segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Mídias & Comentários ✰ E. Locht

Assistimos uma entrevista da economista Mirian Leitão com o governador do Rio de Janeiro. A sua tranquilidade aparente me decepcionou. As respostas dele, com denúncias e informações gravíssimas, nos levaram a imaginar um funcionário público de primeira linha, que dizia; Já fiz a minha parte, agora vou esperar para ver o que acontece.
Numa situação dessas penso que ninguém pode esperar o que acontece quando quase tudo que acontece depende de suas atitudes, por exemplo, a redução remuneratória dele e de todos os que o ajudam a governar. Pergunto-me, será um governador perfeito? Nada pode ser reduzido em seu governo. Não há nenhuma despesa a ser cortada?
Isto me levou a uma antiga tese que dizia “O Brasil é um dos países mais mal administrados do mundo”. Tudo funciona na base das emoções sintetizada na frase “aos amigos tudo, aos outros nem a lei, sigam os costumes! Aliás, tive um amigo, já falecido, que assim pensava e quando eu percebia dizia lhe falando baixinho em seus ouvidos “nem a lei NE”?” ele sorria como se recebesse o maior dos elogios.
Tenho saudades imensas dele, mas não é assim que as coisas devem funcionar nas organizações, pois, elas podem se transformar em máfias falidas, como hoje acontece no Brasil.
E. Locht.

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