sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Maculou faixa presidencial ✰ Artigo de José Batista Pinheiro

Observando atentamente uma foto do Sr. Lula da Silva, ao lado de sua esposa, ostentando a faixa presidencial de um cidadão eleito pelo voto popular para o alto cargo de Presidente da República, sentimos que ele maculou a nobre faixa, símbolo do poder, como se fosse uma farsa. 
O sorriso cínico expresso em sua face contrastava como o da sua esposa ao lado, visivelmente constrangida com o inusitado do ato. Até a faixa mal colocada em seu peito estava amassada na parte de cima do ombro como se fora um vulgar ornamento.
Tudo nesse cidadão aparenta vulgaridade até os nomes Luiz e Inácio, dois consagrados Santos da Igreja Católica, foi substituído por Lula da Silva mais parecendo um apelido de jogador de futebol do Corinthians. Na verdade, nunca enganou ninguém, sempre se comportou como um pelego de porta de fábrica que negociava greves, ora em favor dos operários seus camaradas, ora em favor dos amigos empresários, dependendo das vantagens da ocasião.
Empurrado garganta adentro para o poder pelo ingênuo povo brasileiro que se deixou seduzir por tão extravagante figura, não se fez de rogado. Sem o menor pendor nem preparo para o elevado cargo de mando tratou de demonstrar abertamente o seu potencial de falastrão irresponsável. Assim procedeu. Sepultou a economia e a esperança dos brasileiros durante dois mandatos e, ainda, elegeu a sua sucessora. Foi castigo demais para o nosso povo! Aquela senhora antipática estava servindo-lhe de ponte para mais um novo mandato nas eleições de 2018. Mas a desgraceira se alastrou demais com o carnaval de propinas e o desbaratamento das finanças do Brasil, e a nossa “presidenta” caiu do galho.
Até no infortúnio o Sr. Lula é medíocre. No recente velório de sua falecida esposa se comportou como se estivesse numa feira-livre. Recebia condolências de amigos e autoridades fingindo tristeza, mas com uma verbosidade de quem estava vendendo peixe na feira. Ainda vamos penar muito por conta dessa aventura burlesca da nossa desmiolada República Federativa. 
José Batista Pinheiro – Cel Ref EB (Rio de Janeiro, 06.02.2017)

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