quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mais um petista chorão atras das grades

Do jeito que a coisa vai, com certeza, dentro do PT não sobrará ninguém para apagar a luz.

Ainda estava escuro, mas a PF já estava nas ruas. As 6 horas desta terça-feira (23) a Polícia Federal com seus 80 policiais, divididos em 16 equipes, dava inicio a operação “Panatenaico”, que cumpriu 10 mandados de prisão temporária, 3 de conduções coercitivas e 15 mandados de busca e apreensão. As medidas judiciais partiram da 10ª Vara da Justiça do DF e as ações ocorrem em Brasília. 
No entanto, foi no endereço do ex-governador Agnelo Queiroz (PT), na QI 17, do Lago Sul, bairro nobre de Brasília, que a Policia Federal passou mais tempo com a sua missão por causa do recolhimento de muitos documentos. O ex-governador de Brasília entrou em desespero e foi difícil conter o choro.
A operação é baseada em delação premiada da Andrade Gutierrez sobre um esquema de corrupção nas obras do estádio Mané Garrincha. De acordo com as investigações, o superfaturamento na construção chega a quase R$ 900 milhões — com custo previsto de R$ 600 milhões, o estádio saiu a R$ 1,575 bilhão ao fim de 2014. Trata-se da arena mais cara de toda a competição.
A renovação da arena seguiu modelo diferente ao dos outros estádios da Copa do Mundo do Brasil, financiados por dinheiro público, com empréstimos do BNDES. Na arena de Brasília, os aportes vieram da Terracap — companhia estatal do DF com 49% de participação da União — embora a companhia não tivesse essa operação financeira prevista entre suas atividades. Sem estudos prévios de viabilidade econômica do Mané Garrincha, a Terracap encontra-se em estado de iminente falência.

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