sábado, 29 de outubro de 2016

O desespero final de Marcelo Freixo

Nesta campanha Marcelo Freixo mostrou sua verdadeira cara, revelou-se a sua total falta de ética, e que sua conversa de nova política é só da boca para fora. Freixo apelou para a tática black bloc, ou como dizem os cariocas, de "tiro, porrada e bomba". A tônica foi de intolerância religiosa e de mentiras. Freixo tanto fala que o Rio de Janeiro é uma cidade plural, mas para ele pluralidade parece que se resume a questões de gênero. Não conseguiu entender o pensamento dos cariocas que não gostam de intolerância. Na maioria das famílias existem adeptos de diversas religiões que se respeitam e não toleram ataques como os de Freixo. 
A última de Freixo foi mais um tiro no pé. Aproveitou que 11 padres e duas freiras declaram apoio à sua candidatura para anunciar que os católicos estavam com ele. Ora, na cidade do Rio existem 265 paróquias, fora ordens, irmandades, mosteiros, conventos, colégios, há mais mil padres e freiras. Mas Freixo foi rebatido pelo cardeal-arcebispo Dom Orani Tempesta, que em nota oficial mostrou a posição da Igreja Católica: "Não é possível compactuar com posições que entram em confronto com princípios contrários aos valores cristãos, tais como o respeito à vida e a clara oposição ao aborto e à eutanásia; a tutela e a promoção da família, fundada no matrimônio monogâmico entre pessoas de sexo oposto e protegida em sua unidade e estabilidade, frente às leis sobre o divórcio; o tema da paz, que é obra da justiça e da caridade, e que exige a recusa radical e absoluta da violência, anarquismo e terrorismo." 
E ontem na televisão, Freixo apelou mais uma vez para o terror. Segundo o candidato do PSOL quem votar em Crivella estará entregando o Rio a "uma organização violenta e perigosa". Como assim? Isso é a nova política? Bem, o resultado dessa campanha suja está aí para todo mundo ver. 

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