terça-feira, 30 de maio de 2017

Sem rumo e sem alternativa Michel Temer troca Ministro da Justiça

Delegados Federais veem com preocupação esse gesto tresloucado.

O Presidente Temer, aparenta não ter outra alternativa, a não ser renunciar. O homem ao receber Joesley Batista no palácio do Jaburu, depois das 22:30hs, arrumou um abacaxi do tamanho de um trem. Pelo comportamento apresentado na gravação, o presidente demonstrou, não, ingenuidade, mas sim, uma cumplicidade sem limites, com os mafiosos da JBS. Os corruptos disfarçados de empresários compravam todo mundo, acintosamente, despiram a Republica e a fizeram lamber o chão. Aliciaram procuradores, deputados, senadores conselheiros de empresas concorrentes, chegaram ao presidente da Nação e, segundo a imprensa, enriqueceram ciscando nos cofres do BNDES, da mesma forma que pinto no lixo.
Diante da mudança feita às pressas no Ministério da Justiça, os Delegados Federais veem com preocupação esse gesto estranho e desesperado de um presidente, prestes a cair.
NOTA:
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), vem a público demonstrar preocupação com a notícia da substituição, neste domingo, dia 28, do Ministro Osmar Serraglio pelo Ministro Torquato Jardim para ocupar o cargo de ministro da Justiça.
Os Delegados de Polícia Federal foram surpreendidos com a notícia da substituição, até mesmo porque desconhecem qualquer proposta de Torquato Jardim para a pasta. É natural que qualquer mudança no comando do Ministério da Justiça gera preocupação e incerteza sobre a possibilidade de interferências no trabalho realizado pela Polícia Federal.
Para resolver esta situação e evitar dúvidas, é fundamental que seja logo aprovada, no Congresso Nacional, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 412/2009, que garante a autonomia funcional, administrativa e orçamentária à Polícia Federal.
Além da autonomia, também é essencial que seja instituído o mandato para diretor geral da PF, de modo que mudanças de governo ou de governantes não reflitam em interferências políticas, cortes de recursos e de investimentos que prejudiquem as ações da Polícia Federal.
Carlos Eduardo Sobral - Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal - ADPF

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