sábado, 5 de novembro de 2016

Descobriu porque o STF é responsável pela impunidade no Brasil?

A aspiração de todo corrupto é: ser tratado no Hospital Sírio Libanês e JULGADO NO STF.

A impunidade tem um pai e ele ontem, acintosamente, assumiu a paternidade. Quando todo o Brasil esperava que a Suprema Corte fizesse jus ao dinheiro que recebe dos nossos impostos, eis que Dias Toffoli querendo soletrar o que lhe foi apresentado, pediu vistas e, com isso, poderá segurar o julgamento até que termine o tempo de Renan como presidente do Congresso. 
Dessa forma, o sujeito continuará impune e dando as ordens, segundo ele, aos “juizecos” que se insurgirem contra os seus interesses.
Quando a ação da Rede foi protocolada, em maio, o objetivo era pedir o afastamento do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara. Porém isso não foi necessário, pois no mesmo mês, o próprio STF o afastou do cargo a pedido da Procuradoria Geral da República.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quinta-feira (3) para impedir que um réu em ação penal possa assumir a presidência da Câmara, do Senado e do próprio STF.
O julgamento, no entanto, foi interrompido com um pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que disse precisar de mais tempo para analisar o tema. A sessão foi interrompida após 6 dos 11 ministros da Corte votarem para impedir que um réu esteja na linha de sucessão presidencial.
Não há data para retomada da análise e, portanto, para uma decisão definitiva da Corte sobre o assunto. Em tese, os ministros que já votaram podem alterar o entendimento quando o julgamento for retomado.
Votaram para barrar réus da linha sucessória os ministros Marco Aurélio Mello, Luiz Edson Fachin, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Celso de Mello.
Faltam votar: Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia. Por “motivos pessoais”, Luís Roberto Barroso optou por não participar do julgamento.

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