sexta-feira, 28 de abril de 2017

A Lei da Selva agindo nas potências nucleares ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Esse “exibicionismo” (no sentido figurado) que os poucos países que dominam a tecnologia de fabricação de armas nucleares, ou seja, das bombas atômicas e de hidrogênio, estão protagonizando ao mostrarem ao mundo por todos os meios de comunicação de massa disponíveis os seus frequentes “testes nucleares” bem sucedidos, com o fim de amedrontar os potenciais inimigos, preventivamente a uma possível guerra nuclear, sem dúvida tem paralelo no reino animal. Essa atitude irracional demonstra por si só que o ser humano não se distingue tanto quanto pensa dos outros animais. Talvez a principal diferença entre essas “espécies” esteja em que os “outros” animais não têm o poder de destruição que o homem tem à mão, capaz de extinguir a vida no Planeta Terra, ou no mínimo, grande parte dela.
Observando-se a vida animal de todas as espécies no Planeta Terra e a disputa acirrada por seus espaços territoriais, muitos deles usam artifícios para representarem aos “inimigos”, aos “concorrentes”, serem eles os mais fortes, ou maiores, com isso tentando intimidá-los para vencerem a disputa na “marra”, antes de começar. À vezes essa tática funciona, em outras não. Se a intimidação não funcionar, e deflagrado conflito, geralmente vence o mais capacitado, mesmo que em detrimento das “aparências” preliminares e enganosas. O disfarce é outra estratégia, inclusive na mudança de cores do animal, conforme o ambiente ou o “inimigo” com o qual se depara, como magistralmente faz o camaleão, por exemplo.
O perigo do possível conflito nuclear que hoje ameaça o mundo, capaz de no mínimo extinguir grande parte da vida no Planeta , está em que os artefatos nucleares mais modernos são tão potentes que as bombas atômicas lançadas pelos americanos no Japão, ainda durante o “jardim da infância” das armas nucleares, ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1945,e que destruíram quase totalmente Nagazaki e  Hiroshima, matando  diretamente cerca de 180 mil japoneses, podem ser consideradas “traques” de festejos juninos, se comparados com a capacidade de destruição  dos modernos armamentos disponíveis nas potências nucleares.
O que se pode ter como certo é que já nas primeiras horas do início de uma possível Terceira Guerra Mundial, milhões de pessoas já teriam sido exterminadas pelos efeitos das bombas, sendo quase impossível haver o tempo necessário para discutir e celebrar um acordo de paz. E as bombas não seriam lançadas sobre os desertos, com certeza. Como celebrar e qual seria a lógica de um acordo de paz sobre “só cinzas”? Quando tudo já estivesse destruído? Como poderiam continuar a vida num planeta destruído por armas nucleares os raros e privilegiados seres humanos que ainda conseguiram espaço nos abrigos próprios para se protegerem do primeiro impacto das bombas?
Mas a ironia de toda essa dramática situação está em que os políticos brasileiros parecem estar completamente alienados do perigo que também corre o Brasil de sofrer todos os efeitos devastadores de uma guerra nuclear, físicos e econômicos. Mais parece que “eles” estão preocupados tão somente com suas “sobrevivências” políticas. E infelizmente arrastam o povo para que também se dedique com prioridade a esse tema, que só a “eles” interessa, e que no tempo vivido deveria ser absolutamente secundário.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

#JornalDaJoice ✰ O que muda com a reforma trabalhista

video

Câmara dos Deputados aprova projeto da reforma trabalhista; veja o que muda:

A bancada de oposição tentou impedir a votação com sucessivos requerimentos

Depois de muitos protestos da oposição, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 26, por 296 votos a favor e 177 votos contra, o Projeto de Lei (PL) 6.787/16, que trata da reforma trabalhista. O projeto altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre as alterações, a medida estabelece que nas negociações trabalhistas poderá prevalecer o acordado sobre o legislado e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista. A sessão que aprovou a reforma foi aberta na manhã desta quarta-feira e se estendeu até depois das 22 horas, com o final da votação do mérito da reforma. Ainda faltam votar os destaques que visam alterar pontos do texto do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Depois de votados os destaques, o texto segue para o Senado.
O que muda nos direitos trabalhistas
Segundo o relator do projeto na comissão que analisa a reforma, deputado Rogério Marinho, o novo texto afeta mais de 110 artigos da CLT. Confira abaixo dez pontos das regras trabalhistas que podem ou não mudar com a reforma:
• Convenções e acordos coletivos poderão se sobrepor às leis
• Alguns direitos específicos não podem ser modificados por acordo, como: 13º salário, FGTS, licença-maternidade, seguro-desemprego.
• A jornada de trabalho pode ser negociada, mas sem ultrapassar os limites da Constituição.
• O tempo do intervalo, como o almoço, pode ser negociado, mas precisa ter no mínimo 30 minutos, se a jornada tiver mais do que seis horas.
• Os acordos coletivos podem trocar os dias dos feriados.
• As férias poderão ser divididas em até três períodos, mas nenhum deles pode ter menos do que cinco dias, e um deve ter 14 dias, no mínimo.
• O imposto sindical se torna opcional.
• A reforma define as regras para home office.
• Ex-funcionário não pode ser recontratado como terceirizado nos 18 meses após deixar a empresa.
• Gestantes e quem está amamentando poderão trabalhar em ambientes insalubres se isso for autorizado por um atestado médico. No caso das grávidas, isso só não será possível se a insalubridade for de grau máximo.

Kit arruaça – Já estou pronto para sexta cheira

Estamos perdendo para os criminosos. Crianças no Rio de Janeiro brincam de traficante

Após denúncias de que haveria elementos armados nas proximidades da Gardênia Azul, no Rio de janeiro, policiais se deslocaram para o local.
Ao chegar lá os militares habilmente perceberam que se tratava "apenas" de crianças brincando no meio da mata. Não podemos aqui deixar de mencionar a habilidade dos policiais, pois os "brinquedos" poderiam facilmente ser confundidos com armamento real, o que poderia ter causado uma tragédia caso os militares se precipitassem.
Detalhe preocupante: Eles não se fingiam de algum super-herói, eles brincavam de traficante, Possuiam armas de brinquedo artesanais, papelotes de brincadeira, dinheiro de mentira e até um bloco de anotações para anotar a contabilidade da venda de drogas.
As principais autoridades desse país estão envolvidas em corrupção, não ha referência no governo. A referência local desses jovens, aquele que não deixa entrar ladrão na favela, que paga remédios e dá cestas básicas para os pobres, são os traficantes.
Portanto, estamos em vias de perder mais uma geração, atrasando mais ainda o desenvolvimento desse país.
Sociedade Militar

Bonnie Hoffmann e Clyde Bernardo ✰ Um minuto com Augusto Nunes

  video

Palocci e Duque vão quebrar a odienta Lei do Silêncio imposta aos ladrões do PT

Zé Dirceu assumiu a culpa do chefe Lula no Mensalão e até hoje curte a cadeia sem delatar. Foi a lei do silêncio siciliana, a Omertá, que também calou Zé Genoíno, Delúbio Soares, Vaccari Neto, André Vargas, Henrique Pizzolato e os demais membros da quadrilha de pistoleiros do PT que já cumpririam pena ou estão cumprindo pena. É esta lei que Duque e Palocci vão violar. Lula pode ir preparando o cadafalso onde será enforcado. E o PT será inevitavelmente proscrito da vida pública brasileira.
É inédita a decisão dos líderes petistas Antonio Palocci e Renato Duque aceitarem fazer delaç/ão premiada.
São líderes de grosso calibre.
Antonio Palocci dispensa apresentações, mas Renato Duque foi o poderoso diretor da área de Serviços da Petrobrás, encarregado por Lula pela administração de propinas para as campanhas do PT, inclusive do próprio Lula e de Dilma Roussef. Ele jogou na estatal o mesmo papel sujo que jogaram Paulo Roberto Souza para o PP, e Nestor Cerveró para o PMDB.
Cada um dos três tinha a missão de roubar preferencialmente para o seu Partido, sempre sob os olhares cúmplices dos presidentes da Petrobrás, primeiro José Gabrielli e depois Graça Foster, mas sempre a mando de Lula e de Dilma.

Como criar um delinquente

Cuidado! O PT quer voltar e usa os sindicatos para enganar você

Não se deixe enganar, Vá trabalhar! Não tema os "Brack Bostas"

Infestados de Petistas, os Sindicatos, de uma forma geral, estão desesperados. A reforma trabalhista desobriga o trabalhador a pagar o Imposto Sindical e com isso, a tendência é essa peste desaparecer do solo brasileiro, deixando assim, de usurpar os incautos.. Lembrem-se! Lula procede de Sindicato, logo, podemos imaginar que isso nada trás de positivo.
Observem que a ex-presidente Dilma Rousseff, depois de pegar a batata quente deixada por seu antecessor, quase quebra o Brasil, contudo durante esse período os quase 20 mil sindicatos tratados a pão-de-ló pelo governo da bandeira vermelha, nunca fez ou pensou fazer uma greve geral, no entanto, foi só pôr em perigo a mordomia desse pessoal, para eles se aproveitarem da mania do brasileiro em sempre levar vantagem em tudo, visualizaram esse feriado de três dias e resolveram torná-lo maior a fim fazer com que a preguiça vença o trabalho.
Ao que parece o povo engoliu a corda e já aparenta felicidade e, sem analisar as propostas de mudanças, atabalhoadamente, propaga a mensagem dos sindicalistas de que passará quatro dias de pernas para o ar, sem nem saber porque.

Cuidado: Greve dia 28 é do PT, CUT e Lula. Não seja pelego!!! ✰ Comentário de Joice Hasselmann

video
Não caia no canto dos canalhas. A greve é pró-PT, pró-Lula e os sindicatos querem usar você. 
Entenda tudo, comigo, Joice Hasselmann

Com fim do imposto sindical, os pelegos que usam rolex vão se complicar

Por 296 votos a 177, foi aprovada a reforma trabalhista na Câmara. O texto agora segue para o Senado. Como o governo precisava de 257, o resultado foi bem satisfatório.
A parte mais importante da reforma inclui a extinção do imposto sindical obrigatório. Com isso, o pagamento passa a ser facultativo.
A mudança é fundamental, pois com isso o trabalhador passa a contribuir de verdade, e não apenas ter seu dinheiro retirado coercitivamente para questões sindicais.
Com isso, ele vai escolher para quais sindicatos vai contribuir. Sem o valor obtido via coerção (e agora de forma voluntária), o sindicato terá que prestar contas a ele, e não mais agir tanto como pelego de governos totalitários, como aconteceu na relação entre órgãos como CUT e o PT.
Sindicatos que recebem imposto obtido via coerção não precisam atender os trabalhadores, pois estes não tem escolha (são obrigados a pagar). Com a contribuição voluntária, toda essa relação de forças muda. O trabalhador passa a ter força e começa a exigir resultados reais de sindicatos.
A partir da agora, assistir pessoas como Vagner Freitas, da CUT, andarem com roupas de luxo e usarem relógios Rolex será algo visto com mais revolta pelos contribuintes, que poderão pensar: “Será que vale a pena contribuir com isso?”.
Claro que é preciso pressionar para que o Senado dê sequência à reforma e exigir que Temer sancione o projeto. Mas o primeiro (e grandioso) passo foi dado para libertar os trabalhadores da escravidão que estava nas mãos da República Sindicalista.
A partir de agora, o trabalhador é o centro da discussão, e não mais uma elite de sindicalistas que não se preocupavam com os reais interesses da classe trabalhadora.

Armadilha para capturar o luladrão 9 dedos

Memória: ainda presidente, Lula disse que greve remunerada para servidor seriam “férias”

Corria o ano de 2007 e Lula, ainda Presidente da República, concedeu entrevista coletiva a vários veículos. Em primeiro lugar, claro ressaltemos: “entrevista” daquela velha forma pouco agressiva de nossa grande imprensa com mandatários nacionais. Normal.
Pelas tantas, perguntado sobre greve de servidores, disse o seguinte:

“Quando um trabalhador faz uma greve num comércio ou numa fábrica ele está tentando causar um prejuízo econômico ao patrão, para que o patrão possa ceder às suas reivindicações e, aí, ele voltar a trabalhar. No caso do servidor público não tem patrão. O prejudicado, na verdade, não é o governo, é o povo brasileiro. O que não é possível, e nenhum brasileiro pode aceitar, é alguém fazer 90 dias de greve e receber os dias parados, porque, aí, deixa de ser greve e passa a ser férias” (grifamos)

O dito em 2007 vale para 2017?
Pois é, pois é. Isso não é novidade na política. Durante o mandato, todos são austeros e condenam excessos, mas na oposição a coisa tende a mudar.

Com delação de Palocci, é cada um por si no PT ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

video
Juiz Sérgio Moro deve ouvir novamente Marcelo Odebrecht e outros delatores da empreiteira, 
em processo envolvendo Antônio Palocci.

PT cancela eleição interna em 10 cidades por suspeita de fraudes

Executiva do estado de São Paulo detectou indícios de fraude como votos em candidatos que já morreram, entre outros problemas

A Executiva Estadual do PT de São Paulo decidiu cancelar o Processo de Eleições Diretas (PED) em dez cidades onde há suspeitas de irregularidades nas votações.
Em quatro delas (Arandu, Uchoa, Brotas e Platina) foram detectados indícios de votos atribuídos a filiados que já morreram. As outras cidades onde há indícios de irregularidades são Mirassol, Lençóis Paulista, Irapuã, Nipoã e Ariranha.
A Executiva do PT paulista negou recursos referentes a possíveis fraudes em Guarulhos e em outras 99 cidades onde a lisura da votação também é contestada por integrantes de correntes minoritárias do partido.
Embora o presidente nacional do PT, Rui Falcão, tenha decretado na semana passada que as listas de votação suspeitas sejam, obrigatoriamente, tornadas públicas, o PT de São Paulo rejeitou recurso da corrente Optei para ter acesso a 99 delas.
Integrantes da direção estadual do PT alegaram que a decisão de Falcão não é válida porque não foi aprovada pelo Diretório Nacional da sigla.
“O PED aconteceu em 387 cidades. Cerca de 20 recursos pediram a anulação do resultado. Isso não compromete o processo”, disse o secretário estadual de Comunicação, Aparecido Luiz da Silva.
Racha
As suspeitas de fraudes no PED ameaçam contaminar o 6º Congresso Nacional do PT, marcado para a primeira semana de junho com o objetivo de tentar dar início à reconstrução do partido em meio à sua maior crise e preparar a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em 2018.
Em nota divulgada nesta terça-feira, 25, a corrente Democracia Socialista (DS) pede “absoluto respeito à democracia interna” para evitar um racha no partido.
“Lutaremos contra fraudes e fraudadores que buscam o caminho de bloquear a reconstrução vigorosa do PT”, diz o texto intitulado “Pelo que lutaremos”, um recado à corrente majoritária da legenda, Construindo um Novo Brasil (CNB).
Segundo o secretário nacional de Formação, Carlos Árabe, da DS, se as suspeitas de fraudes em ao menos cinco Estados não forem esclarecidas até lá, haverá contestação. “Vamos questionar durante o Congresso tudo o que for identificado como fraude. Achamos que isso deveria ser resolvido antes para que o Congresso não seja um acerto de contas de fraudes”, disse.
Além das divergências, o PED explicitou o encolhimento do PT. Das 4,1 mil cidades onde o partido está organizado, 1.210, 27%, não conseguiram nem sequer juntar 20 filiados dispostos a participar de uma chapa para a direção. Essas cidades terão comissões provisórias.
O Estado de S. Paulo

Não estou chocado com tanto adolescente seguindo cegamente a 'Baleia Azul'

O funcionalismo e a greve geral ✰ Artigo de Cristiano Romero

Adesão a movimento será maior no serviço público

As centrais sindicais prometem promover, na sexta-feira, "greve geral" com o objetivo de protestar contra a tramitação de duas reformas institucionais propostas pelo governo: a trabalhista e a previdenciária. De antemão, já está claro que as categorias que mais vão aderir ao movimento são as do serviço público. A tática é paralisar principalmente os transportes, impedindo que a maioria dos trabalhadores saia de casa para trabalhar.
A participação de funcionários públicos tem um lado anedótico - quando era sindicalista, o ex-presidente Lula costumava dizer que, sem corte de ponto, greve de funcionário público é férias - e outro bem mais sério. Quando se debatem contra mudanças na superdeficitária Previdência, os empregados do serviço público estão apenas defendendo seus interesses, que eles sabem contrários ao da maioria da população brasileira.
Em 2003, Lula chegou ao poder e, em poucos meses, enviou ao Congresso Nacional projeto de emenda constitucional propondo a unificação das regras de aposentadoria de funcionários públicos e trabalhadores celetistas (INSS). Parte da base parlamentar de apoio ao governo e toda a oposição simplesmente não entenderam aquilo: "Como? Lula quer acabar com privilégios dos funcionários públicos?".
A perplexidade se justificava: os sindicatos das principais categorias do funcionalismo eram filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT. A curiosa aliança existente entre partidos de esquerda e sindicatos do funcionalismo se deu no Brasil porque, nos estertores da ditadura, ambos tinham em seus discursos a defesa de um Estado forte, centralizador e intervencionista - o Estado que os militares criaram, inchado e razão primeira das injustiças sociais que grassam no país, e que já estava falido desde a crise da dívida externa, em 1982.
A batalha para a aprovação da PEC de 2003 foi renhida e custou a Lula, num primeiro momento, um naco do PT. Inconformada com a reforma, a então senadora Heloísa Helena liderou um pequeno motim e fundou o PSOL, partido que conseguiu se notabilizar no campo da esquerda por empunhar bandeiras mais anacrônicas que as do PT.
Embora nos tempos de sindicalismo tenha defendido algumas teses modernas, como o fim do imposto sindical e a regulamentação do direito de greve para funcionários públicos, Lula sentiu o golpe. Ao considerar excessivo o custo político da aprovação daquela reforma, o então presidente tomou uma decisão com sérias consequências para as finanças públicas nos anos seguintes: sem anunciar oficialmente ao distinto público, ele desistiu de regulamentar a reforma que aprovou em 2003.
A reforma de Lula instituiu a contribuição dos aposentados para a previdência - medida que o governo de Fernando Henrique Cardoso não conseguiu aprovar no Congresso - e estabeleceu que, a partir da regulamentação daquela emenda constitucional, quem entrasse no serviço público passaria a se aposentar pelas regras do INSS até o teto e, se quisesse, complementaria aquele valor contribuindo para um fundo de pensão a ser criado pela União. Na prática, a reforma de Lula acabava com uma velha injustiça: a aposentadoria integral dos funcionários públicos.
Mas, sem regulamentação, apenas a contribuição dos inativos passou a vigorar. Lula ficou mais sete anos no cargo, durante os quais, ordenou que esquecessem a reforma que ele aprovou com enorme dificuldade no Congresso. Nesse período, contratou dezenas de milhares de funcionários públicos, e estes vão se aposentar pelas regras antigas.
Numa das poucas decisões sensatas de sua ruinosa gestão, a ex-presidente Dilma Rousseff regulamentou a reforma da previdência promovida por Lula. A empreitada era fácil: bastava passar, por maioria simples, lei ordinária instituindo o fundo de pensão que administraria a aposentadoria complementar dos funcionários contratados a partir da vigência da nova lei - e assim foi criado o Funpresp.
Uma nota: a desistência de regulamentar a reforma da previdência foi o primeiro sinal de que não era para valer a intenção de Lula e do PT de abraçar o pragmatismo e reformar as ideias econômicas da esquerda. A partir dali, Lula se convenceu de que era preciso fazer um aceno à esquerda, ideia que se tornou uma obsessão em 2005, com o escândalo do mensalão que o enfraqueceu e quase o tirou da presidência. A ascensão de Dilma, que estava à esquerda de todos no PT, se deu justamente naquele momento - como a história é irônica, Dilma regulamentou a reforma "neoliberal" de Lula, mas também destruiu sua herança na macroeconomia por considerá-la desde sempre... "neoliberal". Vá entender...
O tema previdenciário voltou porque não há futuro para o Brasil sem mudanças drásticas no regime atual. De saída, é preciso considerar uma questão de natureza ética - as diferenças ainda existentes entre as regras aplicadas a trabalhadores do setor privado e do setor público - e outra, atuarial: o Brasil é um dos poucos países do mundo onde é possível se aposentar aos 50 anos, sendo que a expectativa de vida dos brasileiros é superior atualmente a 70 anos.
Quanto maior a expectativa de vida e menor a idade de aposentadoria, mais tempo o Estado terá que arcar com os rendimentos dos aposentados. Mesmo tendo uma população relativamente jovem, o Brasil gasta com previdência o equivalente a quase 13% do PIB. O déficit anual é crescente (dados de 2016): R$ 151,9 bilhões no INSS e R$ 78,5 bilhões no regime dos servidores.
A temporada, claro, é rica em argumentos que, se fossem levados em conta, não reduziriam o rombo real em um centavo sequer. Alguns, por exemplo, fazem a seguinte afirmação: a previdência quebrou porque JK usou dinheiro da previdência para construir Brasília e também porque as empresas devem bilhões de reais ao INSS - a maioria dessas firmas não existe mais e as que existem e devem não pagam por absoluta incapacidade; outras não pagam porque a cobrança é ineficiente.
Outro argumento: o regime próprio de previdência dos servidores públicos é deficitário porque a Constituição obrigou o governo a bancar as aposentadorias de funcionários que nunca contribuíram e fez o mesmo, no regime geral (INSS), com os aposentados rurais. Se essas benesses fazem parte do pacto social inscrito na Constituição e todos vivemos sob a égide da Carta Magna, logo, todos devem pagar por ele e não apenas os setores da sociedade não representados em Brasília.

Terrorista do Estado Islâmico é atingido por míssil enquanto fazia ameaças em transmissão ao vivo

video

Pressão popular não é só nas ruas. As feitas nas redes sociais estão trazendo resultados

Está comprovado que não é totalmente necessário que se reúnam milhões de pessoas nas ruas para exigir uma ação positiva por parte dos políticos, inclusive dos corruptos. Não há nenhuma dúvida sobre a influência da pressão da opinião pública, através principalmente das redes sociais, que fez o Senado Federal aprovar a lei contra o abuso de autoridade, acatando o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) de autoria do senador Álvaro Dias (PV-SP) e relatado pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), cuja redação recebeu elogios do juiz Sérgio Moro e dos procuradores do Ministério Público Federal (MPF). 
Por causa do mesmo tipo de pressão popular, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), relator da PEC original, que havia utilizado em entrevista palavras de baixo calão colegas contrários ao rigor que seu relatório apresentava, com riscos à continuidade da Operação Lava-Jato, também se curvou diante dos protestos vindo da opinião pública. Anteontem, outra decisão importante foi a aprovação de uma PEC acabando com o famigerado foro privilegiado, atingindo nada menos que 35 mil beneficiários desta aberração. 
É certo que o Senado correu para tirar do Supremo Tribunal Federal (STF) os méritos da medida, pois a ministra Cármem Lúcia, presidente da Corte, anunciara que o STF iria decidir sobre o assunto, e já eram tidos como certos oito votos dos integrantes do colegiado. A PEC ainda terá que ser votada no Senado num segundo turno, seguindo depois para a Câmara dos Deputados, para passar também por duas votações. Se os deputados alteram o projeto aprovado pelo Senado, ele retorna à Casa para novas votações, mas por causa da grande pressão popular é quase certo que os deputados não mexerão na PEC, pensando na reação do povo já prevista para acontecer nas eleições do ano que vem. 
Quem escapar da Lava-Jato antes do pleito terá grande dificuldade em se eleger. Então, é melhor não desafiar o eleitorado.

3º Encontro de Veículos Antigos - Ervália MG

Trump lança 'maior corte de impostos da história' dos EUA

O governo de Donald Trump lançou nesta quarta-feira uma ambiciosa reforma fiscal com um grande corte de impostos a empresas e pessoas físicas e que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, considerou como a maior da história dos Estados Unidos.
O plano se propõe revisar todo o sistema fiscal do país, mas o grande destaque é a redução de 35% para 15% os impostos para as empresas, um corte de 20 pontos percentuais que pode ter efeitos diretos no déficit federal.
Ema entrevista coletiva na Casa Branca, Mnuchin garantiu que o plano não terá efeitos negativos e que, pelo contrário, impulsionará a criação de novos empregos, gerando uma maior arrecadação fiscal.
“Isso será pago com crescimento, e com menos redução de índole diversa e com o fechamento de fissuras nas normas”, disse Mnuchin na Casa Branca.
O novo sistema reduzirá de 7 para somente 3 as faixas de tributação para as pessoas.
Um documento da Casa Branca diz que o plano também inclui previsões para uma taxa única para repatriar “trilhões de dólares que são mantidos no exterior”.
Os detalhes do plano ainda deverão ser negociados com o Congresso, mas Mnuchin adiantou que há conceitos fundamentais que “não são negociáveis”.
“O ponto central é que queremos tornar competitivos os impostos às empresas, trazer bilhões de dólares para criar empregos, simplificar as declarações individuais e reduzir a carga tributária. Esses princípios fundamentais não são negociáveis”, disse.
Mnuchin disse que o governo espera que a proposta, que sofre resistência inclusive de parlamentares republicanos, seja aprovada o mais rápido possível pelo Congresso, mas não adiantou um cronograma.
No Congresso, a iniciativa cairá nas mãos de um corpo de legisladores divididos entre a ideia de reduzir impostos e as preocupações com o crescente déficit público.
“Estamos trabalhando para fazer isso rapidamente”, disse Mnuchin, que acrescentou que “é parte do impacto pelos primeiros 100 dias” do novo governo.
Segundo analistas um corte de 20 pontos percentuais na carga tributária das empresas pode significar 2 trilhões de dólares adicionais de déficit em apenas uma década.
Entre outubro de 2016 e março deste ano, o déficit americano chegou a 526,8 bilhões de dólares.
Analistas econômicos afirmam, no entanto, que a ideia de um crescimento do emprego mediante cortes de impostos às empresas não se apoia em experiências prévias.
Para o especialista Douglas Holtz-Eakin, essa ideia é uma ilusão. “Nunca houve qualquer análise verossímil que indique que isso seja possível”, disse à AFP.
Esse corte de impostos poderia ser válido por 10 anos, mas Mnuchin disse que prefere que se torne permanente. “Se o temos por 10 anos, já é melhor do que nada. Mas eu gostaria da sua permanência”, acrescentou.
Mnuchin assegurou que a redução tributária será destinada em primeiro lugar às pequenas empresas. “Não haverá fissuras na norma que permita aos mais ricos, que deveriam pagar impostos mais altos, pagar 15%”, afirmou.
O líder do partido Democrata no Senado, Chuck Schumer, adiantou que a ideia encontrará resistência na oposição.
“Tratando-se de um enorme corte de impostos para os mais ricos, isso não será apoiado pelos democratas”, adiantou.
Em geral, os republicanos são favoráveis à redução de impostos, mas uma parte deles, defensores do equilíbrio orçamentário, expressam preocupações sobre seu impacto nas contas públicas.
Mnuchin também apontou nesta quarta-feira que os especialistas do governo estão trabalhando para simplificar o processo como os americanos pagam seus impostos.
“Nosso objetivo é simplificar as taxas. Acho que a maioria dos americanos deve ser capaz de apresentar sua declaração de impostos em um formulário do tamanho de um cartão postal”, expressou.
Na Casa Branca, o principal assessor econômico de Trump, Gary Cohn, disse que todo ano os americanos gastão “milhões de horas” tentando preencher suas declarações de impostos, para as quais há, atualmente, 199 formulários diferentes.

A desequilibrada deputada Maria do Rosário ameaça esbofetear deputado de 70 anos, veja:

video

Lula visitará, sábado, o Polo Naval que ajudou a destruir

Está confirmada a presença de Lula, sábado, em Rio Grande. Ele participará de ato público em defesa do Polo Naval, que ele ajudou a destruir ao comandar a organização criminosa que roubou os cofres da Petrobrás, principal e único cliente dos estaleiros.
A Frente Parlamentar que defende o Polo, três dias depois, terça, 15 horas, visitará o presidente Michel Temer para pedir que a Petrobrás não abandone Rio Grande, retomando o contrato para a conclusão da plataforma P71, cujas obras pararam pela metade.

28 de Abril - Dia do Cartão Postal

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Senador catarinense Paulo Bauer apresenta projeto que acaba com o famigerado Horário Eleitoral no rádio e na TV

Reduzir os custos das campanhas eleitorais. Este é um dos objetivos do projeto apresentado pelo senador Paulo Bauer (PSDB/SC) e que acaba com o horário eleitoral gratuito e com a política partidária no rádio e na televisão. O PLS 108 de 2017 põe fim aos programas eleitorais, às inserções diárias durante as campanhas e à propaganda dos partidos políticos em períodos não eleitorais.
Segundo o autor, senador Paulo Bauer, cerca de metade dos custos das campanhas eleitorais está na propaganda veiculada no rádio e na televisão. Além disso, há ainda as compensações tributárias que o Governo Federal faz para as emissoras de rádio e TV. Este valor foi superior a R$ 3,5 bilhões entre 2004 e 2016.
“O horário não é gratuito. A sociedade paga abrindo mão de impostos. É um custo elevado, seja para o Governo ou para as campanhas. A eficácia dessa propaganda é totalmente questionável, uma vez que a população pouco ou nada assiste ou ouve”,argumenta o senador catarinense.
Para Bauer, que é líder do PSDB no Senado, o excesso de marketing nas campanhas afasta os candidatos do eleitorado.
“Os candidatos precisam se apresentar à sociedade como são, sem recursos de marketing ou efeitos especiais, e isso só será possível no contato direto com o eleitor de porta em porta. Partidos e candidatos precisam voltar às ruas para o contato direto com a população”, defende Bauer.
O senador explica que não há justificativa, hoje, para o uso de TV e Rádio, com recursos públicos, para a propaganda de partidos e para campanhas eleitorais. Bauer argumenta que os tempos mudaram e há outras formas de os políticos chegarem aos eleitores.
“Se, no passado, em face do quase monopólio do rádio e da televisão como meios de comunicação de massa, justificava-se que o poder público abrisse mão de valores significativos de recursos financeiros para proporcionar a propaganda eleitoral e a propaganda partidária gratuitas no rádio e na televisão, hoje não mais se justifica”, pondera o líder tucano.
O projeto apresentado pelo senador Paulo Bauer mantém a realização de debates, bem como estimula o uso das redes sociais, uma ferramenta importante para o contato entre políticos e eleitores.

Venha militar no Partido para ter um Brasil por inteiro

Patriotas do Diretório de Canoas coletando assinaturas para o Registro do Partido Militar 
no centro de Porto Alegre.

Alunos dão “aula” rebatendo professores de colégio de elite que aderiram à Greve Geral

A adesão de professores de escolas particulares à Greve Geral convocada para esta sexta-feira pode ser um tiro no pé. Tanto das escolas, quanto de toda a esquerda. Também mencionamos o fato de que, sim, haverá muita “adesão” inventada, simplesmente por ser véspera de feriado.
O Colégio Santa Cruz, tradicional instituição de São Paulo, integra a lista das escolas frequentadas pela elite paulistana que resolveram também aderir à greve.
Porém, os alunos reagiram por meio de uma carta aberta, que já circula nas redes sociais e grupos de mensagens. 
Segue trecho:
“Não nos enganemos; ir contra a reforma da Previdência é também defender que um funcionário público continue recebendo em média três vezes mais do que um trabalhador regular (Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados), e que a média de aposentadoria no Judiciário, de 25.700 reais, não seja alterada (…) a posição defendida pelos professores falha em apresentar embasamento técnico e econômico (…) Defender políticas públicas pautadas em ideais de ‘justiça’ e ‘defesa dos mais pobres’ é meio caminho andado para a irresponsabilidade fiscal. Essa irresponsabilidade fiscal, muito presente nos governos da ex-presidente Dilma, gera inflação, que pune majoritariamente os menos favorecidos.” (grifamos)
Deram uma aula.
No mais, reiteramos: essa tomada de postura partidária por parte de algumas instituições privadas pode trazer efeitos contrários mesmo em curto prazo. Sobretudo, o que é bom, fortalecendo movimentos com o Escola sem Partido.
Em tempo: em 2015, o Colégio Santa Cruz já esteve em polêmica envolvendo debate sobre identidade de gênero.

Não seja 'papel higiênico' de corruPTo ✰ Pronunciamento de Eduardo Bolsonaro

video

Nem tudo é propina ✰ Artigo de Tito Guarniere

Os procuradores do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato têm um problema: eles “se acham”. Tomados de vocação messiânica, estão convencidos de que vieram ao mundo para redimir o Brasil do mal e da corrupção. Para tanto se consideram revestidos de uma superioridade moral que os distingue dos comuns mortais. Um pouco de modéstia e humildade não lhes faria mal.
Assim, diante da crítica mais trivial, reagem de forma autoritária, atacam de volta e sempre com o mesmo argumento: querem acabar com a Lava Jato. É como se fossem profetas da verdade, como se nunca cometessem erros. Seria bom se fosse verdade.
Sempre fui a favor de que as delações premiadas deveriam fluir abertas. Decerto não estou entre aqueles que botam a mão no fogo pelos políticos citados. Podemos ficar indignados no limite com a bandalheira geral. Mas convenhamos, de que forma alguém pode se defender de acusações contra si se não as conhecem? Isso é coisa de ditaduras, de estados totalitários.
O sigilo se tornou um instrumento de poder, de acusar de nada e de tudo, de delitos graves e infrações leves, de crimes eleitorais e de enriquecimento ilícito, tudo no mesmo balaio e ao mesmo tempo. Só a Polícia Federal, o Ministério Público (este, mais do que todos) e os juízes tinham acesso ao conteúdo dos depoimentos. Durante meses as delações vazaram ao critério e gosto exclusivo dessas autoridades.
Com o fim do sigilo das delações, decidido pelo ministro Fachin, do STF, tudo vai ficando mais claro. O delator Mário Amaro da Silveira, ex-diretor da Odebrecht, revelou uma doação de R$ 500 mil reais em favor da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) mas se queixa: “Ela foi eleita e não fez nada por nós”. Pedro Novis, outro delator da mesma Odebrecht reclama de José Serra (PSDB-SP): “Serra nunca nos ajudou”. Benedicto Júnior, da mesma empreiteira, sobre Eduardo Paes (PMDB-RJ): “ele nunca nos deu nenhum benefício”. Apesar da insistência do procurador que o interrogou, o mesmo Benedicto Júnior negou três vezes que a doação ao governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) estivesse ligada a contrapartida.
O que ficou claro nas delações dadas a conhecer é que nem tudo é propina. A força tarefa da Lava Jato parte do pressuposto de que todas as doações são ilegais. Porém se elas não são condicionadas a alguma vantagem ao doador, ou não há delito ou o delito é menor. Se não há benefício ao doador, então é porque o político citado não contribuiu para o sobrepreço de obras, a concessão de favores fiscais ou desonerações, o contrabando de emendas em medidas provisórias e que tais.
É verdade: as empresas doadoras sempre esperam algo em troca. Como diz um delator, esperam “fluidez”. Bem, doar dinheiro de campanha era legal. E esperar fluidez e boa vontade do governo não chega a ser crime. Empresas que têm negócios com o Estado sabem o estrago que um governo pode causar quando está de mau humor.
O fim do sigilo revela que não é tudo igual, que há graus diferentes de peso, medida e gravidade nas delações, permitindo-nos uma noção mais nítida e uma avaliação mais justa dos delitos e dos personagens envolvidos.
Tito Guarnieri - bacharel em direito e jornalismo e colunista do jornal O Sul, de Porto Alegre.

Lula e as palestras para Odebrecht

 

Emílio no País das Maravilhas ✰ Artigo de Percival Puggina

Sentado para não cair, em meio a um turbilhão de emoções, assisti às declarações e respostas de Emílio Odebrecht ao juiz Sérgio Moro. Misturavam-se em mim a inquietação, a insegurança, a tristeza cívica, o constrangimento e um duplo sentimento de vergonha. Sentia vergonha pessoal, porque aquilo afetava a imagem do Brasil, e vergonha alheia, ante o que tal ato dizia do dono da maior construtora nacional e de boa parte de nossa elite política. Envergonhava-me deles e por eles. Emílio, bem ao contrário, espargia bonomia, doçura de ânimo e complacência. Era como se sua presença ali fosse uma dessas cortesias que os príncipes por vezes concedem aos súditos, algo tipo - "Fique à vontade, meritíssimo, aproveite que vim".
Foi então que me veio à lembrança John Milton. O terrível John Milton. Para quem não lembra, ele é o personagem representado por Al Pacino em O Advogado do Diabo, naquela que, indiscutivelmente, constitui sua mais soberba atuação nas telas. John é o dono do escritório de advocacia onde vai trabalhar Kevin Lomax (Keanu Reaves), um bastante ingênuo advogado interiorano a quem o chefe sedutor, pouco a pouco, revela sua total ausência de senso moral. É claro que falta a Emílio Odebrecht a capacidade de interpretação. Aliás, essa falta agrava sua situação. Em momento algum tentou ele interpretar certo papel ou seguir determinado roteiro. Satisfez-se com se apresentar, tal como é, confiante e sorridente. O que o separa de John Milton, a sofisticada encarnação do demônio em O Advogado do Diabo? Apenas a distância que medeia entre a ficção e a realidade. Estamos, porém, diante da mesma potência maligna, da mesma capacidade de perverter e da mesma irrestrita falta de consciência. É ela que lhe permite afirmar perante a justiça e a nação, confortável perante os fatos, que lhe tomou bilhões, a riso largo e mão grande.
Era inevitável seu encontro com Lula. Nascidos um para o outro. Essencialmente diferentes e essencialmente semelhantes. Diferentes na forma, semelhantes no conteúdo. Daí reservar-lhe o mais gentil apelido - "Amigo". Daí a falta de cerimônia deste, tornando-o capaz de pedir à maior empreiteira do país para lhe reformar um pequeno sítio em Atibaia (algo como solicitar carona a um porta-aviões - "Me leva até ali e depois vai para lá"). Daí pagar fortunas por palestras para assegurar ao amigo uma vida de nababo. Daí as franquias com que o ex-presidente foi agraciado. Qualquer um dos dois poderia repetir, sem qualquer constrangimento, a frase atribuída a Homer Simpson - "A culpa é minha e eu a ponho em quem quiser".
Não é o que ambos fazem?
Percival Puggina - membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

Liberdade de José Dirceu coloca em risco a democracia ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

video
Nós podemos, na semana que vem, receber a notícia de que José Dirceu será libertado. 
Para Marco Antonio Villa, a liberdade do petista coloca em risco a democracia. Comentário completo.

Filho de Lula afirma: Meu pai manda no Brasil e esmagará Sérgio Moro.

Luis Claudio Lula da Silva resume a arrogância e a prepotência da nova Elite Brasileira, surgida do nada, depois de anos da Dinastia Boliviana do Czar Lula.
De longe o mais babaca e metido a Príncipe da Família Real Lula da Silva, se acha o terceiro caroço do abacate, não respeita nada, nem ninguém.
O Castelo no desabando e o Pleybinha continua no "País das Maravilhas", que papai garantiu ser eterno, enquanto brinca de empresário.
Perguntado sobre estar preocupado com investigações, chutou o Paulo da barraca.
- Preocupado com o que?
Podem investigar. Meu pai manda nesse Pais. É ele que determina quem tem culpa ou é inocente, não um Juiz indo qualquer.
Ele esmagará esse tal de Moro. Aí dele que se meta nos meus negócios!

Os diferentes olhares da política

Desespero de Lula. Pra evitar prisão, terá de assumir crimes.

PT jogou a toalha. Lula, mesmo sem reconhecer explicitamente, também demonstra aceitar fim da linha.
Leo Pinheiro e Palocci decretaram fim irreversível. Hora de pensar em negociar. Delação é a saída.
Negociações em andamento.
Lula percebeu o apodrecimento dos seus métodos. A blindagem do "rabo preso" desmoronou, chantagens perderam força e não há mais controle da máquina, com favores a barganhar.
Fim da autorização de Confisco Arbitrário Sindical e corte de propinas estrangularam fluxo de caixa.
Com a perda de força deixa de ser bom negócio. Patrocinadores somem e aliados se afastam.
Moro agora possui provas documentais. Não há mais como negar.
Advogados se tornam repetitivos, inseguros e caem em contradição.
Sair do País em nada ajuda. Considerado foragido, entraria na Lista da Interpol.
Pedido de Asilo o tornaria um presidiário a Céu Aberto a espera da morte.
Única saída é a delação. Tem muito a revelar e conseguiria em troca Liberdade Plena.
Perfeito não fosse o detalhe.
- Obrigação de confessar publicamente seus crimes e detalhar como, quando e onde foram realizados.
FICO IMAGINANDO A CENA.
Lula sem máscara, humilhado, sem encarar as pessoas, quase sussurrando, repetindo sim senhor, não senhor, sob olhares incrédulos e "lacrimejantes" de militantes, em busca de buracos pra esconder a vergonha, de ter dedicado a vida, em defesa de um psicopata.
Antídoto serão imagens aéreas sem corte, evidenciando o vazio entre os presentes.

O 'palestrante' Lula ganha até de Obama em cinismo

video

Redes sociais combatem greve pelega lulopetista com chamadas para o trabalho

Nas redes sociais, a greve dos pelegos da CUT e do lulopetismo já oferecem contrapontos.

A greve geral que as centrais sindicais do lulopetismo e seus aliados convocaram
para esta sexta-feira é apenas um aparente protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência que tramitam na Câmara dos Deputados, mas tem o objetivo oblíquo de defender os bandidos da Lava Jato.
A greve geral o é organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pelas frentes de esquerda Brasil Popular e Povo Sem Medo, que têm participação de diversos movimentos alinhados ao lulopetismo.
A greve deve ser maior em cinco setores: transporte, bancário, servidores públicos, educação, metalúrgico (montadoras) e bancos.

Nacionalidade de quem currou jovens brancas alemãs no ano de 2016

Homem Culto

Corrida ao ouro: Descoberto em cidade do interior da Bahia campo aurífero com pelo menos 4 km de extensão

Ouro pode mudar economia da região de Iramaia; campo aurífero é descoberto
Os investimentos para deixar a mina em operação no município de Iramaia são da ordem de US$ 200 milhões

O pacato município de Iramaia, na Chapada Diamantina, deve passar por mudanças significativas nos próximos anos com uma suposta ‘corrida do ouro’. É que descobriram lá um campo aurífero com pelo menos quatro quilômetros de extensão e que tem chamado a atenção de muitos empresários. De acordo com o colunista Levi Vasconcelos, do jornal A Tarde, a prospecção do chamado ‘Projeto Jurema Leste’ foi feita pela Companhia Baiana de Pesquisas Minerais (CBPM) e já foi apresentado em março no maior evento de mineração do mundo, que aconteceu em Toronto, no Canadá.
Em publicação nesta terça-feira (25), o colunista ainda publicou uma fala do secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, que estaria bastante animado em relação ao ouro de Iramaia. “As perspectivas são as melhores, devemos atrair investidores internacionais para um grande empreendimento. O impacto será em toda a economia regional”, disse. Ainda conforme a publicação, os prévios estudos apontam que os investimentos para deixar a mina em operação são da ordem de US$ 200 milhões.

Só quando troveja ✰ Comentário de Luiz Carlos Prates

video

Decisão surpreendente mantém Adriana "Lurdinha" Ancelmo em prisão domiciliar

A perplexidade nas redes sociais é geral. Muita gente está me perguntando o que teria acontecido. 
Confesso que fiquei tão surpreso quanto vocês.

2º Evento do Trabalhador Macaé Fora de Estrada - Macaé RJ

Pais culpam Deus por filha de 8 meses pesar 17kg e comer desesperadamente

Chahat Kumar, oito meses, de Punjab, na Índia, pesa 17 kg – o equivalente a uma criança de quatro anos de idade.

Seus pais acreditam que Deus seja o culpado pelo apetite e estrutura da criança, e negam qualquer responsabilidade sobre sua alimentação. Os médicos ainda não sabem explicar o que está causando o apetite de Chahat, mas estão preocupados sobre as consequências desse distúrbio em sua saúde.
Segundo relatórios locais, o peso excessivo de Chahat prejudica seu sono e a respiração. Além disso, ela também sofre com problemas de pele, o que dificulta analisar sua condição através das amostras de sangue. O médico de família, Vasudev Sharma, confirmou que a dificuldade de tomar amostras de sangue tornou um diagnóstico médico muito difícil. “O exame de sangue não pode ser realizado devido à gordura no corpo do bebê. Nós tentamos muitas vezes. Sua pele é tão dura que não podemos diagnosticar sua condição”.
De acordo com os pais, ela nasceu com peso e tamanho normal. A partir dos quatro meses, seu peso foi aumentando. “Não é nossa culpa. Deus deu essa condição a ela. Não está em nossas mãos. Sinto-me mal quando algumas pessoas riem dela por ser gorda”, disse o pai,Suraj Kumar. A mãe de Chahat, Reena, está preocupada com a saúde de sua filha depois que ela perdeu seu primeiro bebê no parto. Reena contou que a menina come o tempo todo e quando não recebe comida, começa a chorar.
Dr. Sharma recomendou a visita da família a um especialista no Hospital de Amritsar, mas as restrições financeiras da família tornaram isso impossível até agora. O médico da família disse que o tamanho crescente de Chahat precisa ser resolvido. “Seu peso está aumentando excessivamente e tem que ser controlado. Ela tem que comer menos. Ela come como uma criança de 10 anos”.
E enquanto a família continua procurando respostas, Reena sonha com um futuro melhor para a filha. “Queremos que Chahat seja capaz de brincar como crianças normais. Não queremos que ela tenha dificuldades no futuro. Queremos um bom futuro para ela”.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...