quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Onde termina a razão de Olavo de Carvalho? ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Deve-se ao filósofo Olavo de Carvalho a denúncia da gravidade que representaria para o Brasil e outros países a fundação do Foro de São Paulo, em 1990. Paulatinamente, os povos da América Latina e do Caribe passaram a assistir a meteórica expansão do FSP, inclusive bem além das expectativas iniciais dos seus fundadores (Fidel Castro e Lula), cujo objetivo no início era só prolongar a vida desse modelo político socioeconômico que estava sofrendo alguns revezes na guerra de ideologias no Leste Europeu.                                                
A ideia central dessa organização hoje se resume em promover o implante do socialismo na região, valendo-se prioritariamente do modelo concebido por Antônio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, que encontrou bom clima, isto é, um ambiente já debilitado moralmente, para fincar as suas raízes por aqui. Deu-se com o gramscismo o mesmo que acontece quando uma doença oportunista afeta o corpo humano que está com baixa imunologia.                                                                       
Sem dúvida essa proposta teve sucesso. Conseguiu aglutinar as principais organizações de esquerda dos países membros. O Foro de São Paulo deixava as suas portas abertas para os partidos políticos e quaisquer movimentos de esquerda, não desprezando nem mesmo entidades criminosas envolvidas no tráfico de drogas, contando ainda com recursos vindos da corrupção no serviço público dos países membros. Talvez aí esteja a principal característica do gramscimo - ou marxismo degenerado - que é o poder de exercer forte atração sobre grupos humanos com desvio de caráter e até propensos ao crime, como ficou provado no Brasil. Essa “conta” perversa não deve ser apresentada ao marxismo, como geralmente se faz, porém ao gramscismo.
Essa política “robin hood” bastante esquisita protagonizada pelos falsários da ideologia comunista tem uma dinâmica bastante diferente da original. Seus operadores tiram dos ricos, para dar aos pobres, mas onde os pobres por “coincidência”, são eles próprios. Os outros (pobres) ficam chupando o dedo. É a melhor explicação que pode se dar ao terrorismo tributário sem limites praticado contra a sociedade, sem que esses tributos retornem em forma de benefícios. A corrupção engole grande parcela do que foi pago pelo povo em impostos. Portanto, quem paga a corrupção é o povo.
Um detalhe deve ser registrado. O socialismo e o seu “foro” na América Latina e Caribe teria chegado para combater os malfeitos do regime capitalista que dominou a área em “monopólio” durante todo esse tempo? Até a chegada do “concorrente”?   Do gramscismo ?                           
A alternativa de mudança que ofereciam, a socialista, seria melhor que o modelo anterior, o capitalista? Essa é a questão.                                                 
O que não resta qualquer dúvida é que o “status quo” do sistema capitalista vigente não faz por merecer que seja defendido. Não possui mérito bastante. Ele nunca “prestou” e jamais permitiu que a sociedade gozasse dos frutos das suas próprias capacitações e potencialidades.
Isso não significa, todavia, que seja bom abrir as portas para o “diabo”, para implante de algum sistema novo, certamente ainda pior, cujo arcabouço moral deixa muito a desejar, como já está fartamente provado, não fosse por outras razões, pela enorme roubalheira dos cofres públicos no Brasil em outros países membros do dito “foro”, onde a esquerda já está instalada e... “roubando”.
Ninguém como Olavo de Carvalho conseguiu diagnosticar com tanta maestria a farsa do Foro San Pablo e, mais especificamente, o descalabro político, administrativo e moral implantado no Brasil a partir de2003, com a chegada de Lula e seu “Foro San Pablo” à Presidência da República.
Todavia o Mestre Olavo comete um “pecado mortal” quando defende abertamente o “conservadorismo”, que só pode significar o retorno ao “status quo ante”. E foi justamente esse “conservadorismo” que serviu de munição para as esquerdas bombardearem com tanto sucesso os sistema de direita e que tanta adesão teve nos povos abrangidos, especialmente nas urnas. Mas a qual “conservadorismo” o pensador se refere? De qual época?  De qual governo? De qual abrangência constitucional? Seria o do tempo de FHC? Collor? Itamar? Sarney? Regime Militar de 64 a 85? Da Constituição de 1967? 1946? 1934/7? 1891? 1824? Do Brasil Colônia?
Outra impropriedade que tenho observado no Filósofo é que ele sempre demoniza o marxismo, jamais atentando para os grandes ensinamentos humanistas deixados por Marx, os quais, lamentavelmente, nunca foram aplicados pelos que pegaram a bandeira comunista depois da sua morte.  O maior exemplo dessa farsa está em Antônio Gramsci e nos seus discípulos do Foro San Pablo.
Tenho para mim que o marxismo tem muito de positivo para contribuir com a humanidade. Tanto quanto o capitalismo. Um não exclui o outro. Mas nas cabeças “contaminadas” que andam por aí isso seria missão impossível.  O preconceito recíproco é a regra.  Não é raro nem o “ódio” trocado entre eles. Mas não estamos lutando contra toda espécie de preconceito? Com um pouquinho de boa vontade política, sem dúvida se poderia contornar essa aparente inconciliabilidade. Nesse sentido quem vos escreve já está preparado para enfrentar os “ódios” de um pelotão de fuzilamento formado pelo consórcio de ambos os lados.
Mas o SOCIAL-CAPITALISMO poderia ser a “paz”.  A ideia seria fundir os dois modelos num só. Não fosse por outras razões, a “mais-valia” seria extirpada, ficaria “zerada”, porque desapareceria a compra e venda de trabalho, instituindo-se uma sociedade entre patrões e empregados nos resultados da produção econômica da empresa. Algo mais ou menos semelhante ao cooperativismo, com a diferença de ser mantido o “capital”, como é hoje, beneficiando, todavia, com seus frutos econômicos, os dois lados da produção, em dimensões a serem acertadas por mútuo consenso.
Só pelo fato da injeção de estímulos que receberia o trabalhador, certamente o nível da produção aumentaria muito. E dentro do mesmo capital. As forças psicológicas que sempre incentivaram os empresários também passaram a atingir os trabalhadores. Bom para um, bom para o outro; ruim para um, ruim para ambos. Os riscos dos frutos econômicos do capital também seriam compartilhados.
Com certeza o desenvolvimento daria um salto de grandes proporções, sem necessidade de nenhum outro investimento. Essa força “secreta” (estímulos positivos) pode ser encontrada em” Análise Transacional”, área da psicologia. Não estaria na hora dos psicólogos sentarem ao lado dos políticos, administradores públicos, juristas, e economistas para, juntos, definirem uma nova política para o desenvolvimento, com destaque ao aspecto social?
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Dilma veta voto impresso e a esperança de eleições honestas no Brasil

Empreiteiro tenta tirar o ‘eletrolão’ das mãos de Moro

O empreiteiro José Antunes Sobrinho, um dos donos da construtora Engevix, encaminhou nesta segunda-feira à Justiça Federal do Paraná pedido para que o processo contra ele, que envolve suspeitas de pagamento de propina junto à Eletronuclear, deixe de ser conduzido pelo juiz Sergio Moro e seja transferido para o Rio de Janeiro.
O recurso, que deve ser repetido por outros réus e investigados na Operação Lava Jato, ocorre na esteira da recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que na última semana decidiu que Moro não deve necessariamente julgar as ações resultantes da investigação inicial sobre o esquema de corrupção na Petrobras.
Os ministros do STF julgaram um caso específico da Lava Jato, a fase Pixuleco II, que desvendou um esquema de corrupção e distribuição de propina envolvendo o Ministério do Planejamento. A decisão foi comemorada por advogados por ser o indicativo de que os processos da operação policial podem ser pulverizados por todo o país.
O executivo da Engevix já é réu em processos da Lava Jato e integra um novo foco de investigações do petrolão por suspeitas de frustração a licitação, lavagem de dinheiro, corrupção e falsidade de documentos. A 19ª fase da Lava Jato, deflagrada na última semana, decorre de apurações que envolveram o braço do petrolão no setor elétrico e que confirmaram que as empreiteiras Andrade Gutierrez e Engevix utilizaram empresas como intermediárias dos repasses de propina ao então presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva. Na triangulação para o pagamento de dinheiro sujo, foram simulados principalmente contratos de prestação de serviços com a empresa Aratec Engenharia, Consultoria & Representações, que é de propriedade de Othon Luiz.
Segundo a acusação, a Engevix pagou propina em 29 oportunidades à empresa Aratec entre julho de 2010 e janeiro de 2015, enviando cerca de 1,5 milhão de reais por meio Link Projetos e uma parcela de 30.000 reais diretamente para a Aratec. “Há provas significativas, em cognição sumária, de que todos os contratos de prestação de serviços entre a Andrade e as empresas CG Consultoria, JNobre e Deutschebras, e entre estas e a Aratec Engenharia seriam simulados. O mesmo ocorre com os contratos de prestação de serviços entre a Engevix e a Link Projetos e entre esta e a Aratec Engenharia”, disse o juiz Sergio Moro ao justificar a prisão do dono da Engevix.
No recurso, a defesa de Sobrinho questionou a competência do juiz Sergio Moro para julgar processos que não têm conexão com a Petrobras e que seriam apenas desdobramentos da Lava Jato sem relação direta com o doleiro Alberto Youssef, réu que levou todos os processos para a Justiça Federal de Curitiba. Para os advogados do empreiteiro, a permanência dos autos nas mãos de Moro contaminaria todos os desdobramentos do processo, anulando de vez a acusação. Os advogados ainda destacaram na argumentação a decisão do STF de fatiar a Operação Lava Jato e disseram que “todos os processos que, apesar de instaurados perante este Juízo, não guardam relação direta com a Petrobras devem ser redistribuídos”.

Aquele momento que você diz: PQP!

Capitalismo x Brizolândia: até quando vamos preservar esse ódio patológico ao sistema capitalista?

Os californianos não enriqueceram porque os africanos continuaram pobres.

A coluna de Gustavo Franco no GLOBO de hoje toca na ferida do Brasil: sua mentalidade anticapitalista. É impressionante como ainda perdura uma desconfiança ou mesmo um ódio viceral pelo sistema que mais riqueza produziu na história, tirando assim milhões de pessoas da miséria, condição natural dos homens.
Muitos sequer sabem definir o que é o capitalismo, mas já o associam automaticamente às desigualdades, ignorando a melhoria na qualidade de vida geral de quem vive sob tal sistema, ou aos privilégios que, na verdade, são contrários ao verdadeiro capitalismo.
Os brasileiros aprendem desde cedo a odiar o capitalismo, com seus professores de história e de geografia. O viés da imprensa também ajuda a jogar mais lenha na fogueira. Os artistas e “intelectuais” fecham o cerco, todos detratando o sistema responsável pelo progresso no mundo.
Gustavo Franco fala rapidamente desses pontos, ensaia algumas possíveis explicações, e conclui que precisamos deixar esses preconceitos de lado e falarmos do capitalismo, para entendermos melhor o que estamos perdendo. Abaixo, alguns trechos:
Como explicar essa estranha hostilidade ao sistema econômico que prevalece em todo o planeta, excetuadas algumas comunidades primitivas isoladas no Caribe e na Ásia, e cujo indiscutível e extraordinário sucesso aniquilou qualquer concorrência?
Afinal, o capitalismo é o sistema econômico baseado na propriedade privada, na liberdade de empreender, na letra da lei, e na centralidade do mercado para estabelecer os preços. Que há de tão errado com isso?
[…]
Em primeiro lugar, destaque-se a apatia, muito provavelmente incentivada por valores nossos, mal cultivados. Hierarquias e privilégios parecem mais naturais no Brasil que a igualdade diante da lei e a impessoalidade. Valores “maiores” parecem prevalecer sobre os da contabilidade ou da sustentabilidade: os balanços fecham no Palácio, os patrimônios “não têm preço”, prejuízos “não importam”, e a criatividade permeia partidas dobradas. E por fim, o mercado, a meritocracia e a competição, são coisas para nossos inimigos, pois é o que se passa na “rua” e não na “casa”, como ensina Roberto DaMatta.
Em segundo lugar, trata-se do sucesso do capitalismo como se houvesse dúvida sobre isso. O próprio Marx, em seu famoso manifesto, em 1848, as eliminou ao afirmar que “a burguesia, em seu reinado de apenas um século, gerou um poder de produção mais massivo e colossal do que todas as gerações anteriores reunidas”. O erro estava em prever o colapso do sistema, ou exagerar nos efeitos colaterais.
Em seguida, Franco derruba a visão sofista que foca apenas nas desigualdades como se riqueza fosse algo estático, um jogo de soma zero, onde João é rico porque Pedro é pobre. Os californianos não enriqueceram porque os africanos continuaram pobres. Mas o vilão, para os habitantes da Brizolândia, é sempre o rico, o sucesso é pecaminoso, o que mais parece a pura idealização da inveja.
Por fim, Franco lembra que Mário Covas, de esquerda, chegou a reconhecer que o Brasil necessitava de um “choque de capitalismo”, e alerta que esse nosso “capitalismo pela metade” acaba produzindo resultados ineficientes e injustos. O estado concentra privilégios, impede a igualdade perante as leis, adota um jogo de cartas marcadas. É a festa dos populistas e dos “amigos do rei”, em simbiose perfeita que prejudica o restante do país.
Até quando vamos cair nessa ladainha anticapitalista? Até quando vamos desconfiar do lucro obtido no livre mercado, dos empreendedores que ousam, arriscam, e com isso levam mais conforto material para seus consumidores? Até quando vamos preferir viver na Brizolândia em vez de migrar para o time dos países desenvolvidos?

Fora esquerda! ✰ Pronunciamento de Jair Bolsonaro

Deputado Jair Bolsonaro comunica sua aproximação com o PSC.

Eduardo Cunha começa a analisar pedidos de impeachment

 
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta terça-feira que vai começar nesta semana a analisar os pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff – e deve rejeitar boa parte deles. Segundo o peemedebista, há pedidos “simplórios”, que nem sequer cumprem os requisitos básicos para serem apreciados.
Cunha afirmou que vai ler novamente os pedidos, mas que os mais antigos serão rejeitados. “Vou recusar mesmo. Já pedi à minha assessoria que preparasse os termos para que eu possa recusar ao menos uns três ou quatro. Começo essa semana a decidir e quero fazer um pouco a cada dia”, afirmou.
Pela lei, cabe ao presidente da Câmara definir previamente se são cabíveis ou não os pedidos de impeachment. Mas, nos bastidores, a articulação é para que a decisão final das solicitações de afastamento seja transferida ao Plenário, onde os partidários do impeachment dizem ter votos suficientes para iniciar o processo.
O roteiro idealizado por Eduardo Cunha é que ele analise monocraticamente até três solicitações de impeachment por semana até chegar, no final de outubro ou início de novembro, ao pedido considerado mais robusto e encampado pela oposição, que leva a assinatura do ex-petista Hélio Bicudo, do jurista Miguel Reale Júnior e da advogada Janaina Paschoal.
Cunha não admite publicamente, mas o cronograma de avaliação dos pedidos conta com a possibilidade de a situação política do governo Dilma Rousseff se agravar ainda mais, principalmente com as decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as chamadas pedaladas fiscais e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre irregularidades na campanha à reeleição.
Lava Jato – Questionado sobre o depoimento do engenheiro João Augusto Henriques, apontado como um dos operadores do PMDB no esquema do petróleo, à força-tarefa da Operação Lava Jato, Cunha recusou-se a responder se tem ou não contas na Suíça. Ele disse que não seria “comentarista de delações” e reforçou o desmentido que publicou na segunda-feira em sua conta no Twitter. Cunha negou que tenha recebido valores no exterior. Mas, perguntado diretamente sobre a existência das contas no país europeu, não negou nem confirmou.
“Minha posição é muito clara. Não vou cair nesse tipo de discussão. Eu desmenti o fato que foi colocado ontem de forma muito categórica. Não vou cair em armadilhas. Cada detalhe que eu for falar de qualquer situação vai criar polêmica. Para mim, está desmentido”, afirmou.
Henriques disse em depoimento à Polícia Federal que repassou dinheiro a uma conta corrente cujo verdadeiro destinatário era Cunha. Ele depôs na última sexta-feira e disse que o repasse foi feito a pedido de Felipe Diniz, filho do ex-deputado Fernando Diniz. Segundo a versão apresentada pelo operador, que foi preso na 19ª fase da Operação Lava Jato, o repasse à suposta conta de Eduardo Cunha não era propina e ele nem sequer sabia que o destinatário seria o parlamentar. Ele afirmou que a conta estava em nome de uma empresa e apenas quando as próprias contas dele na Suíça foram bloqueadas é que soube que o destinatário do dinheiro era o presidente da Câmara.

Dois imprestáveis

Deputado Federal Carlos Sampaio diz que 284 votos são suficientes para iniciar impeachment. Mãos à obra!


O deputado federal Carlos Sampaio afirma que já há 284 votos a favor do pedido de impeachment de Dilma. Para aprovar a matéria na Câmara, são necessários 342 votos, mas espera-se que Eduardo Cunha indefira todos os pedidos, abrindo possibilidade de recurso ao plenário, onde basta maioria simples, isto é, 51 por cento dos votos. Adeus, Dilma:
O deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP) afirmou nesta segunda-feira, 28, que, pelas suas contas, há 284 votos a favor do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Segundo ele, apesar de o número ser menor do que os 342 votos necessários para aprovar a matéria na Casa, ele é suficiente para o início da tramitação do processo por meio de recurso no plenário, caso o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), indefira os pedidos. Isso porque, pelo recurso, bastaria maioria simples (51%) para aprovar o início da tramitação do processo de afastamento.
Durante seminário promovido pelo Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, na capital paulista, Sampaio avaliou que Cunha deverá indeferir os pedidos de impeachment de Dilma. Nesse cenário, explicou, a possibilidade de recurso ao plenário é uma “vantagem” para a oposição, pois os 284 votos pró-impeachment já contabilizados ultrapassam os 257 votos necessários requeridos pela maioria simples. “Quando iniciar as manchetes no dia seguinte dizendo que iniciou o processo, temos clareza de que os que faltam para atingir os 342 votos (para conseguir aprovar a matéria na Câmara) vão aparecer”, disse.
Pelos cálculos de Sampaio, mesmo com os recentes movimentos de afago ao PMDB feitos pela presidente Dilma Rousseff ao oferecer novos ministérios à sigla, há 20 deputados do partido que devem votar a favor do impeachment. “Por mais que pareça que ela está ganhando fôlego, nossa visão é de que ela não ganha. A tendência é piorar”, afirmou. Na avaliação do tucano, cada vez que a presidente tira um partido de sua equipe para dar mais espaço ao PMDB, essa outra legenda descartada migra para o “outro lado”. “Ela faz pequenas arrumações e a coisa desanda”, disse o parlamentar.
Andamento. O deputado prevê que, a partir da próxima semana, alguns dos pedidos de impeachment devem começar a ser deferidos na Casa. Para ele, em outubro esse processo ficará concluído, fazendo com que, em novembro, o processo possa ser julgado pelos senadores, em sessão que deve ser presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Segundo o tucano, a maior resistência ao processo de afastamento de Dilma no Congresso vêm do PT, PR e do PP. “Do PSB também, mas acho que muita gente do partido acabaria votando a favor”, acrescentou. Para o parlamentar, Dilma “não tem vocação” para renunciar.
Carlos Sampaio afirmou que espera uma “receptividade absoluta” da sociedade em relação ao processo de impeachment. De acordo com ele, “não tem sentido falar em golpe”. “Não estamos cassando para o PSDB assumir. Se (o mandato de Dilma) for cassado, quem assume é o vice dela (Michel Temer, do PMDB)”, disse. O parlamentar avaliou que não se pode tratar como golpe um preceito institucional como o impeachment. Para ele, a união de juristas, como o advogado Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, em torno do tema, deu mais “robustez” ao pedido.
Em caso de impeachment de Dilma, o parlamentar disse acreditar que o PMDB “quer assumir o governo”. Já seu partido, o PSDB, “quer saber como ajudar” esse novo governo que tomaria posse. "Não tem como ajudar a Dilma", afirmou. "A premissa que me move é que nada é pior que Dilma." Na avaliação de Sampaio, com o vice Michel Temer assumindo o governo, “estaremos preparados para ver um governo de coalizão que Dilma não está preparada para fazer”. “Nossa torcida é que, o Michel assumindo, ele faça um governo de coalização com o que há de melhor, ou o País quebra."

PT decidiu entregar Dilma as cobras by @ReinaldoAzevedo... YT..

Presidente-Ostentação ✰ Comentário de Rachel Sheherazade

Suíte de Dilma Rousseff em Nova York custou mais de US$ 11 mil por noite

Quem viu a presidente toda prosa em Nova York este fim de semana chega a duvidar que o Brasil está vivendo a pior crise econômica das últimas décadas.
Como previsto, a austeridade da mandatária ficou só no discurso. Como todo comunista que se preze, Dilma Rousseff se instalou no suntuoso cinco estrelas Plaza Athenée um dos hotéis mais caros de Nova York.
Como de costume, a petista levou, à reboque, o séquito de sempre: ministros, secretários e toda aquela legião de puxa-sacos que costuma acompanhar a suprema mandatária. Paula Rousseff, que, por sinal, não trabalha para o governo, nem é membro da ONU, aproveitou para acompanhar a mãe Dilma na viagem, muito provavelmente sob as expensas do contribuinte. Ou será que a primeira filha bancou, do próprio bolso, hospedagem, alimentação, e deslocamento VIP em New York? Essa eu pago pra ver!
Mas, e o dólar nas alturas? Será que Dilma Rousseff não estava preocupada com os gastos? Que nada! É como dizem: Quem converte não se diverte. E além de tudo, quem banca as viagens da presidente-ostentação são os nossos impostos.
Ah, e o que Dilma foi fazer mesmo em Nova York? Bem, como a política nacional vai de mal a pior, a petista foi cavar uma agenda positiva lá fora. 
Na ONU fez um discurso pomposo, prometendo reduzir os gases do efeito estufa em 43% até 2030. Uma meta mais fantasiosa que audaciosa, como tudo que Dilma Rousseff anuncia.
A presidente volta ainda hoje ao Brasil com a certeza do dever cumprido: torrou dinheiro público e, mais uma vez, prometeu o que não vai cumprir. 

Por que Chico Buarque bajula tanto Dilma?


Rachel Sheherazade: Dilma aproveitou palanque da ONU para lavar roupa suja do Brasil

Dilma Rousseff aproveitou o palanque mundial da ONU para lavar a roupa suja do Brasil no exterior. Mas, seu discurso foi tão inverossímil que até o mercado reagiu negativamente: o dólar disparou e fechou a cotado a R$ 4,10.
A presidente voltou a atrelar a crise econômica brasileira de hoje à crise econômica mundial de 2008, claramente misturando alhos com bugalhos.
Trocando causa e efeito, tentou, mais uma vez, justificar sua politica econômica tresloucada, que desaguou no descontrole da inflação, no aumento do desemprego, na recessão econômica.
Para Dilma, os erros na condução da economia foram, na realidade, remédios que evitaram, por seis anos, os efeitos da crise mundial. Mas foi exatamente a política econômica do PT que levou o país para o fundo do poço.
O primeiro mandato de Dilma semeou a crise, cujos frutos amargos o Brasil colhe hoje. Mesmo alertada por especialistas, a petista insistiu na matriz econômica baseada no consumo. Aumentou gastos, inclusive com programas sociais, desonerou a folha de pagamento da indústria e incentivou artificialmente o consumo das famílias.
Ávida pela reeleição, Dilma baixou, à força, a tarifa de energia, represou reajustes, mas não conteve a explosão dos preços depois da posse.
Mesmo ciente das dificuldades em infra-estrutura, a presidente negligenciou obras importantes que garantiriam crescimento econômico, emprego e renda no futuro. Foi incompetente para licitar portos, aeroportos, rodovias. Atrasou as obras do PAC. Perdeu o trem do desenvolvimento. O Brasil ficou para trás.
Mas, a petista garantiu aos líderes estrangeiros que está cortando gastos, mesmo quando os brasileiros sabem que a presidente sequer anunciou a reforma ministerial e continua negociando pastas e cargos em troca de apoio.
Ao final, com ares de sacerdotisa da decência e da honestidade, Dilma Rousseff declamou: “O Governo e a sociedade não toleram a corrupção”.
Mas, o bom entendedor não se deixa iludir. O Brasil inteiro sabe que os governos petistas condescenderam com a corrupção. O PT no poder gerou os dois maiores e mais indecorosos escândalos da história do país: o Mensalão na era Lula e o Petrolão no Governo Dilma.
Verdade seja dita: O que o Governo não tolera é a investigação.

Pixuleco ministerial: Lula sugere que Dilma doe governo ao PMDB ✰ No Alvo com Joice Hasselmann

Para amansar as tantas alas do PMDB, Dilma foi aconselhada a dar mais um ministério à legenda que tem os votos do impeachment. O partido que já comanda Câmara e Senado agora deve ter ainda mais poder e o comando do governo... Só falta pegar a cadeira da Presidência da República. Entenda os bastidores com Joice Hasselmann.

Desemprego chega a 8,6%, pior índice desde 2012.

Os dados são da Pnad Contínua, mantida pelo IBGE. E não adianta empurrar com a barriga: o nome da crise é Dilma:

O desemprego subiu e ficou em 8,6% nos três meses até julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira. Trata-se da maior taxa da série histórica do indicador, que começou em 2012. Nos três meses anteriores, o desemprego havia ficado em 8%. Já no mesmo período de 2014, a taxa era de 6,9%.
De acordo com o instituto, o rendimento médio real, descontado a inflação, ficou em 1.881 reais, estável em relação aos meses de fevereiro a abril (1.897 reais), e uma alta de 2% na comparação com o trimestre terminado em julho de 2014 (1.844 reais).
Já a massa de rendimento real recebida em todos os trabalhos ficou em 167,8 bilhões de reais no trimestre encerrado em julho, sem variação estatisticamente significativa frente ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2014, houve avanço de 2,3% (164,1 bilhões de reais).
Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). O levantamento avalia 3.464 municípios e aproximadamente 210 mil domicílios em um trimestre, informou o IBGE.
Piora - O economista Alexandra Andrade, da GO Associados, avalia que o resultado da Pnad Contínua confirma o quadro de deterioração do mercado de trabalho no país. Segundo ele, a pesquisa mostra que o desemprego continua subindo apesar de a população ocupada se manter estável, diferente do que ocorre na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), também do IBGE, em que já se observa uma contração da taxa de ocupação. "No caso da Pnad, a elevação do desemprego se deve ao fato de que a população economicamente ativa está crescendo mais do que a população ocupada", disse.

Dilma, a mãe do PAC

Governador Pezão do RJ quer aumentar o IPVA

Pela proposta enviada à ALERJ, veículos flex terão aumento de 33% do IPVA. No caso de carros a gás o aumento será de 100%, a alíquota passará de 1% para 2%. E para as motos o aumento do IPVA será de 75%, a alíquota passa de 2% para 3,5%. Outra mudança é pela proposta de Pezão só veículos com mais de 20 anos passarão a ser isentos de IPVA, hoje isso vigora para carros acima de 15 anos, o que vai penalizar o cidadão humilde que tem um carrinho velho, mas que serve para levar a família ou trabalhar. 
Pezão mais uma vez espeta na população a conta da gestão financeira irresponsável dele e de Cabral. Mas a imprensa carioca, muito camarada com Pezão, não cita o nome dele nas matérias. Diz que é o "Governo do Estado" que está pedindo o aumento do IPVA. E podem apostar que a ALERJ vai aprovar. 

Lula corrompe a sociedade brasileira by @VillaMarcovilla

Viajando nos "Jatinhos" da FAB!

Você já viajou num jatinho da FAB? -- Num desses bem novinhos, lindos, limpinhos, engomadinhos? – Não???!!! – Pois então não sabes o que estás perdendo! Veja o quão é fácil voar! - - Basta que “sejas tu” um ministro, um deputado, um senador; ou qualquer outra “autoridade” tipo:-- “Sabes com quem estás falando?”-- para conseguir o voo desejado! Seja de dia ou de noite; sábado, domingo ou feriado. Basta um simples telefonema à mamãe FAB, a Viuvinha, que logo serás atendido!
Também não importa se para uma visita ao Fidel Castro, em Cuba; se para um lindo passeio à afrodisíaca ilha de Fernando de Noronha; para implante de cabelos na tua cidade natal; ou para tratar de uma simples dor de barriga, que logo serás atendido! A mamãe FAB está aí pronta a atender qualquer pedido dos seus filhinhos queridos, pouco importando os motivos alegados.
E se por um triste acaso a “safadeza” cair nos ouvidos da imprensa, basta você dizer que vais indenizar a Nação, que tudo estará resolvido. Diz que vais indenizar com “X”, quando o certo seria no mínimo dez vezes mais. É quanto terias que pagar a qualquer empresa de Taxi Aéreo! E tudo com o nosso dinheiro! O meu eu, o teu, o nosso, o vosso. Deles mesmos, jamais e nunca mais.
Não há “emprego” melhor que ser piloto dos Jatinhos do GTE, Grupo de Transporte Especial da nossa querida Força Aérea Brasileira. Principalmente se piloto do “Jatão Dilma Pixuleko”, em seus passeios milionários pelo nosso redondo planeta, que ontem apagou a lâmpada da Lua, deixando numa boa os felizes namoradinhos, transando aqui na terra.

Kung Fu Monkey

No Brasil, a palavra “esquerda” continua sendo o “ópio dos intelectuais”

Arnaldo Jabor comenta a postura de seita fanática dos socialistas brasileiros

Muitos perceberam ao longo do tempo o teor religioso do socialismo. A ideologia utópica era, no fundo, uma tentativa de substituir as religiões, só que oferecendo de forma mais oportunista o paraíso terrestre, em vez de aquele além-mundo.
Isso ajudou a criar uma seita fanática de seguidores totalmente blindados contra os fatos e a realidade. Se a religião era o “ópio do povo”, como acreditavam os marxistas, então o socialismo seria o “ópio dos intelectuais”, como resumiu Raymond Aron.
Esse viés de seita religiosa dos socialistas mereceu destaque em meu Esquerda Caviar, e citei vários exemplos dessa recusa em aceitar qualquer raciocínio lógico por parte dos adeptos dessa ideologia. As provas são irrefutáveis.
Esse foi o assunto da coluna de Arnaldo Jabor hoje. A fé inabalável dos esquerdistas brasileiros é impressionante. Eles creem porque absurdo, independentemente de fracasso após fracasso dos experimentos esquerdistas. Diz Jabor:
Como podem ignorar os escândalos evidentes de uma quadrilha de corrupção que está levando o país à bancarrota? Ninguém fala nada? Por que se negam a detalhar os caminhos dessa “religião” que professam? Será que não viram a queda do muro de Berlim, o fim vergonhoso do socialismo real? Será que a mistura de leninismo com bolivarianismo que apoiam tem alguma lógica inquestionável que ignoramos? Haverá alguma equação que decifre o emaranhado de suas mentes, algo assim como “penso assim, por isso e por isso, logo…”?
Não; não dizem nada — só apoiam e creem. Será que nos deixam babando de curiosidade porque não querem dar luz aos cegos da “pequena burguesia”? Por isso tento entender seu labirinto de ilações, de deduções, de reviravoltas com que constroem o “Caminho de Santiago” que teimam em percorrer. Em primeiro lugar, eu acho que renegar as evidências é uma maneira de se sentirem portadores de uma verdade inatingível pelos homens comuns. Nos olham com o desprezo de homens superiores.
[…]
Bem… sua fé ideológica pode nascer por antigas humilhações a serem vingadas por um voluntarismo neurótico que prove sua grandeza imaginária. São em geral fracassados e professam essas ideias para ocultar seu fracasso absoluto. A certeza férrea que os habita pretende evitar dúvidas sobre sua ignorância arrogante, sem “vacilações pequeno burguesas”, como eles chamam. A ideologia os conforta. Como sentenciou um dia Nelson Rodrigues: “Só os canalhas precisam de uma ideologia que os absolva e justifique”.
A necessidade de se sentir um ser superior naqueles que são, de fato, inferiores, pode explicar boa parte da adesão à esquerda. Como a palavra continua sendo o “ópio dos intelectuais”, como basta se dizer de esquerda no Brasil para ser visto como alguém preocupado com os mais pobres, com as desigualdades, com as “minorias”, essa turma incapaz encontra um atalho para compensar sua mediocridade.
Os socialistas precisam da miséria alheia, cultivam-na como uma flor, como diz Jabor, focam na desigualdade em vez de analisar quantas centenas de milhões de pessoas o capitalismo tirou da miséria, pois é esse populismo demagógico que justifica todo tipo de atrocidade, uma vista grossa a todo o rastro de sangue que o socialismo produz, toda a sua incompetência em gerar riqueza.
O socialismo é um dogma, nada mais. “Diante dele, abole-se o sentido crítico. É como duvidar da virgindade de Nossa Senhora”, compara Jabor. E como fracasso após fracasso histórico não foram capazes de despertar esses “intelectuais” de sua insanidade, Jabor conclui se tratar, talvez, de uma anomalia incurável. Para certas pessoas, não há fato no mundo capaz de derrubar suas ilusões!

Criatividade com caminhões

8 fotos de caminhões europeus cujos reboques decorados para parecer que, os lados estão faltando 
e os produtos que estão transportando são pintados nas laterais e traseira.
O primeiro é de uma garrafa de cerveja e parece tão real, como se ela estivesse saindo do trailer!
O segundo é uma sacola de lona...
A terceira é Pepsi e todos empilhados no teto... o fundo está vazia!
A quarta é a de outro caminhão com a frente p/ o para-brisa traseiro...
                              O quinto um aquário com peixes nadando!...                O sexto estante com livros!
O 7°, treiler com aparêcia de fogo!.. 
Melhor trabalho de pintura de ônibus! nunca ví uma pintura de cobra tão real...

Cada trabalhador brasileiro deve quase R$ 30 mil pelo governo

Dívida pública cresce e chega a R$ 2,7 trilhões

A dívida pública federal — que inclui o endividamento interno e externo do país — aumentou 3,16% em agosto e chegou a R$ 2,686 trilhões. Conforme relatório divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional, a desvalorização do real fez com que a dívida externa saltasse 4,35% no mês, atingindo o patamar de R$ 134,32 bilhões. Enquanto a dívida interna, que representa 95% do total, teve uma variação positiva de 3,10%, atingindo o patamar de R$ 2,551 trilhões.
Quase R$ 2,7 trilhões de dívida! Sabe o que isso significa, caro leitor? Que cada brasileiro deve uns R$ 13,5 mil por meio do governo, incluindo todos os recém-nascidos e velhinhos. O bebê brasileiro já vem ao mundo devendo, e muito. Se dividirmos o montante pela população ativa, o valor dobra, para uns R$ 27 mil, supondo 100 milhões de brasileiros no mercado de trabalho.
Mas sabemos que muitos não trabalham, que podem até possuir empregos, mas não necessariamente produzem riquezas. O Brasil tem um monte de parasita no setor público e adjacências, pendurados em ONGs, sindicatos e “movimentos sociais”, só mamando em tetas estatais, só pilhando os recursos da iniciativa privada.
Logo, a conta verdadeira é muito pior se calcularmos quanto cada trabalhador de verdade deve através do governo federal. O valor pode chegar facilmente aos R$ 50 mil por pessoa produtiva, assumindo que uns 50 milhões de brasileiros carregam o país nas costas (eu arriscaria um número mais preciso de 41 milhões, por “coincidência” a quantidade de votos que teve Aécio Neves nas últimas eleições).
Para adicionar insulto à injúria, o prazo da dívida é relativamente curto e está se estreitando ainda mais na crise, e seu custo é elevadíssimo, por conta justamente da magnitude do endividamento e da falta de credibilidade do governo:
O prazo médio de endividamento caiu de 4,63 anos em julho para 4,56 anos no mês passado, o que pode indicar um início de deterioração da saúde da dívida, segundo analistas. O percentual de títulos que devem vencer nos próximos 12 meses subiu de 22,44% em julho para 25,20% em agosto.
[…]
O custo médio da dívida acumulado nos últimos 12 meses aumentou 0,94 ponto percentual, indo de 14,99% para 15,93% ao ano. O professor Fernando Zilveti, especialista em contas públicas da Universidade de São Paulo (USP), ressalta que o percentual está, inclusive, acima da taxa Selic, de 14,25%, o que pode ser preocupante, à medida que o estoque tem aumentado a um custo de financiamento alto.
Como o leitor pode ver, não é nada fácil carregar esse paquiderme chamado estado brasileiro nas costas. Sua obesidade pesa cada vez mais sobre os ombros de quem trabalha e produz de verdade. Os pagadores de impostos são obrigados a deixar quase 40% do que ganham com o governo, sofrem com uma inflação de 10% produzida pelo governo, e ainda assumiram uma dívida de R$ 2,7 trilhões por meio do governo.
Pode parecer implicância, mas certamente não é: o grande vilão do Brasil é o governo. Um governo inchado, incompetente, corrupto, perdulário, intervencionista. O Brasil necessita urgentemente de uma guinada liberal, de uma drástica redução do tamanho e do escopo do estado. A saída é o liberalismo ou o aeroporto!

Rally & Encontro - Mar e Montanhas - Região dos Lagos X Bom Jesus do Itabapoana RJ


UFSC abre aula inaugural para falar bem do desprezível ditador fasciocomunista da Coréia do Norte

O editor só recebeu agora o convite para a aula inaugural do curso de pós-graduação de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina, que tem se notabilizado por abraçar as piores teses da vanguarda universal do atraso, inclusive de ditaduras criminosas como a da Coréia do Norte.
A Ufsc é sustentada com o dinheiro dos contribuintes brasileiros.
O texto é para a aula inaugural das aulas do segundo semestre.
O convidado foi o embaixador da Coréia do Norte, Kim Chal, esperado pasra a noite do dia 19 de agosto.
Ele foi a Florianópolis para defender a ditadura dinástica comunista do animal fasciocomunista Kim Il Sung, uma das mais repelentes criaturas já produzidas pelo gênero humano.
Não é esta a primeira vez que a Ufsc surpreende negativamente a comunidade escolar e a sociedade que a sustenta, porque em ocasiões anteriores também abrigou defensores celerados das piores ditaduras.

Eu só queria entender...

Ministério da Defesa explica nomeação do marido de Ideli Salvatti


O ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT) nomeou o marido da ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais Ideli Salvatti para o cargo de ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos e de Conferências na Junta Interamericana de Defesa, em Washington, nos Estados Unidos. De acordo com reportagem da revista Veja, as nomeações provocaram desconforto na própria OEA, no Itamaraty e entre militares. Ideli Salvati é assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA), com sede também na capital americana.
Segundo a semanal, o segundo-tenente músico do Exército, Jeferson da Silva Figueiredo, casado com a petista, assume as novas funções no dia 1º de outubro. Ele vai exercer o cargo por dois anos e terá remuneração de 7.400 dólares, o que corresponde a mais de R$ 30 mil mensais. Figueiredo também recebeu ajuda de custo para sua ida para os Estados Unidos de cerca de 10.000 dólares, mais de R$ 40 mil.
Por meio de nota enviada ao Bocão News, o Ministério da Defesa esclarece que para ocupar o cargo de ajudante da diretoria de subsecretaria de serviços administrativos e de conferências da Junta Interamericana de Defesa - JID é preciso ser militar, policial ou civil com conhecimento na área administrativa. “O segundo tenente do Exército Jeferson da Silva Figueiredo possui tais requisitos. É militar, e segundo tenente do Exército. E por estar a dois anos exercendo funções desta natureza na Seção de Apoio Administrativo da Subchefia de Logística Operacional do Ministério da Defesa, órgão ligado ao EMCFA (Estado Maior Conjunto das Forças Armadas)– onde desempenhava funções como gerenciamento eletrônico de documentos, auxilio em serviços de viagens e coordenação de reuniões – o 2º Tenente do Exército Jeferson da Silva Figueiredo preencheu os requisitos necessários para ocupar o referido cargo”, diz trecho da nota.
Ainda de acordo com o esclarecimento, no caso do cargo de ajudante da subsecretaria de serviços administrativos da JID, as atribuições são funções administrativas como: protocolar documentos oficiais dos organismos da subsecretaria e de conferências da JID e elaborar requerimentos funcionais do diretor da subsecretaria.
O Ministério explica também que a jornada de trabalho é de 32 horas semanais e o honorário é o previsto na Lei de Remuneração no Exterior para o posto de 2º Tenente. Por ocasião da sua movimentação para o estrangeiro, o militar ou funcionário civil também faz jus a ajuda de custo, indenização de bagagem e passagens para si e para seus dependentes.
Por fim, a assessoria finaliza afirmando que é “prerrogativa do ministro da Defesa a designação para cargos em órgãos diretamente ligados à pasta de Defesa, como a JID e a Escola Sul-Americana de Defesa (ESUDE). A nomeação se deve à mudança de sua família para o exterior. Nada teve a ver com a alteração do decreto 2.790, de 1998. Pois a nomeação foi assinada em agosto e o decreto somente em setembro”.

30 de Setembro - Dia Nacional do MMA

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Dilma: ilegalidades até no trânsito.

Como a presidente pode pedir o respeito à lei que, entre outras coisas, garante seu mandato, se ela mesma é incapaz de respeitar a mais elementar das leis?

Onyx Lorenzoni fala sobre Sérgio Moro, Gleisi Hoffmann, TSE, na CPI da Petrobras

Educação: Bolsonaro propõe Escolas Militarizadas

Um vereador não tem o poder de propor projetos e iniciativas que gerem despesas ao Poder Executivo, ficando apenas sob sua responsabilidade as discussões e propostas financeiras que podem ser executadas exclusivamente pelo Prefeito. 
A POSSIBILIDADE de estabelecer convênio entre os Poderes Municipal e Estadual ou Federal utilizando escolas militarizadas, quando viável, é um exemplo do citado no parágrafo anterior.
Experiências bem sucedidas de escolas administradas pelas Forças de Segurança Pública, com quadro técnico especializado são referências em resultado educacional em todo país, como o Colégio Militar de Belo Horizonte e das Polícias Militares do Estado do Rio de Janeiro (Niterói) e Maranhão.
É comum, idiotas úteis repetirem "POLICIAL MILITAR E MEMBROS DAS FORÇAS ARMADAS ESTÃO AI PARA COMBATER DIRETAMENTE A CRIMINALIDADE. COMO FARÃO PARTE DA EDUCAÇÃO PÚBLICA? ATIRANDO?! Resposta: A qualificação para exercício do quadro educacional sempre existiu e continuará existindo. (Ponto)
Escolas militarizadas têm trazido noções esquecidas com o passar do tempo, como; respeito ao próximo, amor à Pátria e ensino de qualidade. Os Estados do Amazonas e Goiás foram os pioneiros nesta iniciativa e já colhem seus frutos e, outros Estados já estudam a possibilidade de seguir a mesma linha, como Mato Grosso do Sul.
Seguindo estes bons exemplos, propusemos Indicação Legislativa 6558/15 ao prefeito do Rio de Janeiro, chamando a atenção para que exista a possibilidade de convênio entre os Poderes Públicos Municipal, Estadual ou Federal na área de Educação, como mostra o link: http://www.bolsonaro.com.br/indicacao-militares.pdf
Seguimos defendendo nossos ideais e trabalhando para que propostas defendidas pela maioria da população sejam apreciadas pelos setores competentes do Poder Público.
Carlos Bolsonaro - Vereador - Rio de Janeiro RJ

Dilma está defecando pro povo.

A demagogia de Dilma na ONU

Em seu discurso na ONU, Dilma fala em democracia, mas se esquece, por conveniência que lutou contra o regime militar para implantar sua ditadura comunista. Diz que não tolera corrupção, mas seu partido, o PT, tem doutorado no assunto e há treze anos extorque o país. Demagogicamente fala em avanços na democracia, quando se esquece que mandou para o congresso projeto de lei criando os conselhos populares, nos moldes da então comunista ex União Soviética. Falou no cumprimento das leis, quando ela burlou a lei enganando o povo com as pedaladas fiscais, para esconder a caótica situação do país, no intuito de ganhar a eleição. Culpa a crise mundial, mas há 6 anos vem gastando mais do que arrecada, numa verdadeira farra com o dinheiro público, com 39 ministérios e 22 mil cargos de confiança, tudo para abrigar a companheirada. Não diz que destinou verbas públicas para obras em Cuba, beneficiando o companheiro ditador Fidel Castro. Não diz que perdoou dívidas de países totalitários da África. Não cita que seu partido criou o mensalão e agora o petrolão, os grandes ralos pelos quais escoaram verbas públicas. Todo esses desmandos acontecendo quando era presidente do conselho administrativo da Petrobras, ministra da casa civil e agora presidente da república. Enfim, um discurso pra inglês ver, buscando sempre justificar sua incompetência, sua má gestão, camuflando o aparelhamento do Estado e suas artimanhas alinhadas com o PT, para um eterno projeto de poder.

Lula - Lavagem dinheiro by @VillaMarcovilla

Boneco inflável “Raddard” estreia na Paulista; petistas tentam agredir membros do MBL; Kim Kataguiri narra as ameaças dos valentões, que fugiram de táxi

O Movimento Brasil Livre levou para a Avenida Paulista um boneco inflável de 15 metros (foto) representando o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. A exemplo do Pixuleco, que remete a Lula, este também está com roupa de presidiário e leva no peito a plaquinha “13 -171” — o primeiro número é uma alusão ao PT; o segundo, ao artigo do Código Penal que define o crime de estelionato.
E não é que um grupo de petistas resolveu engrossar, tentou, de novo, furar o boneco e quis pegar representantes do MBL na porrada? Leiam o que narra Kim Kataguiri, um dos coordenadores do movimento, para este blog.
Ontem à tarde, estive com o movimento Brasil livre de São Paulo, que levou para a Avenida Paulista o “Raddard”, um boneco inflável de 15 metros, inspirado no prefeito da cidade, Fernando Haddad.
Raddard segura, claro!, um radar e veste uma cueca cheia de dinheiro e multas, conteúdo que leva também num saco onde se lê: “Tentei proibir o boneco do Lula; acabaram fazendo um pra mim”. Uma ciclofaixa adorna sua testa.
O objetivo do evento era protestar contra a negligência do prefeito com obras na periferia da cidade, atrasadas na sua maioria; contra o mau planejamento das ciclofaixas e contra a criação de uma verdadeira indústria da multa, evidenciada pela súbita diminuição dos limites de velocidade em diversos pontos da cidade e pelos radares ocultos para flagrar motoristas desavisados, numa desesperada tentativa de minorar a dramática situação das contas públicas.
Os frequentadores da Paulista gostaram da crítica e da ironia. Nem poderia ser diferente. Afinal, a popularidade de Haddad está prestes a rivalizar com a da presidente Dilma. A criminosa militância do PT, no entanto, resolveu partir para a violência.
No fim da tarde, um grupo de petistas, aparentemente de algum grupo estudantil, tentou rasgar o boneco. Felizmente, o grupo não era dos mais inteligentes: procurou realizar a façanha com as mãos. Irritada com o fracasso da tentativa, a turma decidiu partir para cima de nós. A Polícia Militar impediu o confronto que eles queriam provocar.
Babando de raiva, os militantes gritaram coisas como “Fomos nós que colocamos comida na panela de vocês!” e “Protestar contra o PT é antidemocrático!”. Ou ainda: “Vocês protestam porque são um bando de elitistas!”. Chegaram a dizer que Fernando Holiday, um dos coordenadores do MBL, que é negro, não poderia se manifestar contra o governo porque “foi o PT que salvou os negros”. Estou tentando entender até agora o que quiseram dizer com isso.
Depois de discursar contras as elites, pegaram dois táxis e foram embora!
Desde o inicio do MBL, tínhamos clareza do que iríamos enfrentar: gente criminosa, gente que não respeita o contraditório, gente que não respeita a democracia.
Raddard ainda fará muitas aparições em São Paulo. Serão mais breves do que os estragos que Haddad causou à maior cidade do país.

Membro da 'elite' protesta contra o PT...

Folha mais preocupada com voos legais de Aécio do que com voos de Lula em jatinhos de empreiteiras.

A Folha de São Paulo, quando não consegue dar vida a uma pauta furada, especialmente contra a Oposição, parte para o editorial. É o que faz hoje abordando os voos feitos por Aécio Neves para o Rio de Janeiro, aos finais de semana, cobertos por lei, justificados até mesmo pelo suspeitíssimo governador petista Fernando Pimentel (aquele do avião cheio de dinheiro frio), para tentar atacar o ex-governador mineiro. Mistura o aeroporto de Cláudio, factóide que criaram em 2014 e sobre o qual nada ficou provado. Já sobre os voos de Lula em jatinhos de empreiteiras, montando falcatruas contra a Petrobras mundo à fora, nenhuma linha. Para que saber quem pagou e porque pagou? Para a Folha, visitar uma filha é mais relevante do que enriquecer um filho. Este é o jornal que temos como um dos principais do país. Que inclusive mantém como repórter especial do PT uma jornalista chamada Marina Dias, filha de José Américo Dias, coordenador nacional de Comunicações do PT e sobrinha de Edinho Silva, homem de imprensa da Dilma no Governo Federal. É a editora do partido no jornal. A produtora dos conteúdos. A linha direta com os press releases oficiais. Faz parte da história da Folha dos Frias contribuir com regimes suspeitos. Não seria diferente agora. Antes era usando camionetes "veraneios", agora é usando jatinhos.

Lula vai ser inocentado no mensalão? Procuradoria da República no DF pede arquivamento de inquérito

Stedile avisa: negócio com Alckmin é pessoal, não é com o PSDB. Ainda bem.


Alckmin ainda não liberou as fotos do eventos. Este tucano tem um timing perfeito. Hoje vai ao ar o programa de segundo semestre do partido e ele inventa este fato lamentável. Parece que está com algum problema de cabeça. Além disso, o MST invadiu a fazendo de Pedro Corrêa, o homem que está provando que Lula criou o Petrolão.
O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, afirmou nesta segunda-feira, 28, que a reunião dele com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, não significa uma aproximação com o PSDB. Segundo ele, as relações do MST com governos municipais, estaduais e federal são sempre de autonomia. Alckmin recebeu os militantes do MST para uma reunião de trabalho. Ainda bem. Já pensaram o PSDB se aproximando de uma guerrilha rural, ilegal, que tem ligações com as FARC e que promete colocar um exército na rua para combater decisões constitucionais?
"O que nos surpreendeu, inclusive, foi que o Alckmin foi muito prudente. Em todos os pontos que colocamos, ele foi muito receptivo", ressaltou. Stédile também agradeceu ao governador por ter cedido o parque estadual da Água Branca, na capital paulista, para realização de uma feira nacional de reforma agrária, que será promovida pelo MST de 22 a 25 de outubro.

Sorria, você ficou pobre

Fundação do PT denuncia o próprio governo do partido. "Esta política econômica é dos banqueiros", diz a Fundação Perseu Abramo

A Fundação Perseu Abramo, centro de estudos criado e mantido pelo PT, divulga nesta segunda-feira um documento com duras críticas à política econômica do governo de Dilma Rousseff.
A informação é da Folha de S. Paulo.
Leia tudo: 
No primeiro volume do estudo "Por Um Brasil Justo e Democrático", que é assinado também por outras cinco entidades, o texto diz que as iniciativas do governo estão jogando o país em uma recessão e que elas interessam a banqueiros e a fundos de investimento.
A fundação é presidida por Marcio Pochmann, que presidiu o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) até 2012, é próximo do ex-presidente Lula e um dos economistas mais influentes do PT.
De acordo com dirigentes do partido, embora não seja assinado pela legenda, o documento expressa a opinião da maioria da agremiação.
"A lógica que preside a condução do ajuste é a defesa dos interesses dos grandes bancos e fundos de investimento. Eles querem capturar o Estado e submetê-lo a seu estrito controle, privatizar bens públicos, apropriar-se da receita pública, baratear o custo da força de trabalho e fazer regredir o sistema de proteção social", afirma o documento.
O texto continua: "O ajuste fiscal em curso está jogando o país numa recessão, promove a deterioração das contas públicas e a redução da capacidade de atuação do Estado em prol do desenvolvimento. Mais grave é a regressão no emprego, salários, no poder aquisitivos e nas políticas sociais".
Segundo as entidades, o pacote fiscal deteriora o ambiente econômico e social, o que enfraquece o governo e "amplifica a crise política e as ações antidemocráticas e golpistas em curso".
O trabalho, que teve a participação de uma centena de especialistas, será lançado em um evento em São Paulo para o qual foram convidados sindicalistas, movimentos sociais e "personalidades do campo progressista", segundo o convite.
O documento acusa os apoiadores do plano proposto por Dilma de quererem fazer regredir os avanços sociais da Constituição.
SUGESTÕES
Entre as propostas sugeridas no documento para "retirar o país da desastrada austeridade econômica em curso" estão a baixa dos juros, a retirada dos investimentos do cálculo de superavit primário, a alteração do calendário do regime de metas de inflação e a regulação do mercado de câmbio.

Multas - O jeito do governo parasita arrancar mais dinheiro do povo ✰ Deputado Augusto Coutinho

Comissão de Defesa do Consumidor. Dep. Augusto Coutinho (SD) critica "indústria das multas"

O que empesteia o ar ✰ Artigo de Ricardo Noblat

“Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, ensinou Fernando Pessoa, o maior poeta da língua portuguesa.

Ou como ensinou Lula em reunião com correligionários, a propósito da conjugação de crises que ameaça derrubar a sua sucessora: vale a pena perder ministérios, mesmo os mais importantes, desde que não se perca a presidência e não se vá preso. Para ele, o mais seria diletantismo ou poesia.
Na esteira da demonstração de pragmatismo de Lula, merece ser lembrado o que disse Jorge Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado, ao comentar para a revista Carta Capital, na semana passada, a situação vivida pela presidente Dilma Rousseff.
Disse Viana: “Para salvar o governo, a única solução é piorar o governo. Seria melhor ter perdido a eleição”. Bingo!
É difícil apontar quem expressa melhor o sentimento que contamina o PT desde janeiro último – se Lula, capaz de tudo para não perder o controle sobre a presidência, ou se Viana, que inveja a posição confortável dos eleitores do PSDB de Aécio Neves.
O ideal para Viana teria sido a eleição de Aécio, o infeliz a quem caberia administrar a herança maldita de doze anos do PT.
Na dúvida, premiem-se os cartões de Lula e de Viana. Até aqui, o partido navega dividido entre os que pensam como um e como o outro. O próprio Lula, até outro dia, pensava como Viana. Queria ver Dilma pelas costas.
Os empregados no governo ou que desfrutam de sinecuras, esses entregariam a alma ao diabo em troca da permanência de Dilma no poder até 2018.
Pois vai que contrariando as expectativas, o país começa a crescer a partir de 2017... Vai que a população reconhece o empenho de Dilma para que tudo melhorasse...
Ou vai que a Operação Lava Jato, uma vez enfraquecida pela decisão do Supremo Tribunal Federal de fatiá-la, provoca menos danos ao PT do que hoje se imagina... Pronto: Lulalá de novo, e pelo bem do povo!
O PT de Viana é mais pessimista. Não vê saída para Dilma. Reconhece que os erros cometidos por ela na condução da política econômica no seu primeiro governo cobrarão um preço alto para ser corrigidos.
Entende, assim, que o partido lucraria com a piora do governo, a sua ruína, e, finalmente, a passagem para a oposição, seja a Temer ou a Aécio. Oposição rima com recuperação.
O estado de decomposição do governo Dilma empesteia o ar, particularmente o de Brasília. E esse é o problema do cadáver insepulto: incomoda todo mundo.
Por que tantos petistas, de olho nas próximas eleições, começam a deixar o partido? O que Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, haveria de preferir? Concorrer à reeleição com Dilma na presidência ou com ela aposentada?
Ocorre que Dilma, aconselhada por Lula, acha que descobriu o caminho para adiar o seu fim: terceirizar o governo ao PMDB.
Disposta a cortar 10 dos atuais 39 ministérios, ela ofereceu seis ao baixo clero do PMDB – inclusive o cobiçado Ministério da Saúde, com um orçamento de R$ 10 bilhões. Esse irá para um “laranja” de Eduardo Cunha, presidente da Câmara.
“A renúncia é a libertação. Não querer é poder”, escreveu Pessoa. Que como político seria um ótimo poeta.
Querer é poder. Por ele, vale a pena mentir para vencer, governar à base de mentiras, abandonar a esquerda pela direita, e engrossar o coro contra a roubalheira, enquanto se recriam as condições para que ela nunca desapareça. Afinal, de conivência com a corrupção, Dilma entende.

Enquanto isso, num pronunciamento de Barak Obama...

A torcida do Palácio do Planalto

É a segunda vez que surgem rumores de que o Vice-Presidente Michel Temer teria sido citado na Lava Jato. Temer já disse que é impossível, que nem conhece Fernando Baiano, que teria sido o autor da citação de Temer, na sua delação premiada. O fato é que dentro do Palácio do Planalto estão espalhando esse rumor. Aliás, a torcida lá é grande para que isso seja verdade. Na visão de alguns petistas próximos a Dilma seria o suficiente para tirar o PMDB de vez da pressão pelo impeachment. O problema é que rumores nem sempre são notícias. Mas por esse caso dá para ver como é a convivência entre o PT e o PMDB dentro e fora do governo. Só se aturam porque precisam uns dos outros, conforme seus interesses. 

Minha mãe nunca me quis

O nome de Leonardo Picciani, personagem central da manobra contra o impeachment, vai para as ruas

Vejam este cartaz.
Quando Leonardo Picciani (RJ), líder do PMDB na Câmara, decidiu ceder aos apelos do Planalto e entrou, vamos dizer assim, na manobra da reforma ministerial que tem por objetivo conter o impeachment, certamente não contava que iria se transformar numa personagem, a seu modo, bastante popular, inclusive fora do Rio.
O PMDB se tornou, como sabemos, o principal terreno de operações do Planalto para tentar evitar o impeachment de Dilma. A presidente ofereceu para as respectivas bancadas do partido na Câmara e no Senado a chance de indicar cinco ministros. As negociações não passaram nem pelo vice, Michel Temer, presidente da legenda, nem por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que preside a Câmara.
Com a intermediação do governador Luiz Fernando Pezão (RJ) e suporte de Eduardo Paes, prefeito da capital fluminense, o Planalto resolveu conquistar Leonardo, filho de Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio. Tido até então como um fiel aliado de Cunha, a relação entre os dois esfriou.
Leonardo entrou no radar dos movimentos de rua pró-impeachment. Neste domingo, o Movimento Brasil Livre começou a espalhar cartazes que já circulam das redes sociais. Um deles diz:
“Deputado Leonardo Picciani, ainda há tempo de ficar ao lado do povo. Não troque o futuro do Brasil por um par de ministérios. Estamos de olho e não vamos esquecer”.
O cartaz é ilustrado com a imagem do deputado.
Levar o PMDB a bater cabeça foi a fórmula encontrada pelo Planalto para tentar impedir que o rito do impeachment avance. Os magos palacianos acenam — como se já tivessem conversado com os russos — para a possibilidade de o governo e o PT apoiarem, no ano que vem, o nome de Leonardo para a Presidência da Câmara.
Já chamei atenção de vocês aqui para algumas questões numéricas. Caso Cunha, como é provável, recuse a denúncia contra Dilma apresentada por Hélio Bicudo, que conta com o apoio da oposição, deputados podem e certamente vão recorrer. Para que a comissão especial seja instalada, são necessários 257 votos — metade mais um dos 513 deputados. O primeiro objetivo do Planalto é impedir esse número.
Ainda que ele seja atingido, o outro quórum é o mais difícil de ser alcançado: 342 deputados que digam “sim” à denúncia, autorizando o Senado, então, a abrir o processo contra a presidente, o que a obrigaria a se afastar do cargo.
Se chegar a esse ponto, o governo não faz questão nenhuma de vencer nos números: um placar de 341 a 172 em favor da abertura do processo levaria ao arquivamento, entenderam? Ou por outra: ainda que os favoráveis ao impeachment tivessem quase o dobro dos votos, sem os dois terços, nada feito!
Assim, é evidente que a alteração da Esplanada dos Ministérios que a presidente tenta fazer para abrigar novos peemedebistas não tem como objetivo fazer reformas administrativa e ministerial: é só uma manobra anti-impeachment.
Leonardo Picciani virou personagem central dessa operação e, como não poderia deixar de ser, entrou no radar dos movimentos que defendem o impedimento da presidente.
Talvez ele não contasse com tanta notoriedade, não é mesmo?

7º Encontro dos Sobreviventes do Apocalipse MC em Barcelos - São João da Barra RJ

A Rede Sustentabilidade não tem nada de Novo!

Partido de Marina Silva é apenas novo manto para abrigar velha esquerda

Quem acompanha o blog sabe que não nutro simpatias por Marina Silva, que cheguei a defender sua candidatura para garantir um segundo turno, e que se fosse ela contra o PT, claro que a escolha seria ela, mas que tudo isso era a contragosto, pois Marina nunca me enganou. Sua “terceira via” não passa de um velho esquerdismo com nova roupagem. Seu ambientalismo é um refúgio para viúvas do socialismo. É como a melancia: verde por fora, mas vermelho por dentro.
Pois bem: basta ver os nomes que estão aderindo ao Rede Sustentabilidade para verificar que eu estava certo. Depois de Alessandro Molon, do PT, foi a vez de Randolfe Rodrigues anunciar sua saída do PSOL, para provavelmente se filiar ao partido de Marina. Outra socialista que abandonou o PSOL para cair na Rede foi Heloísa Helena, uma das mais radicais do partido, que saiu do PT no passado por considerá-lo moderado demais.
Ou seja, a Rede não tem nada de Novo! Trata-se apenas da velha e carcomida esquerda mesmo, aglutinando os antigos socialistas que ainda desprezam o livre mercado, o capitalismo, e enaltecem o estado, visto como um “messias salvador”. Nos 30 tons de vermelho da política nacional, a Rede é apenas mais um, com um escarlate bem mais intenso do que o rosado PSDB, por exemplo.
Pode conquistar alguns desavisados, uns artistas e “intelectuais” decepcionados com o PT, mas ainda apegados ao velho socialismo. Mas não deveria seduzir ninguém mais atento, que sabe que o PT é apenas um sintoma de um problema ainda maior, que é a mentalidade anticapitalista dos brasileiros, sua desconfiança eterna em relação ao capitalismo, único sistema capaz de criar riqueza de fato. Precisamos de algo realmente Novo, e a Rede não nos atende. É uma armadilha para fisgar os peixes iludidos…
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