segunda-feira, 12 de junho de 2017

Abin descobriu que Fachin usou jatinho da JBS para cabalar votos no Senado, diz Veja

Este jatinho da JBS foi usado por Fachin para cabalar votos dos senadores. O delator Ricardo Saur viajou com ele no trajeto -Curitiba-Brasília-Curitiba e promoveu jantar com Renan calheiros.O ministro não se deu por suspeito ao homologar, mas adiante, o acordo de delação dos Batista e Saur.
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (G-SI), general Sergio Etchegoyen, que é o verdadeiro chefe da Abin, alinhou-se ontem com o discurso de Michel Temer de que o relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, não foi e nem é monitorado:
- Tenho certeza que isso não aconteceu. Confio na Abin, nos profissionais da Abin e eles têm dado reiteradas mostras de seu profissionalismo.
A revista Veja deste final de semana não mostra provas, não identifica fontes, mas em reportagem de capa de oito páginas garante que a Abin investiga o ministro Edson Fachin e já descobriu que ele usou aviões da JBS nos dias que antecederam sua sabatina no Senado, meados de 2015. Foi a bordo do jatinho de Joesley Batista que ele se deslocou de Curitiba para Brasília, onde compareceu a jantar sigiloso com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Renan estava contra Fachin e depois mudou de lado. Ricardo Saur, delator da JBS (Saur não falou isto na sua delação) promoveu o jantar. No fim do jantar, Saur e Fachin voltaram com o jatinho da empresa para Curitiba. A Abin já dispõe de todos os dados do voo.
No Congresso, a CPMI da JBS trabalhará em cima da informação e também buscará saber senadores pagos pela JBS foram procurados para votar em Fachin, qual a empresa de marketing que a JBSA pagou para ajudar a campanha do ministro e de que modo Fachin homologou todo o acordo com os Batista.
Uma enxurrada de perguntas inconvenientes sairão, também, da Câmara, sobre o mesmo assunto,conforme o deputado Carlos Marun, PMDB do Mato Grosso.

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