sexta-feira, 21 de abril de 2017

Presidente, vete a Lei de Migração, que destrói a soberania do povo brasileiro

 
O Senado Federal enviou para sanção presidencial a nova LEI DE MIGRAÇÃO. Esta lei, em termos práticos, deixa a política migratória brasileira na mão de organismos internacionais (por exemplo, ONU e UNASUL), sem nenhuma representatividade junto ao povo brasileiro e sem nenhum tipo de limite à quantidade de imigrantes que queiram vir para o Brasil. Como disse o Ministro da Justiça: podem vir mil, dez mil, cem mil por ano, todos são bem-vindos.
O problema é que, se o Brasil já não consegue oferecer serviços públicos de qualidade a seu povo, como os proverá para "cem mil por ano"? Essa lei garante que qualquer estrangeiro que deseje permanecer no Brasil tenha acesso a todos os serviços públicos (saúde, previdência, etc.) como se fossem brasileiros. Quem pagará essa conta?
Não podemos aceitar essa lei tal como foi redigida e aprovada pelo senado. Se estiver de acordo, assine a campanha para enviar um e-mail à secretaria de governo do presidente Michel Temer e pedir que a lei seja vetada:
Outro ponto problemático: o controle de criminosos ficará comprometido, pois a lei possibilita a "não criminalização da imigração". Aos estrangeiros são concedidos direitos de cidadãos, tais como a formação de partidos políticos e de sindicatos. Mas estão eles comprometidos com a coisa pública do Brasil ou com interesses de forças e de entidades externas?
A nova lei de migração viola os princípios da soberania nacional e expõe as fronteiras brasileiras ao risco de qualquer pessoa adentrar nosso território para qualquer fim, sem sofrer o devido controle. Fronteira não é apenas um conceito na lei: fronteira são os limites geográficos entre os países, o que delimita sua materialidade. O presente projeto de lei implica a diluição desses limites, e, justamente porque nosso território se tornará indeterminado ou não delimitado, o país se verá exposto a possíveis conflitos com países vizinhos. Ao oferecer livre acesso, essa lei torna mais difícil o combate ao tráfico de drogas, de armas, de pessoas em nosso território, afetando a segurança publica. Ela também permite a criação de espaços de cidadania e de livre circulação das pessoas. Dessa forma se criarão diversos enclaves de estrangeiros em pleno território brasileiro.
Nosso país vive hoje diversas crises: crise de confiança, crise moral, crise econômica, crise de emprego, crise previdenciária, crise na saúde, crise tributária, e em especial crise na segurança pública: por ano são dezenas de milhares de assassinatos e de estupros, além do fato de que milhões de armas ilegais entram por nossas fronteiras, o que dá amplo poder ao crime organizado e a narcotraficantes.Pois bem, quanto tudo isso não se agravará se não se vetar a nova lei de migração! Leis que permitem um mundo sem fronteiras falharam na Inglaterra, na Bélgica, na Alemanha, na Suécia, na França, na Holanda, todos os quais são países ricos, ao contrário do Brasil. Hoje tais países são reféns de seu discurso migratório permissivo, e seus cidadãos passam a sofrer a discriminação reversa. Não é difícil imaginar o que ocorrerá em nosso país se não for vetada a lei de migração em pauta.
Antes de propor uma lei para receber centenas de milhares de refugiados ou imigrantes sem controle nem limite, nossos representantes deveriam compreender que qualquer absorção de migração só pode ser feita na medida em que se tenham condições de absorvê-la e sustentá-la.
Por fim, considerando que a União Europeia já manifestou interesse em remanejar refugiados para fora da Europa, com a aprovação de tal lei de migração o Brasil correrá sério risco de tornar-se seu natural escoadouro, com todas as consequências dramáticas que daí advirão.
Mais uma vez, muito obrigado por sua contribuição!
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO
Para assinar a petição

Nova lei de imigração vai dar nisto

Não é piada: Odebrecht descobriu que roubavam internamente o “departamento de propina”

O setor tinha pouco controle interno.

Como se sabe, a Odebrecht criou um “setor de propina”, denominado “Departamento de Operações Estruturadas”, que realizava os pagamentos não exatamente ortodoxos. Pois bem: descobriram que houve roubo interno até mesmo lá.
Sim, isso mesmo: roubaram de quem já estava fazendo trambique.
Tudo porque, obviamente, tal departamento tinha um controle menos rígido, já que nem tudo era documentado e planilhado. Havia brechas, portanto, para que algumas verbas fossem subtraídas, num caso que evoca aquele dito dos “cem anos de perdão”.
Como o total de pagamentos, em nove anos, chegou a mais de R$ 10 bilhões, resta saber quanto foi “desviado do desvio”. Talvez não tenha sido pouca coisa.

Bolsonaro coloca Anthony Garotinho no seu devido lugar

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"Eu me prontifico a falar sobre tudo", diz Palocci a Sérgio Moro

Ex-ministro dos governos Lula e Dilma prestou depoimento de cerca de duas horas ao juiz Sergio Moro

Ao encerrar o seu depoimento, de cerca de duas horas, perante o juiz Sergio Moro, o ex-ministro dos governos Lula e Dilma Antonio Palocci “pediu licença” para dizer que está à disposição da Justiça para “falar sobre tudo”. Mais especificamente, afirmou que pode entregar fatos, “com nomes, endereços e operações de interesse da Lava Jato”.
“Fico à sua disposição. Todos os nomes que optei por não falar aqui por sensibilidade da informação estão à sua disposição para o dia que o senhor quiser. E se o senhor estiver com agenda muito ocupada e determinar uma pessoa, eu imediatamente apresento todos esses fatos, com nome, endereço, operações realizadas e coisas que certamente vão ser do interesse da Lava Jato, que realiza uma investigação de importância”, afirmou o petista, acrescentando que as informações podem abrir um “caminho” que pode render mais um ano de trabalho a Moro. “Mas um trabalho que faz bem ao Brasil”, completou.
A declaração do homem forte dos governos petistas acontece num momento em que crescem os rumores de que ele esteja negociando um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato. Durante o interrogatório, ele deu sinais do que pretende contar aos investigadores. Citou, por exemplo, uma “grande personalidade do meio financeiro” que lhe procurou para falar sobre recursos de campanha em nome de “uma autoridade do primeiro escalão do governo”. Ele ressalvou, no entanto, que não poderia revelar os nomes por estar em uma audiência pública. “Mas, em sigilo, eu lhe falo a hora que o senhor quiser”, disse a Moro.
Também deu a entender que tem conhecimento de irregularidades praticadas em outros setores da economia que não o petroquímico, como o de comunicação, frigoríficos e da construção civil. Ele ainda ironizou a percepção geral de que “todos os governos, [inclusive o do qual ele integrou], trabalharam só em função da Odebrecht”.
Palocci está preso em Curitiba desde setembro de 2016, quando foi alvo da 35ª fase da Lava Jato, a Omertà. Ele é acusado formalmente de corrupção e lavagem de dinheiro por ter, segundo a procuradoria, atuado em favor da Odebrecht nas tratativas da Medida Provisoria 460, na operação de navios-sondas da Petrobras e na liberação de financiamento do BNDES em obras em Angola em troca de propinas pagas ao PT.
Apesar de se mostrar disposto a revelar novos casos, Palocci foi enfático em negar todos os atos ilícitos pelos quais é acusado. Explicou que era comum os empresários o procurarem para fazer doações ao partido, mas que os orientava a entrar em contato com os tesoureiros. Ele apenas “reforçava” alguns pedidos junto ao empresariado se houvesse emergência de pagamentos, conforme o depoimento. “Nunca pedi recursos para empresas enquanto ministro. Nunca pedi recursos para sondas. Nunca pedi recursos fora do Brasil. E nunca pedi ou operei caixa dois”, afirmou.
Palocci enfatizou a Moro que não seria hipócrita de dizer que não houve pagamento de caixa dois nas campanhas petistas, mesmo que as contas tivessem sido aprovadas pelos tribunais eleitorais — justificativa dada pela maioria dos políticos suspeitos do delito. “É preciso dizer a verdade. O senhor sabe que nas campanhas do Brasil existia o pagamento não contabilizado de forma generalizada. Não vou ser hipócrita de dizer que nunca vi, que não sabia”, disse. Moro, então, lhe perguntou se isso incluía o PT. “Eu digo de todos o partidos. Essa é uma situação mais do que óbvia e conhecida por todos”, respondeu ele.
No depoimento, o ex-ministro também tentou convencer o juiz de que não é o “Italiano” nem o “Itália”, codinomes que aparecem nas planilhas de contabilidade da Odebrecht associados a valores. “Ninguém me chamava assim. Italiano pode ser eu como 40 milhões de brasileiros”, ironizou.
Sobre o seu relacionamento com a Odebrecht, ele confirmou que manteve contato estreito com a empreiteira desde o fim da década de 90, quando foi prefeito de Ribeirão Preto. “Eles tinham muito interesse em conhecer o PT”, disse. Segundo ele, os seus principais interlocutores na empresa eram Emílio e Marcelo Odebrecht (pai e filho), pontuando o estilo diferente de cada um no comando da holding. “Enquanto, com Emílio, tínhamos uma empresa que discutia cenários amplos, de Brasil e mundo a longo prazo, o Marcelo era um guerrilheiro das causas da empresa, olhava projeto por projeto. Se em três reuniões com o seu Emílio, não se tratava de um assunto sequer da empresa; com o Marcelo, em dez minutos se tratava de cinco ou seis temas de interesse da companhia”, relatou.
Palocci foi ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma Rousseff (2011), ministro da Fazenda da gestão Lula (2003 a 2006), e deputado federal por dois mandatos.

O 21 de abril segundo Sponholz

Vem mais uma lista de Fachin que poderá provocar até uma onda de suicídios

Novas informações de delatores – todos os dias surgem algumas – incluem os nomes do ex-presidente Lula, Antônio Palocci, Eduardo Cunha, Edson Lobão e outros que estão na lista sigilosa do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). 
As reações já são do conhecimento geral. Veremos, ouviremos ou leremos dizer que nada têm a ver com propinas, que ninguém recebeu nada, que não conhecem ninguém ligado à empresa Odebrecht, que tudo foi declarado aos órgãos fiscalizadores etc. Há um detalhe que não pode ser desprezado. Todos eles possuem bens incompatíveis com os rendimentos que recebem, principalmente os que têm mandatos eletivos, que recebem remuneração altíssima, mas mesmo assim seus bens extrapolam limites de valores lógicos. 
Esse problema pode ser esclarecido com a quebra dos sigilos bancários e fiscais deles e de seus familiares. A Receita Federal, que é bastante eficiente quando se trata do cidadão comum, poderia muito bem auxiliar no esclarecimento sobre tais discrepâncias. E ainda vem mais coisas por aí, uma vez que Antônio Palocci, sentindo-se abandonado pelo PT, está prestes a fazer uma delação premiada. Se ele abrir a boca, vai ter gente enfartando. E não é só ele. Outros delatores, da Queiroz Galvão, OAS, Andrade Gutierrez, Delta e outras empresas ligadas aos esquemas de Lula, e mais alguns petistas poderão dar uma forte pancada na cabeça da “jararaca”. 
Vamos aguardar, porque teremos muita emoção nos próximos episódios dessa longa novela que o Brasil assiste, e que para o último capítulo estão previstas as mortes de muitos “bandidos” que hoje se apresentam como “mocinhos”, mas que são falsos.

Alexandre Garcia comenta o fim de Lula e ironiza a CUT com medo de Bolsonaro

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As mulas do PT e do PTB se merecem ? Com certeza se merecem ✰ Opinião de Polibio Braga

O editor ficou perplexo, ontem a tarde, quando viu e ouviu Carlos José Vieira Machado da Cunha – ex-diretor Supervia, controlada pela Odebrecht Transportes, narrar de que modo uma mula do PTB, enviado pelo então deputado Luiz Fernando Fleury, abaixou as calças na sua frente e socou milhares de reais de propina na meia-calça. O sujeito não era mulher e nem transsexual.
Na nota a seguir, vai a história completa contada pela Globonews as 14 horas.
Machado da Cunha ainda não tinha aparecido.
São muitos os delatores da Odebrecht (78 no total) e cada um tem uma história mais escabrosa do que a outra para contar.
A imagem que o editor recapturou do córtex cerebral foi a do assessor do ex-líder do governo Dilma Roussef, o irmão de José Genoíno, no caso o deputado José Guimarães, e as mechas de dólar sujo que escondeu na cueca.
Essa gente do PT é rafuagem da pior espécie, mas o PTB parece determinado a bater o recorde de escracho.
Eles se merecem.
Polibio Braga

Assim que os militares sairam do Poder, o esquema começou ✰ Emílio Odebrecht

TCU multa Jaques Wagner em R$ 15 mil por ter nomeado marido de Ideli Salvatti para cargo nos EUA

Marido da ex-ministra foi transferido para Washington. 
O relator pediu a inabilitação do ex-ministro, mas a proposta não foi aprovada pelo plenário.

O Tribunal de Contas da União (TCU) multou em R$ 15 mil o ex-ministro Jaques Wagner por nomear o marido da também ex-ministra Ideli Salvatti para um cargo na Junta Interamericana de Defesa, em Washington, nos Estados Unidos. O marido de Ideli Salvatti, Jeferson Figueiredo, é 2º Tenente Músico do Exército.
Em seu voto, o ministro relator do processo, André de Carvalho, chegou a pedir a inabilitação de Jaques Wagner para cargos públicos por seis anos, mas o plenário da corte de contas acatou a proposta do ministro revisor, José Múcio, que considerou a inabilitação uma pena desproporcional.
A assessoria do ex-ministro Jaques Wagner informou que o plenário derrubou a tese do ministro relator e que tudo que foi feito pelo ex-ministro da Defesa estava dentro do parecer da Advocacia-Geral da União. A assessoria informou que Wagner não decidiu se recorrerá do pagamento da multa, mas disse que “a multa é passível de recurso”.
O ministro Carvalho destacou que por 22 meses, 19 vagas semelhantes a que foi ocupada por Figueiredo ficou desocupada e o então ministro Jaques Wagner só determinou a ocupação dessa última vaga quando Ideli Salvatti foi transferida para os Estados Unidos. O ministro afirmou ainda que a transferência foi feita sem a devida consulta do Superior Comando Militar. “Ele foi deslocado porque era marido da ex-ministra”, disse.
A transferência ocorreu em agosto de 2015. Na época, a ex-ministra foi nomeada para o cargo de assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA), também em Washington.
Durante a sessão o ministro Walton Alencar afirmou que a proposta de inabilitar Jaques Wagner feria o princípio da proporcionalidade e que qualquer militar transferido para o exterior consegue emprego para a esposa em órgão público no local. “É um fato público e corriqueiro”, afirmou o ministro.

Situação de Lula se complica na Lava Jato ✰ Comentário de Vera Magalhães

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Polícia Federal descobre dois planos para assassinar o juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro

Já foi determinado reforço em sua segurança.

Como se sabe, a Operação Lava Jato não é restrita a Curitiba. Além do STF, que julga autoridades com foro privilegiado, há também um desmembramento no Rio de Janeiro, a cargo do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal.
Pois a PF investiga ameaças a Bretas, e pelo menos dois planos de assassinato foram descobertos.
O desembargador André Fontes, presidente do Tribunal Regional da 2ª Região, determinou reforço na segurança do juiz ameaçado.
A equipe da Polícia Federal investigando o caso no RJ é de Brasília, e é a mesma que apurou as ameaças contra Sergio Moro, que, embora tenha recusado inicialmente a escolta, passou a ser protegido dessa forma a partir de março do ano passado.

Aquela certeza de que você mora em um "país sério"!

Aquele momento em que você tem absoluta certeza que vive num "país sério"

Procurador Geral da República pede retorno imediato do goleiro Bruno à prisão

Rodrigo Janot solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da decisão que libertou goleiro. 
Bruno foi solto graças a liminar concedida por Marco Aurélio Mello

O retorno de Bruno aos campos corre risco de ser abreviado. Nesta quarta-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da decisão que liberou o goleiro da prisão. Bruno foi solto em fevereiro deste ano por uma liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, que entendeu que o jogador poderia aguardar em liberdade enquanto o caso não é julgado em segunda instância. Em março, ele assinou com o Boa Esporte, de Varginha (MG), e na última quarta-feira, conquistou sua primeira vitória em sua volta ao futebol profissional.
Bruno foi preso em 2010 e, três anos depois, condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio e por sequestro e cárcere privado do filho Bruninho. Janot argumentou que o processo está demorando para ser analisado na segunda instância em razão de recursos apresentados pela própria defesa, que estariam postergando o julgamento. 
O caso estava inicialmente com o ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em janeiro. Por se tratar de uma medida de caráter urgente (pedido de liberdade a alguém preso sem condenação definitiva), a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, havia encaminhado o caso ao ministro Marco Aurélio Mello, que determinou a soltura de Bruno. No entanto, com a chegada de Alexandre de Moraes para a vaga de Zavascki, o novo ministro herdou a maioria dos processos, incluindo o de Bruno. O habeas corpus do goleiro está na pauta da Primeira Turma do STF da sessão da próxima terça-feira.
Em nota, o advogado Lúcio Adolfo, que representa Bruno, afirmou que não contribuiu para a demora do processo e que cumpriu todos os prazos previstos em lei. O defensor questionou o entendimento do procurador sobre o andamento processual.
"Se não causa espanto ao procurador a demora de mais de quatro anos para não julgar uma apelação quando Bruno Fernandes estava preso, a este advogado causa espanto a subida aceleração quando ele foi solto", afirmou. A defesa destacou ainda que, após a liberdade, Bruno não colocou em risco a ordem pública e começou a trabalhar imediatamente.

Veja a que ponto chegam as ameaças ao juiz Sérgio Moro

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Idacil, é um dos vermes zumbis, que provavelmente pertence a algum sindicato dominados pela excrecência do pt - partido do mensalão/petrolão...

Lula esta mais perdido do que cachorro em dia de mudança

Hoje, no Brasil, só quem acredita em Lula ou finge acreditar, são os seus advogados de defesa. Até porque, não só defendem o corrupto, como também defendem o dinheiro que estão ganhando e/ou irão ganhar se conseguirem convencer a Justiça de que somente o seu cliente fala a verdade.
Acreditem! O cerco se fecha e “Lula Brahma” é um sujeito derrotado e sem rumo. Diante do que dizem os delatores, que explicam, justificam e só faltam desenhar, chega-se à conclusão que o “homem mais honesto do mundo” perdeu: Marisa Letícia; a descompostura; o Tríplex do Guarujá; o Sítio de Atibaia; as amizades de Léo Pinheiro, Emilio e Marcelo Odebrecht; as palestras, altamente, remuneradas; os graúdos “pixulecos” e, mais perdido do que cachorro em dia de mudança, está se borrando todo, só em pensar ficar diante do Juiz Sérgio Moro.
Nas minhas andanças na vida, conheci uma senhora chamada Esmeralda, que em suas conversas diárias, sempre dizia: “é mais difícil pegar um coxo do que um mentiroso”. Segundo ela, o mentiroso, não consegue olhar nos olhos de quem o interroga e o juiz da Lava Jato tem a virtude de descobrir quando o acusado está mentindo. Este é o medo de Lula, que no dia 03/05/2017, fará de tudo para, não só enganar Moro, mas toda população mundial que, provavelmente, estará ávida em ver o juiz desmascará-lo e, se possível, mandá-lo para o xadrez.
Porém, segundo a imprensa, em conluio com Renan Calheiros e outros corruptos que, assim como ele, estão tentando se salvar da cadeia, espera que o projeto idealizado pelo senador alagoano, para amordaçar a Justiça e apear a Lava Jato, seja aprovado antes do terceiro dia de maio, pois assim e, só assim, ele talvez tenha chance de escapar e até voltar a ser presidente. O que seria uma desgraça para o povo brasileiro. VEJAM O QUE O MALUCO DO NÍCOLAS MADURO ESTÁ FAZENDO COM O POVO VENEZUELANO.

5º Encontro Off-Road - Imbituva PR


Garota faz dancinha sensual no meio da rua e acaba causando grave acidente, assista

Era para ser apenas uma cena de uma garota dançando na rua. Mas a performance improvisada acabou bem mal. A moça rebola na calçada de uma cidade não identificada na Ucrânia. Mas parece que os passos distraíram um motorista e um motociclista que passavam pelo local. O carro, uma BMW, e a moto se chocaram bem na frente da dançarina, numa colisão assustadora.
A gravação, de pouco mais de 1 minuto, mostra a ucraniana, de quem não se sabe o nome, fazendo twerk, a famosa dancinha erótica, para uma amiga com um Smartphone na mão. O vídeo, postado por um anônimo nas redes sociais, foi compartilhado milhares de vezes e teve, até esta terça (18), mais de 500 mil visualizações no YouTube.
A batida faz com que destroços voem em direção à dançarina e à moça que estava filmando a garota. Ela tenta fugir, mas... A moto desliza pelo asfalto e acostamento, até cair bem perto da garota. Acaba derrubando a moça e a pessoa que estava filmando. Ela não se machucou, mas o susto foi grande. Já o motociclista... Teve uma perna fraturada, de acordo com informações do jornal britânico Daily Star. O motorista da BMW não se machucou. 
Assista o vídeo:
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Maria do Rosário se irrita com repórter

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Dentadura do senador Hélio José cai durante discurso. Veja no vídeo

Episódio aconteceu nesta terça-feira, enquanto o peemedebista participava de uma audiência pública que discutia a MP765

O senador Hélio José (PMDB-DF) passou por uma situação constrangedora na tarde desta terça-feira (18/4). Enquanto discursava em uma audiência pública que discutia a MP 765 (que altera a remuneração e reorganiza a carreira de alguns servidores públicos), o peemedebista viu sua prótese dentária sair da boca.
Em um primeiro momento, Hélio tenta — de maneira pouco discreta — recolocar a prótese no lugar. "Estou com o dente quebrado", justificou.
Sem sucesso, o senador decide, então, retirá-la e guardá-la no bolso. "Vou tirar isso aqui", exclamou, enquanto os membros da mesa riam da situação. O episódio foi transmitido ao vivo e está disponível no canal da TV Senado no YouTube.
Confira a cena:
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21 de Abril - Dia da Heróica Defesa de Veracruz

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Efeito Trump? Com 19% em pesquisa, Jair Bolsonaro consolida sua candidatura a 2018

Pouco tempo atrás, a citação de Jair Bolsonaro como concorrente à Presidência da República era motivo de chacota entre “especialistas”. Sim, aqueles de sempre. Ele não teria voto, não haveria eleitorado, o povo repudiaria um discurso mais firme. Sim, aquilo de sempre.
No levantamento realizado pelo Data360, do portal Poder360, ele aparece na segunda colocação em todos os cenários, e num deles chega a empatar tecnicamente com Lula na liderança. Ou seja, não era nada do que diziam os “especialistas”. Tais números são de candidatura consolidada.
Provavelmente, como também ocorreu com Donald Trump, boa parte dos analistas políticos das grande imprensa vão ignorar o fato, vão minimizar, relativizar ou até continuar com as piadas. De todo modo, fica cada vez mais nítida a bolha ideológica e partidária que fecha boa parte dos “formadores de opinião”, afastando-os do que realmente pensa (e quer) o povo de verdade.
Por fim, os novos números atrairão o interesse de mais partidos quanto à sua candidatura.

Postagem dedicada aos heroicos militares de 1964

Lula desafia Moro: Tá pra nascer o homem que me faça ir 87 vezes à Curitiba.

Ao saber da decisão de Moro, Lula achou tratar-se de uma brincadeira. Ao perceber a seriedade da situação externou sua onipotência:
- Tá pra nascer um homem que me faça ir 87 vezes à Curitiba. Se ele se acha poderoso por ser Juiz, eu sou Luiz Inácio Lula da Silva, não esses "bonecos", que ele costuma prender.
Desnecessário comentar sobre volume do destempero.
Aos berros ordenava advogados que dessem um jeito de acabar com a palhaçada ou procurar outro emprego.
Surtou legal. Conhecido por não medir palavras ou temer consequências, dessa vez se superou.
De nada adiantava pedir calma. Transtornado, deixava claro jamais ter sido afrontado dessa forma e que não aceitaria tamanha humilhação.
Perplexidade total. Ninguém de sua equipe, ou de qualquer outra, poderia imaginar tacada de Moro nesse nível. Genial, sob todos os aspectos e 100% de acordo com a Lei.
Réu tem a prerrogativa de se fazer representar por Advogados se assim o desejar, desde que tenha concordância do Juiz.
Manobra vista como decisão a fazer parte da "bibliografia" do Direito no Brasil.
Sem dúvida, não bastasse o conjunto da obra, Moro entrou definitivamente pra História.
Lula também ficará marcado. De Rei a Bobo da Corte.
Começa a quebra de braços jurídica. Seguem recursos e contestações. O esperado é a Defesa diminuir consideravelmente o legal, mas abominável sob todos os aspectos, número de testemunhas e Moro liberar Lula de comparecer.
A tapuia perfeita. Independente do desenrolar, Moro sai fortalecido e Lula desmoralizado, principalmente com relação à Truculência de macho que resolve tudo na "Pexeira".
Ficará quietinho e dançando conforme batuta do Magistrado.
O estrago está feito. Overdose de Malandragem, Moro efeito colateral.
Por um lado, constrangimento e humilhação de ter de recuar, colocarão Lula no seu devido lugar, mas ainda é insuficiente.
Passou da hora de curvar a Coluna desse Rei de Império imaginário, fazendo-o calar a boca, respeitando autoridades e Instituições.
Mais uma vez esse Cidadão desacatou a figura do Dr Sérgio Moro e essa atitude é crime previsto em Lei.
Resta tênue preocupação com o imponderável, mas não impossível, em se tratando do País da Inversão de Valores, onde verbos relativizar e criminalizar, se tornaram protagonistas, reduzindo Leis, ao "a quem interessar possa.
Se Lula não comparecer e os 87 se confirmarem, entregue o País aos Vermelhos e saia, antes que fechem as Fronteiras.
José Romario Oliveira Filho

Lula, o psicopata ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

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Como é que Lula teve e ainda tem essa importância na história política brasileira? 
O comentarista Marco Antonio Villa é direto: “Lula é sinônimo de crime”. 
Assista ao comentário completo.

Indicar 87 testemunhas é um exagero. Afinal, Lula não fez nada em praça pública

Lembrando o que já ocorrera quando do julgamento do “Mensalão do PT”, que levou o então ministro Joaquim Barbosa a reclamar pela demora da conclusão do processo, os advogados do ex-presidente Lula arrolaram nada menos que 87 testemunhas em um dos processos que ele responde na Operação Lava-Jato, sob a alegação de era para garantir o amplo direito de defesa, um dos pontos altos da democracia. 
No entanto, tudo não passa de um deboche e uma atitude leviana, apenas para atrasar a decisão final sobre uma de suas falcatruas. Quebraram a cara, e já estão esperneando, visto que o juiz Sérgio Moro determinou que Lula comparecesse a todas as 87 audiências. Um autêntico golpe de mestre, e agora a defesa do petista está protestando e apelando, porque Lula queria atrasar o julgamento e ficar fazendo campanha eleitoral viajando pelo país. 
Agora, vamos tirar um dúvida. Se os crimes pelos quais Lula é acusado não foram cometidos em praça pública, por quê ele apresentou 87 testemunhas? Ele mesmo disse um dia que era uma jararaca, e cobra não costuma deixar rastros. É bom que o ex-presidente fique atento, porque é certo que o juiz Sérgio Moro já deve ter suas convicções sobre as denúncias, motivo pelo qual Lula esteja tão desesperado e tente adiar tanto quanto possível seu julgamento. Não é nada improvável que após sua audiência com moro no dia 3 de maio ele seja obrigado a mudar de residência de São Bernardo do Campo para Curitiba.

Os direitos humanos pregam que vagabundos devem ser tratados com carinho, pronto, tá resolvido

O que dizer de um país no qual corruptos elaboram, aprovam e promulgam leis?

Pois é, senhores! Esse país se chama Brasil. É nele que um bando de corrupto FDP, nas barbas de um povo passivo e omisso e de umas Forças Armadas sucateadas e, aparentemente, amedrontada, roubam, metem, elaboram leis e ainda de forma prepotente sapateiam sobre a Justiça.
Possivelmente, cumprindo ordens do chefe da Máfia brasileira, o senador Renan Calheiros elaborou um projeto para, segundo ele, coibir o abuso de autoridade. O problema é que o referido senador tem mais de 12 processos por corrupção, alguns engavetados na Suprema Corte e outros em andamento nas mãos do juiz Sérgio Moro e, provavelmente, pensando em se salvar, criou esse fatídico projeto que, na verdade, nada mais é do que uma forma de apear a Justiça e acabar com a Lava Jato.
Segundo a imprensa, esse senador Alagoano, que na última eleição, com a ajuda da Odebrecht, conseguiu eleger seu filho para governador daquele estado. E assim como “Lula Brahma”, apesar de estar envolvido em uma porção de crimes e com uma penca de processos por corrupção nas costas ainda continua solto e dando as ordens na podridão da Republica brasileira.
Renan e Lula são casos raros, mas num país onde um réu diz alto e em bom tom que a Justiça está acovardada, não é de se admirar que essas duas figuras consigam aprovar o projeto de abuso de autoridade e continuem soltos e mamando nos cofres públicos. Contudo, pelo que se propaga a respeito dos dois, há tempo que essa dupla já deveria estar dormindo no chão frio do cárcere da Policia Federal.

Possível delação de Palocci gera desentendimento entre Lula e advogado ✰ Comentário de Vera Magalhães

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Foro privilegiado na Receita ✰ Artigo de José Batista Pinheiro

Será que as nossas altas autoridades alcançadas pela Operação Lava-Jato possuem foro privilegiado na Receita Federal? O pouco que sabemos sobre esse alto órgão do Ministério da Fazenda indica que eles possuem um supercomputador que fiscaliza as contas de quaisquer cidadãos brasileiros, sejam ricos, pobres, brancos, afros ou orientais, de maneira muito eficiente. A cada ano que passa a declaração de rendas de nossa população sofre fiscalização cada vez mais rigorosa, a ponto da Receita Federal saber até o preço do sapato que compramos ou do nosso alimento à mesa.
Diante de tanto rigor fiscal ficamos pasmos em tomar conhecimento do carnaval de empresas e autoridades envolvidas em falcatruas do caixa dois, caixa preta, dólares na cueca, na camisa, em bancos suíços, Caribe, Nova York e outros conhecidos paraísos fiscais. Esses descalabros somente chegam ao conhecimento público através de delações premiadas à Justiça por alguns condenados pela mesma com a mão na botija de ouro. Será que deu pane no supercomputador ou os nossos felizardos políticos possuem foro privilegiado na Receita Federal?
Qualquer erro de dez centavos na declaração de renda anual do cidadão comum a Receita só falta arrancar o couro do coitado. Fica difícil entendermos essa discriminação. Não é possível um mero assalariado de qualquer cargo público ostentar tanto luxo e riqueza da noite para o dia e andar despreocupado com os órgãos fiscalizadores do governo, que fazem “vista grossa” para as suas bandalheiras. Será que o Lula algum dia declarou imposto de renda? Dá para desconfiar. O chicote só estala no lombo dos coitados sem privilégios. Acorda Receita Federal!
José Batista Pinheiro - Coronel Reformado do Exército Brasileiro  (Rio de Janeiro, 17.04.2017)

Proposta 'indecente' da CEF para Marcelo

Abandonado pelo chefe da Máfia, Palocci vai delatar

Jogado as traças pela cúpula da qual recebe ordens, Antônio Palocci, depois de ter seu habeas corpus, mais uma vez, negado pela Justiça, deu início as conversas para entrar em um processo de delação premiada.
Segundo a imprensa, o ex-ministro da Fazenda não está mais aguentando a prisão e, por isso, resolveu delatar seus cúmplices. Dizendo que pretende contar tudo que sabe, há cerca de duas semanas teve uma reunião com a força-tarefa da Operação Lava Jato na Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde setembro de 2016 e começou a negociação.
As pessoas que conhecem as traquinagens do “Artista”, dizem que Palocci deverá abordar os temas que envolvem corrupção de empresas do sistema financeiro, como bancos, além de conglomerados que não integram grupos de empreiteiras. Na lista também há fatos ligados ao ex-presidente Lula da Silva de quem ele defendeu interesses econômicos e por quem, aparentemente, foi abandonado.

Os dias NÃO eram assim - A esquerdista Globo esta mentindo ✰ Comentário de Jair Bolsonaro

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Temer passa por constrangimentos

Primeiro foi o Papa Francisco que declinou do convite oficial de Michel Temer para vir à celebração dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, que acontecerá em outubro, respondendo com uma crítica clara às reformas que o governo pretende aprovar, e que penalizam os trabalhadores. Aliás, a CNBB já havia se posicionado contra essas reformas. O papa se posicionou na resposta a Temer: "Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira". 
Ontem, na cerimônia em que o juiz Sérgio Moro foi condecorado com a Ordem do Mérito Militar, o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, falou que o país passa por "aguda crise moral, expressa em incontáveis escândalos de corrupção, nos compromete o futuro", que ainda criticou a sobreposição de "lutas por interesses pessoais e corporativos" ao interesse nacional. 
Temer, que cumprimentou Moro rapidamente, fez cara de paisagem, mas o constrangimento era claro. Aliás, nenhum dos oito ministros investigados na delação da Odebrecht deu as caras. O governo agoniza, mas Temer finge que está tudo bem.

Os dias eram assim...

Universidades norte-americanas agora também oferecem absorventes femininos em banheiros masculinos

Os absorventes femininos agora estão disponíveis também para os homens nos banheiros das universidades norte-americana.

A guerrilha cultural desencadeada pelo movimento comunista internacional continua firme na seu propósito de anular as diferenças entre os sexos masculino e feminino, ou seja, desnaturar a natureza.
As universidades públicas norte-americanas incorporaram in totum todos os ditames do pensamento politicamente correto, com destaque para a dita política de gênero que mais não é senão a negação das diferenças entre os sexos masculino e feminino.
A Universidade de Wiscosin-Madison é uma das últimas instituições de ensino superior a adotar o procedimento de oferecer também nos banheiros masculinos os absorventes femininos no formato de tampões.
A Universidade de Wisconsin-Madison é uma das várias universidades que anunciaram recentemente seus planos de fornecer produtos de higiene feminina em banheiros masculinos para garantir o acesso de homens transgêneros.
Se alguém pensa que já viu tudo está enganado. Amanhece, Bom Jesus!

A opinião de um negro sobre o "racista" Jair Bolsonaro ✰ Comentário do Cabo Elson Oliveira

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Ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, também está na Lista da Odebrecht

A ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, disse ao jornal Folha de S. Paulo que a Lava Jato também pegará o Judiciário.
Já pegou.
A própria Eliana Calmon foi citada na Lista da Odebrecht como beneficiária de R$ 300 mil, dinheiro usado na sua campanha para o Senado, 2014 (PSB), antes de ser nomeada ministra.
Claro que a ex-ministra não pegou o dinheiro diretamente. "Veio pelo Partido", avisou.
Por suposto.
Polibio Braga

Nova tabela salarial nos contracheques do Exército Brasileiro

A hora das madames

Madame Cabral e Madame Cunha eram até bem pouco tempo símbolos da riqueza e ostentação. Hoje a primeira cumpre prisão domiciliar e a segunda aguarda o julgamento. 
No caso de Cláudia Cruz, o juiz Sérgio Moro deve decidir a sentença muito em breve. Eduardo Cunha já foi condenado a 15 anos e 4 meses de prisão. Sua mulher é ré por lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro nacional. Pelos elementos e provas que já vieram à tona será muito difícil escapar da condenação. 
Já Adriana Ancelmo pode voltar para Bangu. No próximo dia 26, o plenário do Tribunal Regional Federal do Rio vai analisar a decisão da ministra Maria Thereza de Assis, que concedeu a prisão domiciliar. Ainda não há previsão para o julgamento do caso pelo juiz Marcelo Bretas.

5º Encontro de Gaioleiros e Jeepeiros - Rio Fortuna SC

Lula, o pelego de aluguel ✰ Artigo de José Nêumanne Pinto

O pelego em ação nos anos 70.
Lula vendia o controle das greves que liderava ao patriarca da empreiteira Odebrecht

A revelação de Emílio Odebrecht de que Lula recebia propina desde os tempos de sindicato foi a pá de cal no que ainda restava na biografia do grande pelego que traía os trabalhadores. A propósito, segue texto de José Nêumanne, publicado no Estadão:

Para qualquer sindicalista, da direção ou da base, que militasse nos anos 70 no movimento operário, a mais forte condenação feita a um adversário era chamá-lo de pelego. Afinal, de acordo com o Dicionário Houaiss, a palavra designa “agente disfarçado do governo que procura agir politicamente nos sindicatos”. O sentido original do termo remete à “pele de carneiro com a lã, colocada sobre os arreios para tornar o assento do cavaleiro mais confortável”. Ou, por extensão, “indivíduo servil e bajulador, capacho, puxa-saco”.
Dificilmente alguém que conhecesse, então, a fama de Luiz Inácio da Silva, o Lula, eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema (hoje do ABC) em 1975 com 92% dos votos e principal líder das greves da categoria na virada dos 70 para os 80 do século 20, o desqualificaria dessa forma. Afinal, foi eleito com o apoio do então presidente Paulo Vidal, fundador do chamado sindicalismo autêntico, contra os pelegos comprometidos com a máquina estatal desde o Estado Novo e seus adversários comunistas, leais à linha moscovita do marxismo-leninismo. Reeleito por força própria em 1978, também com quase a unanimidade de votos, construiu sua biografia alheio à herança populista de Getúlio e com fama de líder operário que não dava trégua ao patronato.
Dá, portanto, para imaginar o espanto nacional ao ver e ouvir, no último fim de semana, de um dos mais poderosos e agora sabidamente corruptos e corruptores burgueses brasileiros, Emílio Odebrecht, “patriarca” da empreiteira herdada do pai, Norberto, e passada para o filho, Marcelo, que a empresa lhe pagou propina sistemática (por isso, corruptora) nestes últimos 37 anos. Com dinheiro furtado da Petrobrás e de outras estatais (daí, corrupta), a construtora contratada para prestar serviços financiou campanhas eleitorais do ex-dirigente sindical nas disputas políticas para presidente da República. Isso após haver conseguido os favores dele na condução de greves da categoria em seu Estado, a Bahia.
À noite, em redes nacionais de televisão, de manhã nas edições dos jornais e ao longo de todo o dia nas emissoras de rádio, o empreiteiro bilionário contou um caso de assustar todos os brasileiros. “Foi uma greve que estava perdurando, com problemas seriíssimos. E eu sei que ele não só me ajudou, como criou uma relação diferenciada com o sindicato na área da Bahia, do petroquímico em particular. Isso, para nós, foi importante, tendo em vista o crescimento do petroquímico e tal. Então, você tem um processo de convívio com ele, quase que institucional. De quando em quando, duas, três, quatro vezes... talvez até em determinados anos mais”, disse Emílio Odebrecht literalmente, sem tugir nem mugir.
Brasileiros de todas as regiões, fés religiosas, idades e convicções políticas têm sido informados “noturna e diuturnamente”, como diria sua discípula favorita e sucessora, Dilma Rousseff, de que para manter o seu Partido dos Trabalhadores (PT) no governo o herói proletário permitira o diabo sob sua gestão. E não apenas para ganhar eleições, mas para ficar no poder. Sob sua égide, a referida senhora e seu vice, Michel Temer, protagonizaram a maior fraude eleitoral da História, que está sob julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E pelo que foi apurado até agora dá para perceber que, nos três mandatos e meio dos petistas, nenhum cofre da República ficou incólume: todos foram esvaziados.
O delegado Romeu Tuma Jr., filho do homônimo ex-diretor do Dops e da Polícia Federal, revelou em seu livro Assassinato de reputações (Topbooks, 2013) que o mais popular líder político da História do País foi informante de seu pai nos movimentos sindicais. Pode até não ser verdade. Só que até agora ninguém desmentiu oficialmente os argumentos usados pelo policial, ex-secretário de Segurança do Ministério da Justiça no primeiro mandato do indigitado.
Os depoimentos dos 78 executivos e ex da Odebrecht, já chamados de delação do fim do mundo e agora também do mundo todo, de vez que abrangem todo o espectro ideológico e político do País, trazem novas informações e documentos que jogam no pântano sua pretensão a ser o brasileiro mais honesto de todos os tempos. E conforme foi revelado agora, constata-se seu papel de “pelego enrustido” (apud Houaiss, dissimulado), eis que sempre atuou a serviço daqueles que publicamente execrava nas assembleias, nos palanques, nos meios de comunicação e nos pronunciamentos oficiais. Emílio contou que a Odebrecht participou da redação do documento mais importante da campanha histórica que levou ao poder pela primeira vez na História do Brasil um operário braçal, ele próprio: a Carta ao Povo Brasileiro.
E não ficou nisso. No livro O que Sei de Lula (Topbooks, 2011), registrei a versão muito comum, disseminada por empresários que conviveram com um dos ideólogos do golpe militar de 1964, o general Golbery do Couto e Silva, de que o metalúrgico teve a carreira apadrinhada por este. Fê-lo para evitar que seu inimigo, Leonel Brizola, encampasse os sindicatos de esquerda na redemocratização. Emílio Odebrecht contou o seguinte: “Eu fui pedir ajuda ao Golbery, conversar essas coisas todas para lhe pedir uma orientação e na conversa vai, conversa vem, vem o negócio de Lula. E ele chegou e fez um negócio que me marcou. ‘Emílio, Lula não tem nada de esquerda’. Foi-lhe, então, perguntado: ‘Nada de esquerda?’ E Emílio explicou: ‘Nada de esquerda. Ele é um bon-vivant. Olha, e é verdade. Ele gosta da vida boa’.” Pois é.
Réu em cinco processos na Justiça e alvo de mais seis petições remetidas pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, a várias varas da primeira instância, Lula já tem problemas de sobra para enfrentar. Só faltava a revelação de que o herói da classe trabalhadora nunca passou de um pelego enrustido, alugado pela corrupta burguesia nacional.
José Nêumanne Pinto - Jornalista, poeta e escritor. Editorialista e articulista de O Estado de S. Paulo, comentarista diário na Rádio Estadão e colunista do Instituto Millenium.
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