terça-feira, 25 de abril de 2017

Mulher do governador de Minas Gerais é indiciada por corrupção pela Polícia Federal

É resultado da Operação Acrônimo, deflagrada em maio de 2015 para investigar esquema de tráfico de influência para liberação de empréstimos do BNDES à época em que Pimentel era ministro, e esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais envolvendo gráficas e agências de comunicação.
A Polícia Federal indiciou a mulher do governador de Minas Gerais, Fernando "Jorge" Pimentel (PT); os secretários da Casa Civil e do Planejamento do governo mineiro e dois executivos no âmbito das investigações da Operação Acrônimo. O governador ainda não foi denunciado porque depende de decisão do STJ sobre suposto conflito constitucional na questão de foro.
A informação exclusiva é do Estadão desta manhã.
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Carolina Pimentel foi indiciada como partícipe em corrupção, lavagem de dinheiro e crime eleitoral. Antonio Maciel, ex-presidente da Caoa, e o presidente do grupo Aliança, Elon Gomes, foram indiciados por falsidade ideológica e crime eleitoral, no artigo 350. Não há acusação contra as duas empresas. Também foi indiciado o publicitário Vitor Nicolato, homem de confiança do empresário Benedito de Oliveira, o Bené, próximo a Fernando Pimentel.

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