segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Aécio Neves comete suicídio político ao elogiar ditador Fidel Castro

Se era só o que faltava para enterrar de vez a carreira de Aécio Neves, agora não falta mais nada.

Conhecido por sua política de apaziguamento e capitulação diante do totalitarismo petista, sempre foi difícil defender qualquer apoio – mesmo que temporário – a ele. Agora, ao que parece, Aécio decidiu dar razão aos seus críticos e sepultar de vez suas chances para tentar a presidência em 2018.
Em sua página de Facebook, postou um pequeno texto elogiando o ditador genocida Fidel Castro. Cuspindo na cara dos brasileiros que estão do lado da democracia, ele chegou a chamar o ditador de “presidente”. Sem mencionar os mais de 100.000 assassinatos cometidos pelo tirano, Aécio o definiu como “um dos grandes líderes de nosso tempo”.
Para complementar a afronta, postou uma foto junto a Fidel. É de dar nojo:
Aécio parece não ter percebido o espírito dos tempos. Em uma época onde rejeitamos feito óleo de rícino uma ditadura como aquela coordenada por Nicolas Maduro, o apoio a um sanguinário ainda maior como Fidel Castro é uma afronta ainda maior aos brasileiros que não estão comprometidos com o sadismo político.
Depois dessa foto, o que sobra para Aécio? Tecnicamente, somente os votos de petistas, psolistas e pcdobistas, mas, pior ainda, estes também não irão votar nele. Optarão por gente como Marina Silva, Ciro Gomes ou Lula. Quer dizer: para agradar à extrema-esquerda, Aécio acabou de vez com sua carreira política. Ora, qual o sentido em alguém de direita votar em uma pessoa que baba o ovo de um ditador como Fidel Castro?
Vai ficar fácil, muito fácil para qualquer adversário dele esfregar essa foto com Fidel Castro e tirá-lo da disputa. Essa é a beleza maior da política: quase todos os nossos resultados são baseados em… escolhas. Aécio escolheu se tornar um zumbi político.
Que venham as próximas opções para 2018.

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