sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Se o Brasil fosse um país sério, Sérgio Cabral e seu bando pegariam prisão perpétua

Se hoje, o povo do Rio de Janeiro está sofrendo, e comendo o pão que o diabo amassou, todo Brasil sabe quem são os culpados.

Segundo a imprensa, o procurador que acompanhou o cumprimento dos mandados de prisão e busca e apreensão contra Wagner Jordão Garcia, informou ao juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Estado, que às 5h55 da quinta-feira passada, quando a operação foi deflagrada, o ex-assessor de Cabral desceu pelo elevador do edifício onde mora com 22.000 reais em dinheiro vivo, alocados dentro de uma maleta.Existe no MPF a desconfiança de que, a operação Calicute vazou, pois Wagner Garcia, um dos ex-assessores do ex-governador e corrupto, Sérgio Cabral, tentou fugir pouco antes de a Polícia Federal bater à porta de sua casa, no Leblon, Zona Sul do Rio.
Seguindo o exemplo do competente e corajoso Sérgio Moro, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, aceitou pedido do Ministério Público Federal de prorrogar a prisão do empresário Paulo Fernando Magalhães Pinto, apontado por procuradores como sendo o ‘laranja’ do ex-governador Sérgio Cabral. Paulo Fernando divide, desde o último dia 17, a cela C6 de Bangu 8 com o ex-governador e outros quatro acusados de integrar uma organização criminosa que cobrou propinas de 224 milhões de reais por grandes obras realizadas pelo governo do Rio de Janeiro.

Um comentário:

Anônimo disse...

Sérgio Cabral tinha um codinome na joalheria Antonio Bernardo.
Na contabilidade clandestina da loja, ele era denominado “João Cabra” e sua mulher, Adriana Ancelmo, “Lourdinha”.

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