade passa a cobrar de nossos representantes que efetivamente nos representem. Enquanto isso, esses representantes, apavorados com a possibilidade de perderem poder e privilégios, lutam para sobreviver. Custe o que custar à democracia. Seu plano é simples, mas avassalador. Basta que nos enganem nos próximos seis meses.
Como funcionam as eleições no Brasil? Simples. Com dinheiro suficiente, qualquer um pode ser eleito. Uma vez eleito, ele usa o mandato trabalhando para conseguir dinheiro para a próxima eleição. Atender aos eleitores não é prioridade, pois a memória do povo é curta e suscetível a belos slogans e campanhas de marketing. Nesta realidade, mestres na arte de se eleger permanecem no poder por décadas, sem jamais trabalhar para o país, para a sociedade, muito menos para quem os elegeu.
O que poderia quebrar esse ciclo? Menos dinheiro e mais consciência dos eleitores. Ambos estão prestes a acontecer, e por isso o momento é único. Os políticos profissionais (ressalte-se: não são todos, mas a grande maioria) estão desesperados.
Diante da ameaça de perder poder e o foro privilegiado, criaram uma estratégia simples: dado o fim do caixa 2 e com o caixa 1 contaminado, aumentariam o dinheiro que tiram dos impostos pagos por nós, e o canalizariam para os partidos —dinheiro este que poderia e deveria ir para educação, saúde e infraestrutura, mas que passaria a alimentar campanhas de reeleição. Para garantir que esse dinheiro eleja os caciques partidários atuais (e quem mais os interessa) criariam uma lista rígida, em que os candidatos serão colocados na ordem que interessar. Interessar a quem? Aos caciques. Votos a novos candidatos, que poderiam oxigenar a política, servem aos primeiros da lista. Com sorte, chegam no candidato votado. Isto é a lista fechada.
O esquema de aumento colossal (fala-se em R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões por ano, todo ano!) de financiamento público e fechamento de listas é perverso e quebra a segunda perna da nossa democracia, a representatividade, já debilitada pelos esquemas de corrupção e compra de poder espalhados pela República.
Os argumentos a favor do esquema são frágeis e falaciosos. Vejamos os principais, e as alternativas disponíveis.
1. Lista fechada é mais barato: Sim, mas seria custo o principal critério? Se sim, por que não mudamos o sistema para o voto distrital, que segundo estudos diminui o custo das campanhas em cinco vezes? Devemos ter muito cuidado em isolar o critério "custo" de eleições, pois ditaduras carregam os sistemas eletivos mais baratos. Minha pergunta é: quanto vale um processo realmente democrático?
2. Não dá tempo de mudar o sistema para uma solução ideal: Ora, e dá tempo de mudar para a pior alternativa? Já existem no Congresso projetos de lei para voto distrital, recall e outros, que poderiam ser utilizados. O prazo é o mesmo —até 2 de outubro deste ano— para qualquer mudança. São seis meses.
3. Lista fechada fortalece os partidos: Na verdade, fortalece os caciques dos partidos, não sua base, nossa esperança de renovação. Por isso há dissidências ao plano nas bases dos grandes partidos, que sabem que o benefício será direcionado aos chefões de sempre.
4. O fim do financiamento privado requer nova fonte de financiamento: Não foi o financiamento privado que acabou, mas o de empresas. Se os partidos passassem a atender aos cidadãos, sua função primordial, estes seriam seus contribuintes voluntários, recorrentemente como filiados ou esporadicamente, em eleições. Isso criaria um círculo virtuoso entre sociedade e partido —este servindo àquela—, gerando partidos com ideologias e interesse genuíno nos cidadãos.
5. O financiamento público atual não é suficiente: O Fundo Partidário foi R$ 820 milhões em 2016. Há três anos, era R$ 290 milhões, um terço do valor atual! Como foram alocados os R$ 600 milhões adicionais? Precisam agora de mais R$ 3 bilhões? É um escárnio.
6. Já temos renovação: Alguns dizem ser da ordem de 50%. Porém a renovação histórica do Congresso não implica mudanças, pois os poucos caciques que se mantêm no poder são suficientes para evitar a modernização do sistema. E trazem consigo novos apadrinhados. Exatamente ao que assistimos agora.
A fragilidade desses argumentos revela a real intenção dos velhos caciques parlamentares, que tentam evitar o fim que os aguarda. Com o poder que têm, eles podem sim aprovar essas medidas. Cabe a nós, sociedade, exigir que não o façam. E precisamos ser rápidos –a primeira votação ocorre em duas semanas.
Neste domingo, temos uma chance de protestar contra essa articulação. Mostrarmos que somos quem financia tudo isso, com muito trabalho e impostos. Cabe a nós evitar um desastre tão danoso ao país quanto a corrupção, pois ele a perpetuará.
Se nos deixarmos ser enganados nos próximos seis meses, teremos que engolir esse mesmo Congresso por mais quatro ou oito anos. Cada um tem a oportunidade de escolher: ir às ruas exigir renovação política; ou ficar em casa e perder o direito de reclamar depois.
Rogerio Chequer - Engenheiro e empresário brasileiro e fundador do Movimento Vem pra Rua

Bolsonaro e Lula na juventude

Lava Jato: por unanimidade, STF decide que caso das escutas de Lula ficará com Sergio Moro

Todos devem se lembrar das escutas telefônicas de Lula, autorizadas pela justiça, que se tornaram públicas. Por conta do fato, os advogados do petista questionaram o STF alegando que o juiz de primeira instância havia usurpado a competência do Supremo.
Teori Zavaski, então relator do caso, negou o pedido, e então interpuseram recurso ao plenário da Corte, que agora decidiu por unanimidade: o caso volta às mãos de Sergio Moro, sem que os procedimentos sejam anulados.
Resta saber qual argumento adotarão agora, considerando que a decisão de nossa Corte Maior se deu por unanimidade.

Felipe Moura Brasil comenta depoimento de Marcelo Odebrecht

video
O colunista Felipe Moura Brasil comentou resumidamente, no 2º bloco do Estúdio VEJA de 24 de março de 2017, o depoimento explosivo de Marcelo Odebrecht ao TSE e as implicações para Lula e Dilma Rousseff. Assista!

Mais uma delação da Odebrecht deixa Dilma Rousseff em maus lençóis

“Odebrecht comprou tempo de TV do PCdoB, PROS e PRB para Dilma – Ex-diretor diz que empresa deu dinheiro aos partidos a pedido do tesoureiro petista”. Esta é a manchete de hoje em um jornal diário do Rio de Janeiro ao relatar a delação premiada de Alexandrino Alencar, ex-diretor da empresa, quando disse que comprou o tempo de TV dos três partidos para a campanha de Dilma Rousseff em 2014, a pedido de Edinho Silva, tesoureiro da campanha. Cada agremiação recebeu R$ 7 milhões. A negociação aconteceu na sede da empreiteira, e foi feita com o atual ministro da Indústria e Comércio, Marcos Medeiros. Para deixar Dilma mais enrascada, Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa, revelou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a “gerentona” de Lula sabia que a Odebrecht estava usando o “Caixa 2” para pagar o marqueteiro João Santana, e ainda doou R$ 50 milhões na eleição dela como contrapartida à aprovação de uma Medida Provisória (MP) permitindo o refinanciamento de uma dívida da Brasken, empresa do mesmo grupo;
Verdadeiramente, Brasília é um lugar bastante interessante para quem não esteja envolvido com as falcatruas dos políticos. Tem novidade a toda hora. Ontem correu o boato informando que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai liberar o sigilo das delações premiadas da Odebrecht, o que provocou um enorme suspense. A presidente do Supremo, Cármem Lúcia é a favor. Até o presidente Michel Temer também é. Mas, poderão acontecer alguns casos de taquicardia. O depoimento de Marcelo Odebrecht, por exemplo, é cheio de detalhes que dificultarão os costumeiros desmentidos. Ele informa, por exemplo, dia, hora e valores dos repasses destinados à campanha de Dilma para sua reeleição. Então, com certeza as farmácias da Capital Federal terão que aumentar seus estoques de calmantes.

Roubar político é crime ou reembolso?

Sem o dinheiro da propina, os corruptos querem fazer reforma política

O dinheiro roubado corria solto, as empreiteiras tinham até Conta/Corrente destinada a pagar propina, para atender corruptos viciados e, também, àqueles que, entusiasmados pela facilidade de roubar o dinheiro público, buscavam os milhões na Odebrecht, UTC, OAS e demais corruptores.
O superfaturamento era rotineiro e propina tanto entrava como caixa dois, como doações legais. No fim, o importante era que os políticos, "sem vergonha na cara", atendessem as necessidades das empreiteiras e os caprichos dos seus dirigentes.
Com o surgimento da Operação Lava Jato, eles perderam a boquinha e, apesar do cinismo deslavado estão sem saber o que fazer e, o desespero bateu feio na porta da bandidagem. Diante desse sufoco, “os artistas” passaram a buscar uma tábua de salvação. E, segundo se comenta, ela se chama, Reforma Política. Nessa aberração, mais por falta de propina do que interesse no país, eles estão discutindo a implantação do sistema de “Lista Fechada”. Esse tipo de votação, prevista no texto da reforma política, feita às pressas e em análise no Congresso, apresentam mudanças inaceitáveis, porque vai tirar do eleitor o direito de escolher seus candidatos e manter sob proteção do famigerado Foro Privilegiado, uma porção de bandidos e mafiosos que, diuturnamente, vivem usando de todos os meios para escapar da Operação Lava Jato.
Lista Fechada, nada mais é do que o eleitor votar em um partido e o partido fazer a sua lista e eleger os caciques e mafiosos do núcleo duro a fim de cobri-los com o manto da impunidade. O Partido que tiver mais votos terá uma maior representação no Congresso. Daí se você votar no PT, PSDB, PMDB, REDE ou mais esse bando de “porra louca”, quem você acha que estará eleito no fim do processo eleitoral? CLARO! SERÃO OS MESMOS E A CORRUPÇÃO NÃO VAI ACABAR NUNCA.
Alfo Cunha

162 candidatos receberam doações da Friboi ✰ Comentário de Jair Bolsonaro

video

162 candidatos receberam doações da Friboi em 2014. 
Eu, o único que devolveu, acabo sendo caluniado.

Dilma jura inocência e aponta o dedo para Lula

Embora diga que não sabia de nada, Dilma afirma que Lula não poderia ignorar o esquema de roubalheira na Petrobras

De público, a presidente Dilma Rousseff jamais admitirá. Por respeito a Lula e para não ser apontada como ingrata. Se tal acontecesse, o PT não lhe daria sossego.
Mas em conversas com auxiliares, e traindo sua aflição, Dilma admite que Lula é o grande culpado pelos dias infelizes que ela atravessa.
Embora diga que não sabia de nada, Dilma afirma que Lula não poderia ignorar o esquema de roubalheira na Petrobras. Se não foi responsável por ele, foi conivente pelo menos, segundo ela.

Como funciona o INSS

Brasil, país da suruba: delator da Odebrecht diz que entregavam dinheiro até em “cabaré”

O Brasil é um país curioso. Recentemente, Romero Jucá falou sobre o foro privilegiado de forma não exatamente republicana. Numa espécie de ameaça ao judiciário, disse que ou serviria para todos, ou para ninguém, encaixando no raciocínio a palavra “suruba”.
Sim, o que incomodou a todos, para além da ameaça, foi a palavra.
E agora algo parecido se repete, no depoimento de um executivo da Odebrecht, Hilberto Mascarenhas, ao TSE. Pelas tantas, em suma, ele diz que lugares variados serviam para entrega de dinheiro, até mesmo um “cabaré”.
Sim, sabemos todos o que é um cabaré. Provavelmente, ainda há vergonha quanto a dizer o nome real do tipo de estabelecimento, ainda que se tenha decidido confessar o verdadeiro delito.
Até porque, para finalizar, ir a um “cabaré” não deveria ser crime – mas é isso que causa atração/estranheza no depoimento.

Professor Villa destrói falsos Pastores! ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

video

Desnudando o Brasil. A verdade nua e crua!

No Brasil tem:
Carne podre e DVD pirata; Uma Mídia que se confunde e diz que ácido ascórbico é cancerígeno; Papelão no frango; Mercúrio no peixe ; Picanha vencida; Linguiça processada com carcaça de frango; Agrotóxico proibido nas verduras e frutas; Coliformes fecais na água; Soda cáustica no leite e já teve até formol; Tem milho transgênico na cerveja; Óleo de soja na garrafa de azeite; Cevada no café e Cartão de crédito clonado; Propinoduto e Celular nos presídios; Mensalação, Petrolão e muito ladrão; Rede 3G que não funciona; Analfabeto legislando; Merenda escolar roubada; Água de poço engarrafada; Botijão de gás pela metade; Bomba de combustível fraudada; Gasolina adulterada; Saques nas lojas durante a greve da polícia; Saques a carga de caminhão quebrado na estrada; Goleiro Bruno libertado, já empregado e dando autógrafos; Desrespeito a estacionamentos especiais; Quadrilhas transvestidas de partidos políticos; Suprema corte incompetente; Um Congresso que ninguém confia; Uma Justiça fraca e "acovardada"; Um ex-presidente metido a artista e se intitulando Deus; Um povo passivo, omisso e desligado da realidade do país e você ainda acha que o problema é somente a carne adulterada.
Na verdade, o problema, é a falta de vergonha e o caráter adulterado de um povo. Provando assim, que Rui Barbosa tinha razão, quando dizia, que o cidadão um dia iria sentir vergonha de ser honesto.

2º Encontro de Carros Antigos do Santuário Retro Botequim - Belo Horizonte MG

Jiboia ataca porco espinho e acaba se dando mal

Um vídeo registrado em algum lugar do Brasil esta viralizando na internet.
O vídeo mostra uma jiboia cheia de espinhos após tentar dar o bote em um porco-espinho e ser atacada.
Como a jiboia basicamente se enrola e estrangula a presa, a tática se torna pouco eficaz quando é aplicada a um animal como o porco-espinho.
A prova disto está no vídeo, em que a tentativa da serpente em conseguir   sua presa foi completamente infeliz.
video

Adeus em ritmo de Lava Jato ✰ Juca Chaves canta

video

Moradores de Laranjeiras do Sul PR fazem "vaquinha" e compram armas para polícia

Cinco fuzis calibres 556 e uma metralhadora devem ser usados na segurança de quatro municípios da região, diz PM. 
Grupo arrecadou R$ 38 mil.

Moradores e empresários de Laranjeiras do Sul, no Centro do Paraná, fizeram uma "vaquinha" de R$ 38 mil para comprar armas para a Polícia Militar (PM) de quatro municípios da região. O dinheiro foi repassado ao Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), que adquiriu o armamento e o entregou à polícia.
De acordo com a PM, os cinco fuzis calibres 556 e uma metralhadora nove milímetros devem ser usados na segurança de Laranjeiras do Sul, Nova Laranjeiras, Cantagalo e Rio Bonito do Iguaçu.
Para o presidente do Conseg, Ariel Oro, a comunidade também é responsável pela segurança pública, por isso o esforço conjunto para a compra das armas. “É um dever do Estado, mas é uma responsabilidade de toda sociedade civil. Adquirimos esses equipamentos para fazer frente às necessidades da nossa região”, comentou.
A Associação Comercial e Empresarial de Laranjeiras do Sul (Acils) incentivou os empresários para que ajudassem na doação, já que insegurança também afeta o comércio. “Se houver problema de desordem, temos prejuízos imediatos; dessa forma, procuramos trabalhar preventivamente”, informou o presidente, Fabiano Franciosi.
O comandante da PM, capitão Heraldo de Lima, adiantou que cerca de 40 dos 79 policiais já estão treinados para usar as armas e outra parte está em treinamento. "Esses equipamentos e armamentos sempre vêm reforçar. É um aporte muito grande para ameaças potenciais que possam vir causar transtorno para a comunidade”, enfatizou.
“Muitas vezes os criminosos estão mais equipados que nossos policiais. Tudo o que vier para a polícia é bem-vindo”, destacou o empresário Lucas Borille, que conta ter tido um prejuízo de quase R$ 100 mil com um assalto.
Até abril, outras armas devem ser entregues aos policiais com recursos próprios do conselho.
video

26 de Março - Dia Estadual do Cacau

sábado, 25 de março de 2017

O porquê do fracasso das estatais ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Humildemente começo pedindo perdão aos leitores desse escrito porque uma boa parte dele será muito “chata”. Necessariamente terei que fazer algumas incursões dentro da parafernália legislativa que os políticos fizeram, que nem mesmo os operadores do direito conseguem mais entender satisfatoriamente, mesmo para o exercício das suas profissões. E posso provar essa assertiva mediante um recurso muito simples. Bastaria acessar o site “www.planalto.gov.br” (Planalto) e ver em qualquer lei que ali for objeto de consulta os inúmeros “riscados” que estão nos seus dispositivos, significando revogações de alguns ou de toda lei, por normas legais posteriores. Tantas são elas que se editam novas leis, omitindo, algumas vezes tendenciosamente, ou até mesmo nem mais sabendo os seus autores exatamente o que está sendo modificado, que chegam a escrever com naturalidade   no último artigo da lei modificadora a expressão muito singela “revogam-se as disposições em contrário”, invariavelmente deixando de mencionar o que seria esse “em contrário”. Em síntese, de tantos riscados, “rasgados”, emendas, supressões, substituições e aditamentos que são feitos, a versão modificada da lei antiga torna-se uma colcha de retalhos que ninguém mais consegue entender, facilitando a penetração de “vírus” com formato humano que se valem dessa confusão legal para perpetrarem os seus crimes, longe do alcance dos controles estatais e das autoridades.
Na verdade, nenhum outro país consegue competir com o Brasil em número de leis editadas. Enquanto a produção econômica local é insuficiente para atender as justas demandas da sociedade, o mesmo não pode ser afirmado sobre a “produção legislativa”, que é “medalha de ouro”, “campeã mundial”, e que tem força suficiente para emperrar a verdadeira atividade produtiva e servir de incentivo à corrupção.
Ora, se a enorme quantidade de leis é algo tremendamente nocivo aos desenvolvimentos econômico, político e social, menos verdade não é que elas também servem de instrumento para o crime organizado da politicalha, porque as leis são feitas por quadrilhas de criminosos que se infiltram nos Poderes do Estado, fazendo novas leis que acabam legitimando o que antes era ilícito e que atende somente aos interesses dessa “bandidagem”. Portanto, hoje os crimes não são mais praticados somente por quem ofende as leis penais mais tradicionais, mas também e principalmente pelos que a elaboram, e depois se valem delas, em proveito próprio, ou seja, em última análise, pelos legisladores e demais políticos buscando cobertura legal para suas falcatruas.
Pessoalmente não vejo nenhuma saída para um Brasil DECENTE se ele permanecer submerso nessa “montanha” de leis que massacra o seu povo e esconde a corrupção. O primeiro passo de uma verdadeira revolução que atendesse aos reclamos da sociedade rumo ao pleno desenvolvimento das suas potencialidades, teria que ser em primeiro lugar a armação de uma GRANDE FOGUEIRA, onde se queimassem TODAS AS LEIS e a própria CONSTITUIÇÃO que lhes dá amparo. Começar-se-ia da “estaca zero”, é verdade, mas seria melhor que recomeçar de um mar de lama, mediante confecção de uma constituição com poucos artigos e algumas normas infraconstitucionais, como acontece no mundo desenvolvido e mais evoluído politicamente, e que todo mundo conhecesse e acima de tudo respeitasse essas leis, tudo entrando em vigor no menor prazo possível.
Lançadas as preliminares, é hora de chegar-se ao objetivo propriamente dito desse escrito, ou seja, referenciar as premissas acima enunciadas à realidade que degenerou a atividade das empresas estatais, enquanto entidades jurídicas vinculadas à Administração Pública, e que serviram nos últimos anos de palco para a mais vergonhosa corrupção no setor público em todos os tempos. Comumente conhecidas como ”estatais”, as mesmas também são chamadas de empresas governamentais ou paraestatais, essa última preferida pelo reconhecido administrativista Hely Lopes Meirelles.
Sem dúvida a proposta governamental original das estatais dentro do modelo do Decreto-Lei Nº 200/67 foi algo genial. Satisfazia o interesse do Estado, e do próprio povo, em contar com serviços compatíveis à modernidade, e que porém não interessavam à iniciativa privada pelo precário rendimento propiciado nessas atividades. Foi o caso da telefonia pública, por exemplo, que de início era uma “bucha” que o Estado necessitava suprir e não encontrava interessados no mercado. O Estado foi obrigado a “abraçar” essa atividade, em Pleno Regime Militar, onde todo o lucro que advinha daí sempre foi reinvestido no crescimento da planta telefônica. Não havia rentistas “mamando” nos lucros das empresas. Mas o avanço da tecnologia passou a incluir as telecomunicações. O que antes servia só para a telefonia passou a ter uma enorme gama de outras aplicações, como transmissão de TV, processamento de dados e incontáveis outras. Foi a gota d’água que tornou a exploração das telecomunicações altamente lucrativa e por isso muito procurada pela iniciativa privada, principalmente estrangeira. A telefonia começou a dar atraentes lucros. Então ela foi “devolvida” aos antigos proprietários, aos gringos, com precinhos camaradas, mediante subavaliação dos bens, na chamada “privataria tucana”, ou seja, prioritariamente aos grupos estrangeiros, abandonando-se totalmente o espírito nacionalista das telecomunicações sempre levado com muito rigor pelos militares que modernizaram as telecomunicações (Embratel, Telebrás, etc).
Minha modesta abordagem, portanto, é bem demarcada no tempo.  Tem como ponto de partida o ano de 1967, em pleno Regime Militar, quando entrou em vigência o Decreto-Lei Nº 200, dispondo “sobre a Organização da Administração Federal, estabelecendo diretrizes para a reforma Administrativa”, dentre outras providências. Saliente-se que passados 50 anos o arcabouço desse DL, que teve e tem grande mérito político, ainda vige, com poucas modificações. O que foi mexido, alterado, sempre o foi para pior. O mais significativo exemplo é o regime das LICITAÇÕES, para compras, obras e serviços da Administração.
Até a edição do DL 200/67, as LICITAÇÕES eram reguladas em grande parte na Lei Nº 4.535, de 1922, que aprovara o Código de Contabilidade Pública, durante o Governo de Epitácio Pessoa, e que tratava também das “concorrências públicas” (era assim mesmo que se escrevia), nos artigos 50 e seguintes.
Adicionando alguma ordem à Administração, o citado Decreto-Lei fixou no seu artigo 4º que a Administração Federal compreendia a ADMINISTRAÇÃO DIRETA e a ADMINISTRAÇÃO INDIRETA. A primeira se relacionava aos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e Ministérios. A segunda, a Administração Indireta, era relativa a categorias de entidades com personalidade jurídica própria, de alguma forma vinculadas à Administração, consistindo nas AUTARQUIAS, nas EMPRESAS PÚBLICAS, nas SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA e nas FUNDAÇÕES PÚBLICAS, as primeiras de direito público e as demais de direito privado.
As AUTARQUIAS foram dotadas de personalidade jurídica de direito público, integrando a Administração Indireta, criadas por lei para desenvolvimento de atividade típica do Estado, com seu patrimônio de natureza pública. As EMPRESAS PÚBLICAS, por seu turno, definem-se como entidades com personalidade jurídica própria, de direito privado, patrimônio próprio e capital exclusivo da União, criadas por lei para exploração de atividade econômica. Já as SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA são empresas também com personalidade jurídica de direito privado, criadas por lei para exploração de atividade econômica, regidas pelas leis respectivas das sociedades anônimas, sendo a maioria das suas ações com direito a voto de titularidade da União ou Entidade da Administração Indireta.  As FUNDAÇÕS PÚBLICAS, tinham também personalidade jurídica de direito privado, criadas por lei, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e patrimônio próprio.
Feito esse apanhado, normalmente se considera EMPRESAS ESTATAIS (ou parestatais) as SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA e as EMPRESAS PÚBLICAS da Administração (da União, Estados ou Municípios). E foram justamente nas Sociedades de Economia Mista da União onde se verificaram os maiores focos da corrução, cujo exemplo mais expressivo é o caso da Petrobrás. E dentro das EMPRESAS PÚBLICAS, a corrupção e a quebra dos Correios não pode ser olvidado. E o pior é que alguns chegam a garantir que o rombo lá no BNDES supera todos os outros, passando do TRILHÃO DE REAIS.
Corrompendo totalmente o espírito das empresas estatais arquitetado lá atrás no DL 200/67, a legislação posterior deu plenas condições para que começassem os seus declínios, sob os pontos de vista econômico, moral, político e social. Previa o art.125 do DL 200: “As licitações para compras, obras e serviços passam a reger-se na ADMINISTRAÇÃO DIRETA e nas AUTARQUIAS, pelas normas seguintes:....”. Ficavam fora do regime das licitações, portanto, as empresas estatais dotadas de personalidade jurídica própria e de direito privado, como as Sociedades de Economia Mista e as Empresas Públicas.
Mas o Governo não se conteve em ver que alguma coisa estava funcionando bem na Administração, e logo tratou de estragar tudo. Esse “estrago” começou pelo regime das licitações inserido no Decreto-Lei Nº 2.300, de 1986, que passou a exigir das empresas estatais plena submissão ao regime das licitações, igualzinho à Administração Direta. Paralelamente tiraram toda a autonomia administrativa que as estatais tinham e que funcionava bem. Transformaram-nas em repartições públicas comuns, onde nunca nada funcionara direito. “Empurrando” nelas o regime predatório das licitações, na verdade forçaram-nas a adquirir o que seria necessário para suas atividades, pagando bem mais caro por tudo do que antes, quando funcionavam como empresas privadas. E se de fato o regime das licitações fosse bom, é claro que as empresas privadas também o adotaria. Mas isso não acontece. O citado DL 2.300/86 foi revogado pela Lei Nº 8.666, de 1993, a qual passou a regular as licitações na esfera pública, ”reforçando” a cassação da autonomia das estatais já antes consagrada no DL 2.300.
A ingerência perniciosa dos governantes na administração das estatais foi a extremos. Mas todo esse “trabalho” foi facilitado porque colocaram gente “obediente” nas administrações das empresas, deficientes de personalidade própria e sem caráter. Esses administradores de “confiança” implantaram nas estatais alguns vícios que antes só se via na Administração Direta, dentre os quais o “inchaço” das folhas de pagamento, com uma enorme quantidade de CCs, e uma política salarial às vezes generosa, talhada nos moldes de quem quer votos. E se isso não bastasse , e por “tabela” ,estes dirigentes  também “aparelharam” os grandes fundos de pensão das estatais com lacaios buscados lá nos porões imundos  dos sindicatos fascistas idealizados por Mussolini, e   que acabaram quebrando e roubando os fundos ,em proveito próprio, de políticos, e  de partidos, nocauteando a esperança dos  trabalhadores participantes que pagaram uma vida inteira para obter algum reforço financeiro nas suas minguadas aposentadorias  do INSS, quando chegasse o momento.
Mas a culpa por toda essa situação caótica não se restringe aos dirigentes das estatais e fundos de pensão. Essa “culpa” é muito mais abrangente. Começa lá nas “urnas” da Justiça Eleitoral, onde o lado frágil da personalidade dos eleitores derrota o lado virtuoso, resultando daí a escolha do “lixo” humano entre os candidatos a exercerem mandados eletivos para o Executivo e o Legislativo. E lá chegando, esse “lixo”, por seu turno, também vai escolher outros “seus iguais” para comandarem as estatais, que por suas vezes transferem essa mesma rotina na indicação dos dirigentes dos fundos de pensão, do mesmo modo entre os “seus iguais”. Por conseguinte, a “sagrada” democracia por aqui praticada carrega grande parte da culpa, mas ela não é a democracia verdadeira. É a falsa.  É um arremedo. Ela mais se aproxima da OCLOCRACIA, que é a democracia pervertida, degenerada, corrompida, cujos únicos beneficiários dela integram a patifaria política.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Estudantes & "estudantes"

Moleque, bravateiro, réu em cinco ações, Lula xinga Dallagnol: "Ele é um moleque"!

Desesperado pela iminência de ser jogado na cadeia como bandido da Lava Jato, doente, sem voz, réu em cinco processos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o procurador da República, Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, de "moleque".
- Fomos criados para mudar a história deste país e para agir corretamente. Quem comete erro paga pelo erro que cometeu. A instituição é muito forte. E aquele Dallagnol sugerir que o PT foi criado para ser uma organização criminosa. O que aquele moleque conhece de política? Ele nem sabe como se monta um governo. Não tem a menor noção.
Lula é um moleque bravateiro;
Ele falou no encerramento do seminário "O que a Lava Jato tem feito pelo Brasil" promovido pelo PT e que reuniu 200 pelegos do PT.

Um apelo: precisamos de você no dia 26 ✰ Comentário de Joice Hasselmann

video

A cara da política brasileira

Isso é inacreditável. Grampo da Operação Carner Fraca flagrou ex-superintendente regional do Paraná Gil Bueno de Magalhães relatando que o deputado federal Sérgio Souza (PMDB-PR) teria recebido "muito dinheiro" do fiscal Daniel Gonçalves Filho, apontado como líder do esquema de corrupção no Ministério da Agricultura. 
E assim mesmo a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que tem como uma das funções fiscalizar o Ministério da Agricultura, elegeu por unanimidade como presidente o deputado suspeito de receber propinas no esquema da Carne Fraca. 
É o retrato do que é hoje a nossa Câmara de Deputados. Uma vergonha!

Filas

Uma resposta na medida certa ✰ Artigo de Juarez Cruz

Ante a decisão da Segunda Turma de STF, que aceitou denúncia contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a reação de todos os partidos foi imediata, inclusive do PT, que tem como relator da reforma política na Câmara dos Deputados, Vicente Cândido (PT-SP), que defende que o Congresso enfrente a desgaste para discutir anistia aos alvos da Operação lava Jato como forma de “distensionar o país”.
“Temos de ter pensamento estratégico. O que é melhor para a sociedade nesse momento? Até aprovar uma anistia, seja criminal, financeira, tudo é possível, não é novidade no mundo”, afirmou o indefectível deputado em suas sábias palavras. Só que o nobre deputado Vicente Cândido não combinou com a sociedade brasileira e não perguntou o que ela acha desse grande (?) pensamento estratégico. Se a turma do PT não tivesse envolvido até o pescoço neste lamaçal de corrupção o nobre deputado não estaria defendendo esta reforma. Certamente ele não sabe o que é melhor para a sociedade, mas sabe com certeza o que é melhor para salvar o pescoço dos denunciados na Operação Lava Jato.
A segunda notícia que deixou os políticos em polvorosa foi o anuncio da segunda lista de Janot (Rodrigo Janot, procurador-geral da República-PGR), que poderá expor algumas dezenas de políticos e coloca-los na berlinda perante a Operação Lava Jato.
Diante destes fatos, formou-se uma confusão no Congresso Nacional, um corre-corre danado entre políticos que queriam saber o que fazer caso seus nomes aparecessem na lista e o STF aceitasse denúncia contra eles. Eles, os políticos, não contavam com tal decisão e agora estão na iminência de serem pegos com a boca na botija. 
Preocupados o presidente da República, Michel Temer; presidente do Supremo Tribunal Eleitoral, Gilmar Mendes; presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE); presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), todos com nomes citados na Lava Jato, reuniram-se no Palácio do Planalto para deliberarem sobre o assunto e tentarem se proteger da ameaça que paira sobre eles e seus pupilos.
Estranhamente o único que não deveria estar nesse encontro era o ministro Gilmar Mendes, que além de ter participado desta famigerada reunião e de participar de outras com sua turma do PSDB, foi falar na imprensa (êta ministro pra gostar de palanque e de microfone), da possibilidade de que o Ministério Público Federal teria vazado alguns nomes que seriam alvos dos 83 pedidos de inquéritos feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
“Eu mesmo me manifestei publicamente sobre esse lamentável fenômeno em mais de uma oportunidade. Cheguei a propor no final do ano passado o descarte do material vazado, numa espécie de contaminação de provas colhidas licitamente”, afirmou ele.
Mendes ainda pediu que a PGR explicasse o caso ao STF: “a Procuradoria-Geral da República tem que prestar a este tribunal explicação sobre esses fatos. Quem quiser cavalgar escândalo porque está investido de poder de investigação está abusando de seu poder, e isso precisa ser dito em bom tom (...) Quando praticado por funcionário público, vazamento é eufemismo para um crime. E os procuradores certamente não desconhecem”.
Diante de tais afirmações, Rodrigo Janot reagiu num tom duro e direto, nesta quarta feira(22/03/2017), às acusações feitas por Gilmar Mendes, em evento da Escola Superior do Ministério Público da União, em comemoração aos três anos da Lava Jato, quando classificou de mentira que beira a irresponsabilidade a informação reproduzida por Gilmar Mendes.
Embora não tenha citado o nome de Gilmar, Janot mandou recado para ele dizendo que ideias como estas só poderiam vir de “mentes ociosas e dadas a devaneios e servilismo”. “Procuramos nos distanciar dos banquetes palacianos. Fugimos dos círculos de comensais que cortejam desavergonhadamente o poder político e repudiamos a relação promiscua com a imprensa”, declarou Janot.
 “Ainda assim, meus amigos, em projeção mental, alguns tentam nivelar a todos à sua decrepitude moral, e para isso  acusam-nos de condutas que lhes são próprias, socorrendo-se não raras vezes da aparente intangibilidade proporcionada pela posição que ocupam no Estado”, acrescentou.
“Infelizmente, precisamos reconhecer que sempre houve, na história da humanidade, homens dispostos a sacrificar seus compromissos éticos no altar da vaidade desmedida e da ambição sem freios”, discursou.
“Esses não hesitam em violar o dever de imparcialidade ou em macular o decoro do cargo  que exercem; na sofreguidão por reconhecimento e afago dos poderosos de plantão, perdem o referencial de decência e de retidão”, emendou.
Janot destacou a diferença moral entre os integrantes do Ministério Público, para os quais discursava, e quem acusa a PGR de cometer crimes, a exemplo de Gilmar. “Não se impressionem com a importância que parecemtransitoriamente ostentar. No fundo, são apenas difamadores e para eles, ouvidos moucos é o que cabe e, no limite, a lei. Não somos um deles, e isso já nos basta”.
Para encerrar, compartilho com os senhores a advertência do mestre Montesquieu que sempre tive presente comigo: “O homem público deve buscar sempre a aprovação, mas nunca o aplauso. E, se o busca, espera-se, ao menos, que seja pelo cumprimento do seu dever para com as leisjamais pelo servilismo ou compadrio”.
Com as estabanadas declarações do ministro Gilmar Mendes, fica claro para muita gente o seguinte: quando denuncias comprovados contra corruptos e ladrões como Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e outros citados na Operação Lava Jato forem divulgadas na imprensa, as provas devem ser descartadas e eles tornam-se inocentes. Ministro sem noção.
Com essa manifestação que beira a irresponsabilidade, como disse Janot, o ministro Gilmar Mendes deliberou que todos os ladrões, corruptos, estupradores, assassinos, sequestradores, pedófilos, enfim, todos os criminosos de plantões de nosso Brasil varonil, que tenham material do processo vazado na imprensa sobre suas ilicitudes, seus processos devem ser descartados, anulados e desta forma abre-se à porteira para suas liberdades. Simples assim.
A resposta do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao ministro Gilmar Mendes, é uma resposta (corajosa) dada no momento e na medida certa, para aqueles que são contra a Lava Jato e os que defendem anistiar políticos envolvidos no uso de dinheiro de caixa 2 e defendem reforma política com a implantação do sistema de lista fechada já para as próximas eleições. Do jeito que está na proposta da reforma política à lista visa somente proteger os políticos corruptos e indiciados na Operação Lava Jato.
Diante do exposto fica aqui minha indagação: porque que um ministro do STE entra nesta briga quando deveria estar fazendo valer seus conhecimentos jurídicos na aplicação das leis contra os desmandos dos políticos e empresários desonestos que infestam o país, isto é que não dá para entender? (ou dá?). 
Como disse Montesquieu, “o homem público não deve buscar sua aprovação defendendo compadrios”. Se não ele corre o risco de se tornar um deles (sic).
Juarez Cruz Escritor e colunista - Salvador-BA

Entenda a Lei da Terceirização. Bicho Papão? ✰ Comentário de Joice Hasselmann

video
Terceirização gera desemprego? Você precisa de um Estado-babá para te roubar? 
Entenda, meu Brasil!

Governo vai subir impostos para cumprir meta fiscal, diz Ministro da Fazenda Henrique Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, cravou nesta última quinta-­feira (23) que o governo elevará impostos para cumprir a meta fiscal deste ano. Em entrevista ao SBT, o ministro afirmou que uma parte do rombo de R$ 58,2 bilhões para o cumprimento da meta de deficit primário deste ano será coberta com aumento de impostos já existentes.
"Uma parte dessa diferença será cumprida com mais cortes de gastos e uma parte será aumento de impostos", disse ele, citando, por exemplo, PIS/Cofins e a reoneração de algumas isenções fiscais que foram concedidas e que não tiveram efeito produtivo segundo ele, como desonerações a alguns setores. Em outras ocasiões, Meirelles se esquivou de confirmar aumento de impostos, falando que o governo tomaria essa decisão caso fosse de fato necessária.
Ele também deixou a porta aberta para a fixação de uma meta de inflação menor ou de uma banda de tolerância também mais estreita caso haja a avaliação de que isso não forçará o Banco Central a ser mais duro em relação aos juros. Questionado sobre a diminuição da meta de inflação e da margem de tolerância para o avanço de preços na economia, Meirelles reconheceu haver possibilidade de mudança.
O tema será definido em junho, quando o alvo de 2019 será definido em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). "Se ficar claro, por exemplo, que pode­s e de fato fixar uma meta mais baixa sem prejudicar a economia no sentido de forçar o Banco Central a apertar mais excessivamente, se tudo caminhar da melhor maneira possível daqui até lá, é uma boa possibilidade", afirmou.
A meta de inflação para 2017 e 2018 é de 4,5%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Recente pesquisa da Reuters mostrou que a redução da meta de inflação para 2019 encontra forte respaldo entre economistas.

Caminhão frigorifico da Friboi agora só anda escoltado

Tentativas de escapar de Sérgio Moro e Marcelo Bretas não dão certo

Por unanimidade o Supremo Tribunal Federal não aceitou os argumentos de Lula que pretendia escapar de Sérgio Moro. O objetivo era que seu processo subisse para o STF. Agora não tem escapatória, Lula será julgado por Moro. 
Eduardo Cunha também foi pelo mesmo caminho, mas igualmente não se livrou de Sérgio Moro. Da mesma forma, no Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo já fizeram tentativas de tirar seus processos das mãos do juiz Marcel Bretas, mas também tiveram seus pedidos negados. 
Já perdi a conta de quantas derrotas Lula, Cunha, Cabral e Adriana Ancelmo sofreram tentando se livrar da primeira instância. Nos casos de Cunha, Cabral e Adriana vários pedidos de habeas corpus também foram indeferidos. Não vai ter jeito. O destino deles vai ser decidido por Moro e Bretas. Só depois do julgamento em primeira instância é que poderão recorrer a instâncias superiores.

Deputado Jair Bolsonaro fala sobre a Proposta da TERCEIRIZAÇÃO e explica seu voto

video
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...