terça-feira, 12 de junho de 2018

A mulher bomba de Gilmar Mendes

 
O site O Antagonista conta que Joesley Batista usava o IDP, de Gilmar Mendes, como seu quartel-general em Brasília, especialmente para tratar de assuntos jurídicos.
A Crusoé revela que, no ano passado, a PF investigou uma denúncia envolvendo o nome de Dalide Corrêa, a faz-tudo de Gilmar Mendes.
A JBS, numa das reuniões realizadas no IDP, tentou reduzir o valor da multa de seu acordo de leniência de 11 bilhões de reais para apenas 3 bilhões de reais.
Para se aproximar dos juízes que cuidavam do caso, a empresa de Joesley Batista teria oferecido uma bolada de 200 milhões de reais.
REVISTA CRUSOÉ
Josley Batista, em visita ao IDP em pleno sábado, um mês antes de estourar a delação: encontro com Gilmar Mendes (que aparece atrás dele na imagem) e Dalide de cicerone A mulher-bomba, Crusoé teve acesso a uma investigação da Polícia Federal que ficou pelo caminho, apesar dos indícios de que a JBS usou a sede do instituto de Gilmar Mendes para tramar a oferta de 200 milhões de reais para se aproximar de juízes. O caso fez o ministro se afastar de Dalide Corrêa, a sua faz-tudo por 20 anos e personagem central do episódio.
A advogada Dalide Corrêa e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, se conheceram há pouco mais de duas décadas. Ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, quando Gilmar era o advogado-geral da União, Dalide chefiava o departamento jurídico da Caixa Econômica Federal. Como tinham assuntos em comum a tratar, acabaram se aproximando. Começou ali uma sólida relação. Anos mais tarde, já ministro da Suprema Corte, Gilmar convidaria Dalide para ser sua assessora parlamentar.
A bomba está a mostra, o pavio bem a vista de todos, se riscar um fósforo vai estremecer o prédio do STF, alguma coisa tinha por trás deste festival de habeas corpus, parece que a caneta do ministro escreve sozinha, todo Brasil está alarmado com que este juiz faz, e a passividade das outras instituições também é impressionante.
um pergunta fica no ar, Como este sujeito continua como Juiz da mais alta corte do País?
A reportagem na íntegra você encontra na revista Crusoé.

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