quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O eleitor finalmente puxou a descarga e o Brasil vai ser dedetizado

Domingo próximo passado começamos a mudar o Brasil. Usando apenas os celulares (Whatsapp) e as redes sociais (Blogs e Sites), conseguimos vencer e desmoralizar uma quadrilha que há 16 anos aparelhava, roubava e desmoralizava o país interna e externamente. Atenção petistas, acabou a ZONA, arrumem as malas e partam para Cuba, para a Venezuela e para a Nicarágua. Prometo dar a minha contribuição. A partir da próxima semana vou disponibilizar três passagens aéreas, só de ida, para qualquer desses três países acima citados.
Atenção bandidos, até hoje defendidos pelos “direitos humanos brasileiros”, ponham as barbas de molho, acabou a farra. O cidadão de bem vai poder ter sua arma de defesa (tenho a minha há 30 anos), os restaurantes e lojas vão voltar a ter um responsável, um funcionário em suas dependências, com direito a ter uma arma para se defender e defender os clientes no interior da casa. Acabou essa de chegar, jantar, assaltar os clientes e sair rindo de todos. Se tentar isso vai levar chumbo na cara.
Eu sou totalmente de acordo com uma política séria para “Direitos Humanos”, não essa política podre interesseira e hipócrita adotada no nosso país, onde um cidadão, que em sua própria residencia, atire contra um assaltante, seja preso e tenha sua pena agravada porque o meliante estava desarmado e sem chance de defesa… IMORAL. Eu tenho minha arma há muito devidamente registrada na Polícia Federar (PF) e como já citei em várias ocasiões não a devolvi para esse governo corrupto, inclusive prometi devolver parte da munição, mas só a que sair pelo cano. Alô, meliantes! não tentem fazer o teste. Vão se dar mal.
Quanto à futura administração direta do país, temos nuvens brancas, não seremos governados por um preposto de ladrão, condenado inicialmente a doze anos de prisão, e cujo preposto responde a 32 processos. Não teremos que, quando fora do país, passar pela vergonha de ser perguntado se somos presididos por um ladrão como recentemente (junho) me aconteceu na Itália. Fui peguntado se teríamos um presidente governando da cadeia. Nossa bandeira será VERDE E AMARELA. A vermelha amarelou.
No Executivo o provável Ministro da Defesa será o General Heleno Nunes, um patriota, um homem com conhecimento das nossas fronteiras Norte, Noroeste e Oeste. Por lá passou uma boa parte de sua vida profissional. É sempre bom lembrar que já tivemos recentemente no cargo um incompetente e acima de tudo comunista, quando faltou pouco para que ele apagasse o marco fronteiriço entre o Brasil e a Venezuela por conta de uma excrescência denominada URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina) parida pelo Foro de São Paulo.
No Legislativo, principalmente no Senado, Eunício Oliveira, Roberto Requião, Romero Jucá, Lindbergh Farias, Edison Lobão, Garibaldi Alves, são os ratos que já desceram pelo esgoto da moralidade, na primeira descarga. Sem dúvida, ainda restaram na casa um Renan Calheiro, um Jáder Barbalho, reeleito e eleito respectivamente por conta do nível cultural do nosso eleitorado composto por analfabetos, semianalfabetos e alienados políticos, para não falar de uma esquerda podre que só visa seus próprios interesses. Mas esses dois logo irão para os seus devidos lugares. Na segunda descarga descerão para a mesma fossa, quando não para a cadeia pelo simples fato de serem bandidos protegidos pelo STF onde seus processos são engavetados.
No Judiciário temos a possibilidade de ver o juiz Sérgio Moro ocupando o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e desta maneira contribuindo em muito para moralizar essa Côrte, que hoje não passa de uma partido político, banca de advogados e com uma meia dúzia de ministros especialistas em libertar bandidos através de HC (habeas corpus) conseguidos não sei a que custo. Não dá mais para ver Gilmar Mendes libertando bandidos e em seguida se escondendo em Portugal. Está na hora de nossa Suprema Côrte voltar a ter credibilidade no país e no exterior.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Bolsonaro surfando nas lágrimas dos petralhas

Uma eleição para esquecer ✰ Artigo de Astor Wartchow

Não há adjetivos negativos suficientes para classificar este melancólico e deprimente segundo turno presidencial, cuja marca mais deplorável é a generalizada e recíproca falta de respeito entre um expressivo grupo de pessoas, acerca de suas opiniões e prováveis votos.
Esta eleição se transformou em um plebiscito sobre negações e violações, uma incansável e inesgotável narrativa sobre os defeitos do outro. De um lado vigora o “ele não” e do outro o “PT nunca mais”.
De um lado denigre-se uma pessoa, no caso o candidato Bolsonaro, dito que vocacionado para a grosseria e a tirania, a julgar por suas dezenas de temerárias e desqualificadas declarações.
De outro lado, não menos desqualificado, e também com farto material probatório de condutas pessoais e coletivas negativas, uma instituição e seus principais líderes, alguns já condenados e presos, no caso o Partido dos Trabalhadores.
O mais surpreendente é o seguinte: o esforço de cada lado em rotular e insistir que os defeitos do outro são piores que os que o adversário lhe atribui. E que o futuro que o outro (se eleito) nos acena e promete será desastroso. 
Então, o que sucede é que os dois candidatos somam e representam (quase que na totalidade de votos alcançados e potenciais) não as próprias virtudes, mas sim a soma dos defeitos do outro. Logo, não é possível identificar, nem valorizar, eventuais virtudes de parte a parte.
Faz sentido. Afinal, são os dois extremos e lados negativos da mesma moeda. Frutos da longa e repetitiva semeadura inconseqüente e agora absurda e dolorosa colheita.
Outro aspecto. Um efeito colateral deste circo dos horrores comportamentais. Haverá um número gigantesco de votos nulos e brancos. Afinal, as convicções de muitos cidadãos não admitem uma opção compulsória, constrangedora e intolerante, uma exceção por baixo de suas réguas ético-políticas. Pertinente e respeitoso compreender suas motivações, suas razões e, finalmente, seus votos.
Finalmente, cabe perguntar: se tão notórios tantos defeitos de parte a parte, como imaginar e esperar que algum deles – pessoas e partidos em questão - possa oferecer e assegurar um processo de pacificação social e uma pauta de desenvolvimento?
E não bastará pacificar e promover o desenvolvimento. Há urgentes e graves reformas estruturais a serem realizadas, infelizmente adiadas governo após governo, e que demandam amplo apoio popular e parlamentar.
Não bastassem nossas dificuldades, tudo indica que o cenário internacional imediato – social e econômico – entrará em estado de alta fervura e resultará por agudas transformações. Há ameaças de recessão mundial. As migrações não param. O desemprego mundial cresce e se torna sem solução. Dias dramáticos virão!
Astor Wartchow - Advogado

Para onde vai o PT em 2019? ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

Witzel quer usar snipers para abater criminosos com fuzis em favelas

O governador eleito do Rio, Wilson Witzel (PSC), afirmou nesta terça-feira que quer treinar atiradores de elite para abater criminosos em favelas do Rio. Em entrevista à Globonews TV, ele disse que dificilmente esses policiais atiram em inocentes, e falou que a ordem é para atacar quem quer que esteja na frente dos policiais, mesmo que seja um bandido de costas:
- Raramente sniper atira em quem está de guarda- chuva. E muito menos em quem está com furadeira. Nesses casos eram militares que não estavam preparados para esse tipo de missão. Os militares da Core e do Bope inclusive serão treinados. Hoje, na Cidade de Deus, um helicóptero filmou cinco elementos armados de fuzis. Ali, se você tem uma operação em que nossos militares estão autorizados a realizar o abate, todos eles serão eliminados - disse Witzel ao ser questionado sobe episódios em que inocentes foram baleados porque outros objetos foram confundidos com armas pelos policiais, e complementou:
- Fuzil na mão? É ameaça. Ele vai usar o fuzil para atacar para quem quer que seja na frente dele - ao responder a uma hipótese onde um traficante esteja de costas com fuzil. 
O governador eleito, no entanto, reconheceu que não pode garantir que os policiais não serão condenados pela Justiça.

- Prefiro defender policiais no Tribunal do que ir a funeral. O policial será defendido. Se condenado, nós vamos recorrer. Se a setença for mantida, é um risco que a gente corre. O que me deixa desconfortável é ver bandido com fuzil na rua - disse Witzel.
Ele também pediu levantamento de quantos policiais tem na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) para saber quais policiais estão qualificados para abater criminosos de fuzil, e afirmou que vai liberar que esse tipo de disparo seja feito a partir de helicópteros.
Witzel também falou que pretende manter as tropas do Exército no estado por mais dez meses mesmo após o fim da Intervenção Federal na Segurança - que termina em 31 de dezembro deste ano. Ele afirmou que o objetivo de pedir a manutenção de decreto de Garantia da Lei e da Ordem seria ganhar tempo para treinar os policiais do estado:
- O governador Luiz Fernando Pezão me disse que está convocando PMs concursados. Preciso que essas tropas permaneçam garantindo a lei e a ordem, mesmo depois da intervenção, porque será necessário um tempo para que esses novos policiais passem por treinamento.
O governador eleito confirmou ainda que vai extinguir a Secretaria de Segurança e dar status de secretarias para a Polícia Militar e a Polícia Civil. O projeto era uma de suas principais prospostas de campanha.
Uso do legado da intervenção
Mais cedo, em entrevista à Record, ele citou outras propostas suas para a Segurança Pública. Disse que pretende aumentar o efetivo do Bope, preparar mais atiradores de elite e "aproveitar o legado da intervenção", no que se refere aos equipamentos, como fuzis, pistolas e viaturas recebidos, e treinamento.
Witzel falou também sobre a proposta de investir no rastreamento da lavagem de dinheiro para se identificar financiadores do crime organizado:
- Vamos trabalhar para a policia ser reequipada, e investigar quem são os financiadores do crime, quem está trazendo munição, droga, arma. Há um conceito de segurança publica, que vem sendo passado de governo a governo, que é a de pôr mais policiais nas ruas. Isso acaba tendo um efeito reflexo que é o crime organizado colocar mais gente para enfrentar a polícia. Aí criam-se áreas conflagradas maiores, mas não se investiga a lavagem de dinheiro para prender os executivos do crime. Lava-jato foi um exemplo de desmantelamento de quadrilha de desvio de dinheiro publico, é o mesmo padrão de trabalho. Vamos dar independência para a Civil investigar a lavagem de dinheiro.
O Globo

21 estrelas brancas não se curvaram a uma vermelha

Bolsonaro, para que veio?

Jair Bolsonaro venceu o segundo turno das eleições com votação expressiva, que não deixa a dúvida sobre a legitimidade do resultado no pleito de ontem, dia 28 de outubro. Bolsonaro venceu o Haddad. Bolsonaro venceu o PT. Bolsonaro venceu a ideologia de esquerda. Bolsonaro venceu o Lula e sua corriola de saqueadores de cofres públicos. O Brasil deu guinada para direita depois de anos de pregação de ideologia da esquerda. 
Com o apoio popular, o Lula e sua corriola praticaram a maior ladroagem da história da República, durante 13 anos seguidos. De ladroagem e incompetência, PT, Lula e Dilma deixaram as finanças públicas em frangalhos e colocou o Brasil na maior depressão econômica desde 1929. O País está com cerca de 40 milhões de desempregados, desalentados e sub-empregados! Para uma população ativa de pouco menos de 110 milhões, o número trabalhadores em situação crítica representa cerca de 1/3 do contingente total de trabalhadores. 
Com política econômica recheada de subsídios de toda ordem e manutenção de programas sociais e sindicais, com ambiente de negócios para classe produtiva cada vez mais perversa, o PT colocou as contas públicas em situação insustentável. Há três anos seguidos que o Brasil produz "rombo fiscal" (dinheiro que falta para pagar as contas). E a perspectiva para o ano de 2019 é uma previsão de mais um "rombo fiscal". O Bolsonaro já recebe a herança do "rombo fiscal" previsto em R$ 139 bilhões. Só para lembar, a dívida pública bruta do Tesouro Nacional é de cerca de R$ 5,5 trilhões ou equivalente a cerca de 75% do PIB (tudo que o país produz). Se o governo, apesar da alta carga de tributos não consegue pagar suas despesas correntes, é de supor que o País está "rolando" a sua dívida pública monumental.
Como pode ver, o desafio para o presidente Bolsonaro é muito grande. Até por conta da brutal recessão, a situação de atendimento na área de educação, saúde e segurança pública está no chão. Aqui vai a pergunta: como cuidar das necessidades básicas da população sem a arrecadação à altura da necessidade da população? Como venho afirmando aqui neste blog, não há mágica a produzir. Todo remédio é amargo e assim será. 
A única saída para o Brasil é correr atrás de um robusto crescimento econômico, algo como acima de 3,5% ao ano para zerar o "rombo fiscal" nos próximos 2 anos. O que pretende o futuro ministro da Economia ainda é segredo de polichinelo. É preciso ser transparente e colocar o plano econômico a ser colocado em prática aos setores produtivos em especial. Dizer que o ideário da política econômica tem viés liberal é muito pouco para governo, que tomará posse daqui a dois meses.
Terminado a eleição, Bolsonaro deve dizer claramente à população, para que veio.

MÁXIMA COMUNISTA: "Acuse os adversários do que você faz e os xingue do que é"

 

O fenômeno Bolsonaro ✰ Artigo de Leonardo Arruda

Outro dia assisti a um documentário na Netflix sobre a Guerra do Vietnã. Realmente impressionante!
Entre 1965 e 1975, período de maior engajamento norte-americano no conflito, morreram 58 mil solados americanos. Ou seja, 5.800 mortos por ano em média. Este morticínio levou a sociedade americana a um total repúdio à guerra, com grandes manifestações por todo país. Foi um trauma que os norte-americanos nunca esqueceram e, até hoje, tem dificuldade de tocar no assunto.
Isso me levou a fazer uma comparação com o Brasil. Por aqui, morrem 63 mil pessoas assassinadas por ano e o governo não dá a menor importância. Ou seja, enquanto nos EUA seis mil mortos por ano é considerado uma taxa inaceitável, por aqui, dez vezes mais não causa nenhum assombro no governo ou na mídia. A mídia só se manifesta quando morre alguém importante (um médico famoso, por exemplo) ou com a qual tenha afinidade ideológica, como foi o caso de Marielle Franco. Se o “Zé das Couves” foi assassinado no subúrbio e deixou sua família desamparada, ninguém em absoluto dá a menor atenção. Mas imaginar que essa opressão não provoque profunda indignação na sociedade, tal como ocorreu nos EUA, demonstra apenas falta de sensibilidade política.
Vamos imaginar que desses 63 mil mortos, a metade seja constituída por criminosos pelos quais ninguém vai derramar uma lágrima. Restam os outros 31.500 cidadãos de bem, muitos deles policiais, que foram assassinados por motivos fúteis, tais como um celular, uma mochila ou uma bicicleta. Ainda assim é uma taxa anual seis vezes maior que a cobrada pela Guerra do Vietnã. A sociedade brasileira está profundamente marcada por essa violência criminosa. Não há uma família sequer que não tenha sido atingida pela mão do crime. Traficantes e milicianos dominam comunidades inteiras criando áreas de exclusão onde a polícia não pode entrar. Se antes era uma característica das grandes cidades, hoje o crime campeia livremente no interior e a população mora entre muros, cercada por grades e com medo de andar nas ruas.
O que fizeram os governos proto-socialistas desde FHC até hoje para enfrentar essa calamidade? A solução milagrosa tirada do fundo da cartola por FHC e entusiasticamente defendida por Lula e seus seguidores foi o desarmamento civil, medida esta que se provou contraproducente em todos os países onde foi anteriormente adotada.
Mas nossos governantes foram além no descaso com a sociedade. No referendo de outubro de 1985 o povo teve a chance de manifestar sua desaprovação em relação ao desarmamento civil e, mesmo assim, o recado foi ignorado pelo governo. Outras medidas totalmente absurdas, tais como redução de penas, indulto natalino, saída no dia das mães, bolsa presidiário, audiência de custódia, etc. provocaram profunda indignação na população. A sensação geral é de que o crime compensa.
Agravando esse quadro, intelectuais identificados com o governo proclamam que o Brasil prende demais e que prisão não é solução. Os grupos de Direitos Humanos mostram-se muito preocupados com a integridade dos presidiários, mas não demonstram nenhuma compaixão para com as vítimas e seus familiares. No campo, milícias invadem e destroem propriedades e empresas e só podem ser retirados por ordem judicial de reintegração de posse. O Estatuto da Criança e do Adolescente, aprovado por Collor em 1990, criou uma categoria de intocáveis, cuja ficha criminal é apagada ao completar 18 anos de idade, independentemente do que tenham feito antes.
Nesse cenário de completo descalabro e anomia, surge um político que proclama o óbvio: que bandido não é cidadão; que as penas devem ser cumpridas até o fim; que o Estatuto do Desarmamento deve ser revisto; que menor de idade não é irresponsável; que aluno deve respeitar professor; que invasores devem ser expulsos pela polícia; que prisão é bom porque tira o criminoso da sociedade e que qualquer um tem o direito de defender sua vida, de seus familiares e sua propriedade – inclusive com o recurso a armas de fogo. É o típico “óbvio ululante” de que falava Nelson Rodrigues: estava diante dos olhos e ninguém via.
Bolsonaro não é um fenômeno. Se há algo de fenomenal no Brasil é a insensibilidade e a incompetência de nossa classe política.
Leonardo Arruda

Pensamento de direita

O nosso Brasil voltou ✰ Artigo de Percival Puggina

Momento histórico que ficará marcado para sempre no HD do meu coração. Eram 19 horas de domingo, 28 de outubro, quando a tela da TV mostrou o resultado da pesquisa de boca de urna. Com uma diferença de 10 pontos percentuais, a nação escolhera Jair Bolsonaro para presidir a República a partir de 1º de janeiro. Dei um grito que assustou minha mulher. Afinal, o evento excedia as forças normais da natureza. Milagre!
Pense comigo. O presidente eleito não dispôs de uma única emissora de TV ou de rádio, de um único jornal de grande influência, de qualquer ambiente acadêmico formal, de mínimos recursos financeiros. Seu partido PSL e sua coligação com o PRTB eram politicamente insignificantes. Ao mesmo tempo, tinha contra si o poderoso PT e seus insondáveis recursos financeiros. Sofreu ataques permanentes, não raro várias vezes a cada turno, dos pesos-pesados da comunicação social - TV Globo, Globo News, jornal O Globo, Folha, ZH, Veja, Época, e verdadeira multidão de artistas, atores e celebridades do mundo cultural. Beneficiando seu adversário, somavam esforços contra ele a CUT, as legiões dos movimentos sociais, e mais a UNE, a CNBB e o gigantesco e endinheirado universo das ONGs.
Atribuíam a Bolsonaro as piores intenções contra os negros, mas a maioria dos negros votou nele. Diziam-no machista, inimigo das mulheres, mas as mulheres deram mais votos a ele do que a seu adversário almofadinha. Acusavam-no de ser homofóbico, mas uma quarta parte dos homossexuais preferiu votar nele. Por quê? Porque ele, sabidamente, é contra o homossexualismo militante, que quer promover-se inclusive nas salas de aula com instrumentos pedagógicos como os da ideologia de gênero e do kit gay. Quem pode ser favorável a isso, além de seu adversário, para contrapropaganda?
Na festa de ontem à noite, no Parcão, aqui em Porto Alegre, enquanto comemorava com a multidão, entre abraços, lágrimas e fotos, infinitas fotos, senti que se cumpria uma tarefa que assumi em 1985, quando entrei em contato pessoal com as primeiras expressões políticas do petismo que iniciava suas ações no país.
Percebi que se tratava de uma legenda para a qual, na expressão posterior de José Dirceu, o importante era o partido (ou seja, não a nação, não o Estado, não o Brasil) e que esse partido tinha um braço sobre a mesa do jogo e um braço sob a mesa do jogo. Essa combinação, levada ao poder, teria um efeito desastroso. A realidade me deu razão.
Estas primeiras horas já estão mostrando como será o PT na oposição. Continuarão perseguindo apenas o bem do partido. Não reconheceram a derrota e vem aí o “Fora Bolsonaro!”, expressão do velho golpismo, que o petismo dedica a quem senta na cadeira que ambiciona. Alguns colunistas, hoje, amargando o gosto do insucesso, advertiam que a vitória não era um “cheque em branco” ao vencedor. Suponho que andaram lendo a Constituição e descobriram que o país tem instituições, tem leis e regras. Um dia talvez descubram que Dilma sofreu impeachment, que Lula está preso, e que o país ficou como está justamente por haver dado sucessivas vitórias a quem confundiu cada sucesso eleitoral com um cheque em branco. Foram os valores preenchidos nesse cheque que quebraram o país.

General Augusto Heleno está correto em descartar ação militar contra a Venezuela ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

 

Justiça ordena análise fiscal de sobrinho de Lula

Vallisney de Oliveira, juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, ordenou que a Receita rastreie as movimentações financeiras de Taiguara Rodrigues, sobrinho da primeira mulher de Lula. 
O juiz atendeu a pedido do Ministério Público Federal no processo em que Taiguara e Lula são réus por suposta formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência. 
O presidiário de Curitiba é acusado pelo Ministério Público de usar seu poder e influência na Presidência para que a Odebrecht conseguisse empréstimos no BNDES. A contrapartida da empreiteira seria a contratação da Exergia, empresa de Taiguara.

Juiz do PT & Juiz do Brasil

Em terra de corrupto, ser honesto, é ser marginal

Na foto acima, dois corruPTos de alta periculosidade.

Observem que o sistema corrupto se posicionou em estado de defesa contra o capitão do Exército brasileiro. A pressão vem desde tribunais superiores até figuras de ex-presidentes. Uns já velhinhos e outros presos por corrupção, lavagem de dinheiro e outras coisas mais.
Na verdade! O Povo quer mudar a todo custo! E pelo visto, a população não aguenta mais essa promiscuidade e esse senso de luxuria que impera entre artistas, políticos corruptos na República Federativa do Brasil. Filhos não respeitam mais os pais, que da noite para o dia assumiram a condição de gatão e gatinha.
Alunos não estudam como deveriam, nem respeitam professores, que acuados estão abdicando de se especializarem e, enquanto, em países desenvolvidos ser professor, é ser o melhor, aqui no Brasil os metres lutam por melhores salários, mas esquecem de que a sua obrigação é ter o conhecimento especializado, para ensinar e reprovar quando for necessário.
Ao invés de somar, as redes de televisão, fazem questão de incentivar a pratica do homossexualismo e, nas suas novelas diárias, ensinam a: trair; roubar; enganar; abortar; homem beijar homem e mulher se relacionar com mulher e nos presídios superlotados, o encontro intimo acobertado por um sistema de revista fajuto, permite com que os presidiários recebam armas, drogas e, da cela, comandem os seus cúmplices na planície.
Ai, de repente! Aparece um sujeito com um cheiro da Caserna, sem boa dicção, mas diz o que o povo quer ouvir e, sem medo algum, mesmo depois de ser esfaqueado por um pau mandado, possivelmente, escalado por bandidos poderosos, não titubeia e, com determinação e coragem enfrenta o sistema defendendo, a família e o patriotismo no país.
No entanto, ninguém o entende e, por isso, o tacham de: homofônico; racista; incompetente; fascista e, por fim, formam um verdadeiro tsunami de mentiras e aberrações para não o ver prosperar. Mas, isto é, facilmente, entendido, no reino da putaria. Porque: pelo que se conhece da maledicência da máfia: EM TERRA DE CORRUPTO E LADRÃO O SUJEITO SER HONESTO, É CONSIDERADO UM MARGINAL.

Incompetência no Brasil é orgulho ✰ Comentário de Luiz Carlos Prates

Pra definir Haddad, só no palavrão

 
Haddad, na reta final da corrida eleitoral, resumido a vexames, incoerência e choro infantil.
Patético é elogio. "Posa" de Defensor da Paz e vive de ofensas ao Adversário. 
No fim do primeiro turno atacou de fofoqueiro, comentando vida pessoal ao citar divórcio e ultimamente se vitimiza, afirmando ser alvo de Fake News.
A única mentira é o discurso de Haddad, incoerente com atitudes.
Vídeo acima não deixa dúvidas. 
Definir Haddad, só no palavrão. 
Militantes correrão pra afirmar ser a foto uma montagem.
Tudo indica ser uma sátira montada mas para o Sofá serviu como mera ilustração.
Espero a mesma veemência pra garantir ser conteúdo do vídeo uma mentira, ao citar postura do Candidato.

Dilma revela por que Haddad não ganhou

Criminosos decapitam homem por ele ter votado em Bolsonaro

 
Criminosos invasores de apartamentos do Condomínio Residencial Novo Barroso, conhecido como Babilônia, localizado no bairro Passaré, na zona Sul de Fortaleza, mataram a tiros e decapitaram um morador daquela comunidade por ele ter declarado que votou no candidato à Presidente Jair Bolsonaro (PSL). 
O crime foi descoberto pela Polícia Militar na manhã desta terça-feira (30). Preso, um dos acusados confessou o crime quando entrava no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro de Fátima.
Os policiais filmaram o criminoso confessando o crime bárbaro. Ele foi capturado por uma patrulha da Força Tática da PM que foi chamada para atender à ocorrência. 
A vítima, o eleitor de Bolsonaro, teria sido sequestrado de sua residência e assassinado a tiros, na noite desta segunda-feira (29). Em seguida, teve a cabeça arrancada a golpes de facão. O corpo foi deixado em um matagal nas proximidades da Babilônia. 
Na manhã de hoje, a esposa do homem morto reconheceu um dos envolvidos e a Polícia prendeu o bandido.
O criminoso confessou friamente que o crime foi pelo fato da vitima ser um eleitor do presidente eleito. 
Segundo ele, o morador, que era casado e pai de três crianças, foi morto “na bala, porque votou no Bolsonaro”.

31 de Outubro - Dia Nacional da Maçã Caramelada

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Bolsonaro classificará melhor o Brasil no ranking mundial da idiotocracia política? ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

É lógico que estarão excluídos dessa avaliação, tanto o Governo Jair Bolsonaro, quanto o Congresso Nacional, recém eleitos, e que tomarão posse nos seus cargos em 1º de janeiro de 2019. Só o tempo dirá se haverá alguma novidade positiva no desempenho desses novos políticos e administradores públicos, se comparados com a “tragédia” que marcou o desempenho dos anteriores que, por esse motivo, já estão em condições de serem avaliados e julgados pelo que fizeram, com certeza, mais de “mal”, do que de “bem”.
Mas tudo indica que estaria havendo uma promessa de rompimento com o passado político, especialmente pelas declarações do novo Presidente da República, logo após a sua eleição. Vontade não lhe falta. Resta saber se terá condições e capacitação para fazê-lo.
Mas teria o Presidente Bolsonaro e sua equipe instrumentos para romper com a estrutura política do passado, construída por uma classe política oriunda da pior escória da sociedade? A constituição e as leis que os “antigos” deixaram escritas e os novos “herdaram”, não estariam constituindo verdadeiras barreiras para efetivas mudanças para melhor? Alguém poderia conceber a boa atuação de um governo, preso a todas essas “amarras” do passado? Diminuir ou acabar com a corrupção na política, e combater a criminalidade nas ruas, seria o suficiente para o novo governo ter um bom desempenho? Será que não seria necessário afastar de uma só vez todos os empecilhos para um bom governo, mesmo que por meio de medidas mais drásticas, como aquelas “excepcionalidades” previstas no artigo 142 da Constituição?
Tornou-se célebre uma frase escrita por Nelson Rodrigues: “a maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas que são a maioria da humanidade”.
Com essa frase, ele certamente estava se referindo à IDIOTOCRACIA POLÍTICA PLENA de um país, que fica consolidada pela prática “democrática” de um determinado eleitorado, cuja maioria, decisiva no futuro de qualquer  país, sempre é composta por  “idiotas ”, beneficiando espertalhões, corruptos, oportunistas, e gente não muito “chegada” ao trabalho, que se infiltram na política e dela fazem uma profissão, não querendo mais sair.
E se um país é caracterizado, ou não, pela idiotocracia política plena, pode ser desvendado pela simples presença de certos requisitos que normalmente se fazem presentes  nessas situações..
E são 10 (dez) os principais passos para caracterizar a IDIOTOCRACIA POLÍTICA PLENA. Ei-los: (1) Acabar com a educação de boa qualidade; (2) Dar oportunidade a poucos; (3) Criar uma mídia absolutamente inútil; (4) Garantir um sistema de saúde de péssima  qualidade; (5) Cobrar altos impostos do povo; (6) Tudo deve não funcionar  direito na área pública; (7) Garantir a impunidade; (8) Não investir em novas tecnologias e incentivar somente a produção primária e commodities; (9) Empregar “mágicos” no Governo; e (10) Promover o desemprego o máximo possível.
As respostas a esses quesitos é que definirão se o respectivo país se enquadra nessa categoria, ou seja, se nesse  povo a maioria  “democrática” é de idiotas políticos, ou não.
Em termos de “país”, portanto, a idiotia só pode se manifestar claro mediante as eleições gerais para o comando político central do país como um todo, não  em relação às políticas e governos regionais, que já seria outra “história”. Por outro lado essa realidade também tem o significado de apontar que o regime da idiotocracia  pode se “alternar” no país, de tempos em tempos. Num certo período ela pode ser “vitoriosa”; em outro “derrotada”. Portanto, a idiotocracia também pode  sofrer “alternância no poder”.
Tenho para mim que muitos indicativos apontam na direção de  que o Brasil esteve até agora mergulhado profundamente  no regime da idiotocracia política plena. Sem exceção, todos os 10 passos que a definem, como antes exposto, estiveram presentes no Brasil, pelo menos nos últimos anos da chamada “redemocratização”, a partir do término do Regime Militar, que durou de 1964 até 1985, passando, portanto pelos Governos Sarney, Collor/Itamar, FHC (2 mandatos), Lula (2 mandatos), Dilma (1,5 mandatos) e Temer (1/2 mandato).
Mas agora com as eleições de outubro de 2018, parece que se abriu uma luzinha lá no fim do túnel, indicando que o povo teria acordado do pesadelo em que viveu e pelo qual “optou”, desde 1985, mais acentuadamente, de janeiro de 2003 em diante. Mas só o tempo dirá se os novos governantes e políticos conseguirão tirar, ou não, o Brasil do regime da idiotocracia política plena que vigorou até agora. E certamente  vai ser preciso muita capacitação e coragem para fazê-lo.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Entrevista do Presidente Jair Bolsonaro no Jornal Nacional (29/10/2018)

 

Saiba quais são as duas prioridades imediatas do presidente eleito

Jair Bolsonaro (PSL) obteve 57,7 milhões de votos e Fernando Haddad (PT), 47 milhões. Votos brancos, nulos e as abstenções somaram 42,1 milhões
Passada a eleição, as atenções se voltam, agora, para a fase de transição de governo e as seguintes definições prioritárias:
1) Definição de nomes para a futura equipe ministerial.
2) Sinalização das primeiras medidas que serão tomadas a partir e 1º de janeiro de 2019, data da posse.
Jair Bolsonaro (PSL) e sua equipe elaboraram um conjunto base de medidas que serão testadas na mídia, no mundo político e em setores da sociedade.
Na economia, os recados mais urgentes foram dados ontem mesmo por Paulo Guedes, futuro ministro da Fazenda: 1) reforma da Previdência, 2) controle de gastos públicos e 3) reforma do Estado.
Já as ideias com foco no social e no dia a dia das pessoas também estão sendo embaladas. São propostas que questionam os limites de investimentos na saúde e na educação, discutem a qualidade da despesa e propõem mecanismos de gestão no trato da coisa pública.
Há ainda itens de apelo direto e urgente, como as pautas voltadas à segurança pública.

Novo presidente, novo Congresso, mas o povo quer um STF diferente

O Presidente é outro, do Congresso Nacional expurgou algumas figuras funestas e o povo está feliz, mas agora, precisa se fazer uma arrumação no Supremo Tribunal Federal. Da forma que estar, com certeza, não poderá continuar.
A Suprema Corte, sem dúvida alguma, é a instituição responsável pela garantia e manutenção do que prever a Constituição brasileira, todavia, parece-me que tem algo de errado transitando no âmbito do STF. O Brasil é um país em evolução, portanto, precisa que ministros concursados sejam alçados a vesti a toga preta. A forma atual de escolha é capenga e desastrada.
Os políticos, corruptos ou não, elaboram as leis, indicam seus protegidos para tribunais superiores e com isso conseguem escapar da prisão e, indiferentes ao pensar do povo continuam fazendo suas falcatruas, Além disso, quando a situação aperta, imploram para que seus processos sejam enviados ao Supremo. Por que isso?
Ali, ministros se digladiam, uns querendo prender, outros querendo soltar como se a lei fosse diferente de um para outro. Desesperado, o povo não entende nada de leis, mas com certeza, não é idiota para não perceber que em determinadas situações, muitos dos bandidos que procuram aquele Tribunal deveriam continuar presos.
O caso mas acintoso, é aquele do corrupto, José Dirceu. É um notório exemplo de impunidade, isto é para não citar vários outros casos, que no dia-a-dia, mata a população de vergonha. Creiam, a paciência com o PT também foi assim, mas no dia em que o brasileiro resolveu mudar, trocou o presidente, limpou o Congresso e, provavelmente, logo, logo, vai tomar uma atitude com relação ao STF, que se não mudar de comportamento, democraticamente, passará por uma reforma profunda e uma limpeza geral.

Países membros do Foro de São Paulo

O resultado das eleições ✰ Artigo de Marcelo Aiquel

Finalmente, terminou a campanha eleitoral! Uma campanha marcada pelas mentiras e baixarias patrocinadas – como sempre – pelos “desesperados” PT; PSOL e PCdoB.
Escrevo novamente (desta vez me despedindo definitivamente. Sim, este deverá ser meu último artigo sobre política) para dizer que – independente do que gostariam alguns – o capitão Bolsonaro venceu. Apesar da tentativa de fraude! E houve!
E acrescentar que o sucesso dele (Bolsonaro) deveu-se, em grande parte, á soberba e a arrogância dos militantes defensores do Luladrão, condenado sem 'gópi' e com provas, sim. Muitas, por sinal.
Ah, também por causa da cegueira hipócrita e seletiva dos seus admiradores, que não cansaram – ao longo da campanha eleitoral – de argumentar (ou tentar) com teses pra lá de duvidosas e um palavreado “chulo” (não é mesmo, Doutor Sílvio, de Santos/SP? Mais um “raivoso” adorador dos políticos ladrões) ofendendo graciosamente todos os seus opositores.
Como as boas lições raramente são aprendidas (é absolutamente necessário ser humilde e inteligente para tal) sei que dizendo isso estou “batendo em ponta de faca”... Ops, faca não! Isto é especialidade do “desempregado abonado”, e agora “doente mental”, do assassino confesso Adélio. Evidentemente, do PSOL, outro membro da ORCRIM!
Concluindo: Como as boas lições raramente são aprendidas, continuem (os fanáticos e os dependentes) a saudar um psicopata bêbado e comprovadamente ladrão, enquanto o Brasil caminhará para a frente.
Agradeço a todos, recomendando apenas: andem na linha e na ordem que nada de mal lhes acontecerá. Afinal, as leis são para todos! Dura lex, sed lex...
Saudações e até qualquer dia.
Marcelo Aiquel - Advogado

Primeira-dama, Michelle Bolsonaro, dá entrevista exclusiva para a RecordTV

 
Michelle Bolsonaro, a nova primeira-dama, recebe o jornalista Eduardo Ribeiro em entrevista exclusiva para a Record TV

A derrota desmascarou os democratas de galinheiro

Condenado ao desaparecimento pelo eleitorado que tapeou por tanto tempo, o partido que virou bando vai morrer de sem-vergonhice. 

O discurso lido por Jair Bolsonaro revogou o destempero da primeira fala improvisada pelo presidente eleito e desconcertou adversários que esperavam ansiosamente algum escorregão autoritário. O candidato vitorioso transformou num “juramento a Deus” a promessa de respeitar a Constituição, as leis, os direitos humanos, as múltiplas liberdades. Louvou o Estado Democrático de Direito e reiterou o compromisso de esforçar-se pela pacificação do Brasil.
O discurso de Fernando Haddad, declamado minutos depois, deixou em frangalhos a fantasia do estadista que Lula escolheu para impedir que a democracia brasileira fosse assassinada por uma versão piorada de Adolf Hitler. Alheio aos 10 milhões de votos que escavaram um abismo entre ele e Bolsonaro, Haddad transformou o que deveria ser um civilizado reconhecimento da derrota no primeiro comício do terceiro turno de uma eleição que acabou.
Em vez de desejar boa sorte ao vencedor, o democrata de galinheiro tentou desqualificar a decisão da maioria do eleitorado, exigiu a libertação do corrupto engaiolado pela Justiça e avisou que a luta continua. A seu lado no palanque, Gleisi Hoffmann confirmou que o partido não perdeu para Bolsonaro: foi vítima das fraudes, da enxurrada de fake news, das injustiças praticadas contra Lula e de outras perversidades engendradas por fascistas e neonazistas.
Guilherme Boulos aproveitou o clima beligerante e convocou para esta terça-feira atos de protesto contra o governo que nem começou. Não esclareceu se vai convidar para as manifestações Joaquim Barbosa, Rodrigo Janot, Marina Silva e outros parceiros recentes da “frente democrática” simulada pela tribo que sonha fazer do Brasil uma Venezuela tamanho família. Tampouco revelou se vai aproveitar o ajuntamento para invadir algum imóvel.
O palavrório dos companheiros de naufrágio destoou pateticamente da cara de velório. Fiascos do gênero confundem seus protagonistas, sobretudo se portadores de cabeças muito avariadas. Mas o surto de alucinações não dura muito. Sacerdotes ou meros devotos, os integrantes da seita logo descobrirão que Lula vai continuar na cadeia, que a Lava Jato venceu a quadrilha, que Bolsonaro nocauteou Haddad, que os brasileiros não são um ajuntamento de otários.
O comportamento dos vencidos informa: o PT pode até sobreviver por alguns anos, mas a agonia é irreversível. Condenado ao desaparecimento pelo eleitorado que tapeou por tanto tempo, o partido que virou bando vai morrer de sem-vergonhice.

Ditadura nunca mais

Vitória de Bolsonaro reacende clamor por Cesare Battisti na Itália

A vitória de Jair Bolsonaro (PSL) repercutiu no cenário político italiano e aumentou as expectativas no país sobre a eventual extradição do terrorista Cesare Battisti.
Além do vice-premiê Matteo Salvini, aliados do governo da Itália também celebraram o triunfo de Jair Bolsonaro.
“Parabéns e bom trabalho ao novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O vento identitário sopra além das fronteiras da Europa”, escreveu no Twitter o ministro da Família Lorenzo Fontana, do partido direitista Liga.
Outro expoente da legenda, o senador Roberto Calderoli, afirmou que a vitória de Bolsonaro deve “finalmente tirar qualquer cobertura política e judiciária a Cesare Battisti e permitir aquela legítima e sacrossanta extradição adiada por muitos anos”.
“Agora o Brasil não tem mais desculpas: coloquem-no em um avião e despachem-no à Itália”, acrescentou Calderoli.
Giorgia Meloni, presidente do partido direitista Irmãos da Itália (FDI), aliado da Liga, mas que não integra o governo, declarou que a esquerda está sendo “derrotada pela história em todo o planeta”.
“Finalmente os povos estão recuperando sua liberdade e soberania”, escreveu Meloni no Facebook.
Nesta segunda-feira (29), o deputado federal Eduardo Bolsonaro deu a entender que a extradição de Cesare Battisti será um presente para a Itália, conforme noticiou a Renova Mídia.

Vitória de Bolsonaro significa derrota do projeto criminoso do PT ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

 

Escola sem partido ganha força. Deputada do PSL pede para alunos denunciarem ideologia que infecta escolas

Deputada estadual eleita pelo PSL em Santa Catarina, Ana Caroline Campagnolo, começou a trabalhar para limpar a escolas e universidades da infecção ideológica que sucateia nossa educação antes mesmo de assumir o cargo. 
Campagnolo levantou a bandeira do programa escola sem partido em entrevista, e pediu para os alunos denunciarem a campanha política e ideológica que muitos professores fazem nas aulas. Recomendou que os alunos filmem ou gravem os professores e encaminhem para sua equipe poder tomar as medidas adequadas. 
Campagnolo conhece muito bem a situação de desespero do nosso sistema educacional, já que ela própria é professora de historia e quer remediar o dano causado aos alunos.

Fale ao motorista somente o indispensável

Nova Pádua, RS, alto nível de vida, deu 93% dos votos a Bolsonaro

A cidade de Nova Pádua, no Rio Grande do Sul, uma das cidades de melhor nível de vida do País, deu a maior vitória de Bolsonaro – 93% de seus 1.904 habitantes o escolheram como novo presidente.
No sentido inverso, uma das cidades mais atrasadas do País, Guaribas, no Piauí, deu 98% de seus 2.938 votos a Haddad.

As urnas falaram e agora Bolsonaro deve colocar em prática seu plano de Governo ✰ Comentário de Vera Magalhães

 

Bolsonaro vence em 97% das cidades mais ricas e Haddad em 98% das pobres

Entre os mil municípios com os maiores IDHs do País, Bolsonaro venceu em 967, enquanto Haddad conquistou 33. Já nas mil cidades menos desenvolvidas, Haddad ganhou em 975.
Apesar de ter perdido a eleição, o candidato petista Fernando Haddad teve mais votos na maioria dos municípios brasileiros. O petista ganhou em 2.810 cidades, ante 2.760 de Bolsonaro. Ainda assim, a diferença de votos entre eles foi de 10,7 milhões.
Os dados levantados pela reportagem mostram ainda que, quanto menor o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, maior foi a votação em Haddad – e quanto maior, mais votos para Bolsonaro. O indicador mede a qualidade de vida da população com métricas de acesso à educação, longevidade e renda.
Em São Caetano do Sul (SP), cidade com maior IDH do País, o militar da reserva venceu com 75,1% dos votos. Já o pequeno município de Melgaço (PA), com menos de 10 mil habitantes e o menor IDH do País, deu vitória a Haddad por 75,6% dos votos.
A correlação é semelhante à estabelecida a partir das eleições presidenciais de 2006, quando o candidato petista era Lula e o antipetista era Geraldo Alckmin, do PSDB. A onda Bolsonaro praticamente substituiu o protagonismo do PSDB. Alckmin teve votação abaixo do esperado, mesmo no principal reduto do partido, o Estado de São Paulo.
A cidade de Nova Pádua, no Rio Grande do Sul, deu a maior vitória de Bolsonaro – 93% de seus 1.904 habitantes o escolheram como novo presidente. Guaribas, no Piauí, deu 98% de seus 2.938 votos a Haddad.
DESEQUILÍBRIO
Haddad conquistou mais municípios, porém com menos eleitores
Apesar de ter conquistado maioria em menos municípios, Bolsonaro foi vitorioso em cidades muito mais populosas do que Haddad – como São Paulo, por exemplo, que tem o maior eleitorado no País. Em votos válidos, a diferença de Bolsonaro para Haddad foi de 10,7 milhões de votos.
Os resultados do segundo turno mostram que o presidente eleito venceu em menos cidades do Nordeste – no primeiro turno ele teve mais votos em 38 de 1.377 municípios da região e no segundo, em 23. Haddad foi o que mais teve votos na região – ele venceu em todos os nove Estados nordestinos. Mas o militar da reserva teve vitória com larga diferença em Estados como São Paulo, Acre e Santa Catarina.
Em São Paulo, Bolsonaro conseguiu vencer com folga – teve 67,97% dos votos, ganhando na grande maioria dos municípios. O governador eleito no Estado, João Doria (PSDB), deixou de lado a figura do presidente de seu partido Geraldo Alckmin, que não decolou na eleição presidencial, e colou no nome do militar da reserva para se alavancar com pedidos de voto “Bolsodoria”. Ele e Márcio França (PSB) vinham polarizando fortemente desde que o socialista ultrapassou Paulo Skaf (MDB) e conseguiu ir ao segundo turno. Doria venceu com 10,9 milhões (51,75%) de votos válidos.
Nos três Estados do Sul, a vitória de Bolsonaro foi ainda mais expressiva. No Rio Grande do Sul, ele teve 63,24% dos votos válidos, ante 36,76% de Haddad. No Paraná, Bolsonaro ficou com 68,43% dos válidos, ante 31,57% de Haddad. Mas o Estado que mais deu votos para o presidente eleito na região foi Santa Catarina, com 75,92% dos válidos, contra 24,08% de Fernando Haddad.
Mudança. Alguns municípios mudaram de lado entre um turno e outro. Bolsonaro conseguiu converter 25 municípios de Fernando Haddad, seis deles em São Paulo, mas a resposta do petista foi maior. Haddad “virou” a disputa em 120 municípios onde o capitão reformado tinha sido o vencedor no primeiro turno, sendo que 41 deles estão em Minas Gerais, 19 em Goiás e 17 no Rio Grande do Sul.
Além disso, Haddad herdou a vitória em todos os 103 municípios em que Ciro Gomes (PDT) tinha obtido maior parte dos votos, todos na região Nordeste do País. No Estado do Ceará, que é reduto político de Ciro, o petista teve um de seus melhores desempenhos no Brasil e ficou com 71% dos votos válidos.
Essa transferência de votos de Ciro para Haddad já era prevista na série de pesquisas Estado/Ibope/TV Globo divulgadas durante o segundo turno, a partir do dia 15 de outubro, mesmo com o pedetista não declarando apoio formal a Haddad. O ex-governador do Ceará teve 13,3 milhões de votos no primeiro turno (12,47%) e ficou em terceiro lugar na disputa.
Texto: Luiz Fernando Toledo e Cecília do Lago / Dados: Vinicius Sueiro / Infografia: Bruno Ponceano

Gay de direita & gay de esquerda

Advogados do agressor de Bolsonaro já estavam na mira da PF

Cresce o mistério por trás das relações do PCC om a equipe de advogados que se ofereceu para defender o esfaqueador de Bolsonaro de forma voluntária.
A principal linha da investigação da Polícia Federal sobre o atentado contra o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) aponta para a maior facção criminosa do país.
Segundo informações da revista Crusoé, advogados que defendem Adélio Bispo de Oliveira, o agressor do presidente, estão sob a lupa dos agentes da Polícia Federal.
No primeiro inquérito, finalizado em 28 de setembro, a Polícia Federal concluiu que Adélio havia agido sozinho no dia do ataque. No entanto, um segundo inquérito foi aberto para investigar possíveis conexões do criminoso, pessoas que podem ter ajudado o agressor a planejar o crime.
A PF analisa mais de 6 mil conversas de Adélio no celular, mais de mil e-mails e dados telefônicos do agressor nos últimos cinco anos.
Na terça-feira (23), conforme noticiado pelo G1, o juiz federal de Juiz de Fora (MG), Bruno Savino, autorizou a prorrogação do segundo inquérito. O juiz atendeu a um pedido da Polícia Federal, com a concordância do Ministério Público Federal.
De acordo com as informações dos jornalistas Rodrigo Rangel e Filipe Coutinho, da revista Crusoé, a relação entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e os advogados do esfaqueador de Bolsonaro foi o principal motivo pela prorrogação da investigação.
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