quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Após prejudicar 271 mil alunos, invasores de escolas fizeram o ENEM em escolas não invadidas

Nada menos do que 271 mil estudantes foram prejudicados com as invasões de escolas promovidas pela esquerda brasileira e precisarão fazer o ENEM com um mês de atraso. Não é um número pequeno. Num universo de 5.570 municípios, o total supera a população de Gravataí, no Rio Grande do Sul, a 97ª maior cidade do Brasil.
Os líderes desses movimentos são uma ínfima minoria protegida pelo politicamente correto, que impede as autoridades de agirem com a devida força contra atos tão criminosos. Mais do que isso, alguns se permitiram gestos de um cinismo peculiar.
Porque não necessariamente um estudante faz o ENEM na sua própria escola. E alguns militantes que invadiram tais instituições de ensino atrapalhando a formação dos próprios colegas prestaram a avaliação em endereços que não tinham sido invadidos. Uma matéria do UOL enumerou alguns exemplos, mas as redes sociais apontaram ainda mais casos flagrados nas publicações que os próprios invasores faziam no Twitter ou Facebook.
É um absurdo.

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