quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Dilma desempregada, dando entrada no seguro desemprego

Lewandowski acaba de rasgar a constituição

'Acordão' para evitar a punição completa prevista na Constituição se desenhou já no início da sessão

Graças à decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, de fatiar a votação do impeachment Dilma Rousseff safou-se nesta quarta-feira de ter os direitos políticos suspensos por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019, quando terminaria seu mandato. Por 61 votos a 20, a petista foi condenada por crime de responsabilidade e definitivamente afastada do Planalto. Mas o ‘acordão’ para evitar a punição completa prevista na Constituição se desenhou já no início da sessão. Ao final da votação, 42 senadores optaram por cassar os direitos políticos de Dilma e 36, não. Houve ainda três abstenções. Como não se formou 2/3 dos votos contra a petista, ela manteve os direitos políticos.
O acordo entre senadores da base aliada do presidente interino, Michel Temer (PMDB), e apoiadores de Dilma na Casa permite à petista ocupar cargos públicos. “Para alguns, diminui o peso na consciência. Ameniza a traição”, diz um senador.
Apesar do acordo entre os senadores, é provável que o fatiamento da votação do impeachment chegue ao Supremo Tribunal Federal (STF), como sinalizou Ricardo Lewandowski, que preside a Corte e a sessão do julgamento de Dilma no Senado. Não se sabe, no entanto, se o STF pode intervir no mérito de um processo de impeachment, como é o caso da suspensão dos direitos políticos de Dilma Rousseff.

Dilma é "impichada", mas é beneficiada por 'acordão', e pode ser nomeada secretária de estado em Minas Gerais para fugir do Juiz Sérgio Moro ✰ Comentario de Joice Hasselmann

PT costura acordão com PMDB de Eduardo Cunha e dá 'semi-golpe' parlamentar para deixar Dilma elegível

Dilma pode ser nomeada secretária de estado para fugir de Moro ✰ Comentário de Joice Hasselmann
O governo de Minas é primeiro da lista! ESPALHE JÁ BRASIL. GRAVÍSSIMO!!!

Papa Bento XVI se despede de Dilma

Chora Petralha ✰ Acabou o sanduíche de mortadela

Imagem inusitada causa reação negativa nas redes sociais

Sem dúvida é uma imagem surpreendente, esse momento de descontração num intervalo da sessão de ontem do Senado. O ministro Lewandowski, o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, Aécio Neves, adversário e algoz de Dilma, e a própria. 
Eles rindo às gargalhadas, ela mais contida, mas sorridente. Nas redes sociais a imagem viralizou e os internautas expressaram sua revolta. Segundo a maioria, ver Dilma e Aécio nessa situação de descontração em meio ao julgamento onde são adversários reforça a imagem que político é tudo igual, que se engalfinham, mas no final todo mundo se acerta. Bem, não são todos iguais, mas que esse pensamento não está longe da realidade, que prevalece em muitos casos, isso não se pode negar. 

A anta (é simplesmente inacreditável!)

José Eduardo Cardozo protagoniza pastelão e chora após defesa e critica acusação ter citado netos de Dilma

Em seu discurso, nesta terça-feira (30), o advogado e ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que faz a defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff, pediu aos favoráveis ao impedimento que não "enxovalhem" a honra da petista e disse que, caso ela seja condenada no processo, a História deverá pedir desculpas a Dilma. "Peço a Deus que algum dia, se Dilma for condenada, um novo ministro da Justiça tenha a dignidade de pedir desculpas a ela. Se ela estiver viva, se faça de corpo presente; se estiver morta, à sua filha e a seus netos. Que se peça desculpas a Dilma Rousseff, se ela vier a ser condenada; que a história faça justiça com ela; que a história absolva Dilma Rousseff." 
Após encerrar seu discurso, Cardozo deu entrevista a jornalistas e chorou. Questionado sobre o motivo de ter se emocionado, Cardozo respondeu que jamais vai perder a capacidade de se indignar diante das injustiças. "Aquele que perde a capacidade de se indignar diante da injustiça, perdeu a sua humanidade, por isso eu me emocionei."
"Aquele que perde a capacidade de se indignar diante da injustiça, perdeu a sua humanidade, por isso eu me emocionei." Cardozo criticou a advogada de acusação, Janaina Paschoal, por ter citado os netos de Dilma. Mais cedo, Janaina também chorou em seu discurso e pediu desculpas a Dilma. "Eu peço desculpas porque eu sei que, muito embora esse não fosse o meu objetivo, eu lhe causei sofrimento. E eu peço que ela [Dilma], um dia, entenda, que eu fiz isso pensando, também, nos netos dela", disse, emocionada, a advogada. 
Questionada sobre o choro de Cardorzo, Janaina o classificou de teatro.

Sponholz homenageia Janaína Paschoal

Ao pedir desculpas a Dilma por lhe causar sofrimento, Janaína Paschoal demonstra uma grandeza moral inalcançável aos petistas e à maioria dos políticos.
Além de grande jurista, Janaína é um ser humano acima da média.
Ela está lutando com pigmeus.

Senador Aloysio Nunes humilha deputado 'dólar na cueca' José Guimarães após ele insultar Janaína Paschoal

Após o fim da fala da advogada Janaína Paschoal, na manhã desta terça-feira (30), uma discussão entre parlamentares fez com que o presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ricardo Lewandowski, suspendesse a sessão. A confusão começou quando o deputado petista José Guimarães insultou a advogada, chamando-a de “golpista”.
O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) tomou a palavra e pediu a Lewandowski que o parlamentar fosse retirado do plenário pela polícia legislativa. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) defendeu Guimarães, dizendo que os deputados federais têm direito de assistir ao julgamento.
Após os ânimos se acalmarem, Lewandowski retomou a sessão. O deputado José Guimarães permaneceu no plenário. 

Janaína Paschoal e o dever cumprido ✰ Entrevista à Joice Hasselmann

Aqui a conversa com nossa guerreira no dia do último discurso. VAMOS JUNTOS PELO BRASIL!

Vice-procuradora da República cai depois de manifestação de rua por Dilma

A vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, em entrevista na VEJA, disse nesta terça (30), que o processo de impeachment “é um golpe, é um golpe benfeito, dentro daquelas regras”. Abaixo, leia a íntegra:
‘É um golpe’, diz vice-procuradora da República sobre impeachment
Número dois de Rodrigo Janot, que participou de protesto anti-Temer, diz a VEJA que não gosta de ver o peemedebista como presidente do Brasil
Para a vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, agora em fase final no Senado, é golpe. Número dois de Rodrigo Janot, Ela Wiecko participou em junho passado, em Portugal, de uma manifestação que pedia “Fora Temer” e denunciava o suposto golpe em curso no Brasil. A participação da procuradora no ato foi revelada nesta terça-feira pelo site de VEJA. Em entrevista por telefone, ela disse ter ido ao ato como cidadã, e não como procuradora. Em seguida, reforçou a crítica ao processo contra Dilma: “Eu acho que, do ponto de vista político, é um golpe, é um golpe benfeito, dentro daquelas regras”.
Recentemente, foi o marido de Ela Wiecko, Manoel Lauro Volkmer de Castilho, quem protagonizou outra polêmica. Ele era um dos principais assessores do ministro Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão no Supremo Tribunal Federal, e acabou obrigado a pedir demissão após a descoberta de que assinara um manifesto em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A VEJA, Ela Wiecko disse que não está satisfeita com a chegada de Michel Temer à Presidência da República. E, cometendo uma inconfidência, ela explica um dos motivos de sua resistência ao peemedebista: o fato de ele estar entre os alvos das delações premiadas em tramitação na Procuradoria-Geral da República. “Eu estou incomodada com essas coisas que estão acontecendo no Brasil. Acho que não foi da melhor forma possível. E pelas coisas que a gente sabe do Temer, não me agrada ter o Temer como presidente. Não me agrada mesmo. Ele não está sendo delatado? Eu sei que está. Eu não sei todas as coisas a respeito das delações, mas eu sei que tem delação contra ele”. A seguir, a entrevista.
Em um vídeo a senhora aparece numa manifestação que chama o processo de impeachment de golpe. O que a senhora pode dizer a respeito?
Eu estava de férias, em um curso como estudante. É isso.
Há quem considere que é difícil dissociar a posição de vice-procuradora geral da República de uma situação como essa.
Eu não posso falar nada? Não posso ter nenhuma liberdade de manifestação? (Isso) é um pouco exagerado, né? E eu fui discreta, eu estava junto (dos manifestantes), não tive nenhum protagonismo maior. Eu estava de férias. (Isso) é um patrulhamento que impede a pessoa de ser o que ela é, de pensar.
A senhora partilha da opinião de que o processo de impeachment é um golpe?
Eu acho que, do ponto de vista político, é um golpe, é um golpe benfeito, dentro daquelas regras. Isso a gente vê todo dia, é parte da política.
Seria, então, um golpe com participação da Suprema Corte e da própria Procuradoria-Geral da República, da qual a senhora faz parte?
Aí tem que ser uma conversa muito mais comprida.
Mas a senhora vê irregularidades no processo?
Você está me perguntando como procuradora da República ou como cidadã? Eu posso falar até claramente, mas não vou falar por telefone.
A senhora se arrepende de ter participado do ato?
Não, não me arrependo.
Havia outras autoridades ali?
Não. Eu estava ali como estudante, de férias. É um curso de verão, de sociologia jurídica, com o professor Boaventura. Tinha gente de outros países também.
A ideia de fazer a manifestação surgiu na sala de aula?
Eu não fui a organizadora.
Como a senhora recebe a repercussão dessa situação? Isso a constrange dentro do Ministério Público?
Tem muita gente que pensa como eu dentro da instituição. Eu estou incomodada com essas coisas que estão acontecendo no Brasil. Acho que não foi da melhor forma possível. E pelas coisas que a gente sabe do Temer, não me agrada ter o Temer como presidente. Não me agrada mesmo. Ele não está sendo delatado? Eu sei que está. Eu não sei todas as coisas a respeito das delações, mas eu sei que tem delação contra ele. Então, não quero. Mas as coisas estão indo.
O que a senhora pensa do Temer exatamente?
Eu vou cortar a conversa aqui. Se quiser conversar comigo, tem que conversar olho no olho. Não vou ficar falando por telefone.
A senhora pode nos receber?
Vou ver como está minha agenda, porque estou com muitos compromissos. Agora mesmo estou indo para uma sessão no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Não sei a que horas vai terminar.

Desejamos mais "replicantes de Sérgio Moro"

A História descarta canastrões ✰ Artigo de Mary Zaidan

Renan Calheiros acertou: o Senado virou um hospício. Não se trata mais de apreciar o impeachment de Dilma Rousseff, cujo placar foi antecipado pelos julgadores ao longo do processo e, com mais precisão, na sessão de pronúncia. Durante essa fase de julgamento, iniciada na quinta-feira, o que se quer é holofote e, se possível, escrever o nome na História. Nem que seja no rodapé.
Para tal, não se medem esforços e muito menos palavras. A maior parte delas não recomendável para menores. Bate-bocas sem fim, xingamentos, baixarias vexaminosas.
Ensandecidos, acusadores e defensores do mandato da presidente afastada se engalfinharam em troca de acusações que nem de longe se aproximavam do mérito da questão. E muitos deles escancararam o desapreço que têm pelo Parlamento e pela própria democracia, em que a chave é o contraditório.
Agrediram-se ao vivo na televisão, foram fotografados por todos os ângulos, e manchetados nos jornais impressos e noticiosos da internet. Brigaram pela audiência, não pelo país.
Aguerridos, os defensores de Dilma protagonizaram cenas que não são capazes de mudar um único voto em prol da presidente afastada, mas asseguraram o papel de coadjuvantes – e até com algum destaque -- no filme que está sendo preparado para o pós-impeachment. Com direito a cenas ao lado do ícone maior, o ex Lula, algumas delas, dizem, já rodadas.
Estrela da produção, Dilma Rousseff pretende que a História a reconheça como quem defendeu a democracia contra golpistas. Seu script começou há meses, quando iniciou a bateria de entrevistas para a mídia internacional. E terá como ponto alto o pronunciamento de amanhã, no Senado, em que pretende repisar no mesmo soalho.
A tática serve ao público cativo. Difícil será convencer historiadores sérios quanto a um golpe perpetrado contra os ditos da Constituição, com direito amplo de defesa, julgamento no Senado sob a batuta do presidente da Suprema Corte, e até pronunciamento da acusada.
Só um desavisado ou um mal intencionado acharia possível usar tanta lei para golpear a lei.
Pouco importa. A balela serve para animar a torcida – que também está no filme – e tentar um espacinho na História, ainda que com intelectuais de ocasião.
Fazer História, recheando a biografia, deve também ser a inspiração do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que, no afã de dar ares de Corte ao Senado, importou regras descabidas para o mundo da política. Como a de encarcerar testemunhas em hotéis, tornando-as incomunicáveis sobre um tema que há meses o país inteiro comunica e opina. Ou de proibir que, nesta fase, senadores se pronunciem sobre o mérito do crime. Algo só aplicável a advogados e promotores em um tribunal, ainda assim porque sobre eles paira a possibilidade real de punição em caso de desacato às ordens da Corte.
Sem a autoridade imaginada, à Lewandowski sobrou o recurso de cortar o microfone. E o extremo de suspender a sessão quando a temperatura sobe além da fervura, queimando as instituições.
A loucura que impera entre aqueles que se lixam para os males que causam ao país acaba por turvar a importância do processo. O impedimento de um presidente da República é fato que impacta o cotidiano. Tem lugar assegurado na História.
Mas o filtro da História é implacável.
Quem mesmo presidia o Senado quando Fernando Collor foi cassado? Quais foram os três senadores que votaram pela permanência dele? Como foram as sessões? Quantas horas duraram? Quem disse o quê? Informações difíceis de serem encontradas até mesmo nos anais do Senado.
Sábia, ainda quando demora, a História costuma ser cruel para os que acham que conseguem trapacear com ela.​
Mary Zaidan - Jornalista

Petralha covarde, suplente de suplente de senador, agride jornalista Joice Hasselmann no plenário

O tal de Wilmar Larcerda, suplente de senador, que já presidiu o PT no DF me atacou. 
Não corro de petralha! Veja a armadilha!! Espalhe pessoal. O Brasil precisa saber.

O cinismo de Dilma dá nojo a quem ver ou escuta

Assim como um disco quebrado, Dilma repetia, repetia e não cansava de repetir que estava sendo vítima de um GOLPE e que durante a Ditadura Militar foi presa e torturada.
Ao afirmar que está sendo vitima de golpe a presidente afastada falta com respeito à Constituição brasileira e àqueles que resolveram usá-la para tirar do cargo uma das pessoas mais incompetente e arrogante que já conheci. Ao usar o seu “cinismo ensaiado, essa mulher demonstra que, se na Ditadura ela foi presa, é porque cometeu vários crimes e merecia ser. Mas, se foi realmente torturada, isso nunca provou, apenas diz que foi, da mesma forma que, nos seus devaneios, afirma ser inocente nesse processo de Impeachment no qual ela não terá salvação. Acredite, quem é pego na mentira uma vez, com certeza, perde a credibilidade. E esse é o caso da“Presidenta Inocenta”, Dilma Rousseff.
Quanto aos seus acompanhantes, quase todos, caçados pela Operação Lava Jato, demonstravam estar entediados e sonolentos. Quanto ao cantor Chico Buarque, é preciso o povo saber quanto foi o valor do Cachê recebido pelo dito cujo. Mas, independente disso, a sua figura destoava do ambiente e parecia algo muito ridículo, quando focado pelas câmaras.
Hoje continua o julgamento. Haja! Dinheiro do contribuinte para sustentar essa lambança, que a meu ver, poderia ter sido resolvida de uma forma fácil e econômica. ERA SÓ UM GRUPO DE SENADORES SAIR DO CONGRESSO, IR AO POSTO IPIRANGA E PERGUNTAR: DILMA É CULPADA OU INOCENTE?
Segundo a imprensa, a previsão é que os trabalhos desta terça-feira avancem pela quarta-feira. E na madrugada, a decisão fatal contra Dilma será tomada. O mínimo de 54 votos para detonar Dilma já está garantido. Assim que o Senado expurgar essa mulher do poder, o sucessor Michel Temer assume imediatamente a Presidência da República. Ele, pode até não ser aquela Brastemp, mas pelo menos, devolveu a confiança ao investidor e a indústria e com isso, está fazendo o povo acreditar em dias melhores.
Terminado o Impeachment, Michel Temer viaja para a China a fim de participar da reunião do G-20, na sua ausência, assume o presidente da Câmara, Rodrigo Maia o sucessor de Eduardo Cunha, o homem que teve a coragem de levar Dilma ao cadafalso e destronar o PT. Pagou caro, mas lavou a alma dos brasileiros.

Fila do desemprego em Porto Alegre

O Impeachment e os porcos ✰ Artigo de Luis Milman

Os quadros jurídicos petistas, capitaneados por José Eduardo Cardozo, estão preparando uma tentativa de salvação para Dilma Roussef, depois que ela for cassada defitivamente pelo Senado. Ele pretendem recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pleitear a anulação do julgamento do Senado, sob a alegação de que não houve fato típico no crime de responsabilidade atribuído à Dilma, ou seja, que não houve pedaladas fiscais e que os decretos suplementares foram editados na forma da lei. 
Eles chamam esta chicana de discussão do mérito do impeachment, sobre o qual o Supremo deverá se pronunciar e, sabe-se lá, talvez decidir pela anulação do julgamento do Senado.
Os petistas vivem, de fato, naquela espécie de realidade paralela, esquizofrênica, na qual um sofisma pedestre adquire a força de um argumento jurídico consistente, especialmente entre acadêmicos militantes de espinha encurvada. É a especialidade deles. 
No mundo real é competência exclusiva do Senado julgar um presidente da República por crime de responsabilidade, mas parece que tanto a Constituição com a Lei 1079/50 são textos relativizáveis pela interpretação destes delirantes do PT. Julgar significa decidir sobre se houve a prática do crime e quais a sanções que serão aplicadas ao seu autor, previstas na lei. Se o Senado, no caso. o tribunal próprio e exclusivo para decidir sobre a matéria, identificar o crime, assim o tipificando e se a responsabilidade é idiscutível, a presidente é cassada e ponto final. Terminará o processo com a condenação da ré, Recorrer ao STF para desfazer julgado do Senado, sob qualquer pretexto, é o mesmo que levar um recurso de um caso de homicídio para a justiça do trabalho. O STF não possui qualquer atribuição no julgamento de casos de impeachment. Ele só o conduz, por meio da presidência do julgamento, que não incide sobre o juízo de mérito.
Por isso, fica exposta a disposição dos petistas de mais uma vez tentarem emporcalhar as instituições brasileiras, assim como emporcalharam a economia, a administração pública, a gestão das estatais, a vida acadêmica e a ainda atuante mídia amestrada, que convida a todo momento, mostrengos do direito relativizado para opinarem sobre o caráter “golpista” do processo de impeachment. Mas para tudo isto há um limite. Essa corja deve ser silenciada pela verdade. Não se pode mais lidar com agitadores como se eles estivessem contribuindo para o debate. O que os petistas fazem é um trabalho de destruição sofística com a intenção de solapar os alicerces da denúncia contra Dilma Roussef na base de argumentação fantasiosa e relativista. Para eles, as pedaladas não são crime porque vale tudo no âmbito das relações de governos com bancos que ele controla. Vale atrasar e pagar quando quiser e vale escriturar o que não foi debitado; Depois de ouvi-los tem-se a impressão de que o governo nada fez que comprometesse o sumo bem da sociedade e que tudo fez em nome do povo, mesmo que o tenha enganado, traído, manipulado e desprezado.
Luis Milman - gaúcho de Porto Alegre. É doutor em Filosofia, jornalista, professor adjunto da UFRGS e conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos

Dilma se enrola totalmente ao falar sobre percentagens e vídeo se torna viral na web; veja

Saiba como São Paulo reduziu a criminalidade ✰ Artigo de Aod Cunha

Este texto a seguir foi disponibilizado no Facebook do ex-secretário gaúcho da Fazenda, 
Aod Cunha, que mora em São Paulo e não sai de Porto Alegre. 

Crimes violentos em Porto Alegre e São Paulo – Será que podemos olhar objetivamente para o que funcionou relativamente melhor no Brasil?
A compreensível revolta da população gaúcha e de Porto Alegre com mais um episódio bárbaro de violência tem que nos fazer sair da indignação para a ação. E uma ação com um mínimo de inteligência e não só passionalidade.
Eu gostaria de morar num país como a Suécia, Islândia ou Japão, onde o nível de desenvolvimento e a cultura de paz e coesão social são suficientes para explicar baixíssimos níveis de violência. Voltando para a nossa realidade, primeiro precisamos parar de sermos mortos como insetos na rua.
SP não é a Suécia ou o Japão, mas reduziu acentuadamente os índices de crime violentos, especialmente homicídios e latrocínios por 100.000 habitantes, desde o inicio dos anos 2000. A taxa de homicídio por 1000.000 habitantes é muito menor do que a média nacional sob qualquer critério que se use (indo de 8,5 por 1000.000 a 10,5 dependendo do critério).
Ora, a legislação penal aqui em SP é a mesma do Brasil. O que é diferente, além de mais policiais na rua? Oferta de vagas em presídios. Há muito mais presídios aqui desde 2000 (26 mil novas vagas desde 2010 e 18 novos presídios em construção). A taxa de encarceramento em SP é de 500 por 100.000 habitantes de acordo com o editorial do Estado de SP dessa semana, contra uma média nacional de 306.
E como disse o delegado em entrevista pela RBS, ontem: “80% dos que estão assaltando e matando nós já prendemos e estão na rua de novo".
Nós temos que fazer muitas coisas a curto e a longo prazo para mudar essa epidemia de violência no Brasil. Mas objetivamente não me parece que adiantará só colocar mais policiais na rua se não conseguirmos manter presos os criminosos violentos.
Aod Cunha

Nota de esclarecimento: não confunda!

A história não absolverá Dilma Roussef ✰ Opinião do jornalista Políbio Braga

Ela não foi absolvida, ontem, e não será absolvida, hoje.

São poucos os jornalistas que ainda consideram que a presidente afastada Dilma Roussef passará para a história com biografia altamente favorável.
Ela foi cassada pela ditadura militar, porque trabalhou duramente pela implantação de outra ditadura, a comunista, como demonstram os autos do processo que a Justiça Militar negou ao editor e como quem a conhece sabe muito bem.
Agor, ela será cassada em plena vigência do estado democrático de direito, porque além de não ter renunciado aos equivocados ideais da juventude, fez parte de dois governos corruptos, com seus principais líderes cumprindo penas de prisão ou colocados sob investigação, indiciamento ou julgamento.
Dilma Roussef não fez autocrítica antes e continua sem fazê-la.
O discurso de ontem da presidente afastada, não irá para as edificantes páginas da história, como faz crer a editora de Política do jornal Zero Hora de hoje, Rosane Oliveira, porque ele irá para a lata de lixo da história.
A história não absolverá Dilma Roussef, como não absolveu Collor de Melo. Ambos constarão dos livros de história como os dois únicos presidentes impichados por crimes cometidos contra o estado democrático de direito.

Lula, Dilma e a síndrome de amnésia generalizada ✰ Comentário de Arnaldo Jabor

Dilma diz a Caiado que Cuba é uma grande potência

O senador Ronaldo Caiado perguntou para a presidente afastada Dilma Rousseff sobre o estelionato eleitoral. Dilma não respondeu, e em sua resposta soltou um dos maiores absurdos do dia.
Com erros grosseiros de português, Dilma justificou as gastanças de seu governo afirmando que um dos exemplos vitoriosos foi a construção do Porto de Mariel, (aqui ela diz NOSSO Porto de Mariel) construído em Cuba por um custo que beira 1 Bilhão de dólares financiado pelo BNDES. Para Dilma, a obra foi importante pois “Cuba é uma potência, e o Brasil não pode julgar o governo de Cuba só porque é diferente”. (Cuba não e diferente, e uma ditadura comunista)
“Não podemos supor, e ter uma visão fundamentalista, né, ideológica, de uma questão fundamental que é ajudar o povo cubano. E nós sempre tivemos, senador, uma política de externa… começa lá no Lula e eu continuo ela, uma política externa de respeito aos diversos países. Você não pede que eles tenham a mesma ideologia sua, mas você coloca uma política altiva e autônoma, e ao mesmo tempo exigindo e dano certas contribuições que são aquelas necessárias para que esse pais possa ser respeitado pelo que ele é. Sabe o que ele é senador? Um grande, uma grande potência regional. “
O empréstimo defendido por Dilma ainda é bem controverso, já que seu governo conseguiu colocar os documentos em sigilo de trinta anos (todos sabem que não são empréstimos mas doações a fundo perdido). Além disso, há a questão da corrupção, favorecimento de ditaduras e tráfico de influência, já que o porto foi construído pela Odebrecht. Apesar do dinheiro gasto, o Brasil ainda não obteve o retorno do investimento.

Petralhas enganam manifestante

Com a certeza da queda de Dilma, 7 dos 10 principais setores da economia apresentam recuperação

Ela nem bem caiu, mas a economia já vê com bons olhos sua saída.

Há um termo técnico para esse tipo de fenômeno: precificação. Pois é, chamam assim. Trata-se, numa explicação simples, da capacidade do mercado de já inserir ônus ou ganhos diante de algum fato iminente (sim, claro, podem quebrar a cara). Em razão disso, por exemplo, uma alta de dólar ou queda da bolsa no geral ANTECEDE determinado evento fatídico (a mera ameaça de que ocorra já faz com que seu efeito seja “precificado”).
Com o perdão da ligeireza rasteira, é mais ou menos isso. Mas sigamos.
Dilma Rousseff ainda não caiu. O provável é que isso ocorra na quarta ou mesmo na quinta-feira. De todo modo, como se vê, a economia já “precificou” sua queda; de modo que seu afastamento é considerado um dado da realidade, não mais uma suposição ou expectativa.
E o resultado disso, como já apontamos em post recente, é um esboço mais objetivo de melhora em 7 dos 10 principais setores econômicos do Brasil.
Há muito pela frente e não há motivos para muita euforia, mas também é preciso considerar que o obstáculo mais resistente já está praticamente superado. Sim, falta muito, mas a queda de Dilma e do PT já representa um início de avanço.

Caiado não sabe se denúncia Lindberg Farias ao conselho de ética ou ao combate de narcotráfico

“Mais Médicos” não resolveu o problema da saúde, mas já enviou R$ 4,5 bilhões para Cuba

A ditadura cubana fica com a maior parte do salário de seus médicos. É o puro e simples trabalho escravo, explorado por um governo opressor.
Em pleno 2016, uma ditadura usa o trabalho escravo de seus profissionais para ganhar uma fortuna. Não se trata de uma suspeita, mas de fato: o governo ditatorial cubano CONFISCA a grande parte da grana que deveria ir para os médicos. Já falamos muito sobre o tema, vale conferir a lista de posts.
E a nova cifra quem levantou foi a FENAM (Federação Nacional dos Médicos): a ditadura de Cuba já levou R$ 4,5 bilhões explorando seus profissionais no Mais Médicos, que, por sinal, não resolveu em nada os problemas da saúde no país.
O governo de Michel Temer já teria manifestado a intenção de que o programa seja todo ocupado por brasileiros. Que isso de fato aconteça.

Qual a semelhança entre Cunha e a Manilha?

Exército investiga envolvimento de mais militares de Mato Gosso do Sul com o tráfico

Fachada do quartel do 20º RCB, em Campo Grande MS
Ninguém explicou como 3 toneladas de droga acabaram em caminhão do 20RCB

O CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande, informou que a investigação acerca dos três cabos do Exército, lotados no 20º RCB (Regimento de Cavalaria Blindado), presos com carregamento de maconha, neste domingo (28) de madrugada, em Campinas (SP), pode atingir outros militares. “Há esta hipótese”, limitou-se em dizer a assessoria do CMO, que ainda nesta segunda-feira (29), promete emitir uma nota do assunto.
Os três cabos saíram de dentro do quartel, situado na Avenida Euler de Azevedo, em Campo Grande, a bordo de um caminhão do 20º RCB e foram pegoss por policiais paulistas, em trecho da SP-101, estrada que liga Campinas a cidade de Monte Mor.
A droga, em torno de 3 toneladas de maconha, estava camuflada na carroceria do veículo militar. Antes da abordagem, os cabos trocaram tiros com a polícia, mas logo foram dominados e detidos. Eles confidenciaram que a droga havia saído de Campo Grande e seria entregue a um grupo que os esperariam no pátio do estacionamento de uma empresa desativada, lá em Campinas.
A assessoria do CMO informou que há três frentes de investigação contra os cabos: o inquérito policial militar e um processo administrativo, conduzidos pelo Exército e ainda o inquérito tocado pela polícia paulista.
Até agora, a polícia de São Paulo não informou se o carregamento da droga foi feito dentro do quartel do 20º RCB. Por meio de nota, a Polícia Civil de Campinas informou apenas que dois dos três cabos detidos confessaram que a carga de maconha saiu de Campo Grande.
Questionada se o Exército estaria promovendo desde ontem, domingo (28), inspeções dentro do quartel do Regimento de Cavalaria, em Campo Grande, local de trabalho dos três cabos detidos, a assessoria do CMO negou a informação.
Contudo, o órgão militar sustentou que o inquérito para apurar a participação dos militares do tráfico de maconha, foi instaurado de imediato e que investiga a suposta participação de outros militares no episódio.
Pelo apurado até agora, oficialmente, o caminhão do 20 RCB estaria estragado, estacionado para conserto, na mecânica do próprio quartel. Quando o veículo fora apreendido, em Campinas, os militares mostraram documentação de outro caminhão militar. Outra linha de investigação do CMO é que o caminhão pode ter sido furtado do quartel, segundo a assessoria militar.

Salvei...

Cabeleireiro na "vaca gorda" cobrava R$ 5 mil, mas não arruma cabelo de Dilma para depoimento

Em junho de 2016, após denúncia de que pagamentos de viagens e serviços (5 mil por visita) para cuidar do cabelo da presidente eram custeados por propina advinda da corrupção do petrolão, cabeleireiro divulgou uma nota na qual afirma que a agência custeava serviços para programas eleitorais. Celso Kamura negou que recebesse do petrolão, mas não que recebia a quantia fabulosa para arrumar o ninho de mafagatos de Dilma.
Com o impeachment, a farra de Dilma acabou junto com o cartão corporativo sem limite que bancava as maiores estravagâncias petistas. Como primeiro ato de Governo, Temer tratou logo de limitar ao estritamente 'republicano', os direitos da presidente afastada... E lá se foi o cabeleireiro! 
O cabeleireiro Celso Kamura foi apresentado a Dilma Rousseff a pedido da amiga e cliente Marta Suplicy durante a campanha para o primeiro mandato presidencial, em 2010.
Ele simpático e dono de ótimas sacadas, ela é pouco vaidosa e avessa a brincadeiras. O encontro improvável deu certo. Kamura deixou o visual da política mais jovem e bonito e, nos últimos seis anos, esteve com ela em viagens internacionais, em jantares e pronunciamentos. Sempre era escalado para para penteá-la para grandes eventos ou gravações em Brasília.
Nesta segunda (29), no entanto, foi diferente. Eles não estiveram juntos. Dilma se arrumou sozinha antes de ir ao Senado fazer a sua defesa sobre o processo de impeachment. Marta Suplicy, outrora amiga da presidente afastada, esteve hoje no parlamento para escutá-la. Mesmo em meio à campanha para a prefeitura de São Paulo, ela não quis se licenciar do cargo de senadora por um motivo: votar pelo afastamento da petista.
Ao que tudo indica, parece ser o ponto final da parceria do laquê e nós, brasileiros contribuintes, agradecemos por mais um fim das mordomias da era petista!

31 de Agosto - Dia Mundial dos Blogs

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Lewandoswski é a raposa cuidando do galinheiro ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Por mais que se esforce para aparentar isenção e imparcialidade na condução do processo de impedimento por crime de responsabilidade da Presidente afastada Dilma Rousseff, no Senado Federal, Sua Excelência, o Presidente do Supremo Tribunal Federal - STF, Dr. Ricardo Lewandowski, com muita frequência “escorrega” e não consegue esconder a sua notória parcialidade em benefício do trabalho da defesa, ou seja, no sentido de absolvição da “ré”.
Sábado (27.08.16), o Senador Lindberg Farias (PT/RJ), que integra o grupo que defende a Presidente afastada, aproveitou a oportunidade que lhe surgiu na sessão plenária para ler, na íntegra, a opinião do Ministro Lewandowski, publicada na imprensa, onde Sua Excelência não deixa qualquer dúvida que ele não enxerga nenhum crime de responsabilidade de Dilma nos autos da ação que tramita no Senado. Sem dúvida o Presidente do Supremo e do impeachment não poderia ter feito essa declaração no estágio em que se encontra o processo. Esse episódio não teria sido previamente “combinado”?  Não teria sido provocado para inibir e constranger os Senadores que se mostram em princípio favoráveis à condenação de Dilma?  
Também não deve ser por mera coincidência, ou por razões “divinas” que escapariam da nossa limitada compreensão, o possível acerto de compatibilizações entre os calendários do julgamento do impeachment pelo Senado, e a mudança de comando no STF, saindo Lewandowski e assumindo o seu lugar a Ministra Carmen Lúcia. Essa farsa está tão notória que tão logo terminado o julgamento do impeachment no Senado haverá a substituição de comando no STF. Nem sei se vai ser possível ao Ministro que presidiu o impeachment chegar a tempo no STF para dar posse à sua substituta. Parece tudo “combinadinho”, não?                                                                      
Tudo leva a crer que SIM, mesmo porque não é segredo para ninguém os vínculos antigos existentes entre Sua Excelência e a cúpula do Partido dos Trabalhadores, do qual é “cria”. Apesar da sua invejável “classe”, inclusive para disfarçar, a condução do processo que preside e as restrições e “cortes” à acusação evidenciam toda essa tendenciosidade. Nem mesmos os raros puxões-de-orelha dados na defesa (para a qual ele também “advoga”), disfarçam essa situação.
Na verdade desconheço se, tecnicamente, poderia, ou não, ser movido novo processo de impedimento contra Dilma, por qualquer outra infração sujeita à processamento por crime de responsabilidade, na hipótese dela ser absolvida agora no Senado por mais de 1/3 (um terço) dos Senadores, pelas “pedaladas fiscais”. Mas a verdade é que ninguém mais teria qualquer moral para provocar novo impeachment, depois dessa eventual absolvição.                             
Essa absolvição estaria servindo como uma espécie de “salvo-conduto”, garantia, evitando novas tentativas de processá-la por crime de responsabilidade, apesar de aparentemente existirem vários motivos para tanto. Trocando em miúdos, a rejeição do impeachment em curso no Senado, no mínimo sob o ponto de vista moral, significaria o mesmo que uma decisão transitada em julgado, em relação a todos os outros crimes de responsabilidade que surgissem, se fosse o caso.
Tudo leva a crer que a iniciativa de processar Dilma por crime de responsabilidade, derivado das chamadas “pedaladas fiscais”, foi uma iniciativa irresponsável e mesmo leviana. Até parece que teria sido atitude por “encomenda”, para favorecê-la, numa trama teatral, no sentido de ficarem omitidas da discussão parlamentar os crimes de responsabilidade (e também comuns) mais graves que a “ré” teria cometido ou participado, como Presidente da República, e notória chefe governamental da maior quadrilha de corruptos já surgida no Brasil.
Algo semelhante deu-se quando as autoridades dos Estados Unidos capturaram, processaram, julgaram e prenderem o gângster ítalo-americano Al Capone, considerado por muitos o mais frio, violento e sem escrúpulos de todos, acabando com a sua carreira criminosa. Mas ele não foi pego pelos seus crimes mais terríveis, porém por mera sonegação fiscal. É em última análise o que aconteceria com Dilma, mesmo na hipótese de procedência da ação por crime de responsabilidade a que responde perante o Senado Federal. Os seus maiores crimes seriam esquecidos, perdoados, deixando ao povo brasileiro, tão enganado durante todos esses anos, uma enorme conta que só poderá ser paga mediante o sacrifício de várias gerações. A única diferença entre as condenações de Al Capone e Dilma Rousseff é que o primeiro recebeu condenação por sonegação fiscal e Dilma por “pedaladas fiscais”, que na hierarquia dos crimes estão entre os menos graves.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e sociólogo

Desmascarando como é feito a campanha do PT e partidos socialistas / comunistas

COMO É FEITO A CAMPANHA DO PT E PARTIDOS SOCIALISTAS COMUNISTAS. CHOREI DE RIR!!!!
Agora os políticos devem estar tão felizes com este modelo igual nós ficamos quando conseguimos um Mockup bonitão

Tentaram envenenar Flávio Bolsonaro e agora querem matar Janaína Paschoal. A guerra civil começa a se vestir.

É horrível quando as pessoas, por interesse próprio não conseguem respeitar o direito do outro. O Impeachment de Dilma põe por terra todas as boquinhas desfrutadas pelos petista. Aí, desesperados, eles culpam: Eduardo Cunha; Michel Temer e os senadores que não conseguiram comprar, mas veneram os corruptos, Zé Dirceu, João Vaccari e adoram Fidel Castro e o chefão deles, que segundo a imprensa, está atolado de crimes até o pescoço.
Dilma está a um passo de ser expurgada do poder, todavia ignora seus crimes, acusa FHC e só fala de quando foi presa e torturada. Presa todo mundo sabe que ela foi, até porque, pelo que vinha fazendo, bem que merecia, mas ser torturada, isso deve ser balela ou mais uma das suas mentiras.
Agora, o povo precisa saber mesmo, é quanto Chico Buarque ganhou de cachê pra ficar dormindo nas cadeiras do senado. As pessoas pensavam que ele iria cantar uma musica, para acalmar os ânimos, porém o que se viu foi o sujeito com os olhos fechas – nesse caso: dormia, orava ou cantava uma canção de ninar? Comenta-se que já existe até uma bolsa de apostas para se descobrir.
Enquanto isso, em caráter emergencial, parece que a mortadela foi liberada e, na Avenida Paulista, a de carne de porco, estava sendo muito disputada.
E eles não desistem! Foi publicado na imprensa, que nas redes sociais, muitos petistas estão fazendo graves ameaças contra a advogada Janaína Paschoal, conhecida em todo o país por fazer a acusação de Dilma Rousseff no processo de impeachment. Alguns dos comentários chegam a atentar contra a vida da jurista, que também dá aulas na Universidade de São Paulo. À mídia, Paschoal disse que é a favor dos protestos, mas que tem receio de certas coisas que estão acontecendo durante o processo que deve levar à deposição a mulher mandioca.
SÓ QUERO VÊ ATÉ ONDE IRÁ ESSA INTOLERÂNCIA E TAMBÉM A OMISSÃO DAS FORÇAS ARMADAS.

Montagem do palanque, onde Dilma e Lula farão seu último pronunciamento !

William Bonner e Fátima Bernardes anunciam separação após 26 anos: 'Amigos'

 
Fátima Bernardes e William Bonner surpreenderam a legião de fãs ao anunciar, na noite de segunda-feira (29), que estão se separando. O icônico casal de apresentadores, que estava casado há 26 anos, têm três filhos: os trigêmeos Laura,Vinícius e Beatriz, de 18 anos.
"Em respeito aos amigos e fãs que conquistamos nos últimos 26 anos, decidimos comunicar que estamos nos separando. Continuamos amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis.É tudo o que temos a declarar sobre o assunto. Agradecemos a compreensão, o carinho e o respeito de sempre. William e Fátima", dizia o comunicado, publicado em três posts iguais nos perfis oficiais do ex-casal.
A aproximação de Fátima e Bonner aconteceu a partir de 1989, com a entrada da apresentadora no Jornal Nacional, dividindo a bancada com o futuro marido em julho de 1989. Em março de 1998, tornou-se âncora do JN e permaneceu lá até dezembro de 2011, quando saiu e assumiu seu programa próprio, o Encontro com Fátima Bernardes, exibido diariamente nas manhãs da TV Globo.
Posts de William Bonner e Fátima Bernardes sobre separação no Twitter

Dilma ameaça estado democrático caso "golpe" se concretize ✰ Comentário de Jair Bolsonaro

"Milhares" de manifestantes pró-Dilma protestam em frente ao Senado

No primeiro dia da primeira participação presencial da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment, manifestantes se reúnem em frente ao Senado e ao Palácio da Justiça para protestar. 
Segundo a Polícia Militar (PM), cerca de 150 manifestantes abastecidos com pão e mortadela se concentram no local com faixas de apoio.
No local designado na Esplanada dos Ministérios para manifestações contra o impeachment cabem 100 mil pessoas.

Dilma foi eleita 'democraticamente'

Discurso de Dilma serve para consolidar votos… contra ela!

Afinal, a mulher prometeu que, se voltar, fará tudo do mesmo jeito, já que não reconheceu erro nenhum

Senadores da base aliada e da oposição avaliaram, nos bastidores, que o discurso de Dilma Rousseff foi repetitivo e não deve mudar nenhum voto na Casa. Diante dessa análise, os petistas apostam suas últimas fichas no ex-presidente Lula, que, ao lado do ex-ministro Jaques Wagner, é considerado o principal articulador político dentro do partido.
A dupla não voltou do almoço para o plenário e passou parte da tarde em reuniões com senadores e assessores. Aliados do presidente interino, Michel Temer, dizem ter confirmado pelo menos 60 votos pelo impeachment. Os defensores de Dilma, por sua vez, garantem ter 21.
Pois é… Ainda faltariam 7… Se Dilma já entrou derrotada, é claro que sua fala não mudou voto nenhum. Afinal, no discurso, ela prometeu que, se voltar ao poder, fará tudo igual, já que não admitiu erro nenhum e atribuiu todos os problemas de seu governo a seus adversários.

Dilma Rousseff é um caso de hospício ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

O PT vai pedir “diretas já” nas ruas se Dilma for derrotada

Miguel Rossetto ex-ministro da presidente afastada Dilma Rousseff e militante do PT disse nesta segunda-feira (29), após a petista discursar em sua defesa no processo de impeachment que, “se o golpe passar” “no dia seguinte”, o Partido dos Trabalhadores e dirigentes de movimentos sociais vão iniciar uma mobilização pedindo eleições ‘Diretas já!”.
Rosseto disse ter “certeza” que a população não vai aceitar o que chama de “um governo usurpador e ilegítimo, com uma agenda regressiva”, do presidente em exercício, Michel Temer.
O ex-ministro, que está no plenário do Senado acompanhando a defesa pessoal que Dilma faz de seu mandato, disse que o discurso da petista foi “histórico” e que as perguntas feitas pelos senadores revelam que “inexiste qualquer elemento técnico para embasar o impeachment“.
Outros ex-ministros de Dilma, como Nelson Barbosa (Fazenda) e Aloizio Mercadante (Educação), também acompanham a fala da petista no plenário.

Longe das cameras, é assim que eles se tratam

Receita pune Instituto Lula com “desvio de finalidade” e cobrança que pode chegar a R$ 12 milhões

A máscara de Luiz Inácio da Silva continua a cair, em meio a uma sequência de fatos que coloca o petista na condição de doutor “honoris causa” em delinquência. O mais recente fato tem na proa a Receita Federal do Brasil, que decidiu suspender a isenção tributária do Instituto Lula no período de 2011 a 2014 por conta de “desvios de finalidade”.
Por causa dessa decisão, a Receita cobrará imposto de renda e contribuições, além de multa, sendo que o total dever variar entre R$ 8 milhões e R$ 12 milhões. Inicialmente, o órgão avaliou a possibilidade de cobrar aproximadamente R$ 22 milhões do instituto, a partir de um critério extremo que desconsiderava as despesas informadas pela entidade que leva o nome do ex-metalúrgico.
A principal irregularidade identificada pela receita foi o repasse de R$ 1,3 milhão para a empresa G4 Entretenimento, que pertence Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), ao filho do ex-presidente, e a Fernando Bittar, um dos donos do sítio em Atibaia investigado na Operação Lava-Jato, cuja propriedade de fato a força-tarefa credita a Lula.
Para os técnicos da Receita, houve simulação de prestação de serviço pela G4, como forma de mascarar a transferência de recursos da entidade para o ex-presidente ou parentes, configurando o desvio de funcionalidade. Essa transferência está sob análise mais aprofundada, pois o valor é próximo ao do sítio quando esse foi comprado por Bittar a Jonas Suassuna Filho.
Além da transação envolvendo a G4, os auditores apontam pagamentos sem destinatários e o aluguel de um imóvel apontado como sede, cujo endereço é diferente do instituto, criado em 2011, em substituição ao antigo Instituto da Cidadania.No mesmo período auditado (2011 a 2014), o Instituto Lula recebeu quase R$ 35 milhões em doações, a maior parte de empreiteiras envolvidas no Petrolão, como Odebrecht e Camargo Corrêa.
A Receita questionou a origem dos recursos, como o dinheiro foi gasto e se as contribuições foram declaradas. Suspeita-se que o instituto tenha sido usado como lavanderia para legalizar o dinheiro desviado da Petrobras.
Os auditores solicitaram explicações ao presidente do instituto, Paulo Okamotto, sobre o motivo que levou grandes empreiteiras a doarem ao menos R$ 18 milhões à entidade.

Ninguém poderá falar em golpe ✰ Entrevista do senador Raimundo Lira

Dilma chega às últimas cenas dirigida pelo caos ✰ Artigo de Josias de Souza

A autodefesa de Dilma Rousseff no Senado é cenográfica. Sabendo-se cassada, Dilma tem a pretensão de falar para a história, não para os 81 senadores. Ensaiou suas melhores poses para as lentes dos documentaristas que filmam o último capítulo de sua Presidência. Dilma sobe no palco sob a direção do caos —ou de Lula, que muitos acreditam ser a mesma coisa.
Quando começa o caos?, perguntavam-se os brasileiros em crises passadas. O que é o caos? Onde fica o caos? Dilma matou, finalmente, a curiosidade coletiva. Seu governo apresentou a nação ao caos. De gestora impecável, Dilma virou uma espécie sui generis de totem. Um totem revestido com papel de moscas, que traz grudados todos os indicadores de uma administração ruinosa.
Entre 2013 e 2016, a economia brasileira encolheu 6,8%. O desemprego saltou de 6,4% para 11,2%. Foram ao olho da rua algo como 12 milhões de patrícios. A Lava Jato demonstrou que o único empreendimento que prosperava no Brasil era a corrupção. A força-tarefa de Curitiba já produziu 106 sentenças condenatórias. Juntas, somam 1.148 anos, 11 meses e 11 dias de cadeia. Em Brasília, encontram-se sob investigação no Supremo Tribunal Federal 364 pessoas e empresas.
Diante desse cenário, com a ruína a pino, as causas invocadas para cassar Dilma —o uso de recursos de bancos públicos para pedalar despesas que eram de responsabilidade do Tesouro e a abertura de créditos orçamentários sem a autorização do Congresso— são pretextos para condenar uma administradora precária pelo conjunto de sua obra.
Guiando-se por um script que traz as digitais de Lula, Dilma fala às câmeras dos documentaristas sobre uma crise que é sempre culpa dos outros. Em timbre emocional, recorda seus tempos de prisioneira da ditadura. Lembra da luta contra o câncer. E repete o lero-lero segundo o qual jamais imaginou que teria de pegar em lanças contra outro “golpe”. Diz isso em pleno Legislativo, num julgamento comandado pelo chefe do Judiciário.
No papel de ‘inocenta inútil’, Dilma evoca os 54 milhões de votos que recebeu em 2014 para defender seu retorno à poltrona de presidente. Não para governar, mas para convocar um plebiscito capaz de livrar o país dela própria e de Michel Temer simultaneamente. Cética, a plateia se diverte com as palavras de Dilma como quem brinca de roleta russa, na certeza de que a sinceridade que a oradora manipula está completamente descarregada.
Em poucas horas, Dilma irá embora. Levará com ela as lentes dos documentaristas. Mas deixará a crise, que continuará fervilhando como uma telenovela sem fim. Livres dos desafios da interinidade, Temer e seu exército de brancaleone —liderado por renans, jucás e outros xamãs— serão relegados a tarefas menores como, digamos&񗝖 trabalhar.

Dilma era otima...

O impeachment da presidentE. Tchau maldita!!!

Duas e meia da matina e maior que a minha insônia só a minha fome.
Insônia velha companheira de longas madrugadas para muitos, agora minha também. Coisa nova na vida deste blogueiro que sempre foi notívago, mas de uns dois anos para cá não tem semana que eu consiga levar todas as noites bem dormidas.
Alguns dias...ou noites ficam longas demais e o sono não vem nem a pau.
Costumo deitar no chão e ficar com fones de ouvido ouvindo musica, as vezes até o amanhecer para ver se a porra do sono vem, mas ele insiste em chegar justo na hora de levantar, então, pela experiência, amanhã só não terei um dia totalmente de merda justamente pelo motivo que começa o bota fora da Jumenta. 
Vou inovar na minha "insonice" e vim aqui, sentar o cacete na ramelenta.
Amanhã será o comemorado dia em que começa definitivamente o processo de pés na bunda da Jumenta Ignoranta, caso nada de mais trágico aconteça as favas são contadas para o fim do governo da Inocenta. 
Não comemorarei antes do apito do juiz finalizando a partida, afinal ela precisa apenas que oito traíras mudem seus votos para que o jogo mude e a "inocenta" volte ao poder.
Oito votos em um país sério é uma diferença concreta, porém no Bananal pode mudar toda a configuração de poder e vamos nós de novo para o buraco.
Esta semana que acabou vimos os embates no julgamento no Senado Fedemal. Momentos bizarros, o nhênhênhê da bancada da chuPTa fazendo o que sabem, a palavra "pela ordem" com a intenção de ir atrasando o julgamento foi usada tantas vezes que dava para tirar do sério um monge budista, porém parece que entre tapas e beijos não morreu ninguém.
Drª Janaína Paschoal é phoda, aquele jeitão meio tresloucado, sua voz anasalada e o indefectível sotaque da Móoca não negam o paulistanismo da brilhante advogada. Se o impeachment passar o Brasil vai ficar devendo uma geração de não atraso a ela.
José Eduasno Carboso, o divogado da Jumenta com aquele seu "ipsi literis"... In escrotum dedit.
Carboso leva jeitão de divogado de porta de cadeia, não consigo ver seriedade jurídica naquele cidadão, mas não é a toa que o exame da OAB reprova tanto. Carboso e o Levandouisque são professores de direito...Que merda hein?
Os embates, as testemunhas, e a batalha dentro do plenário entre azoposição e os bate paus deram o tom deste julgamento. Uma imagem que chega a ser inédita é a calma que o procurador junto do TCU ao MP, Julio Marcelo de Oliveira mostrou durante horas de interrogatório, as perguntas recorrentes e repetitivas em tom de agressão vindas da bancada da chuPTa e também do divogado Carboso sendo desmontadas com uma calma de dar sono em perventim. Brilhante o procurador. Mesmo com Levandouisque querendo tirar a importância do depoimento quando desqualificou Júlio que passou de testemunha para informante, uma tentativa talvez para desestabilizar o procurador e dar alguma chance aos despreparados defensores da Jumenta. Pura perda de tempo. Julio destruiu um a um lacrando mais um prego no caixão da Defunta fedorenta e insepulta.
Dois momentos foram memoráveis no julgamento; o piti que deu Gleisi Chatapracaraleo Hoffmann quando berrou aos quatro ventos que aquele senado não tinha moral para julgar e impichar o mandato da Jumenta.
Sinceramente espero que ela tenha se colocado nessa falta moral que habita o senado da república, pois lá tirando uma meia dúzia de três ou quatro não sobra quase ninguém com ficha limpa, principalmente ela.
E a entregada que Renan Canalheiros deu geral.
As quase vias de fato entra Ronaldo Caiado e Lindembergson Farinha já estão se tornando folclóricos parece briga de cachorro pequinês, latem muito mais do que mordem, mas faz parte do circo.
Fátima Bezerra, como é que uma mulher com tamanho grau de burrice consegue ser senadora da república? Claro que eu sei que os eleitores dela não fazem parte da nata alfabetizada do Rio Grande do Norte, então, assim como o Romário, ela está senadora por causa da falta de bom senso dos eleitores.
Vanessa Graziotin, aquela comunista que parece um negativo da Mortícia Adams, deu para aparecer no Senado vestida de Falcão, comunista de araque que adora os benefícios do capitalismo para si e o comunismo para seus eleitores, é outra enrolada com a justiça que não deve sair impune desse imbróglio que é a política Tupiniquim.
Temos outros exemplares da fauna PTralha e agregada no senado fedemal, mas eu tenho insônia, não paciência para escrever tanto assim. E como meus três leitores já sabem, sou quase que conciso nos meus textos...
Amanhã começa a fase final, o PT e a Jumenta trarão trinta convidados...É vocês entenderam bem, CONVIDADOS, para assistir ao julgamento, só no Bananal é que o réu trás convivas para assistir seu julgamento. A acusação também aproveitou a deixa e vai trazer sua claque.
Na verdade os convidados da Jumenta são PTralhas que estão na mídia, alguns de projeção fora do Bananal como o Ex PresidentO Todocagado, Chic Buarque e alguns outros esquerdinhas sub celebridades do Bananal. Essa estratégia faz parte de uma jogada que o PT está apostando que é fazer um documentário sobre o "GÓPI" para usar na campanha deste ano e também para asfaltar algum asilo para o Todocagado e sua família caso precisem se pirulitar do país antes que o Juiz Moro meta todos eles na tranca.
Até o piti da Gleisi Chatapracaraleo Hoffmann, e as agressões dos chuPTeiros foram cuidadosamente planejados para depois serem manipuladas as imagens e passarem a idéia de que houve realmente um "GÓPI" contra a Jumenta.
O que os vermelhos não contavam foi com a cobrada que o Renan Canalheiros deu na Chatapracaraleo quando disse que o senado interviu na cadeia de seu marido e nas investigações contra a mesma. Para nquem não lembra, Paulo Bernasno foi em cana por desviar 100 MILHETAS da grana dos aposentados que pegavam empréstimos consignados.
Isso foi gravíssimo, provou que o STF é mesmo um balcão de negócios para livrar a cara da bandidagem, e que a lava a jato pode sofrer uma dura derrota por conta do sabujismo de suas excrescências.
Corre a boca pequena que esta ultima semana foi de adestramento da PresidentA para que ela faça uma auto defesa cheia de emoção, muito choro e coitadismo na esperança de mudar alguns votos.
TODOS sabemos que se deixarem a Jumenta cara a cara com a Drª Janaína o massacre será sangrento, e a turma vermelha está manobrando até na tentativa de que Janaína não possa estar ou se estiver não possa fazer perguntas à Jumenta.
Outra safadeza é que vazou a informação que Dilmarionete estará usando ponto eletrônico para não descambar no Dilmês e ao final do dia saia do plenário em uma camisa de força.
Outra hipótese que está sendo colocada à mesa é a possibilidade da renuncia da PresidANTA durante sua defesa para que ela mantenha os direitos políticos e saia em 2018 para senadora do Rio Grande do Sul. Com os votos que os gaúchos tem mostrado nas últimas eleições, não duvido que ela consiga.
E a presença do EX presidente Todocagado é uma tentativa de constranger alguns senadores. Todos sabemos que ele é o chefe do bando, e nessa condição o cara é um arquivo vivo, e muito senador lá está com o rabo preso. Se o Todocagado abrir o bico vai sobrar espaço em Brasília e faltar cadeia. 
Os vermelhos irão promover a maior baixaria nuncaantesvistanahistóriadestepaís para tentar barrar o impixá. Mas... Se o Levandouisque não aprontar alguma sabujice, acredito que a InocentA seja condenada e perca o mandato.
E a novidade será os movimentos sociais, o exército do Stédille que iria parar o Brasil talvez nem compareça à esplanada dos ministérios para fazer baderna porque a grana para a mortadela acabou e a pobraiada não vai di grátis nem que a vaca tussa.
Enfim é isso, segundona dura pela frente onde o futuro de uma nação está nas mãos de oitenta e um senadores. Oremos.
E no mais
VOLTA DILMAAAA!!! VOLTA PRA PQP!!!

Porque o PT persegue Jair Bolsonaro ✰ Comentário de Marcelo Brigadeiro

Decore o nome dos artistas que apoiaram até o fim o governo que quebrou o Brasil

Eles apoiam o governo dos 11 milhões de desempregados e assinam embaixo

Eles se autodenominam “artistas e intelectuais”, mas não são capazes de respeitar a memória das vítimas do golpe de 1964, pois não se cansam de comparar o processo de impeachment – que grande parte deles mesmos pediu em 1992 – com um dispositivo ditatorial.
Eles espalham mentiras e desinformações. E nem nos últimos minutos desistiram de apoiar o governo mais corrupto da história do país, aquele renderia inflação, a recessão mais longa e onze milhões de desempregados. Aquele que devolveria o país – à força – com 60 mil assassinatos por ano.
Ontem, publicaram uma carta, nas palavras da Folha, “pontuada por citação do ator Wagner Moura“. Mas, além das aspas do ator, há quarenta e uma assinaturas.
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