quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Assaltante morre em troca de tiros com fuzileiros navais no Rio de Janeiro

Um assaltante morreu numa troca de tiros com militares que, desde terça-feira (14), reforçam a segurança na região metropolitana do Rio.
Dezesseis horas depois do início da operação, fuzileiros navais tiveram o primeiro confronto.
Foi na manhã desta quarta-feira (15) na Avenida Brasil, uma das mais importantes do Rio, na altura da Zona Portuária.
Dois assaltantes numa moto roubada cruzaram com um caminhão da Marinha e atiraram contra os militares. Os fuzileiros revidaram. Um dos ladrões foi morto. O outro conseguiu escapar. 
“Dois camaradas a pé me abordaram. O camarada que subiu na garupa, eu me afastei, acho que ele atirou contra o caminhão da Marinha que estava passando por aqui”, disse Lenon, dono da moto.
Enquanto a polícia civil fazia perícia, um longo engarrafamento se formou na região. Ladrões tentaram assaltar novamente, mas com o reforço no patrulhamento, desistiram.
Nove mil militares estão em ruas da Região Metropolitana a pedido do governo do Rio. A operação vai até a próxima quarta-feira (22), mas o prazo pode ser revisto. 
O decreto federal dá às Forças Armadas o poder de polícia. Os militares podem parar veículos e revistar suspeitos.
Nesta quarta, o general que comanda a Operação Rio disse que as tropas estão preparadas para agir em qualquer situação.
“Acrescento que seremos intransigentes com qualquer ameaça à segurança da tropa. Não havendo necessidade, eu não vou disparar logicamente. A questão da razoabilidade da resposta também. A nossa tropa é muito orientada com relação à quantidade de força que ela necessita realmente aplicar para obter o efeito desejado”, disse o general Mauro Sinott.
O Ministério da Justiça prorrogou até o dia 2 de março a permanência da Força Nacional, que também reforça a segurança no Rio.
No Espírito Santo, a Secretaria de Segurança Pública divulgou o número oficial de mortos durante a paralisação dos PMs. De 4 a 13 de fevereiro foram 143, dois a menos que o número divulgado pelo sindicato dos policiais civis.
g1 

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