terça-feira, 23 de maio de 2017

Michel Temer não ouviu quando lhe disseram: ‘Quem avisa, amigo é’

Michel Temer, seus ministros e, principalmente, sua base aliada no Congresso Nacional têm bastante culpa pelo inferno astral pelo qual o presidente da República vem passando. Ao invés de apressarem a votação das reformas da Previdência e Trabalhista, que, sendo boas ou más, são necessárias na busca de uma recuperação econômica do país, antes que explodissem as bombas da Operação Lava-Jato, eles eram prioridade à anistia fiscal para a repatriação de recursos; insistiram em intimidar investigadores arregimentando forças para aprovar a tal “Lei de abuso de autoridades”; buscaram o restabelecimento de anistia para os gastos de campanha eleitoral através de dinheiro de “Caixa 2“. E tudo isso sem nenhuma providência para promover um combate aos excessivos gastos públicos, e nem com medidas para redução do alto índice de desemprego. Tudo fica mais evidente quando os áudios divulgados pelo empresário Joesley Batista mostram Michel Temer apoiando a utilização de dinheiro ilegal na compra de votos para criação de legislação e medidas que praticamente tornariam sem efeito as ações da Operação Lava-Jato. Por causa disso, Michel Temer está vivenciando um velho ditado que certamente ele ouviu na infância: “Castigo vem a cavalo”.

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