sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Não dá para se omitir no Rio de Janeiro: um socialista com quase 50 anos é o cumulo do ridículo

O senador Marcelo Crivella (PRB) se mantém na liderança na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada na edição desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo. Ele tem 46% das intenções contra 27% de Marcelo Freixo (PSOL). Votariam em branco ou nulo 19% dos entrevistados. Já os indecisos somam 8%.
No total de votos válidos Crivella aparece com 63% das intenções e Freixo, com 37%. No levantamento anterior do instituto, o candidato do PRB tinha 66% das intenções de votos válidos, contra 34% do adversário. Os índices de indecisos, brancos e nulos não mudaram.
Os recortes feitos pelo Datafolha mostram que a diferença obtida pelo candidato do PRB se concentra no eleitorado evangélico, que corresponde a 33% dos eleitores. Crivella tem larga vantagem tanto entre fiéis de denominações pentecostais – como a Igreja Universal, da qual é bispo licenciado – como não pentecostais. No primeiro, Crivella tem 91% dos votos válidos e no segundo, 86%.
Se Crivella concentra o voto dos evangélicos, Freixo tem o voto da burguesia riquinha e mimada. Sim, socialismo é coisa de ricos da elite culpada, que não suporta pobre, povo, ainda mais se for um “alienado” que ainda acredita em Deus e frequenta a missa ou o culto. Reinaldo Azevedo resume:
Segundo o Datafolha, o candidato do PSOL lidera apenas entre os mais jovens. Crivella fica com 74% das preferências entre os que ganham até dois salários mínimos. Freixo chega a 52% no grupo que ganha acima de 10. Bem, socialismo é coisa de rico. Quem ainda não sabia? É nessas horas que Lênin mandava passar fogo na pobrada!
A pesquisa mostra que toda a campanha agressiva do PSOL, com o apoio dos principais veículos de imprensa, não surtiu o efeito desejado. Os cariocas não perderam totalmente o juízo ainda, pelo visto. Rubem Novaes comenta com alívio o resultado da pesquisa:
Ninguém razoável está feliz com a iminente vitória de Crivella. Não é o candidato ideal, nem mesmo uma opção boa. Mas isso não quer dizer que devamos nos omitir, votar nulo, ficarmos indiferentes. Sim, Crivella é ruim, mas Freixo é muito pior! Roberto Motta vai direto ao ponto:
Não votei em Crivella e nem no Freixo no primeiro turno. Quem votou em um deles que assuma a responsabilidade. Mas seria covardia me calar, como estão fazendo tantas pessoas que se declaram ativistas, politizadas e conscientes.
Não posso assistir calado enquanto a administração da minha cidade cai nas mãos de alguém que aos 49 anos ainda acredita em socialismo. Alguém que ganha R$ 20 mil por mês mas declara patrimônio de R$ 5 mil. Alguém que pretende criar estatais municipais, que apoia “black blocks” (que termo mais ridículo) e que defende os direitos dos criminosos, mas nunca disse uma palavra sobre suas vítimas. Alguém que prega o desarmamento, mas anda de carro blindado e cercado de seguranças armados com fuzis.
Alguém que pertence a um partido disseminador do ódio racial, do ódio de classes, do pensamento político mais obscuro e infantil. A corrupção não é o maior problema do país. O que torna o Brasil uma terra atrasada, corrupta e violenta são as ideias que guiam nossos homens públicos. A pior dessas ideias é o socialismo. Me calar seria covardia.
Não sejamos covardes. Apoiar um socialista em pleno século XXI é o cúmulo do absurdo! Que Freixo tenha o voto dos “estudantes” maconheiros, dos “intelectuais” idiotas e dos artistas engajados, os mesmos que apoiaram o PT, que defendem até hoje Fidel Castro e Maduro, isso é o que se espera dessa turma patética mesmo, que infelizmente ainda pulula pelo Rio. Mas mais do que isso é suicídio.
Vamos mostrar que o Rio tem uma minoria de imbecis, que ainda conseguem pregar o socialismo, mas que a maioria jamais aceitaria um destino tão catastrófico assim. Fora, Freixo! Fora, PSOL!

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