domingo, 27 de novembro de 2016

Dicionário Oxford se rende ao esquerdismo bocó e escolhe um embuste como “palavra do ano”

O Dicionário Oxford da Língua Inglesa é uma verdadeira instituição. Ele foi publicado pela primeira vez no ano de 1884 e por óbvio é uma das mais fortes referências quando se trata desse idioma.
Assim, imagina-se que estaria imune aos modismos ideológicos mais imbecis, certo? Não exatamente.
Em seu já clássico ritual de escolher a “palavra do ano”, a publicação resolveu atribuir a 2016 uma expressão carregadíssima da mais pesada tinta do esquerdismo: pós-verdade (post-truth). Sim, já começa com o fato de que “a palavra” do ano é na verdade um substantivo formado por DUAS palavras, mas um detalhe como este jamais atrapalharia a missão ideológica.
Vamos lá. A tal “pós-verdade” é um embuste. Nada mais nada menos que um embuste esquerdista.
A grande mídia, com aplauso dos intelectuais canhotos, passou a adotar essa expressão como uma desculpa para suas sucessivas derrotas. Afinal, disseram que não rolaria o Brexit, e ele aconteceu; falaram que Trump nem mesmo seria nomeado candidato, e não apenas o foi como ainda por cima faturou.
Não é necessário pós-doutorado para perceber que a imprensa está sem relevância. Mas ela não dá o braço a torcer e diz que as coisas seguiram um rumo diferente porque “espalharam mentiras”. Isso mesmo. Uma grande e complexa rede de divulgação de lorotas fez com que as maiores democracias do mundo decidissem contra o esquerdismo.
É demais. E o espanto é ainda maior pelo fato de o Dicionário Oxford cair na esparrela.
Ao fim e ao cabo, “pós verdade” é quase o CONTRÁRIO do que alegam significar. A mídia sempre falou sozinha e nunca teve problemas para impor suas versões, mas agora as redes sociais mudaram isso e o que se faz, com êxito, é DESMENTIR as lorotas da imprensa.
Claro que há notícia falsa ou “site fake”, mas o que chamam de pós-verdadeiro é nada menos que a própria verdade, usada para desmentir a também boa e velha mentira.
Apenas isso.Dicionário Oxford se rende ao esquerdismo bocó e escolhe um embuste como “palavra do ano”.

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