quarta-feira, 19 de abril de 2017

Assim como as empresas "X", a Odebrecht também caminha para uma possível falência

Esquecido no chão do cárcere, Eike Batista vive rezando para ver "Dom Lulone" preso.

E a estória se repete! O empresário, Eike Batista, no auge do governo petista tornou-se um dos homens mais ricos do mundo, mas de tanto ouvir as baboseiras de Lula e levá-lo em seus aviões, quebrou feio! Terminou na prisão com a cabeça raspada e comendo a gororoba da penitenciária.
Duvidando da praga, Emilio Odebrecht e seu filho Marcelo, também aceitaram a convivência fatídica com o ex- presidente “Lula Brahma” e, acreditando que iriam tomar conta do mundo usando a estratégia da corrupção, também se deram mal. Hoje, Marcelo está preso delatando "Deus e o mundo". Emílio, pai de Marcelo, amicíssimo do espertalhão e pé frio Lula da Silva, conhecido como “Amigo”, nas planilhas de propinas da Odebrecht, também está carregando na perna, uma tornozeleira e, desesperado, sem opção para salvar o filho, resolveu delatar quase toda a Republica apodrecida do Brasil.
Enquanto isso, o responsável por toda essa catástrofe por que passa o maior país da América do Sul, continua jurando inocência e dando a entender, que tudo o que vem sendo delatado a seu respeito, é muita mentira.
Hoje, segundo li na imprensa, um juiz norte-americano condenou a Odebrecht a pagar 2,6 bilhões de dólares em multas relacionadas ao escândalo gerado pela operação Lava Jato, assinando acordo entre a empresa e autoridades brasileiras, norte-americanas e suíças.
Os acordos com os Estados Unidos foram assinados porque parte do dinheiro da propina paga pela Odebrecht foi destinada a bancos norte-americanos e a projetos da empreiteira no país. Há, ainda, a suspeita do governo americano de que cidadãos ou empresas daquele país tenham cometido crimes em acordos com a Odebrecht.
No caso da Suíça, grande parte das propinas pagas no esquema de corrupção foi transferida e movimentada em bancos no país europeu.
Algumas destas propinas circularam por bancos dos EUA, disseram os promotores. A condenação desta segunda-feira veio enquanto a Odebrecht tenta negociar acordos com outros países, incluindo Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, República Dominicana, Venezuela, Panamá e Portugal.
As acusações contra a Odebrecht são resultados de uma investigação de quase três anos no Brasil sobre corrupção na estatal Petrobras, que levou a dúzias de detenções e agitação política brasileira. Depois disso, a empresa nunca mais será a mesma.

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