sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Se Dias Toffoli não pedir vista novamente, Renan poderá ser o mais novo réu da Republica

No Brasil, ser político é um ser especial e se o dito cujo for corrupto, passa ser mais especial ainda.

Depois de ter se passado 09 (nove anos) o STF poderá aceitar a denúncia do processo o qual envolve Renan Calheiros, Mônica Veloso e a empresa Mendes Júnior.
Para o leigo e/ou incautos, a ideia é de que a Corte parece ter medo de punir políticos corruptos. Esse processo no qual Renan é acusado de receber propina de uma empreiteira há anos, passa de mão em mão ou de gaveta para gaveta e ninguém na Corte tem a coragem de relatar e, por isso o inquérito nunca foi posto em pauta. Aliais, chegou a entrar, mas foi retirado.
Por desleixo ou qualquer outra coisa que o valha, os ministros do STF deixaram que, alguns crimes imputados ao presidente do Senado, prescrevessem. No entanto, Renan também é investigado em outros onze inquéritos no Supremo, sendo oito relacionados à Operação Lava Jato, por suspeita de participação dele no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras. 
Conforme a denúncia da PGR, o senador do PMDB forjou documentos para justificar o dinheiro que recebeu da construtora Mendes Júnior. O episódio, envolvendo a jornalista Mônica Veloso, descoberto em 2007, levou Renan, à época, à renúncia do cargo de presidente do Senado. Mas visualizando a impunidade eterna, voltou e voltou pior do que era, porque agora também está envolvido em mais uma dezena de processos.
Mas tudo poderá acabar em PIZZA, se o Ministro Dias Toffoli ou ministro Ricardo Lewandowski acharem que Renan é um “santo de pau oco” e não merece passar pelo constrangimento de se tornar réu, nesse caso, com certeza, pedirão vistas e o processo voltará para as gavetas fatídicas desse Tribunal que, de um tempo pra cá, perdeu totalmente a credibilidade com a população brasileira.

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