segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Em Porto Alegre, a onda azul mostrou que veio para ficar ✰ Opinião de políbio Braga

A acachapante vitória do candidato Marchezan Júnior, PSDB, veio na voragem da onda azul que varre o mundo ocidental, com ênfase para esta parte latino-americana.
A onda azul é a expressão da superioridade da racionalidade na gestão pública sobre o voluntarismo, a demagogia, o populismo, o estatismo, o patrimonialismo e o corporativismo.
O fenômeno eleitoral já tinha ficado bem claro na disputa do primeiro turno, quando políticos da esquerda, de corte marxista e neomarxista, foram inapelavelmente derrotados por candidatos decididamente comprometidos com o estado democrático de direito e a economia de mercado.
No caso de Porto Alegre, comandado justamente por um prefeito marcadamente de esquerda, somou em prejuízo do candidato oficial, Sebastião Melo, PMDB, um homem de vertente democrática, a fadiga dos materiais, mas sobretudo uma gestão que não conseguiu completar obras que a consagrariam no caso de conclusão, mas que a condenaram ao final e ao cabo. Como se sabe, a avaliação do desempenho do prefeito José Fortunati, vinha sendo muito mal pontuada, e a história de eleições anteriores demonstram que isto é recorrentemente fatal para os candidatos da situação. Neste sentido, o vice Sebastião Melo foi até bem melhor do que as circunstâncias poderiam apresentar.
Ao final e ao cabo, Porto Alegre demonstrou que não quer mais ser governada pela esquerda de corte marxista e neomarxista, condenada às profundezas do inferno pelas heranças malditas deixadas pela ex-presidente Dilma Roussef e pelo ex-governador Tarso Genro, mas também pelas ruinosas administrações de Raul Pont, João Verle, Olívio Dutra e Tarso Genro, na prefeitura da Capital.
Polibio Braga

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