quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A vaca indecente de Brasília

A foto acima mostra um carro alegórico em uma das mega manifestações #anti-PT #ForaDilma ocorrida no Brasil. Retrata com precisão o que sempre aconteceu no Brasil e que foi turbinado de forma irrefreável no governo petista que haverá de evaporar até o final desta semana depois que Dilma for despachada para catar coquinhos numa praia cubana.
Em que pese toda essa barbaridade as pesquisas eleitorais que medem tendências para as eleições municipais de outubro deste ano apontam diversos comunistas e outros vagabundos e vagabundas oportunistas na liderança.
O número de psicopatas e loucos de todos os gêneros é uma coisa assombrosa. Se os números dessas pesquisas se confirmarem nas urnas chega-se a uma conclusão inescapável: o Brasil não é um país, mas um viveiro de débeis mentais.
Depois de tudo que veio e continua vindo à luz com a explosão do petrolão, o mega escândalo das roubalheiras levado a efeito por Lula, Dilma e seus sequazes, o povaréu ainda continua acreditando que a vaca de Brasília é inesgotável. Todos querem mamar. Afinal, a maioria que pontua alto nas pesquisas eleitorais perfila-se ao lado da maluca teoria comunista que garante o céu na Terra por conta dos cofres estatais, precisando apenas rodar as máquinas da Casa da Moeda.
O resultado está aí: inflação, retração econômica, desemprego, instabilidade e violência, os ingredientes de uma receita macabra que transformam qualquer Nação num submundo como Cuba e Venezuela, onde imperam a fome, a miséria e a morte.

Entenda a diferença entre socialismo e capitalismo

Me recuso a pagar a conta olimpíca ✰ Comentário de Marcio Labre

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Light quer revisar tarifa para compensar investimento na Olimpíada
Subestação e energia da Light no Rio de Janeiro: processo corre em sigilo, a pedido da própria Light

Light, distribuidora de energia elétrica da cidade do Rio de Janeiro, pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), uma revisão tarifária extraordinária para compensar o investimento de R$ 909,9 milhões em melhorias na rede de distribuição para os Jogos Olímpicos, que serão realizados de 5 a 21 de agosto próximo.
Segundo a presidente da empresa, Ana Marta Horta Veloso, a empresa está “com um pleito de revisão tarifária extraordinária na Aneel, que tem como um dos principais pontos a realização desses investimentos, que são prudentes e seriam feitos pela empresa, mas foram antecipados em função da Olimpíada”.
O processo corre em sigilo, a pedido da própria Light. A distribuidora e a Aneel não revelaram o valor da revisão pleiteada. A expectativa da distribuidora de energia é que a revisão esteja na pauta da reunião semanal da agência reguladora, marcada para o dia 2 de agosto.
Ana Marta Horta Veloso comentou sobre o pedido durante uma reunião fechada, na tarde desta segunda-feira (25), no Ministério de Minas e Energia, em Brasília. Participaram representantes do governo federal e das empresas distribuidoras e transmissoras de energia. A diretora-presidente da Light informou que dos R$ 909,9 milhões investidos, R$ 153 milhões vieram de uma parceria com o governo federal. De acordo com o ministério, o governo investiu R$ 520 milhões em instalações elétricas para os Jogos Olímpicos.
Operação especial
Durante a reunião, empresários e gestores públicos detalharam a operação especial que estará em vigor durante o mês de agosto. As empresas vão suspender os desligamentos programados para obras e manutenção em todas as cidades que receberão a Olimpíada.
A operação começará 48 horas antes de cada jogo e terminará 24 horas depois da partida. Nesse intervalo, vão ocorrer apenas intervenções de emergência. Somente no Rio de Janeiro, a operação será contínua, do dia 1º até 23 de agosto, para a Olimpíada, e de 5 a 20 de setembro, para a Paralimpíada.
A medida vale para os municípios do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Manaus e para o Distrito Federal. No caso de falta de energia, os locais de competição terão prioridade.

Jair Bolsonaro comentando o impeachment de Dilma Rousseff

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Falta uma carta de Dilma pedindo desculpas ao povo

A quase ex-presidente Dilma e seus companheiros passaram durante o tempo em que o processo do impeachment dela acusando o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) de terem aplicado um golpe contra ela. Agora Dilma escreve uma carta aos senadores propondo a realização de um plebiscito visando à convocação de eleições em outubro, junto com as eleições municipais, para escolha de novos presidente e vice-presidente da República. Ela faz isso exatamente às vésperas da decisão do Senado Federal sobre seu afastamento definitivo de titular da Presidência da República. Não parece uma medida inteligente, pois o plebiscito que ela propõe, além de não estar previsto na Constituição, sua tramitação normal só terminaria no final do ano, quando o Congresso entra em recesso. Dessa forma, por entrar na segunda metade do mandato presidencial, a eleição seria indireta. Como as previsões indicam que Dilma será afastada com os votos de mais de 60 senadores, não haverá chance, por exemplo, de Lula concorrer (que já anda em baixa junto ao eleitorado), é lógico que essa mesma maioria elegerá presidente e vice dentre os integrantes do governo em exercício;
Certamente, os 59 senadores que afastaram Dilma entenderão que tomaram a decisão que agradou a população, pois com a administração do presidente Temer, apesar dos erros houve alguma melhora na economia. O povo espera, então, que os senadores tenham bom senso e mantenham seus votos, ao lado de outros que já se manifestaram arrependidos de de votado a favor dela. Aliás, Dilma Rousseff deveria fazer uma carta dirigida à população, particularmente aos seus 4 milhões de eleitores, pedindo desculpas por não ter cumprido integralmente as promessas de campanha e ainda por ter patrocinado por conivência um verdadeiro assalto à Petrobras. Chega de discursos repetitivos feitos pela sua "tropa de choque" (Lindbergh Farias, Vanessa Grazziotim, Gleisi Hoffman, José Eduardo Cardozo e outros). O povo está cansado de tanto palavreado que só serve para adiar a conclusão de um assunto, pois o resultado final já é do conhecimento: "Tchau, querida!".

Agora começa as Olimpíadas do PT

Nessa campanha, os candidatos petistas estão com vergonha até mesmo do vermelho do partido

Os lobos estão se pintando com as cores dos cordeiros

Aos poucos as redes sociais são tomadas por material de campanha dos políticos que buscam, agora em 2016, uma vaga como prefeito ou vereador. Mas é curioso o esforço dos petistas para não deixarem o petismo se sobressair no material. O Implicante já abordou o site e o jingle de Haddad, ambos preocupados em esconder o PT. Mas há um detalhe que soa ainda mais trivial e bizarro: nem mesmo a cor vermelha os petistas andam vestindo.
No site do próprio Haddad é possível conferir a imagem acima:
Edinho Silva, que foi ministro de Dilma Rousseff, evitou a neutralidade do branco e partiu para o azul e verde

Mas nada que se compare ao prefeito petista de São José dos Campos, que busca a reeleição.

Vamos defender Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

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Neste julgamento de Dilma, quinta até terça, só as testemunhas ficarão presas

É um verdadeiro embuste o confinamento das oito testemunhas de acusação e de defesa que a partir de hoje prestarão depoimento no julgamento final de Dilma Roussef.
Eles ficarão isolados até sábado num hotel de Brasília, o Grand Bittar, sem telefone fixo ou celular, TV, internet, rádio e jornal, mas com direito a cama e comida, tudo para que não falem entre si e com outras pessoas, já que poderiam combinar falas, como se isto já não tivesse ocorrido ou tivesse qualquer importância no processo.
Guardas permanecerão nos corredores para garantir que as testemunhas não falem com ninguém.
As testemunhas só sairão do hotel depois que todos depuserem.
A lsita dos convocados são Júlio Olivgeira e antonio Carvalho Júnior, acusação; Luiz Gonzaga Belluzzo, Nelson Barbosa, Luiz Costa, Ricardo Ribeiro, Ester Dweck e Geral Prade, pela defesa.
De qualquer modo, o julgamento final de Dilma começará as 9 horas da manhã no Senado.
Na terça-feira de madrugada, a presidente afastada será expurgada e poderá voltar para sua casa de Porto Alegre, condenada por crime de improbidade e sem direitos políticos, o que quer dizer que não poderá mais disputar sequer cargo de vereador ou função de faxineira no serviço público.

Senado procura tradutor de "dilmês".

Janaina Paschoal lembra que, com Delcídio, mesmo após um vazamento, a delação foi homologada

“Como saber se quem vazou não o fez mesmo para inviabilizar o acordo?”

Janaina Paschoal defende que, para o bem das instituições envolvidas – Ministério Público e STF –, a delação de Léo Pinheiro seja retomada e homologada. Assim, o conteúdo passa a ser conhecido e apurado, desfazendo qualquer suspeita que paira sobre a indignação dos envolvidos, em especial Rodrigo Janot e Gilmar Mendes, que teria tomado Dias Toffoli, alvo da capa da Veja, como pupilo na Suprema Corte.
Diz a autora do impeachment de Dilma Rousseff, em seu perfil no Twitter:
“Não vejo razões para suspender a delação que vinha sendo negociada com uma das construtoras. Pelo bem do próprio Ministro e pela confiança na justiça, a delação deve ser autorizada, agora, ainda mais. Como saber se quem vazou não o fez mesmo para inviabilizar o acordo?
O próprio Ministério Público Federal, em várias manifestações, tem deixado claro que a forma não deve prejudicar o conteúdo. Ora, por que esse preciosismo, justamente em torno de tão importante colaboração premiada? A melhor maneira de esclarecer os fatos é deixar que o acordo siga e, tão logo a colaboração esteja completa, que se retire o sigilo.
Há inúmeros exemplos, mas o mais gritante é o de Delcídio Amaral, que teve a delação homologada mesmo após vazamentos na imprensa. O caso foi rememorado pela criminalista:
No caso do Senador Delcídio, mesmo a defesa tendo solicitado a manutenção do sigilo, sua delação foi imediatamente tornada pública. Independentemente de quem venha a ser implicado, há razões para estranhar. O sigilo absoluto só vale para este caso?”
É isso.

Operação Abafa: Os argumentos de Janot por terra ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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Entenda porque Janot não tem qualquer justificativa plausível para calar o homem 
que pode entregar Lula de bandeja para Lava Jato.

Revista Veja confirma tudo sobre pré-delação que acusa Dias Toffoli

Nas redes sociais, fica claro que Gilmar Mendes não fala por si. 

A revista Veja confirmou hoje que existe mesmo o anexo da pré-delação do empreiteiro Leo Pinheiro, OAS, que tem cópia de tudo e que Rodrigo Janot "engana-se" quando nega a existência do material. 
O que disse Veja:
VEJA, naturalmente, conhece os bastidores do que se convencionou chamar de “vazamento”. Durante a apuração, a revista firmou o compromisso de manter suas fontes no anonimato — e vai manter o compromisso. A reportagem de VEJA teve acesso ao anexo da delação em que Léo Pinheiro mencionou o nome de Dias Toffoli. A expressão “ter acesso” significa que os repórteres de VEJA viram e leram o anexo. E apuraram que os termos do anexo estavam em discussão na proposta de delação de Léo Pinheiro. Por isso, VEJA mantém tudo o que foi publicado na edição que está nas bancas.
A revista disse que a reação destemperada do ministro Gilmar Mendes, STF, é corporativa. Ele revelou ao jornal Folha que os procuradores de Janot vazaram a pré-delação em reação a Dias Toffoli, que mandou libertar o ex-ministro Paulo Bernardi e estaria protegendo a senadora Gleise Hoffmann.

Presente de FHC pra DilmANTA

Os Intocáveis ✰ Artigo de Bernardo Mello Franco

A crise entre o Ministério Público e o Supremo alcançou um novo patamar nesta terça (23). A água que esquentava desde o fim de semana atingiu o ponto de ebulição. Coube ao ministro Gilmar Mendes soprar o apito. Ele atacou os procuradores da Lava Jato, a quem acusou de vazar uma pré-delação para constranger o tribunal.
Gilmar abriu o verbo depois de a operação esbarrar na proximidade entre o empreiteiro Léo Pinheiro e o ministro Dias Toffoli. Ele sugeriu à colunista Mônica Bergamo que os procuradores seriam movidos a "delírios totalitários". "Me parece que [eles] estão possuídos de um tipo de teoria absolutista de combate ao crime a qualquer preço", afirmou.
Mais tarde, ao jornal "O Estado de S. Paulo", o ministro disse que "é preciso colocar freios" nos investigadores, que se sentiriam "onipotentes". Sem apresentar provas, ele disse que os procuradores "decidiram vazar a delação" para fazer um "acerto de contas" com seu colega.
O procurador Rodrigo Janot aderiu ao bate-boca. Depois de suspender a delação sem explicar suas razões, ele disse que a menção a Toffoli teria sido inventada. Em seguida, num recado a Gilmar, questionou: "A Lava Jato está incomodando tanto? A quem e por quê?"
O ministro tem certa razão ao pedir que os procuradores calcem as "sandálias da humildade", embora ele nunca tenha encontrado um par do seu número. Desde o início da Lava Jato, é comum ver investigadores exagerando na autopromoção e no ativismo político. No entanto, chama a atenção que Gilmar tenha resolvido protestar quando a operação ameaça atingir um de seus colegas.
Os ministros do Supremo merecem respeito, mas não podem ser tratados como indivíduos acima da lei. Em março, quando a Lava Jato divulgou gravação de Lula e Dilma Rousseff, Gilmar não manifestou a mesma indignação com o vazamento. Na época, o que importava para ele era discutir "o conteúdo" do grampo.

Dilma Rousseff diz que brasileiros estão praticando 'bullying' contra ela

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A Olimpíada acabou sendo o contrário do que o PT planejava

Lá atrás, quando Lula fez das tripas coração para que o Brasil fosse o responsável por organizar tanto a Copa do Mundo quanto a Olimpíada, o plano do petismo era apenas um só: usar os eventos como coroamento de seu reinado político. Se imaginava que Lula, já ex-presidente, estaria pairando como um midas vivo, inexpugnável em sua popularidade. Já Dilma, em meio a um mandato popular, asseguraria para que o antecessor fosse o seu próprio sucessor.
Mas tudo saiu ao contrário do que era previsto. Obviamente a população soube separar a corrupção, a incompetência e a desorganização dos entes públicos na organização dos jogos daquilo que é chamado de espírito olímpico. Os atletas e as delegações, afinal, não tem relação alguma com o que se passa fora das competições. E eles protagonizaram com destemor o seu papel. Mostraram a força, a vitalidade, a vontade, o valor, a força e o destemor que compõe a alma de todo guerreiro do esporte. E exemplos, brasileiros ou do exterior não faltaram.
O Brasil, alias, em termos de participação, teve seu melhor desempenho, obtendo o tão sonhado ouro no futebol, último título que faltava entre outros tantos que ostenta. E aqui vai um destaque especial para a seleção comandada em campo pelo jovem Neymar, assegurando igual mérito para os demais representantes de outras modalidades: Claro que essa vitória em específico teve um gosto especial, até pelo amor maior que a pátria nutre pelo futebol. A seleção, desde a patética participação na Copa do Mundo, precisava se revigorar. Houve um novo despertar. Ganhar dos alemães teve um sobrepeso, visto que foi encarado como uma revanche ao já histórico placar de 7x1.
Tudo isso para dizer que o simbolismo reverso acabou coroando também uma espécie de renascimento momentâneo do país. É inegável, ainda que com todas as mazelas sociais presentes e a continuidade da crise econômica, que o sucesso e as vitórias expressivas de nossos atletas ajudaram a alimentar o sentimento de otimismo que parecia morto com dois anos seguidos de escândalos e descalabro institucional.
Circulam fartamente por ai os memes mostrando o 7x1 na época de Dilma e o ouro olímpico no futebol com Temer, fazendo um claro contraste entre os dois governos. É claro que políticos não influenciam em nada no resultado do campo, mas os memes são certeiros no sentido de retratarem a conjugação dos fatos: as vitórias voltaram no mesmo tempo em que o país virou uma obscura página política. E esse contexto é poderoso na formação do imaginário. Lula, Dilma e os petistas sonhavam em capitanear o país nesse momento, impondo a celebração dos jogos como sua celebração pessoal. Felizmente eles acabaram sem medalha alguma ao fim de tudo.

Burrinhos adestrados

Um episódio real da longa guerra petista contra os colégios militares ✰ Artigo de Percival Puggina

Quando Olívio Dutra elegeu-se governador do Rio Grande, sua vitória foi entendida como evento culminante de uma empreitada revolucionária. Olívio e seus companheiros chegaram ao Palácio Piratini, em 1º de janeiro de 1999, mais ou menos como Che Guevara e Camilo Cienfuegos haviam entrado em Havana exatos 40 anos antes - donos do pedaço, para fazer o que bem entendessem e quisessem. Só faltou um velho tanque de guerra para os bigodudos e barbudos do PT se amontoarem em cima.
Foi com esse voluntarismo que o primeiro governador gaúcho petista, posteriormente conhecido como "O Exterminador do Futuro I" (haveria uma segunda versão com outro ator), despachou a montadora da Ford para Camaçari, na Bahia. "Nenhum centavo de dinheiro público para uma empresa que não precisa!", explicava o governador incandescendo sua mistura de vetustos ardores messiânicos e antiamericanismo adolescente. E o PIB gaúcho, por meia dúzia de tostões, perdeu mais de um bilhão de dólares por ano pelo resto de nossas vidas. Foi assim, também, que se instalaram pela primeira vez entre nós a tolerância, as palavras macias, o aconchego e os abraços aos criminosos, seguidos de recriminações e restrições às ações policiais. Foi assim que o MST e as invasões de terras ganharam uma secretaria de Estado. Foi assim, também, que o PT gaúcho inventou uma Constituinte Escolar, instrumento ideológico concebido para, sob rótulo de participação popular, permitir que o partido estabelecesse as diretrizes de uma educação comunista no Rio Grande do Sul.
A essas alturas já era gritante o contraste entre a qualidade da Educação prestada pelo Colégio Tiradentes, sob orientação da Brigada Militar, e o decadente ensino público estadual. A insuportável contradição não comportava explicações palatáveis, mas sua notoriedade exigia completa eliminação. E o governo transferiu o tradicional Colégio para a já então ultra-ideologizada Secretaria de Educação. O Colégio Tiradentes foi condenado à morte, executado e esquartejado. No mesmo intento de combater a quem defende a sociedade e de afrontar a tudo que pudesse parecer militar, Olívio Dutra retirou o comando da Brigada Militar do prédio onde historicamente funcionava e fez a Chefia de Polícia mudar-se do Palácio da Polícia. Sim, sim, parece mentira, mas é verdade pura.
Eleito governador em 2002, Germano Rigotto, tratou de reverter o aviltamento das instituições policiais. Fez com que seus comandos retornassem às sedes tradicionais e decretou a volta do Colégio Tiradentes à Brigada Militar. Ao se pronunciar durante a solenidade de assinatura desse decreto, o governador afirmou algo que não pode sumir nas brumas do esquecimento porque define muito bem a natureza totalitária de seu antecessor: "Não raro, por escassez de recursos ou limitações de qualquer natureza, a comunidade quer algo e o governo não pode atender. O que raramente acontece é o governo fazer algo contra o manifesto desejo da comunidade. Foi o que o aconteceu e é o que sendo retificado neste momento. O Colégio Tiradentes volta para onde deve estar. O Quartel General da Brigada Militar, retornou ao seu QG. A Polícia Civil voltou para o Palácio da Polícia".
Três atos marcantes, revogando providências que o governo petista impôs à sociedade gaúcha, contrariando-a intensamente, apenas para expressar seu antagonismo a tudo que fosse ou seja policial e militar. 
Decorridos 13 anos, podemos ler no episódio aqui narrado as preliminares de um antagonismo que não se extinguiu. Persiste ainda hoje, entre as esquerdas, com apoio da burocracia do Ministério da Educação, uma absoluta intolerância em relação à "indisciplina pedagógica" dos colégios militares.

Calma!!!

Defensores do aborto agora usam um mosquito como propagador de suas ideias

Defensores Públicos entram no STF com ação para permitir aborto se gravida estiver com “sofrimento psicológico” por causa do vírus Zika, mesmo que não se prove comprometimento do feto

Não é de hoje que os defensores da legalização do aborto — ou de sua plena descriminação — usam o vírus Zica como seu aliado. Nesse caso, o, digamos, trabalho de ganhar as consciências voa nas asas de um mosquito. É um jeito intelectualmente covarde de fazer as coisas. Mas também não espero que a defesa do aborto esteja associado a um ato de coragem. Nesse caso, a coragem grande é dizer “sim” à vida.
Vamos ver. A Associação Nacional de Defensores Públicos ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal para pedir que grávidas afetadas pelo vírus Zika e que estejam em “grande sofrimento mental” tenham direito ao aborto.
Não consta do texto a obrigatoriedade de comprovar microcefalia ou outros danos cerebrais ao bebê. A ação, com 90 páginas, questiona a constitucionalidade e a adequação de leis diante da epidemia de Zika. Não tem prazo para chegar ao plenário do STF.
A Associação diz que pede autorização para o aborto apenas em casos “muito excepcionais”, em que o sofrimento mental da gestante esteja comprovado por laudos médicos e psicológicos. O idealizador da nova ação é o Instituto de Bioética Anis, dirigido pela professora da UnB Debora Diniz.
Covardia e coragem
Vamos ao ponto. A covardia já está na argumentação. Consegue-se saber, pela medição do crânio, se o feto foi ou não afetado pelo vírus. A petição que chega ao Supremo não se ocupa disso, preferindo se fixar no tal “sofrimento mental”. Ora, autorizar o aborto com base nesse critério, sem que se comprove o dano ao feto, abre a questão óbvia: por que não autorizar o procedimento, então, para todas as mulheres com “sofrimento mental”?
Vamos ver o que fará o Supremo, que já autorizou a interrupção da gravidez no caso da dita “anencefalia”. Lembro que tal, digamos, licença não está no Código Penal e que, portanto, o Supremo legislou. E, obviamente, não lhe cabe fazer leis.
De toda sorte, ficou claro naquela decisão que a permissão para o aborto legal estava restrita aos casos comprovados de anencefalia. Um argumento determinante para o caso foi a certeza de que a criança terá uma vida muito breve, o que só aumentaria o sofrimento da mãe.
O argumento abre um campo largo para um debate ético, que já fiz no passado — consultem o arquivo. No caso em questão, lembro que a microcefalia não é incompatível com a vida, ainda que a pessoa por ela acometida vá merecer cuidados especiais.
Nessas horas, sempre me ocorre pensar por que, então, não levar em conta o “sofrimento mental” da mãe no caso de Síndrome de Down, por exemplo, ou de outras alterações que marcarão para sempre o indivíduo, tornando-o um desvio em relação ao padrão de normalidade.
Encerro lembrando que as esquerdas são de um cretinismo moral nessas coisas que chega a ser assombroso. Se alguém sugerir que moradores de rua devem ser retirados do local público nem que seja à força e enviados para albergues, mesmo os mais dignos, elas logo gritarão: “Isso é higienismo!” Mas não veem mal nenhum em ser higienistas quando a matéria em questão não é calçada, mas a diversidade humana.
Bando de hipócritas!
Ah, sim: cedo ou tarde, a liberação do aborto chegará ao Supremo, sem nenhuma aplicação a um caso em espécie. Será a tese mesmo. Corre o risco de passar, é bom que saibam.

25 de Agosto - Dia do Macarrão Instantâneo

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Quando a primavera chegar, a Era da Canalhice já será um cadáver em adiantado estado de decomposição

Faltam apenas seis dias para o fim da farsa que Lula pariu e Dilma Rousseff amamentou

A última semana deste agosto é também a última semana do mais longo e mais patético velório político da história do Brasil. Daqui a sete dias, milhões de brasileiros estarão festejando o fim de uma farsa que durou 13 anos e meio. Não é pouca coisa. Quando a primavera chegar, a Era da Canalhice já será um cadáver em decomposição.
Por enquanto, o governo Michel Temer é uma esperança espreitada por dúvidas. Melhor assim, atesta a comparação com a certeza medonha parida pelos governos de Lula e Dilma: com a permanência dessa dupla e seus comparsas no poder, seria proibido sonhar com a salvação de um Brasil devastado pela inépcia, pelo cinismo e pela corrupção.
No mesmo instante em que Dilma foi despejada do Planalto, sem que o presidente interino tivesse sequer esboçado uma única e escassa mudança de rumo, tudo subitamente pareceu menos aflitivo, mais respirável, menos desolador. Meia dúzia de decisões sensatas depois, o reinado do lulopetismo se reduzira a uma lembrança tão remota quanto a chegada de Cabral.
A reconstrução do Brasil não será fácil. Para torná-la menos penosa, lembremo-nos o tempo todo do legado de Lula e Dilma. Aconteça o que acontecer, o país que enfim se vai sempre será infinitamente pior do que o país que está chegando.

A ditadura cubana recebeu 4 bilhões de reais do Brasil exportando "médicos" ✰ Comentário de Jair Bolsonaro

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Brasil, Terra de bandidos!

Esta é a única forma de justiça efetiva que resta ao povo brasileiro.
O País está nas mãos de bandoleiros, ladrões, corruptos da pior espécie!
São todos comparsas entre si e aparelham todas as instituições do Estado.
Não há mais Estado e sim uma grande mega quadrilha cujo objetivo é nos roubar impiedosamente até a morte!
O Brasil não tem autoridades, tem bandidos prevaricadores e comparsas!
Estamos em plena anomia, anarquia!
A Lei só existe para garantir a impunidade dos canalhas membros da gang de plantão no Poder.
Só resta a força do povo em fúria nas ruas aplicando a justiça popular! 
Esta ahi a LavaJato... desmoralizada por Lula e seus asseclas!
Estão Cachoeira e Cavendish soltos e gargalhando das nossas caras!
Esta ai a Janota descaradamente torpedeando as delações para salvar Lula, Dilma e a gang dos bandidos do SPTF.
O Brasil esta em alto estado de putrefação. A Lei é a da selva!
Os donos do Rio de Janeiro já comprovaram isso... 
Favelas cariocas são territórios dos narcotraficantes onde o Brasil Estado não tem mais poder ou mando, quem manda é o crime.
Onde governadores, prefeitos e demais autoridades cariocas pedem autorização aos narcotraficantes para fazer alguma coisa por lá...
E as FFAA???
Já estão extintas há muito tempo...
Só resta uns bonequinhos fardados para fazer o papel de "faz de conta que ainda existo"
O Brasil vai virar pó...

Delação da OAS: Estelionato delacional ou vazamento intencional? ✰ Comentário de Joice Hasselman

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Vamos pressionar meu Brasil! Janot não pode calar Léo Pinheiro.

Para ficar bem com o Supremo Janot ficou mal na foto

Esquisita, para dizer o mínimo, a decisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de cancelar as negociações da delação premiada da empreiteira OAS e do seu dono Léo Pinheiro.
Segundo a revista VEJA em sua mais recente edição, Pinheiro estaria disposto a contar que ajudou a reformar a casa do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.
Nada mais comum nos últimos dois anos do que vazamentos de informação sobre delações em curso ou ainda por acontecerem. Mas é a primeira vez que Janot reage dessa maneira.
Por que será? Para não ficar mal com os ministros do TSE quando um deles é citado em um episódio nebuloso? Para pressionar Pinheiro a nada dizer sobre Tóffoli caso a delação afinal se consuma?
Sim, porque Pinheiro poderá delatar Tóffoli e quem mais quiser na hora que preferir. Seja diante de um juiz ou publicamente. Ninguém poderá impedi-lo disso.
A delação de Pinheiro é uma das mais esperadas da Lava-Jato dada às relações estreitas do empresário com algumas das figuras mais importantes da República.
Pinheiro tem muito que contar sobre Lula – e parte do que tem já vazou sem tirar Janot do sério. Tem muito que contar sobre os senadores Aécio Neves e José Serra - e parte do que tem já vazou.
Ao ministro Tóffoli, a essa altura, deve interessar que a menção ao seu nome seja definitivamente esclarecida para que não pese nenhuma dúvida a cerca do seu comportamento.
Se quis ficar bem com o STF, Janot deixou mal Tóffoli e seus colegas.

Reeleja Fernando Haddad

O STF quer garrotear e prender o Brasil ✰ Opinião do jornalista políbio Braga

A irada fala do ministro do STF, Gilmar Mendes, e seus ataques inéditos contra os procuradores do Ministério Público Federal, refletem a posição corporativista da Corte Suprema.
Nenhum ministro do STF fala sobre assuntos tão momentosos e tão polêmicos, sem ter consultado antes as opiniões dos seus pares ou recebido apelo para falar.
O ministro Gilmar Mendes procura blindar a si mesmo e aos seus colegas.
Hoje foi a vez de Dias Toffoli, mas ninguém garante que amanhã não será a vez de outro ministro.
E por que Gilmar Mendes ?
Ora, porque os outros ministros estão todos carimbados como homens e mulheres ligados de uma ou de outra forma ao PT, aos seus aliados e satélites, o que lhes retiraria autoridade política e moral para enfrentar este tipo de enfrentamento.
A defesa corporativista de Dias Toffoli, no entanto, traz um efeito indireto que talvez Gilmar Mendes nem desejasse, que é manter sob clausura as delações de Leo Pinheiro sobre o sitio de Atibaia e sobre o triplex do Guarujá, o que acabará protegendo Lula.
Quem viver, verá.
O STF quer garrotear e prender o Brasil.

A malandragem por trás da delação suspensa da OAS ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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Ministro está certo ao defender o aproveitamento das armas apreendidas

Destruição das armas apreendidas é um desperdício grotesco

A imprensa, notadamente as defensoras dos direitos dos “manos”, não gostou da ideia do ministro Alexandre Moraes de reutilizar no trabalho policial as armas dos traficantes e outros criminosos, apreendidas pelas polícias. Preferem que elas sejam destruídas, como se morássemos em um país onde se pode rasgar dinheiro e jogar recursos no lixo. “Não é possível que se aguarde nove meses para comprar fuzis”, disse o ministro da Justiça, lembrando que hoje as armas apreendidas têm de ser obrigatoriamente destruídas pelo Exército.
São milhares de armas a cada ano. Ou seja, milhões de dólares desperdiçados, enquanto as polícias estaduais permanecem sucateadas e mal equipadas, esperando a boa vontade dos governantes. E trata-se de armas de alta qualidade. Ao contrário do que acontece com as polícias estaduais, os traficantes só compram o que têm de melhor no mercado mundial e não se submetem a licitações direcionadas.
A Rede Globo, assim que baixar a poeira das Zoolimpíadas, certamente vai cair de pau no ministro, uma vez que ela sempre defendeu bandido e o desarmamento das pessoas de bem.
FORA DO CONTEXTO – Quanto ao fato de o ministro defender “mais armas e menos pesquisa”, Moraes estava se referindo à absoluta necessidade de equipar as polícias, em resposta a “pesquisadores” que nunca enfiaram os pés em uma delegacia ou em um presídio, e se portam como defensores dos direitos dos bandidos… O ministro está certo. Esses intelectualóides que então permaneçam “filosofando” e “pesquisando” por décadas a fio, no mundo da lua, enquanto as pessoas são assassinadas neste mundo.
O pior é continuar aparecendo quem reclame dessa sugestão óbvia e inteligente. Mesmo se forem utilizadas as peças apreendidas, a polícia jamais conseguirá ficar tão armada quanto os traficantes, que têm linha direta com o contrabando internacional de rifles, pistolas, granadas, bazucas e outros equipamentos de última geração.
Pode ser vista uma reportagem do Estadão aqui. Mas não espere afago no ministro…
E mais estes assuntos sobre o lixo que são as armas das polícias:

Podemos escolher...

Isto
Ou isto. O que preferimos?

A Folha errou: Dilma não terá direito às mordomias depois de sofrer impeachment

Dilma não vai ter direito a carro oficial nem a assessores

Segundo o jornal Folha de São Paulo, em matéria assinada por Gustavo Uribe e Mariana Haubert, após ser definitivamente afastada do exercício da presidência da República, Dilma terá direito a um avião da FAB (Força Aérea Brasileira), para se deslocar para Porto Alegre, e a oito servidores públicos: quatro para sua segurança e apoio pessoal, dois motoristas e dois assessores. Não é bem assim. A notícia não é exata. A rigor e a bem da moralidade administrativa e na eventual ausência de disposição legal, Dilma não poderia gozar de benefício, prerrogativa ou vantagem alguma.
Impeachment é demissão por justa e grave causa. Impeachment é punição. E servidor público que é punido com a perda do cargo e com a exclusão do serviço, não lhe resta direito residual algum. Sai “com uma mão na frente e outra atrás”, com se diz na linguagem popular.
LEIS ANTERIORES – Existe legislação a respeito deste assunto. Anterior à Constituição Federal de 1988, a Lei nº 7474, de 8.5.86, que dispõe sobre as medidas de segurança aos ex-presidentes da República, trazia no artigo 1º a seguinte redação:
“O Presidente da República, terminado o seu mandato, tem direito a utilizar os serviços de 4 servidores destinados à sua segurança pessoal, bem como a 2 veículos oficiais, com motoristas, custeadas as despesas com dotações orçamentárias próprias da Presidência da República”.
Posterior à CF de 1988, a Medida Provísória nº 498, de 12.5.94, convertida na Lei nº 8889, de 21.6.94, deu a seguinte redação ao artigo 1º da Lei nº 7474, de 8.5.86: “O Presidente da República, terminado o seu mandato, tem direito a utilizar os serviços de 4 servidores para segurança e apoio pessoal, bem como a 2 veículos oficiais com motoristas, custeadas as despesas com dotações orçamentárias próprias da Presidência da República”.
A NOVA LEI – Observa-se que a alteração foi mínima. Os serviços de 4 funcionários públicos federais passaram a ser para segurança e também apoio pessoal, sem, contudo, especificar, esclarecer, definir e diferenciar o que vem a ser segurança e apoio pessoal.
Mas o que interessa mesmo veio depois. Em 27.2.2008 o presidente Lula assinou o Decreto nº 6381 que ao regulamentar a Lei nº 7474, de 8.5.86, estabeleceu logo no artigo 1º:
“Findo o mandato do Presidente da República, quem houver exercido, em caráter permanente, terá direito: I – aos serviços de quatro servidores para atividades de segurança e apoio pessoal. II – a dois veículos oficiais, com respectivos motoristas. III – ao assessoramento de dois servidores ocupantes de cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramente Superior – DAS, nível 5“.
Este decreto até hoje está em vigor. A alteração é consubstancial. Além de exigir do presidente da República a finalização do seu mandato para fazer jus àquelas mordomias vitalícias, o decreto acresceu um outra exigência, que é a de tê-lo exercido “em caráter permanente”.
DILMA SEM DIREITO – Ora, Dilma não preenche os dois requisitos, ao ser afastada definitivamente da presidência por força da demissão (impeachment). Primeiro, porque não finalizou o mandato, que é de quatro anos. E segundo, porque não exerceu a presidência em caráter permanente, ou seja, por inteiro, sem interrupção, sem afastamento, sem a punição da demissão.
Exercer a presidência da República em caráter permanente é estar no exercício do cargo ao longo do prazo previsto na Constituição, que é de 4 anos. Presidente da República que cumpre apenas 2 dos 4 anos de mandato e é demitido do exercício do cargo, nem finalizou nem exerceu a presidência por inteiro, mas pela metade.
OUTROS MOTIVOS – Se o afastamento viesse a ocorrer por motivo de moléstia que impossibilitasse o exercício da presidência, a situação seria outra, plenamente justificável e compreensível. Nesse caso as prerrogativas estariam garantidas, mesmo na ausência de lei autorizativa, uma vez que a finalização do mandato por inteiro e de forma permanente não foi possível por motivo de força maior.
A Teoria da Imprevisão sempre contempla aqueles que são atingidos pelas vicissitudes e infortúnios da vida. Mas este não é o caso de Dilma. Ela deixa a presidência da República por punição, pela prática do crime de responsabilidade.

Debate entre candidatos à Prefeitura de SP decepcionou ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

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O comentarista Marco Antonio Villa fala sobre o debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, realizado na noite desta segunda-feira (23) na TV Bandeirantes. Para ele, os cinco candidatos que participaram apresentaram poucas propostas e estavam nervosos. Os ânimos exaltados marcaram grande parte do debate. "Decepcionou", diz Villa.
Estratégia do debate foi poupar Russomanno 
Comentário de Vera Magalhães - Jovem Pan
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A comentarista Vera Magalhães destaca o debate entre os candidatos à Prefeitura de SP realizado nesta segunda-feira (22). A estratégia foi poupar Celso Russomanno, pelo menos até o momento. 
Ele, que é líder das pesquisas, foi poupado pelos adversários. No entanto, em conversa nos bastidores com Marta, João Doria, foi dito que as estratégias podem mudar.
Confira o comentário completo de Vera Magalhães.

Depois do Exército e da Marinha, Aeronáutica cassa as medalhas de Dirceu e Genoino

Dirceu perdeu o grau de grande-oficial e Genoino de comendador. 
Em julho, Marinha já havia retirado condecorações de ambos e de outros três ex-deputados condenados no mensalão

O comando da Aeronáutica decidiu cassar a condecoração concedida ao ex-ministro José Dirceu e ao ex-presidente do PT José Genoino, condenados no julgamento do mensalão. A decisão, assinada pelo comandante Nivaldo Rossato, foi publicada no último dia 18 no Diário Oficial da União e atendeu a um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Os dois tiveram as condecorações suspensas com base em um decreto de 2000, assinado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que exclui das honrarias aquelas pessoas foram condenados em qualquer foro ou que tiverem seus direitos políticos perdidos ou suspensos.
Dirceu perdeu o grau de grande-oficial e Genoino de comendador. Em julho, a Marinha já havia retirado condecorações de ambos e de outros três ex-deputados condenados no mensalão: João Paulo Cunha (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Valdemar Costa Neto (PR-SP).
Após receber o aval para cumprir a pena do mensalão em casa, Dirceu voltou a ser preso por conta das investigações da Operação Lava-Jato. Em maio deste ano, ele foi condenado a 23 anos e três meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa pela participação no esquema de corrupção da Petrobras.
Genoino, por sua vez, foi condenado por corrupção ativa no mensalão e a uma pena de quatro anos e oito meses de prisão. Ele foi preso em 15 de novembro de 2013. No ano passado, recebeu perdão judicial com base no benefício do indulto de Natal aprovado pela presidente afastada Dilma Rousseff.

Filha, tem dois Pokémons aqui na cozinha pra você pegar

Dias Toffoli em 2012, sobre Noblat, na cara do jornalista: "Esse rapaz é um canalha, um filho da puta !"

No dia 11 de agosto de 2012, o jornalista Ricardo Noblat, O Globo, publicou a nota a seguir sobre um incidente que acabara de ter com o ministro Dias Toffoli. Vale a pena reler neste momento em que o ministro envolve-se num incidente bem mais sério e de consequências imprevisíveis para ele.

Acabo de sair de uma festa em Brasília. Na chegada e na saída cumprimentei José Antônio Dias Tóffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal.
Há pouco, quando passava pelo portão da casa para pegar meu carro e vir embora, senti-me atraído por palavrões ditos pelo ministro em voz alta, quase aos berros.
Voltei e fiquei num ponto do terraço da casa de onde dava para ouvir com clareza o que ele dizia.
Tóffoli referia-se a mim.
Reproduzo algumas coisas que ele disse (não necessariamente nessa ordem) e que guardei de memória:
- Esse rapaz é um canalha, um filho da puta.
Repetiu "filho da puta" pelo menos cinco vezes. E foi adiante:
- Ele só fala mal de mim. Quero que ele se foda. Eu me preparei muito mais do que ele para chegar a ministro do Supremo.
Acrescentou:
- Em Marília não é assim.
Foi em Marília, interior de São Paulo, que o ministro nasceu em novembro de 1967.
Por mais de cinco minutos, alternou os insultos que me dirigiu sem saber que eu o escutava:
- Filho da puta, canalha.
Depois disse:
- O Zé Dirceu escreve no blog dele. Pois outro dia, esse canalha o criticou. Não gostei de tê-lo encontrado aqui. Não gostei.
Arrematou:
- Chupa! Minha pica é doce. Ele que chupe minha pica.
Atualização - Imagino - mas apenas imagino - que o ataque de fúria do ministro deve ter sido desatado por um comentário que fiz recentemente sobre a participação dele no julgamento do mensalão. Anexo o comentário.
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Tens projeto de vida ? ✰ Comentário de Luiz Carlos Prates

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Para que serve um velho ✰ Artigo de Paulo Germano

Se os jovens agora gozam de poder e saber, que serventia têm os velhos?

Sinto falta dos velhos. Eles sumiram. Há os que se esconderam, porque ninguém mais quer ouvi-los, e há os que se portam como jovens, na ânsia de serem ouvidos. O velho mesmo, o velho clássico, o velho sábio que nos fazia baixar as orelhas e sentar de perna de índio em volta da cadeira, esse velho nós estamos matando.
Ponha-se no lugar dele: quando era jovem, há algumas décadas, sua meta era entrar no mundo dos velhos – porque eram os velhos que detinham o poder, o saber e o sucesso na carreira. Agora que virou velho, sua meta é entrar no mundo dos jovens, porque são os jovens que detêm o poder, o saber e o sucesso na carreira. Quem aguenta uma rasteira dessas?
O publicitário Dado Schneider, 55 anos, repete em suas palestras que, justo na vez dele, justo na hora de ele ficar velho, houve essa transformação inédita na história da humanidade: um volume brutal de conhecimento passou a ser transmitido das gerações mais novas para as gerações mais velhas. E há um efeito hediondo nessa inversão de papéis.
Porque, se os jovens agora gozam de poder e saber, que serventia têm os velhos? Se o nosso guru se chama Google, se o modelo de sucesso é Zuckerberg – 32 anos –, se a compreensão do mundo parece melhor na juventude, qual é a vantagem da velhice? Quem vai parar para ouvir um velho? Pior: quem vai aceitar ser velho?
É triste que o velho mesmo, o velho clássico, o velho sábio que nos fazia baixar as orelhas e sentar de perna de índio em volta da cadeira, morra no momento em que mais precisamos dele – um momento em que "estamos nos afogando em informações mas famintos por sabedoria", como disse o biólogo E. O. Wilson.
Quer dizer: temos acesso ao conhecimento como ninguém jamais teve, mas falta quem nos oriente. Falta quem nos situe nessa biblioteca de fragmentos, quem nos ajude a filtrar essa enxurrada de informações que mais atormenta do que educa. Falta quem nos ensine a lidar com essa nova vida – ou, em outras palavras, nos falta sabedoria. Que nada mais é do que saber empregar o conhecimento.
Em toda a história da civilização, os velhos exerceram um papel crucial. Na Roma antiga, o conselho de anciãos, que já era comum nas sociedades orientais, ganhou o nome de Senado – e os anciãos passaram a fiscalizar autoridades e a controlar as finanças públicas. Porque o jovem, ele é importante quando precisamos de iniciativa, ímpeto e energia, mas nada disso basta sem prudência, traquejo e paciência. Aos 30 anos de idade, Alexandre, o Grande, já havia conquistado o mundo, mas seu maior conselheiro era o velho Aristóteles.
Que conselheiro nós temos hoje? Qual foi a última vez que você parou para ouvir um velho, frente a frente, sem qualquer obrigação familiar, apenas pelo prazer de beber um pouco de sabedoria? Ainda dá tempo, mas seja rápido. Porque esse velho nós estamos matando.

Depois dos alimentos transgênicos, chega ao mercado os alimentos transexuais

Ibope Porto Alegre: Luciana tem 23%, Pont 18%, Nelson Marchezan Jr. 12% e Melo 10%

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (22) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Prefeitura de Porto Alegre:
- Luciana Genro (PSOL) - 23%
- Raul Pont (PT) - 18%
- Nelson Marchezan Júnior (PSDB) - 12%
- Sebastião Melo (PMDB) - 10%
- Júlio Flores (PSTU) - 3%
- Mauricio Dziedricki (PTB) - 3%
- Marcello Chiodo (PV) - 2%
- Fábio Ostermann (PSL) - 1%
- Branco/nulo - 15%
- Não sabe/não respondeu - 10%
A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.
O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de quatro pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Rio Grande do Sul (TRE-RS) sob o protocolo RS-09253/2016.
Pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados são perguntados sobre a intenção de voto sem a apresentação dos nomes dos candidatos, 60% declaram não saber em quem votar, enquanto 15% declaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
A candidata Luciana Genro é mencionada espontaneamente por 7% dos porto-alegrenses, e Raul Pont e Sebastião Melo, por 5%. Nelson Marchezan Júnior, por 3%.
Avaliação da administração Fortunati
Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação da administração do prefeito José Fortunati. Veja os números:
- Regular - 41%
- Ruim/péssima - 40%
- Ótima/boa - 17%
- Não sabem avaliar - 2%
Segundo o Ibope, 63% desaprovam a forma como Fortunati vem administrando o município; 29% declaram que a aprovam. Aqueles que não sabem ou preferem não responder somam 7%.
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