quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Em tempos difíceis... ✰ Artigo do General de Brigada Paulo Chagas

Caros amigos
Não existe governo perfeito. Excetuando Lula da Silva e Dilma Rousseff, que pactuavam visceralmente com a mentira, nenhum Presidente da República seria capaz de julgar perfeita a sua gestão.
Nas condições atuais do País, por todas as razões da lógica e das evidências, não poderia pensar de outra forma o nosso Presidente Michel Temer, figurante privilegiado dos bastidores da trama e da incompetência que nos levou à bancarrota e que, hoje, exige dele e de todos os brasileiros excluídos do “foro privilegiado” o estabelecimento de um teto de gastos públicos e privados para que as respectivas contas se ajustem aos orçamentos.
Qualquer cidadão responsável e cioso de suas obrigações e finanças sabe que não há outra saída quando uma situação como esta se abate sobre uma empresa ou sobre uma família.
A aprovação, portanto, da Emenda Constitucional que estabelece o teto é uma precondição inarredável para que possamos, em futuro ainda não definido, voltar a um nível de normalidade financeira que nos permita explorar e usufruir do imenso potencial do Brasil.
Apesar dessas conclusões óbvias, há uma minoria de parlamentares, de intelectuais orgânicos da docência, de dirigentes sindicais e de arruaceiros famintos de sua ração regular de mortadela, todos de alguma forma comprometidos com a enfermidade política, econômica, social e moral de que padece a Nação, que, pateticamente, insiste em querer “parar o País” e tumultuar a vida dos que, apesar das dificuldades, querem participar e acelerar o processo de recuperação.
Para vencer as dificuldades e dar novo rumo e nova cara ao Brasil, é fundamental que o Presidente Temer domine o seu perfil de político, assuma uma postura de estadista, mais condizente com o cargo executivo que ocupa e que revele ao povo de Santa Cruz a verdadeira extensão e a profundidade da crise, legado maldito cuja construção contou com a colaboração do seu silêncio.
Em tempos difíceis, de angústia, de insegurança, de sofrimento, de dúvidas e desconfianças ressalta a necessidade de um líder desassombrado, assumido de suas responsabilidades – passadas, atuais e futuras - que saiba colocar-se ao lado dos filhos da Pátria, os que sofrem as consequências do caos e que, no final das contas, terão que fazer o grande esforço pela recuperação da Mãe Gentil, vítima daqueles outros filhos que lhe adoram a própria morte!
Paulo Chagas - General de Brigada

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