terça-feira, 21 de novembro de 2017

Fim da obrigatoriedade do imposto sindical obrigou a CUT a cortar 60% da folha de pagamento

A notícia publicada pela Folha no 18 de novembro de 2017  é extremamente inusitada. Acostumada a promover greves contra “patrões”, a CUT se viu alvo de uma ameaça de paralisação. Motivo: após o governo Temer conseguir acabar com a obrigatoriedade do imposto sindical, a Central Única dos Trabalhadores se viu obrigada a se livrar de 60% da própria folha de pagamento.
Para tanto, iniciou um Plano de Demissão Voluntária. Que desagradou boa parte dos 178 empregados, resultando na revolta contra os patrões. Desta vez, contudo, o alvo era a própria entidade.
Não foi informado o tamanho do prejuízo acumulado após a reforma trabalhista, mas sabe-se que, em 2016, a CUT recebeu quase R$ 60 milhões em contribuições – ou mais de R$ 336 mil por funcionário.
Mas, claro, nem tudo é investido em mão de obra. Parte dos recursos foi usado para bancar estrutura que acompanhou Lula em suas caravanas acusadas nas redes sociais de serem campanha antecipada.
Ainda assim, tratava-se de quantia suficiente para permitir que Delúbio Soares, mensaleiro condenado, recebesse R$ 15 mil de salário,
Realidade semelhante tem sido enfrentada por outras centrais sindicais.
Se o governo Temer não fez por merecer o esforço do brasileiro em derrubar Dilma Rousseff, o sufoco vivido pelo sindicalismo predatório nacional tem servido de consolo.

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