quinta-feira, 18 de julho de 2019

Jornalista do Paraná filma equipe do IntercePT conversando: “E se todo mundo descobre?”

Há 15 dias, o jornalista Oswaldo Eustáquio, do site “Agora Paraná”, divulgou um vídeo onde o editor do The IntercePT diz que teria adulterado ao menos uma das mensagens divulgadas na mídia.
A matéria do jornalista afirma que Leandro Demori (editor do IntercePT) não sabia que estava sendo gravado e foi pego com a ‘boca na botija.’ (vídeo 1 abaixo)
Na tal gravação (improvisada), que segundo Oswaldo foi feita em São Paulo (no Starbucks – Campus do Anhembi – Vila Olímpia – dia 28/06 às 19 horas), o editor do The IntercePT teria dito o seguinte:
Pois bem … na tarde de hoje (16), Oswaldo Eustáquio divulgou um novo vídeo com conversas intrigantes entre o pessoal que trabalha na redação do site The IntercePT e o editor Leandro Demori.
Na filmagem, que também foi improvisada (vídeo 2 abaixo), é possível notar um certo grau de apreensão entre a galera do IntercePT.
Em um momento do vídeo, a repórter Bruna Delara diz o seguinte:
Os áudios produzidos por Oswaldo Eustáquio foram todos entregues ao Ministério Público Federal.
VÍDEO 1                                                                     VÍDEO 2
 

Lulinha, o "Ronaldinho" dos 'negócios', antes da fama

Órgão subordinado ao presidente da República posta vídeo tirando ‘sarro’ do governo

 
Cabeças vão rolar …

Na noite da última segunda-feira (15), o perfil da CEF (Caixa Econômica Federal) postou – no Twitter – um vídeo satirizando a possível indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada dos EUA.
Por volta das 22h:00, o perfil da CEF tuítou o seguinte:
“O #CaixaMaisBrasil esteve no Rio de Janeiro para conhecer os projetos apoiados pelo banco como o empreendimento imobiliário Ilha Puram, a Orquestra Sinfônica de Mulheres do Rio de Janeiro e o novo sistema de abastecimento de águas na Baixada Fluminense. Assista o vídeo!”. 
O vídeo anexado à postagem não tinha relação alguma com projetos apoiados pelo banco … era uma sátira exibida no programa Fantástico.
O Twitte foi apagado minutos depois, porém alguns seguidores conseguiram gravar a reprodução.
Em nota, a empresa declarou que “já tomou medidas preventivas para que o episódio não se repita, como, por exemplo, doublecheck e novo rito de autorizações interno”.
Confira no vídeo acima:

Se liberado, saque do FGTS ativo pode impulsionar a economia ✰ Comentário de Denise C. de Toledo

 

Por que os poderosos do "establishment" e seus comunistas de estimação não querem Eduardo Bolsonaro embaixador do Brasil nos Estados Unidos?

Pela reação do establishment reverberado ad nauseam pela da grande mídia contra a intenção do Presidente Jair Bolsonaro de designar seu filho, o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, como Embaixador do Brasil nos Estados Unidos, pode-se constatar sem qualquer dúvida que a decisão presidencial coincide com o interesse nacional. Chegaram inclusive a pautar os jornalistas da grande mídia para entrevistar o diplomata e ex-ministro da Fazenda, Marcílio Marques Moreira, que aos 83 anos de idade goza o otium cum dignitatae.
Se possível fosse por certo o establishment convocaria o Dr. Frankenstein para dar um sopro de vida aos cadáveres de venerados operadores desse contubérnio de facínoras cujos restos repousam nas catacumbas dos cemitérios. 
Ora, se todos aqueles que infelicitam a Nação brasileira desde o golpe da proclamação da República são contra a designação presidencial do deputado federal Eduardo Bolsonaro como Embaixador do Brasil nos Estados Unidos é porque isso contraria interesses escusos, ou seja, o nefasto e criminoso domínio do establishment sobre o Estado brasileiro.
E quando acontece um episódio como este se vê claramente como coincidem os interesses de grupos poderosos com o esquema comunista que tomou conta do Brasil com o advento da dita Nova República. Toda essa gentalha se mantinha absolutamente calada quando durante o desgoverno de Lula e seus sequazes quem comandava de fato o Itamaraty era o vulgo e rematado comunista Top Top Garcia.
Portanto, se o establishment e seus operadores comunistas dentro das redações da grande mídia estão desesperados com todas as medidas tomadas pelo Presidente Jair Bolsonaro é porque todas essas medidas são de interesse nacional, ou seja, do interesse da maioria dos cidadãos brasileiros. Inclusive, e de modo especial, a indicação do Deputado Eduardo Bolsonaro como Embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Não é nepotismo, é merecimento!!

Flávio Bolsonaro deve apresentar proposta de imposto único

“Coloca o Brasil na era da modernidade”, afirma o presidente do Instituto Brasil 200, 
parceiro de Flávio no desenvolvimento da proposta.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) deve apresentar uma proposta para criação de um imposto único sobre movimentação financeira.
Apoiada por mais de 40 entidades de comércio, turismo e indústria, a ideia foi lançada pelo Instituto Brasil 200 e abraçada pelo filho do presidente da República, Jair Bolsonaro.
O senador conversou na terça-feira (16) com Gabriel Kanner, presidente da entidade, sobre o projeto, informa o jornal Folha.
O instituto defende a criação de um imposto com alíquota de 2,81% que substitua mais de 90 tributos.
“O imposto único, não declaratório, é insonegável, de cobrança automática e fácil fiscalização. Coloca o Brasil na era da modernidade”, afirma Kanner.

Foro de São Paulo fará encontro na Venezuela ✰ Os Pingos nos Is

 

Processo contra agressor de Bolsonaro é arquivado após presidente não recorrer de decisão

A defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o Ministério Público Federal (MPF) não recorreram da decisão da Justiça, que considerou inimputável o agressor Adélio Bispo de Oliveira, autor de uma facada no então candidato à Presidência em setembro do ano passado, durante campanha eleitoral em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.
Com isso, a 3ª Vara Federal da cidade anunciou nesta terça (16) o encerramento do processo. Com a decisão, não cabem mais recursos à sentença proferida no dia 14 de junho, que considerou Adélio incapaz de responder por seus atos.
Pela Lei de Execuções Penais, nestes casos, o preso seria encaminhado a um hospital de custódia para receber tratamento psiquiátrico. O juiz Bruno Savino, da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, converteu a prisão preventiva em internação por tempo indeterminado e optou por manter Adélio no presídio federal de Campo Grande. 
O atentado
No dia 6 de setembro de 2018, o então candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora. Ele era carregado nos ombros por apoiadores quando o autor se aproximou e o feriu na barriga. 
A Polícia Militar identificou Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, que confessou o crime. Ele é natural de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, e foi preso em flagrante logo após o incidente.

Nova loja da Havan

Enquanto os cães ladram a caravana passa.

 
Enquanto o então candidato Jair Bolsonaro estava hospitalizado lutando pela vida em razão do atentado à faca que sofrera em Juiz de fora, o povo brasileiro era brindado por sucessivas comédias protagonizadas pelos candidatos presidenciais do establishment.
Encontrei por acaso no Youtube um trecho dessa série hilariante sob o título de "Debate dos Candidatos à Presidência da República 2018".
Constata-se que sem a presença de Jair Bolsonaro o troço descambava para comédia pastelão. É difícil acreditar que cada um desses candidatos presidenciais alimentava realmente a esperança de ser eleito Presidente da República.
Não há qualquer dúvida de que a eleição presidencial de 2018 que elegeu Jair Messias Bolsonaro Presidente da República é um ponto de inflexão ao longo de todos os pleitos presidenciais que se seguiram após o golpe da Proclamação da República. Fato que resta sobejamente comprovado pelo comportamento bizarro, e ao mesmo tempo criminoso, expressado pela grande mídia nacional em relação ao Governo do Presidente Jair Bolsonaro. 
Não foi por falta de aviso. A frase mais repetida durante a campanha presidencial era uma só: "É bom Jair se acostumando".
Entretanto, o establishment, velho de guerra já pressentira o day after. O jeito era ir levando, esticando a corda até que rebentasse, como de fato rebentou revelando uma torrente inaudita de votos que levaram Jair Bolsonaro à Presidência da República.
A gritaria histérica dos jornalistas da grande mídia continuará em relação ao governo do Presidente Jair Bolsonaro, como ocorre nos Estados Unidos contra o Presidente Donald Trump.
Mas um velho ditado é sábio e resume tudo: Enquanto os cães ladram a caravana passa.

Governo deve enfrentar resistência com programa de privatizações ✰ Comentário Rodrigo Constantino

 

Novo RG tem QR Code e permite inclusão de dados de até 12 documentos

Um dos principais documentos dos brasileiros está diferente e muito mais completo.
A administradora Maristela Angélica de Rezende teve que tirar uma carteira de identidade nova e gostou de saber que é possível incluir dados de outros 12 documentos em apenas um: “Facilita muito carregar um documento só”.
Essa é uma das novidades do novo RG, que já é emitido em oito estados - Goiás, Mato Grosso, Acre, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul - e no Distrito Federal. O sistema deverá estar implantado em todo o país até março de 2020.
Entre os documentos que podem ser incluídos estão PIS-Pasep, carteira de motorista, CPF, Cadastro Nacional de Saúde, carteira de trabalho, identidade profissional e até tipo sanguíneo. Mas é preciso levar os documentos originais para a inclusão dessas informações.
O novo modelo também tem um QR Code, uma espécie de código de barras, na parte interna, que serve para garantir a autenticidade do documento.
“Padronizou-se a confecção da carteira: o material, o tamanho, onde é a localização da foto, da digital, assinatura, a confecção, os critérios de segurança que são inseridos nela”, diz Júlio da Silva, do Instituto de Identificação de Goiás.
A carteira de identidade antiga continua valendo. A emissão do novo modelo é só para quem precisa de uma segunda via ou vai tirar o documento pela primeira vez.
Aliás, adiar a confecção da primeira carteira de identidade pode trazer uma inesperada dor de cabeça. A apresentação do documento é obrigatória a partir dos 12 anos para quem vai viajar de ônibus e avião.
Sem o RG, a Ana Luísa, de 12 anos, não embarcou para o Espírito Santo e o pai ainda teve de pagar R$ 300 para remarcar a viagem dela. “Foi triste, né? Porque eu queria viajar com as minhas irmãs e com a minha mãe. E não pude ir. Fiquei com muita raiva”, conta a menina.

Atitudes que não exigem talento

De novo, as corporações ✰ Artigo de Antonio Britto

Assembleia Nacional Constituinte, 1988. Em votação, direitos do funcionalismo público. Nas galerias, representantes de algumas corporações, exigindo privilégios. Na Mesa, impaciente com as manifestações e a pressão sobre os parlamentares, o doutor Ulysses. Interrompida a sessão, por conta do impasse, ele perguntava a quem se aproximava: “Vocês já viram as galerias ocupadas pelo sindicato dos desempregados?”
Passados 31 anos, o país se modernizou, é melhor em quase todos os aspectos mas as galerias e todos os locais onde se exerce a pressão politica seguem carentes de representação dos realmente necessitados –desempregados, analfabetos, os injustiçados pela realidade brasileira– enquanto o monopólio das corporações sobre galerias e corredores do Congresso parece maior que nunca.
Foi o que se viu, mais uma vez, na votação da reforma da Previdência, essa semana, na Câmara dos Deputados.
Pegue-se, como exemplo, os policiais. Desde sempre, discute-se no Brasil o chamado regime das aposentadorias especiais –profissionais que diante da insalubridade, risco ou condições inerentes ao trabalho que exercem sofreriam, de forma comprovada, desgaste superior ao de outras profissões e, por isso, mereceriam atenção diferenciada na contagem de tempo de serviço e regras para aposentadoria. Caso clássico de policiais em atividade permanente nas ruas.
Até aí, tudo certo. Mas, como sempre no Brasil, o discurso sobre justiça rapidamente se transforma em biombo para proteger privilégios. E o argumento do perigo e do risco é usurpado, por exemplo, por membros da polícia legislativa –profissionais que passarão a vida pelos tapetes e gabinetes dos parlamentos. Uma generalização, essa sim injusta, torna-os iguais a quem estiver em alguma fronteira perigosa do país combatendo traficantes. Ou burocratas da ABIN, analistas de informações, que viverão anos lendo jornais e navegando pelas redes sociais, mas recebendo benefícios especiais.
A firmeza e competência de alguns parlamentares, Rodrigo Maia à frente, permitiram que a reforma da Previdência avançasse, apesar de concessões muitas vezes injustificáveis ainda que necessárias para sua aprovação. Mas deixaram, mais uma vez, a comprovação do peso e do prejuízo que a presença excessiva das corporações vem trazendo ao país, principalmente quando o presidente da Republica renuncia à defesa do interesse geral para comportar-se como presidente de sindicato de uma única categoria.
Este prejuízo decorre, primeiro, do fato do quase monopólio delas na hora da pressão. Em um cenário verdadeiramente democrático, o legitimo direito de alguma corporação querer mais e mais benefícios sofreria a oposição dos representantes dos demais setores, majoritários, estes sim necessitados –o sindicato dos desempregados a que se referia Ulysses Guimarães. Mas, estes, estão ausentes ou no máximo pouco representados no debate político e na disputa pela divisão de recursos e políticas públicas.
Em segundo lugar, o atual sistema eleitoral garante às corporações, com exclusividade, a condição de terem “os seus parlamentares”. Uma corporação poderosa é tríplice garantia para um candidato que a ela se vincular –uma base concreta para atuar, uma rede eficiente de contatos e apoios e, ainda, recursos materiais e financeiros. Os desempregados, para comparar, não têm sede, nem rede e muito menos recursos…
O efeito das corporações estende-se ainda aos partidos, desmoralizando discursos. A esquerda, sem constrangimento, troca a defesa histórica de justiça e igualdade pela adesão incondicional, com honrosas exceções, a interesses de poucos. Ainda essa semana, na discussão sobre alguns destaques apresentados à reforma da Previdência, assistimos líderes que conseguiam ao mesmo tempo criticar a proposta por “prejudicar a maioria dos brasileiros” enquanto anunciavam apoio a emendas que apenas beneficiam a poucos e, por isso, retiram obrigatoriamente recursos da maioria…
À direita, o efeito desmoralizador do peso das corporações, também se faz sentir. Partidos e líderes que simultaneamente se anunciam reformistas defendem a redução do tamanho do Estado e a “nova política” mas se submetem com entusiasmo ao que há de mais velho no país: a tomada de fatias crescentes do setor público por interesses corporativistas, a forma mais perversa de privatização.
Enquanto não vier o voto distrital, porém, o apoio de uma corporação seguirá sendo o caminho mais rápido e eficiente para enfrentar uma campanha eleitoral para cargos legislativos. E, na dimensão desproporcional que assumiu entre nós, um elemento que deturpa o debate e fragiliza a possibilidade de justiça e equidade.
Antonio Britto - Ex-ministro da Previdência 

Ver Faustão defender Bolsonaro ao vivo na Globo não tem preço

 

Vice-presidente Mourão sobre homossexualidade no Exército: “Sempre houve, mas dentro da disciplina”

O vice-presidente da República, Antônio Hamilton Martins Mourão, foi o convidado de anteontem (terça-feira, 16) do programa Conversa com Bial. Em conversa com o apresentador Pedro Bial, ele falou a respeito de temas polêmicos, como os casos de inclusão de pessoas transgêneros no Exército.
“É uma questão delicada. Transgênero só existe um caso ou dois, se houve. Homossexualidade sempre houve, agora, dentro da disciplina e da hierarquia”, explicou Mourão, que também é general da reserva do Exército Brasileiro.
Ele também falou sobre a admiração que compartilha com o presidente titular, Jair Bolsonaro, pelo Coronel Brilhante Ustra, considerado pela Justiça torturador durante o regime militar. “Foi um exemplo de soldado pra mim”, revelou o vice, acrescentando que não considera tal intervalo da história brasileira como uma ditadura, mas como um “período de presidentes militares”.
Ao abordar a Reforma da Previdência, Mourão mostrou-se satisfeito com o encaminhamento que a questão vem tendo. “Queríamos uma ótima, está saindo uma boa. Teremos que voltar a discutir o assunto, mas dentro dos seus limites e das pressões que sofreu, o Congresso fez a parte dele”, analisou.

Acessibilidade...

Paulo Câmara, a desgraça que Pernambuco elegeu governador

Estive nesta primeira quinzena de julho em dois estados do Sudeste ou seja: São Paulo e Rio de Janeiro. Neste período veio me reforçar tudo que penso dos gestores do Nordeste e, em particular, o estadual e municipal de Pernambuco.
Como permaneci por mais tempo no Rio, o meu testemunho diz, que mesmo aquele estado estando vivendo um período de "vacas magras", nem assim, deixamos de presenciar várias obras importantes, como o alargamento da avenida Brasil, para implantação do BRT, que se estenderá até o bairro de Campo Grande. Outra grande obra é o parque de Madureira que cresce cruzando vários bairros com inúmeras ferramentas de lazer. 
Enquanto isso, Recife com todo este potencial de rios e mar interligados onde poderia ser explorado com barcos turísticos, está simplesmente abandonado.
Ainda no Rio de janeiro, apanhei um barco (catamarã) junto ao Museu do Amanhã de onde partimos para um circuito com paradas em vários pontos turísticos, que durou por quase uma hora e meia, neste barco muito bem equipado que oferecia inclusive um bom serviço de bar. E o interessante, a empresa exploradora desta ferramenta turística no Rio, pertence a um empresário pernambucano, informação que tive do comandante do barco, um excelente cicerone. Inclusive no Arsenal de Marinha localiza-se mais dois terminais de barcos que tem a mesma função turística e sempre com intensa procura por parte de turistas e para os próprios cidadãos cariocas que são estimulados a fazerem estes passeios considerando que ao se identificarem recebem um desconto no valor do bilhete do passeio.

18 de Julho - Dia da Família Perfeita

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Especialistas provam que o homem nunca esteve na Lua

  
Após 50 anos e com tecnologia extremamente avançada que possuímos nos dias de hoje, porque o tal feito não foi repetido?
PROVA 1
Como só há uma fonte de luz na Lua (o Sol), não há atmosfera para difundi-la, as sombras não deveriam formar as regiões de penumbra mostradas nas fotos. Objetos paralelos não têm sombras paralelas, o que prova que havia mais de uma fonte de luz: os refletores do estúdio.
PROVA 2
Além do Sol, havia outras fontes de luz – Boa parte dos raios refletidos na superfície do satélite “bate” de novo nos objetos e espalha-se em diversas direções, o que explica o aparecimento da penumbra.
PROVA 3
As fotos e os vídeos exibidos mostram a bandeira americana tremulando. Na Lua não há atmosfera nem vento. Mais uma prova de que a tripulação da Apolo 11 simulou a ‘ventania’ num estúdio.
PROVA 4
As temperaturas na superfície da Lua variam de 120o Celsius negativos a 150o Celsius positivos. O fato é que nem filmes especiais (ainda mais na década de 70) seriam capazes de resistir a tamanha oscilação. Todas as fotos que você já viu sobre o homem na Lua são 100% falsas.
PROVA 5
Um fato interessante é que não aparecem estrelas no céu em nenhuma das fotos. Os manipuladores de imagens da Nasa se esqueceram de colocá-las no cenário montado dentro do estúdio.
PROVA 6
As imagens do pouso e da decolagem do foguete espacial em solo lunar não mostram as chamas expelidas e não há marcas na superfície do satélite. Como os 3 astronautas poderiam retornar da Lua num módulo tão pequeno e, além disso tudo, haver combustível necessário para impulsioná-lo e ainda viajar 384.400 km ?
PROVA 7
As marcas das botas usadas pelos astronautas são mais parecidas com pegadas feitas em solo úmido. Na Lua não há água. Ou seja, mais uma prova da farsa.

NASA & Cia admitem: "O homem nunca foi ao Espaço"

 

Reflexo na viseira de astronauta mostra homem usando jaqueta e calça jeans na Lua

 
É o que diz uma nova Teoria da Conspiração que está literalmente ‘bombando’ nas redes sociais.

Divulgado pelo canal Streetcap1, o filme intitulado “Reflexo na visão do astronauta mostra que a viagem da Apollo 17 pode ter sido uma montagem de estúdio?” tem chamado uma atenção de internautas em todo o mundo.
O 48º aniversário dos primeiros passos de Neil Armstrong na superfície lunar foi íntegra, e os teóricos da conspiração em todo o mundo foram convencidos de que não se tratava de um fato inventado pelos norte-americanos.
Eles estão convencidos de que o presidente John F. Kennedy estava tão desesperado para vencer os russos na corrida à lua que acabou ordenando a criação de uma série de filmes (em estádios secretos) para uma viagem da NASA até uma superfície lunar.
No vídeo acima, o narrador diz:
O narrador também destaca também que:
“Penso que a ida à Lua está começando a me fazer refletir: – Cadê o veículo espacial desse cidadão?”
Oficialmente, a Nasa não se baseia sobre os específicos de uma suposta “farsa da lua”.
Em outras ocasiões, a agência espacial já havia declarado que as acusações são boatos inventados por teóricos de plantão.
Preste atenção a partir dos 00:56 vídeo do vídeo acima

Não me perturbe

Carta de apresentação de Eduardo Bolsonaro aos EUA está pronta

O Ministério das Relações Exteriores já tem pronta a carta de apresentação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) que será enviada aos Estados Unidos.
O filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, está cotado para ocupar o cargo de embaixador do Brasil em Washington.
A informação foi confirmada pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros. Segundo ele, o Itamaraty preparou uma minuta do pedido de agrément [autorização] em nome do Eduardo.
“A partir da confirmação, da firma desse agrément, outras ações haverão de ser desenvolvidas para a consecução e por fim a ida do deputado Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos como nosso embaixador”, afirmou Barros em entrevista coletiva na noite desta terça-feira (16).
O porta-voz disse, porém, que não há definição da data para encaminhar o pedido de autorização à diplomacia americana.
Rêgo Barros também afirmou que o presidente Bolsonaro não pensa em outro nome que não o do filho para o cargo nos EUA e que ainda não conversou com senadores da CRE (Comissão de Relações Exteriores).
UOL.

Após lista de bloqueio, operadoras de telecomunicação precisam buscar alternativas ✰ Comentário de Denise Campos de Toledo

 

Sabe aquele APP que lhe deixou velho? Ele entrega seus dados para anunciantes

Se você usou as redes sociais nos últimos dias, pode ter ficado com a impressão de que está todo mundo ficando mais velho. Tudo graças ao FaceApp, um aplicativo disponível para Android e iPhone que envelhece os rostos dos usuários, mostrando como eles ficarão daqui a alguns anos. Mas, apesar de ser gratuito, a diversão não ocorre sem custo: o aplicativo entrega informações pessoais dos usuários para a desenvolvedora russa Wireless Lab.
Não é nada que ocorra de forma escondida, pois as autorizações estão nos termos de uso do app. E nem chega a ser uma novidade na internet atual, que construiu um modelo de negócios baseado na coleta, compartilhamento e comercialização de dados.Mas vale ficar atento: entre os dados recolhidos, estão imagens e quaisquer outros materiais publicados pelo app, bem como o histórico de navegação do usuário na internet.
“Usamos ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e tendências de uso do serviço. Essas ferramentas coletam as informações enviadas ao seu dispositivo ou ao nosso serviço, incluindo as páginas de web que você visita, add-ons e outras informações que nos auxiliam a melhorar o serviço”, diz parte do documento, que pode ser consultado por qualquer pessoa.
Os termos de uso dizem que as informações não são associadas aos usuários de forma a poder identificá-los individualmente, mas o número de informações monitoradas é grande. Entre eles estão cookies, pequenos arquivos instalados na máquina para identificar tendências e comportamentos online; identificadores de dispositivos, que permite saber qual é o tipo de aparelho usado pelo usuário; e metadados, que descrevem como e quando um usuário interage com determinado conteúdo, sem revelar exatamente os detalhes desse conteúdo.
Além disso, o FaceApp coleta informações de log, incluindo as páginas de web que o usuário decide visitar, o endereço IP (que é uma espécie de CEP de cada máquina na internet), e o tipo específico de navegador de internet.
Entre os usos desses dados estão o compartilhamento de parte das informações com anunciantes. “Podemos também compartilhar certas informações, como cookies, com parceiros de publicidade. Essa informação permitiria redes de anunciantes, entre outras coisas, a entregar anúncios direcionados que elas creditam que seriam de interesse”, diz o contrato.
O FaceApp diz que pode compartilhar os dados com “empresas irmãs”, que legalmente fazem parte do seu mesmo grupo de negócios.”Se vendermos ou transferirmos parcialmente ou integralmente o FaceApp e suas propriedades, suas informações, como conteúdo do usuário ou qualquer outra informação coletada por meio do serviço, estarão entre os ítens vendidos ou transferidos”, avisa a empresa, em meio àquelas letrinhas miúdas que muita gente “dá OK” sem ler.
“Cerca de 64% dos brasileiros não leem as condições de um app antes de baixá-lo e esquecem de pensar sobre como seus dados podem ser utilizados, ignorando as configurações de privacidade”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. Ele não encontrou nada anormal no funcionamento do app, mas pediu atenção ao que é coletado.
Segundo o FaceApp, os dados são armazenados em servidores nos EUA, país que ainda não tem uma lei específica de proteção de dados, como a União Europeia ou o Brasil. Além disso, por não ter sede no Brasil, pode ser difícil acionar o FaceApp na Justiça no caso de um vazamento de dados massivo – ou mesmo em qualquer questão jurídica.
Estadão

Aplicativo para envelhecer

Patriótico alerta ✰ Documento de Floricio Maciel Goulart

 
Olá meus amigos militares: compus este documento e estou remetendo hoje. Seria um atestado de estupidez, se o Brasil não estivesse na situação em que está. Aparentemente, tudo conspira contra o nosso presidente. Esse episódio imperdoável com o Sargento traficante da FAB é mais um. O Congresso, o STF e a mídia são inimigos fortíssimos, Bolsonaro não governará sem clara demonstração de força das autoridades militares. No Twitter dos políticos da base aliada, há muitos comentários de pessoas já desencantadas com o governo e, principalmente, com os militares. Elas cobram o que mostro no anexo. Estou apenas me antecipando.

Excelentíssimos Senhores:
Ministro da Defesa, Comandantes das Forças Armadas, Ministros Militares:
Este documento é um apanhado das impressões que retiro das redes sociais e da maioria dos meus conhecidos.
O que sentem é quase consensual: se Vossas Excelências não investirem severamente no nosso presidente, munindo-o de autoridade, respaldando corajosamente os seus atos, enfrentando a mídia corrupta, o STF e as forças “ocultas” que o desmoralizam no Congresso, serão cúmplices da sórdida manobra que tenta desestabilizá-lo.
Hão de concordar, senhores, que o Brasil sangra. Daquela facada assassina, o corpo do então candidato Jair Bolsonaro, não verteu uma cota de sangue, porém, o Brasil sangra por ele. O nosso país agoniza diante dos recorrentes boicotes aos atos do governo e, principalmente, pela complacência daqueles que deveriam potencializá-lo.
As pessoas cansaram de esperar das autoridades militares uma demonstração explicita de apoio ao nosso presidente e invadiram as ruas, na tentativa de sensibilizá-las. Infelizmente, insatisfeitos, parte daqueles que organizavam as manifestações, hoje são críticos e não mais participam. É uma virada de mesa repentina e perigosa, que afeta a credibilidade e o prestígio das Instituições mais confiáveis, principalmente, as nossas Forças Armadas. Como está comprovado, quanto menor a mobilização popular, maiores são as investidas contra o presidente: no Congresso, roubam-lhe a autoridade, desengavetando projetos que jamais seriam analisados se a coalizão de esquerda ganhasse; no STF, ou podam, ou transferem, a sua autonomia. Creio, serem projetos pensados, criados e estrategicamente guardados, para forçarem o retorno ao Status Quo, caso assumisse alguém não alinhado com a esquerda. O objetivo claro: desestabilizar o governo ou impor um Parlamentarismo disfarçado. Eu não sou um visionário. Por favor, assistam os vídeos do Deputado Marcelo Ramos, que preside a reforma da previdência. Abertamente, ele defende esse absurdo, de que o Centrão anulará o PSL, para dominar o Parlamento. Comprovo o que afirmei, no endereço: https://www.youtube.com/watch?v=o3Qz2iRHCLo).
Olavo de Carvalho faz críticas severas: aos Governos Militares, por haverem, segundo ele, “alimentado” a esquerda, em vez de combatê-la; aos Ministros Militares (no governo FHC), pela tolerância ao desmonte dos ministérios, pelo enxovalhamento da história das Forças Armadas e pela carta branca entregue à revanchista Comissão da Anistia; às autoridades militares atuais, pela falta de clareza no apoio ao Presidente. Tais críticas estão mexendo com os brasileiros. Se, no passado ele era ignorado, hoje, circula nas redes sociais privadas em perfeita sintonia com os militares. As pessoas mudaram. A sociedade civil e militar, mais exigente, está inquieta. Ela sabe: sem apoio militar, maciço, claro, transparente, corajoso e visível, o nosso presidente não governará.
Será o caos.
A convocação dos Comandantes das Forças Armadas e demais Comandantes Militares para discutirem os destinos do país, respaldaria o nosso presidente e desarticularia as correntes conspiratórias instaladas nos demais poderes. A população e o mercado financeiro aprovariam. Tenho certeza.
É pelo bem do Brasil que me exponho. Desculpem-me, se eu estiver equivocado.
Floricio Maciel Goulart

No limite, o centrão entende que precisa salvar as galinhas dos ovos de ouro ✰ Comentário de Rodrigo Constantino

 

A Reforma que o Brasil precisa e o O PT não quer ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Há meses o país espera pela aprovação da reforma previdenciária, uma reforma fundamental para o país entre outras que deverão vir. Após a aprovação em primeiro turmo, a quadrilha do congresso não concluiu o trabalho e resolve tira férias. Os interesses do país e da sociedade é secundário e pode esperar.
Acompanhei várias sessões da câmara e senti o odor da podridão reinante; uma esquerda liderada pelo PT não quer reformas, tem alergia ao tema, as únicas reformas que a quadrilha aprova e sem nenhum questionamento, são as do triplex do Guarujá e a do sítio de Atibaia, feitas com dinheiro público roubado.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de petistas corruptos

Eles querem mudar o Brasil

Outdoor na Av. Paralela em Salvador BA

Se o povo não tomar uma atitude, o gringo “marido do deputado”, vai destruir a Lava Jato.

Com a bunda postada sobre o sofá, o povo brasileiro vai assistindo um bando de mafioso, montar uma armadilha nojenta contra uma operação, que, usando a coragem e competência de Sérgio Moro e sua Força Tarefa, conseguiu pôr no xadrez uma porção de bandidos, desumanos, cínicos e mentirosos.
Pois é! O “jornalista” e marido de um deputado brasileiro chamado Davi, que atualmente, ocupa o mandato do ex-deputado e homossexual, também assumido, Jean Wyllys, veio disposto a derrubar os responsáveis pela Operação Lava Jato, fechar a barraca do Ministério Público Federal, destruir a Republica de Curitiba e soltar o bandidão Lula da Silva. Que, se diga de passagem, curte uma prisão cinco estrelas, em uma cela da polícia Federal na qual, segundo a imprensa, desfruta de: encontros Íntimos; celular; televisão; Internet, esteira ergométrica e ainda vive dando entrevistas.
Creiam! Roubar no Brasil, por direito adquirido, faz bem, dá status e ainda tem a proteção de alguns ministros de Tribunais Superiores que, até hoje, não se sabe o porquê de tamanha Jiriquice ainda defendem esse bando de ladrões FDP.
Na noite desta segunda-feira 15, a imprensa interessada em ver o fim da Lava Jato, revelou que o ex-juiz Sergio Moro, que deveria, de forma imparcial, julgar os processos da operação, sem combinações e acordos com nenhuma das partes, marcou reunião com integrantes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal - ou seja, da parte investigatória e acusatória - para combinar novas fases da Operação.
Acreditem! Se Sérgio Moro não agisse dessa forma, seria engolido pelos poderosos marginais, que pululam a República e que, diuturnamente, se aproveitam da covardia e passividade do povo brasileiro, para enriquecer, roubando os cofres públicos.

Chega de conversa: eu quero saber quem mandou matar Bolsonaro e espionar Sérgio Moro?

 

Ex-decano da Lava Jato critica comportamento de jornal: ‘parecem porcos a se refestelarem na lama’

 
O procurador aposentado e ex-decano da Lava Jato Carlos Fernando dos Santos Lima utilizou as redes sociais para comentar o esforço de setores da velha imprensa para prejudicar a imagem da força-tarefa e do ministro Sérgio Moro. Lima disse: “Me sinto enojado com a forma sórdida e infame que a Folha de São Paulo tem se comportado ao veicular mensagens que reconhece de origem criminosa e sem garantia de autenticidade. Parecem porcos a se refestelarem na lama”.
O ex-procurador também lamentou que o mesmo esforço utilizado para vasculhar material obtido de forma criminosa não seja aplicado a casos mais notáveis, dizendo ser uma pena que a “coragem jornalística” seja seletiva. Carlos Fernando dos Santos Lima disse: “5 anos de mensagens roubadas e manipuladas, e o resultado são fofocas sobre família e atividades lícitas cujos valores vão em parte para projetos sociais. Que vergonha, Folha de São Paulo! Pena que a coragem jornalística seja seletiva, pois ninguém se preocupa com instituições de ensino de altos membros do Judiciário”.

Enquanto isso, na porta da prefeitura de Passos MG!!

Parabéns pra esse eleitor !?...🏽🏽🏽

A exibição dos codinomes reduziu a agressividade da oposição ✰ Um Minuto com Augusto Nunes

 
No interrogatório de Moro na Câmara, o Brasil ficou sabendo quem são Montanha e Solução 

No mais recente comentário de um minuto, Augusto Nunes sugeriu que os deputados favoráveis à Lava Jato revelassem o codinome no departamento de propinas da Odebrecht de todos os parlamentares que exagerassem na agressividade com o ministro Sergio Moro.
A sugestão foi parcialmente atendida, com bons resultados. O Brasil ficou sabendo, por exemplo, que não é o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) quem tem pavor da Lava Jato. É o 'Montanha' da lista da Odebrecht. E a deputada Maria do Rosário, surpreendida pela exibição de cartazes com seu codinome Solução, teve o chilique mais curto desde que chegou ao congresso.

Presos vetam Eduardo Cunha como juiz de futebol ✰ Os Pingos nos Is

 
Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e Ana Paula Henkel comentam esse fato
envolvendo a vida de presidiário do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha

Governo não colocará figuras da família imperial nas notas de real.

Uma mensagem que circula pelas redes sociais afirma que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) "pretende alterar" as cédulas do real para incluir figuras da antiga família real brasileira. 
"O presidente Jair Bolsonaro propõe a ideia de mudar as cédulas, com isso as cédulas de corrupção não irão ter mais valor algum. Dinheiro escondidos [sic] em apartamentos, chácaras, cofres terão que aparecer", diz uma corrente que circula pelo Facebook. "Os políticos estão loucos. Ideia de um grande estrategista.
" FALSO: Governo não colocará figuras da família real nas cédulas 
Junto ao texto, há três supostas novas cédulas, com representação da antiga família real brasileira no lugar da efígie usada desde o lançamento do real, em 1994. A cédula de R$ 20 levaria a imperatriz Maria Leopoldina; a de R$ 50, o imperador Dom Pedro 1º; e a de R$ 100, Dom Pedro 2º, último imperador do Brasil. 
O UOL também encontrou correntes mais antigas que falavam não da alteração das figuras, mas de mudança das cores nas cédulas. 
A informação é falsa. O governo estuda fazer trocas em notas específicas, mas a mudança nada tem a ver com a monarquia. 
Ao UOL, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) do governo Bolsonaro denominou a corrente como "fake news", mas não quis comentar as possíveis mudanças nas notas. 
O Ministério da Economia, o Banco Central e a Casa da Moeda afirmaram não ter conhecimento de mudança alguma. 
Bolsonaro falou em alteração de notas Embora as cédulas de real não ganhem os rostos da antiga família imperial brasileira, algumas delas poderão sofrer alterações. 
Em entrevista ao Programa do Ratinho, no SBT, no dia 6 de junho, o presidente Bolsonaro afirmou que o governo estuda a possibilidade de alterar as notas de R$ 50 e R$ 100. 
"Chegou ao nosso conhecimento mudar as notas de R$ 100 e de R$ 50 num prazo de um ano", disse Bolsonaro quando questionado se existia a possibilidade de mudar essas e as demais cédulas em circulação. "Existe essa possibilidade, mas está faltando sinal verde da Economia para ver se é viável ou não essa proposta." 
O presidente, no entanto, não informou qual seria o motivo para a troca das notas nem como essa proposta teria chegado ao seu conhecimento.

17 de Julho - Dia Nacional da Tatuagem

terça-feira, 16 de julho de 2019

O "142" pode ser acionado "sem" e "contra" Bolsonaro? ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Continuam fazendo uma enorme confusão sobre a melhor interpretação do artigo 142 da Constituição.
Me parece até que a “soberba” e o “auto endeusamento” do Presidente Bolsonaro fundiram os seus “miolos”, ao ponto dele achar-se forte o suficiente para “esculachar” o Vice-Presidente General Hamilton Mourão, e a própria equipe de capacitados generais que está lhe assessorando, inclusive como Ministros, que são “trocados” a cada momento como “absorventes”, ou “descartáveis”, sem o mínimo respeito e consideração.
Queira Deus que Bolsonaro não tenha sofrido contaminação na longa convivência parlamentar que teve na Câmara Federal, com elementos egressos da pior escória da sociedade, onde achar uma virtude é mais difícil que ganhar na loteria.
O “trailer” que Bolsonaro já assistiu e o preço que teve que pagar pela conturbada reforma da previdência, já é indicativo suficiente de que ele não conseguirá governar conforme prometeu, tendo no seu “pé” inimigos políticos declarados que comandam o Poder Legislativo Federal e os Tribunais Superiores.
Se cada reforma que ele pretender for igual a esse demorado “parto” que teve na reforma da previdência, o seu mandato vai acabar com as pretensas reformas quase todas na “gaveta”.
Bolsonaro em diversas ocasiões já se mostrou absolutamente avesso de fazer uso do artigo 142 da Constituição, acionando a “intervenção” militar-constitucional, para garantir-lhe a governabilidade, na “defesa da pátria” e na “garantia dos poderes constitucionais”, na qualidade de “Comandante Supremo das Forças Armadas”, uma das funções constitucionais asseguradas ao Presidente da República.
Mas ao que parece o atual Presidente da República “pensa” que só ele, nessa qualidade, teria poderes para requisitar a dita “intervenção”.
Para que melhor se compreenda a situação, são duas as espécies de intervenções previstas na Constituição. Uma delas é para “garantir a lei e a ordem”, que pode ser acionada mediante requisição de qualquer um dos Chefes dos Três Poderes (Presidente da República, da Câmara, ou do Supremo Tribunal Federal).
Para a outra espécie de intervenção, “garantia da pátria e dos poderes constitucionais”, a titularidade (única) para tal é só das próprias FORÇAS ARMADAS, independentemente da concordância, ou não, dos Chefes dos Três Poderes, inclusive do Presidente da República.
É exatamente aí que reside a grande confusão. Em nenhum momento a Constituição exige que o “Comandante Supremo das Forças Armadas” participe da convocação de intervenção para “garantia dos poderes constitucionais e defesa da pátria”.
Essa pretensa “obrigatoriedade”, absolutamente ilegal, contrária e além da Constituição, está prevista exclusivamente na legislação infraconstitucional, mais precisamente, na Lei Complementar Nº 97, de 1999, o que não poderia. O que vale mesmo é a Constituição.
É evidente que uma eventual “intervenção” teria mais suporte “moral” se provocada pelo próprio “Comandante Supremo das Forças Armadas”, o Presidente da República. Mas não seria necessário. Isso deve ficar bem claro.
Paralelamente, e para “complicar”, anda por aí uma discussão absolutamente estéril no sentido de que uma eventual intervenção teria que ser do POVO, e não das FORÇAS ARMADAS, por força do disposto no artigo 1º, parágrafo único, da Constituição (“todo o poder emana do povo...”).
Porém essa discussão é só para “distrair”. E daria no mesmo que discutir o “sexo-dos-anjos”, provavelmente plantada pelos que temem a intervenção, mais do que o diabo teme a cruz, sabedores que o povo teria maior dificuldade que as Forças Armadas para fazer uma “intervenção” e fazer a “limpa” necessária.
Mas e se considerássemos as Forças Armadas como mero INSTRUMENTO da SOBERANIA POPULAR? Assim daria para se fumar o “cachimbo-da-paz”?
Ademais, suponho que o “espírito” dominante no Exército, na Marinha, e na Aeronáutica, se confunde com o “espírito” do próprio POVO, porque as Forças Armadas também são POVO, razão pela qual não faz qualquer sentido a inútil discussão sobre a eventual aplicabilidade do artigo 1º, parágrafo único, ou do artigo 142 da Constituição.
De uma coisa podemos ter absoluta certeza: pelos caminhos “normais”, e “constitucionais”, salvo o do “142”, o Brasil não escapará de cair no abismo. Somente uma “intervenção”, com muitas “cassações”, poderia fazer a limpeza necessária e abrir os caminhos para a paz, segurança e a prosperidade. Mas para que essa intervenção lograsse êxito, evidentemente dependeria que a iniciativa fosse tomada pelo lado “bom” das FA, e jamais pelo seu lado “aparelhado” pelo petismo, o que seria um risco a ser considerado, talvez até piorando a situação atual, se ocorresse.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Como descobrir políticos criminosos?

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