quarta-feira, 27 de junho de 2018

A Segunda Turma do STF, sem ter quem a reprima, faz o que quer e desafia o povo brasileiro

Parece que a segunda turma da Suprema Corte, composta pelos ministros: Dias Toffoli; Gilmar Mendes; Ricardo Lewandowski; Edson Fachin e Celso de Mello estar querendo mostrar que é absoluta, não tem medo de ninguém, faz o que quer e, para confirmar que isso é verdade vejam o que aconteceu:
Esta semana, na condição de Relator da Lava Jato, Fachin; mandou para o plenário da Corte o recurso impetrado pela da defesa do corrupto “Dom Lulone”, em consequência, o julgamento só ocorrerá no segundo semestre, inviabilizando assim a candidatura do presidiário. Aí, o pessoal da segunda turma da qual Fachin faz parte, parece não ter gostado e resolveu soltar tudo que é bandido. E de uma tacada só: trancou a ação penal contra o deputado corrupto Fernando Capez; confirmou a soltura do “lobista” Milton Lira; soltou João Claudio Genu, ex-tesoureiro do PP, acolheu todos os pedidos da defesa de Gleisi Hoffmann e seu marido Paulo Bernardo e, encerrou a lambança, mandando soltar José Dirceu.
Para quem não conhece, o petista Dirceu, a cabeça pensante da quadrilha que há anos vem roubando o Brasil, homem-forte do primeiro governo do ex-presidente Lula da Silva, foi condenado a mais de 30 anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, foi considerado culpado de receber 15 milhões de reais em propina sobre contratos da Diretoria de Serviços da Petrobras, no entanto, para a segunda Turma do STF, pondo por terra todo trabalho da Lava Jato, o marginal deve recorrer em liberdade e pode ser até considerado inocente. 
PQP! Será que nesse país só tem frouxo. Até quando esse pessoal vai continuar mandando as ordens nessa "ZORRA" sem que sofra nenhuma punição.

Um comentário:

Anônimo disse...

Infelizmente a banda podre do STF está a serviço do mal e é maioria nessa Corte. Um de seus integrantes teve a petulância de afirmar que acima do STF somente Deus. Como nenhum dos demais poderes da república sente-se ungido pelo poder divino a que o STF se atribui, está claramente configurada a quebra do equilíbrio e da harmonia entre os poderes.

Ante tal situação de extrema gravidade, cabe às Forças Armadas intervir no cumprimento da missão que lhe é atribuída pela CF (Art. 142), de defesa da pátria e de garantia dos poderes constitucionais. E, neste caso, terá de intervir por iniciativa dos comandantes de Força Singular, pois o PR, que é o comandante-em-chefe das Forças Armadas, faz parte do problema como um de seus principais causadores.

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