sexta-feira, 22 de junho de 2018

A ditadura da impunidade, imposta pela Suprema corte

Diz o dito popular: “quem muito se ausenta, deixa de fazer falta”. Esse é o problema do Brasil nos dias de hoje.

Acusado de corrupção grosseira, o poder Executivo sumiu completamente! Por sua vez, o Legislativo pressionado pela Lava Jato, contaminado pela corrupção sistêmica e pela falta de credibilidade, desapareceu do mapa e quase ninguém fala dele. E o povo, que poderia tomar uma atitude, vive sorrindo e palitando os dentes, como se tudo estivesse bem.
Aí, no vácuo dos três, o Supremo Tribunal Federal, resolveu exercer a função “do REI meu senhor”! Contudo, como os ministros da corte, estão mais para políticos do que juízes, diuturnamente, vêm usando dois pesos e uma medida para julgar os componentes do crime organizado que pulula dentro da República.
Indicados ou levados ao cargo pela mão desses políticos corruptos, que só pensam em enriquecer roubando o erário, os magistrados ou "os 11 da toga preta", sentindo a omissão do Executivo, do Legislativo, do Povo e a disposição das FFAA em não querer descascar esse abacaxi no qual se tornou o Brasil, decidiram cantar de galo, bater no peito e dizer: aqui, nesse país desgovernado, quem manda somos nós.
Pois é! Atualmente, só Deus poderá dar um jeito nesse país, porque acima do STF parece não existir mais ninguém. O Senado já mostrou não ter coragem para impetrar impeachment no time de Cármem Lúcia, as FFAA, pensando apenas em garantir o soldo, continuam deitadas em berço esplêndido, olhando apenas, o circo pegar fogo.
E o povo? Bem, o povo que é: omisso; indiferente e metido a engraçado, no dia-a-dia, se comporta tal qual aqueles babacas que, em torno daquela jovem russa a faziam repetir vocábulos indecentes, como se estivessem no carnaval brasileiro ou numa parada Gay na Avenida Paulista.

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