segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Aprenda, Temer: Fidel foi um líder de convicções macabras e marcou segunda metade do século 20 com morte e horror

Conforme a Jovem Pan, o presidente Michel Temer lançou uma breve mensagem à imprensa, na qual disse que o ditador Fidel “foi um líder de convicções”. “Marcou a segunda metade do século 20 com a defesa firme das ideias em que acreditava”, diz o comunicado à imprensa.
Sejamos realistas: a mensagem até que não é das piores – principalmente se compararmos com as mensagens nojentas e vomitivas de apoio feitas pelo pessoal da esquerda e especialmente da extrema-esquerda -, e Temer precisava escrever alguma coisa. Na hora de lançar uma “homenagem”, o presidente e saiu dizendo que “Fidel era um homem de convicções”. É quase o mesmo elogio que Trump fez à Hillary no segundo debate.
Mas como não estamos na mesma posição de Temer, podemos dizer claramente que não significa nada alguém “defender firmemente as ideias em que acredita”. Todos os grandes genocidas aparentam ter convicções em suas ideias. Mas qualquer estuprador ou assassino também tem convicções em relação ao crime que vai cometer. Logo, qual o mérito em “ter convicções”?
Fidel tinha as piores convicções do mundo: ele acreditava que conseguiria ter escravos, matar muita gente e criar um paraíso de prostituição em seu país. Suas convicções macabras deram certo.
Foi assim que ele marcou a segunda metade do século 20 com morte e horror.
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