quinta-feira, 22 de junho de 2017

Parada Gay perdeu o foco e abraçou a promiscuidade.

Homossexualismo; vítima histórica do preconceito. Questão polêmica. Envolve emaranhado de conceitos culturais, morais e religiosos, com milhares de desencontros no Universo da Ciência.
Questões Jurídicas se tornam secundárias. Garantem direitos civis; não civilidade.
Modificar princípios seculares demanda tempo, abnegação e coragem. Força pra enfrentar estrutura existente, mostrando que opção sexual nada tem com caráter e/ou dignidade.
Movimento LGBT tem conquistado grande avanço; um marco na história humana. Infelizmente vem se perdendo nos últimos anos. Parada Gay, o exemplo maior. 
Manifestação deixou de ser demonstração de igualdade, luta por reconhecimento e liberdade de optar com quem quer se relacionar. Invadida por promíscuos, vem se transformando em fonte de afronta à Sociedade. Espécie de vingança, por anos de discriminação, apoiada por pervertidos, fantasiados de políticos, jornalistas e/ou artistas.
Demonstração explícita do vulgar. Introduzir objetos no ânus publicamente. Desrespeitar símbolos religiosos. Fazer sexo em público. Protagonizar cenas pornográficas não é homossexualismo; resume desvio de conduta em nível de camisa de força.
Excessos trazem efeitos colaterais, com sequelas irreversíveis ao Universo Gay.
Assustados e enojados com a inversão de valores, expectadores se antipatiza com movimento; atalho para a generalização, mãe de todas as injustiças.
Aconselhável pisar no freio e voltar ao Laboratório. Sem entrar no mérito, discussão saiu do campo da opção e invadiu o terreno da conduta e/ou insanidade.
Se já é complicado pra maioria da minha geração, criada na Ditadura do Pecado, aceitar diferenças, o que esperar depois dessa explosão de uma absurda falta de bom senso, emoldurada por total distorção da realidade?
Corpo humano não é dividido em sexo, tara e tesão.

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