sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Veta tudo, Bolsonaro !!! ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

É como ser diz por aí: “nada como um dia depois do outro”.
Durante o nefasto período político que se instalou no país após 1985, principalmente depois de 2003, que durou até 2018, as leis e as emendas constitucionais feitas em cima da “colcha de retalhos” comumente chamada “Constituição Federal“ (de 1988), tinham iniciativa, tramitação e aprovação absolutamente certas, tranquilas, e sem quaisquer entraves, devido ao flagrante conluio então existente entre os Três Poderes Constitucionais (Executivo, Legislativo e Judiciário), resultado do regime de “troca-troca” de interesses então dominantes, a que muito apropriadamente acabaram denominando “toma  lá-dá-cá”.
Mas certamente temendo alguma possível “traição” do Congresso, por parte dos seus próprios parlamentares “fiéis”, em 2013, durante a gestão presidencial de Dilma Rousseff, o PT e seus aliados conseguiram aprovar a “toque-de-caixa” mais uma das suas “tranquilas” emendas constitucionais, que levou o número EC 76/2013, alterando a Constituição, de modo que ficasse proibido “votação secreta” em determinadas matérias, dentre as quais as relativas à DERRUBADA DE VETO PRESIDENCIAL às leis.
Mas agora as forças políticas não têm mais a “unanimidade” que tinham antes. Bolsonaro resolveu enfrentar e acabar com o “toma lá-dá-cá” a partir de 1º de janeiro desse ano.
E foi exatamente aí que a Emenda Constitucional Nº EC 76/2013 passou a ser um verdadeiro “tiro-que-saiu-pela-culatra”, atingindo em cheio a “cara” do PT, os outros partidos esquerda, e também o seu mais novo aliado político, o chamado “Centrão”.
Toda essa “camarilha” política se reuniu para aprovar, às escondidas, de surpresa, e na “calada” de uma só noite, a chamada Lei do Abuso de Autoridade, que resumidamente coloca algemas e mordaças em todas as autoridades competentes para investigar a apurar crimes, dentre as quais os próprios juízes, promotores públicos e  policiais, sem que levassem em consideração que esse tipo de conduta de abuso de autoridade já está previsto como ilícito nas normas legais existentes desde 1965,iniciativa da “ditadura” do Regime Militar.
Mas a incrível “coincidência” nisso tudo é que grande parte dos parlamentares que aprovaram “às escondidas” essa absurda lei são alvo de investigações e implicações em condutas criminosas, e com essa lei que eles aprovaram acabarão “blindados” e com campo absolutamente livre para continuarem delinquindo à vontade contra o erário.
O “tiro-que-saiu-pela-culatra”, contido na EC 76/2013, é que o provável VETO de Bolsonaro, total ou parcial, à referida Lei de Abuso de Autoridade, terá que ser apreciado pelo Congresso em VOTO ABERTO, e não mais “secreto”, como era antes.
Detalhe importante que não pode passar despercebido é que para o Presidente da República, nesse caso, não vai fazer qualquer diferença, em relação ao Congresso, se ele vetar TOTAL ou PARCIALMENTE essa lei. Então o que ele terá que fazer é vetá-la TOTALMENTE. E numa eventual derrubada do veto, todos os parlamentares terão que mostrar as suas “caras”. Não poderão mais ser “secretos”. Terão coragem suficiente diante dos seus eleitores?
Sérgio Alves de Oliveira / Advogado e Sociólogo

Mãe do sequestrador do ônibus não culpa a PM pela morte do seu filho

 
Ela culpa os políticos corruptos, que roubaram o Brasil e as oportunidades dos brasileiros!

A penultima “virgem” do PT foi condenada ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Fernando Haddad, a penúltima virgem ainda atuante na elite do Partido dos Trabalhadores (PT), acabou como era de se esperar, perdendo a virgindade. Hoje o ex candidato à presidência foi condenado por decisão da Justiça Eleitoral, acusado de roubar o erário público através do caixa dois da UTC Engenharia na campanha eleitoral de 2002 quando foi eleito prefeito de São Paulo.
Eu falei a penúltima virgem da quadrilha, a última na minha opinião é a ex “presidenta” Dilma Vana Rousseff . Não dá para entender porque essa anta ainda grita para todos em alto e bom tom que é a mulher mais honesta do mundo, sem perder a máscara. Repito, eu não entendo como alguém tão honesto pode se manter honesto cercado de bandidos por todos os lados, do chefe aos subordinados.
O caso da ex “presidenta” só tem uma explicação, que poderia ser dada pela inércia da justiça comprometida com essa esquerda podre e que foi beneficiada no reinado da anta. Ou ainda, só para descontrair; por um raríssimo caso de anomalia genética que altera significativamente a anatomia genital impedindo a consumação do ato sexual. Caso que a manteria sendo a última virgem do puteiro.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Ongs no Brasil - Bondade ou interesse?

Os misericordiosos de galinheiro choram a salvação de 37 reféns ✰ Artigo de Augusto Nunes

A turma que torce pelo bandido não se conforma com a morte do sequestrador do ônibus no Rio.

Sabe aquele momento do filme em que um homem da lei elimina o sequestrador, os reféns escapam ilesos e os espectadores normais vibram com o triunfo do bem? Como se viu nesta semana, é nessa hora que caem na choradeira pela morte do bandido os devotos de Lula aninhados no PT, no PSOL, no PCdoB, nos “movimentos sociais” e, claro, na imprensa.
“PM mata homem que manteve passageiros de ônibus reféns na ponte Rio-Niterói”. Não havia na história, portanto, um criminoso com um isqueiro na mão, pronto para incendiar o cárcere improvisado cujo piso cobrira com gasolina. Havia apenas um homem, talvez brincando de carcereiro. “Atirador de elite salva a vida de 37 reféns ao atingir sequestrador no Rio”, corrigiu o Diário do Poder.
Aos olhos dos misericordiosos de galinheiro, o vilão da história não foi Willian Augusto da Silva, responsável por quatro horas de terrorismo explícito. Foi Wilson Witzel, que ousara festejar o desfecho do drama. Acusado por jornalistas e políticos de festejar a morte do bandido, o governador restabeleceu a verdade: “Comemorei a vida”, declarou, solidário com os 37 sobreviventes.
A polícia deveria negociar com o sequestrador até vencê-lo pelo cansaço, ordenaram jornalistas que também sublinharam os distúrbios mentais que aparentemente afetavam Willian. Todo candidato a assassino é ruim da cabeça, e negociar com gente assim jamais conduz a um final feliz. Quem duvida disso deveria tentar algum entendimento com os companheiros do Estado Islâmico.
A seita que torce por bandidos precisa programar mais uma missa negra no 7º dia da morte do homem executado por um policial. Como o principal pregador está engaiolado, e certamente lamenta a perda do colega, o sermão poderia ser substituído por gritos de “Lula Livre”.
Augusto Nunes - Jornalista

Filha de Silvio Santos, Patrícia Abravanel, resolve falar o que pensa de Jair Bolsonaro

 

Lei de Abuso de Autoridade: O "pai da ideia" e principal beneficiário

Neste momento, nada é mais grave, nada ameaça mais o futuro do Brasil do que a tal “lei de abuso de autoridade”, que patifes da Câmara e do Senado já aprovaram, cabendo a Bolsonaro sancionar ou vetar.
Se sancionada, a lei será um instrumento para inibir a ação de policiais, juízes e membros do Ministério Público que enfrentam a criminalidade.
Sendo que o crime, da violência urbana à grossa corrupção combatida na Lava Jato, prejudica todos os brasileiros, mas atinge especialmente os mais pobres.
Um dos autores da lei é Renan Calheiros (PMDB-AL), senador que responde a vários processos criminais, nenhum concluído até agora por causa do infame "foro privilegiado".
Tentando proteger-se, a si e a outros corruptos, ele move uma guerra especialmente contra a Lava Jato.
Mas, existem abusos praticados por autoridades? É óbvio que sim! E alguém estará a favor dos abusos? Não, exceto abusadores. Então por que criticar essa lei? É por sua índole e sua forma: refletindo a má-fé de senadores e deputados inidôneos, ela foi elaborada de modo a punir quem verdadeiramente combate o crime.
Naturalmente, ela não vai coibir canetaços abusivos como o daquela juíza de Porto Alegre que, na audiência de custódia, soltou seis traficantes que a polícia tinha prendido com 4651 kg de Maconha. Pelo contrário, é uma aposta precisamente nesse tipo de decisão.
Querem saber? A malandragem está em tirar proveito da caneta de juízes moderninhos do tipo que posta no Facebook: "Fora Moro!", "Marielle vive!" e outras originalidades. Esse tipo de juiz existe...
Por trás de tudo está o "garantismo penal à brasileira".
Para que se tenha ideia, se o investigado - mesmo traficante preso em flagrante, como naquele caso de Porto Alegre - alegar que sofreu constrangimento ao ser preso, o policial é que terá de provar que não fez nada errado.
Na prática, se essa lei nascer, bandidos não mais poderão ser algemados, porque se forem, vão alegar constrangimento, o que será suficiente para que um juiz "garantista", no conforto do gabinete e alheio aos riscos do combate ao crime, acabe condenando o policial.
Ou seja, estamos por ver o poste molhar o cachorro... A menos que a população compreenda que corruptos estão querendo fazer a festa. E um grande número de brasileiros - nas ruas e nas redes sociais - meta o dedo na cara desses farsantes - simbolicamente, claro!
De 2013 para cá, o povo reagiu e carregou o Brasil nos braços, salvando-o do abismo.
Nada de intelectuais, universitários ou lideranças políticas, mas brasileiros sem grife. Pois neste momento, só o povo pode arrancar a nação das garras infectas dos corruptos e salvar o futuro.
Renato Sant'Ana - Advogado e Psicólogo.

5º Encontro de Autos Antigos de Santo Antônio de Pádua RJ

Assalto anunciado (R$ 2 bi) ✰ Artigo de Guilherme Fiuza

Quando os parasitas do Congresso Nacional surgem, de cara lavada, 
propondo garfar mais 2 bilhões de reais do contribuinte para financiar sua panfletagem, o Brasil boceja. 

O Brasil tem se mobilizado por uma série de causas. Dos bares aos meios acadêmicos se debateu exaustivamente, por exemplo, se azul é para meninos e rosa para meninas, se pode ser o contrário ou se deve ser o contrário. O país discutiu apaixonadamente também se era para cantar o Hino Nacional nas escolas ou não. Mas, quando os parasitas do Congresso Nacional surgem, de cara lavada, propondo garfar mais 2 bilhões de reais do contribuinte para financiar sua panfletagem, o Brasil boceja.
Em plena crise fiscal, onde se viu gente dizendo que se tirassem mais um centavo da reforma da Previdência ela seria inútil, R$ 2 bilhões passam assobiando na cara de todo mundo, numa boa. É o assalto sobre o assalto. Depois de arrancar as calças do país regendo um cartel de empreiteiras para ordenhar os cofres públicos, os maestros do petrolão propuseram a proibição da doação eleitoral de empresas – olha como eles são éticos e progressistas (de pança cheia). Vieram com aquele papo choroso de que “o poder econômico corrompe a democracia” etc – como se várias democracias sólidas não permitissem que empresas financiassem partidos.
O problema, naturalmente, não é a empresa – é a corrupção. Quando a vocação é forte, até as almas mais honestas e puras vendem seu corpinho por aí, como ficou demonstrado. E por que o capital não pode, dentro da lei, fazer escolhas políticas? O poder de influência de um artista famoso não é, também, um capital eleitoral decisivo? Alguém pensou em proibir cantor de MPB de usar seu prestígio e popularidade para fermentar candidatos picaretas apanhados pela Lava Jato?
Por acaso, é a mesma quantia que a Lava Jato conseguiu que fosse restituída pelos meliantes aos cofres públicos este ano: entram 2 bilhões de reais recuperados pelos homens da lei, saem 2 bilhões de reais garfados pelos homens sem lei – ou pior, sem inibição para retocar a lei como quem retoca a maquiagem democrática.
O Rui Barbosa do Centrão já está em todas as manchetes amigas dizendo que o saque bilionário é essencial para a democracia. Vai engolir mais essa, Brasil?
Guilherme Fiuza - Jornalista e escritor

23 de Agosto - Dia da Umhlanga

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Sim, precisamos de heróis ✰ Artigo de Carlos Alberto Sardenberg

Sérgio Moro não disputou eleição, não fez campanhas, mas se tornou uma forte liderança moral e política.

Nesta semana, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Tofolli, disse que a Lava-Jato não é uma instituição e que o Brasil não precisa de heróis, mas de projetos.
Data venia, cabe discordar. Primeiro, o Brasil precisa, sim, de heróis, por uma razão simples: há muitos vilões entre nós, e vilões em posição de mando. E também porque certas mudanças só ocorrem quando são promovidas por lideranças reconhecidas pela sociedade.
Esse reconhecimento não precisa ser pelo voto. Joaquim Barbosa nunca disputou uma eleição, jamais fez campanha ou coisa parecida. Mas tornou-se um presidenciável pela sua atuação — tão forte quanto inesperada — no processo do mensalão. Foi uma mudança e tanto, não é mesmo?
O STF, mais conhecido por atrasar ad infinitum os casos envolvendo os agentes públicos com foro privilegiado, dedicou-se inteiramente, por meses, a julgar corruptos de primeiro escalão. Sob a clara liderança de Joaquim Barbosa. Se um herói é alguém sem o qual certas mudanças não ocorreriam, então o ex-ministro tornou-se um deles.
O que nos leva ao caso Lava-Jato. Se o STF quebrou o gelo e colocou a corrupção na mira do Judiciário, a Lava-Jato culminou o processo. Formalmente, trata-se de uma operação, uma simples força-tarefa — “reles” tarefa, gostariam alguns — mas alguém duvida que, na sociedade, tornou-se uma instituição superior?
Sergio Moro também não disputou eleição, não fez campanhas, mas se tornou uma forte liderança moral e política. Um herói, no modo como Joaquim Barbosa.
A resistência à Lava-Jato revela, em setores jurídicos, uma combinação de inveja e ciúme. Como pode um simples juiz de primeira instância — de novo, um “reles” juiz? — tornar-se uma figura nacional?
Não entenderam que Moro encarna uma profunda mudança — e mudança para o bem. Ou entenderam e não estão gostando.
Cabe nessa história o procurador Deltan Dallagnol. A operação envolve uma legião de promotores, agentes da Polícia Federal, auditores da Receita, e funcionários do Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras — todos eles heróis pelos papéis exercidos e que levaram para a cadeia os vilões do primeiro escalão. Todos eles eram, por assim dizer, “menores” que os alvos. Todos ouviram, em algum momento, “sabem com quem estão falando?” E mesmo assim foram para cima.
O primeiro procurador da Lava-Jato foi Carlos Fernando dos Santos Lima, uma liderança mais discreta. Mas Dallagnol, seu substituto, encarna a ousadia dos mais jovens enfrentando um poder superior. Daí seus exageros. Mas como queriam que se quebrasse uma quadrilha de políticos, empresários e agentes públicos, instalada no comando de instituições? Pedindo licença, faz favor?
Tirante os lulistas extremados, ninguém entre os críticos da Lava-Jato diz que não houve roubalheira. Ou que a operação não pegou ladrões.
Dizem criticar apenas os métodos — ou o “Direito Penal de Curitiba”, como diz o ministro Gilmar Mendes.
Acontece que existe mesmo um Direito Penal de Curitiba. Trata-se de algo como um novo contrato social ou a reinterpretação de normas e mais, especialmente, um novo modo de fazer. Não apenas a Lava-Jato encontrou lavagem de dinheiro onde o velho Direito via simples caixa 2, como a operação foi fulminante na apuração e julgamento.
No fundo, a legião dos adversários da Lava-Jato está incomodada porque que a operação se tornou uma instituição nacional, tanto que não se consegue encerrá-la, e com alguns heróis de peso. Mas por isso mesmo, há um esforço para limitar o sistema de investigação.
Dias Tofolli, que certamente não é um herói, mas o presidente de uma instituição, praticamente suspendeu as atividades do Coaf. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu fiscalizações da Receita federal envolvendo 133 agentes públicos, inclusive os ministros Gilmar Mendes e o próprio Dias Tofolli, e ainda mandou suspender auditores fiscais.
E agora surgem essas conversas para alterar a estrutura desses órgãos.
Ora, sem Coaf e sem Receita, não tem Lava-Jato. Só falta proibirem as operações da Polícia Federal.
Seria esse o triunfo das instituições?
Na verdade, seria o triunfo dos anti-heróis.

Desenhando a Lei de "abuso de autoridade" aprovada no Congresso

 

Vamos rir juntos? ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Não sou egoísta, quando tenho motivos para rir repasso para todos. Então vamos lá: espero que riam bastante até começarem a soluçar. O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu licitação para compra de kits “antimotins” para proteger os seguranças da Casa em possíveis manifestações. Verdade? Isso para mim não passa de uma confissão de culpa. E para você?
Serão adquiridos 15 conjuntos de armaduras, escudos e capacetes capazes de aguentar ataques com pedra, tijolo, objetos pontiagudos e chamas de coquetel molotov. Tenho a ligeira impressão que para fechar esse muquifo chamado de STF, não há necessidade de nenhum motim, continuo acreditando e apostando que um cabo e dois soldados são suficientes para esses covardes usarem as portas dos fundos.
Informa-se que a área administrativa reservou mais ou menos R$ 70 mil para a aquisição dos equipamentos e que a cúpula concordou com o gasto, desde que não faltem por mais de dois dias medalhão de lagosta, carré de cordeiro, camarão à baiana, bobó de camarão, bacalhau à Gomes Sá, whisky envelhecido 12 anos e vinhos internacionais três vezes premiados. E que seja feita a vontade desses IMORAIS.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Toffoli vai soltar Lula de supetão para evitar manifestação ✰ Comentário de José Nêumanne Pinto

 

STF e Câmara – As maiores vergonhas nacionais ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Esse comentário é por conta de uma triste realidade, hoje vista com clareza pela sociedade brasileira e que repercute de maneira extremamente negativa na imprensa internacional sobre a nossa, infelizmente, desmoralizada Suprema Corte. Leiam as significativas e verdadeiras frases que circulam na imprensa nacional e na imprensa internacional.
1- “Uma nação que coloca seu destino político na mão de nove advogados de toga, não eleitos pelo povo, não merece nome de democracia”
2 – “O Supremo Tribunal Federal mostrou claramente que está a serviço do esquema de corrupção que domina este pais”
3 – “Quando você é rico contrata um bom advogado.Quando é riquíssimo, contrata um juiz. Quando você roubou um país contrata o Supremo.”
Para azar nosso temos ainda um outro poder apodrecido, o Legislativo, que hoje não passa de um antro de corruptos. A maioria de seus nobres são ladrões do dinheiro público. Alguns são réus, outros respondem a processo ou foram denunciados; são verdadeiras excrescências do mundo político Tupiniquim. Ontem, a bandidagem de rabo preso reuniu-se com a finalidade de se blindar.
Aprovaram um projeto que criminaliza o “abuso de autoridade”. Já existem na legislação descrições claras sobre o que é e o que não é abuso de autoridade. A finalidade dessa pouca vergonha aprovada ontem pelos corruptos, nada mais é do que uma reação contrária às investigações contra eles próprios. Mesmo diante de toda essa bandalheira, espero que o cidadão brasileiro não esqueça de que é BRASILEIRO!!!.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos.

Achas que Bolsonaro fala tanta besteira quanto a Dilma??

O caixão está fechando para o PT: Palocci delata repasse de R$ 2 milhões à campanha de Haddad

A cada nova revelação da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci sobre os incontáveis escândalos envolvendo o Partido dos Trabalhadores e agregados, deixa, cada vez mais, a sociedade brasileira em choque e extremamente revoltada com tamanho desrespeito, irresponsabilidade e cretinice envolvendo o dinheiro de nós, os pagadores de impostos.
Em trecho da delação, Palocci diz que a campanha eleitoral de Fernando Haddad de 2012, recebeu 2 milhões de reais para disputar a prefeitura de São Paulo.
Segundo o ex-ministro, o Banco Safra, representando a Casino, repassou “vantagem indevida” ao PT para evitar a “concessão de empréstimo do BNDES para o processo de fusão do Grupo Pão de Açúcar e Carrefour”.
“O Banco Safra repassou 2 milhões de reais à campanha à prefeitura de São Paulo de Fernando Haddad, em 2012, além de 10 milhões de reais à campanha presidencial de 2014, somados a diversos repasses ao Instituto Lula”, relata Palocci.
Haddad, como não poderia ser diferente, através de nota, afirmou que nunca tratou com o ex-ministro de qualquer tipo de colaboração intermediada por ele e que desconhece a contribuição do banco.
Se confirmada a veracidade das delações de Palocci à PF, as pouquíssimas chances de sobrevivência que o PT tem frente à opinião pública, acabaram de vez.
O caixão do partido está fechando...

Palocci revela organização criminosa do PT ✰ Os Pingos nos Is

 
Felipe Moura Brasil, José Maria Trindade e Renata Barreto analisam novos detalhes da delação do ex-ministro Antonio Palocci.

Marcel Van Hatten diz que Novo vai ao STF exigir votação nominal no projeto de abuso de autoridade

O deputado Marcel Van Hatten, líder do Novo na Câmara, avisou há pouco ao editor:
- Vamos ingressar com mandado de segurança no STF, visando reverter a decisão de ontem da Câmara e garantir a votação nominal do projeto de abuso de poder.
A votação foi atropelada pelo presidente Rodrigo Maia, que promoveu cretina votação simbólica, geralmente usada para evitar identificações a surpreender os deputados desatentos.
O Novo também toca a hashtag #AbusoDeAuytoridadeNao

Conde D'Eu agora conhecido como Conde Nado

Doação ilegal do ditador Kadafi para Lula pode ser crucial para a extinção do PT

A Constituição Federal proíbe que partidos recebam financiamentos estrangeiros.

Em nova delação premiada, o ex-ministro Antonio Palocci revelou à Polícia Federal, novos escândalos de corrupção envolvendo o Partido dos Trabalhadores e demais parceiros.
Segundo Palocci, de 2002 a 2014, o partido recebeu R$ 270 milhões em vantagens indevidas de empresas para financiar as campanhas de Lula e Dilma. Palocci e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, negociaram a maioria das transações.
Em troca, as empresas recebiam uma linha de crédito no BNDES e apoio da base governista a medidas que tramitavam no Legislativo.
Além disso, em 2002, Lula recebeu US$ 1 milhão do ex-ditador líbio Muamar Kadafi. Esse fato, caso realmente comprovado, pode resultar na cassação definitiva do registro do Partido dos Trabalhadores, uma vez que a legislação brasileira proíbe o financiamento internacional aos partidos brasileiros (Artigo 28, inciso I).
Art. 28. O Tribunal Superior Eleitoral, após trânsito em julgado de decisão, determina o cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado:
I - ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira
Como se vê, nesse aspecto a legislação é bem clara. Não deixa dúvidas.

Temos votos mais do que suficientes para aprovar pacote anticrime, diz relator do Pacote Anti-Crime

 

Senado cria grupo para analisar impeachments de ministros: “Toffoli será a primeira pauta”

Está crescendo o número de senadores incomodados com a gestão de Davi Alcolumbre na presidência do Senado.
Nesta semana, foi criado um grupo de parlamentares para cobrar de Alcolumbre a instalação da CPI da Lava Toga e o ‘desengavetamento’ dos diversos pedidos de impeachment de ministros do STF.
O senador Marcos do Val explicou a situação:
“Boa noite, pessoal!!! Com muita satisfação, quero informar que formamos um grupo composto por 16 senadores, denominado “MUDA BRASIL, MUDA SENADO”! Coincidentemente, o nome do grupo temo meu slogan de campanha!!! Registro aqui que a nossa primeira pauta consiste no pedido de impeachment do Ministro Dias Toffoli, Presidente do STF. Nós também iremos lutar para a abertura de CPI para darmos início as investigações nos Tribunais Superiores. Isso é só o começo de nosso trabalho, que representa a nova política.”
Conheça o nosso grupo: (atualizado)
Senador Marcos Do Val, Senador Álvaro Dias, Senador Alessandro Vieira, Senador Carlos Viana, Senador Eduardo Girão, Senador Fabiano Contarato, Senador Flávio Arns, Senador Jorge Kajuru, Senador José Reguffe, Senador Lasier Martins, Senadora Leila Barros, Senador Oriovisto Guimarães, Senador Plínio Valério, Senador Rodrigo Cunha, Senadora Selma Arruda, Senadora Soraya Thronicke, Senador Styvenson Valentim, Senador Lucas Barreto, Senador Luis Carlos Heinze.
#senadormarcosdoval #mudabrasilmudasenado

Quem vota no PT...

Republicanos é o novo nome do antigo partido PRB (Igreja Universal)

Integrou base dos governos petistas descarta aliança com esquerda e busca se apresentar como opção de centro-direita

Criado em 2005, quando abrigou José Alencar, então vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda no início da era PT, o PRB quer deixar para trás a aliança com a esquerda e se posicionar como opção para o eleitorado conservador. A legenda, que construiu nos últimos anos uma das maiores bancadas no Congresso, passará a se chamar somente “Republicanos” e se denominará, daqui para a frente, um partido de centro-direita.
A classificação é calculada. O partido quer criar um movimento independente do bolsonarismo, que é descrito como um exemplo de uma direita “radical”. As linhas de trabalho, porém, serão as mesmas de Jair Bolsonaro na campanha vencedora do ano passado: os Republicanos serão conservadores nos costumes e liberais na economia. A diferença, dizem, é que o discurso será menos extremado e haverá mais convicção no liberalismo.
Diferenciar-se de outras siglas que militam no campo conservador, especialmente do PSL de Bolsonaro, atende a uma estratégia: a legenda já mira em 2022. O plano é aumentar o número de prefeitos e vereadores no ano que vem de forma significativa para, se possível, ter um nome competitivo na próxima disputa presidencial. “Não mudaremos só de nome. Mudaremos de postura. Estamos preparando o partido agora para os próximos 15 e 20 anos”, diz o deputado Marcos Pereira (SP), vice-presidente da Câmara e presidente nacional do PRB desde 2011.
O partido vem crescendo a cada eleição. Passou de 54 prefeitos em 2008 para 106 em 2016. No mesmo período, o número de vereadores saltou de 780 para 1.604. A bancada na Câmara tem hoje 31 deputados federais e é a oitava maior da Casa, à frente de legendas tradicionais como o PSDB e o DEM.
Na avaliação da cúpula, porém, para dar um salto daqui em diante seria preciso dar ideologia à sigla, que tinha um programa generalista. Isso ficou claro, segundo Pereira, já em 2016, onde a busca por um nome de fora da política apareceu nas eleições municipais, sinalizando o desgaste das siglas tradicionais.
No fim de 2017, Pereira montou então um grupo para estudar qual seria a cara do “novo PRB”. Era preciso se distanciar de siglas vistas como “fisiológicas”. Faltava identidade ao partido, que tinha histórico de participar de administrações variadas.
Histórico. A sigla foi fundada em torno de José Alencar, empresário que foi vice de Lula em seus dois mandatos. Compôs o ministério dos dois governos de Dilma Rousseff – até ser o primeiro aliado a apoiar o impeachment. E finalmente embarcou no governo Michel Temer, ocupando um ministério.
Ao mesmo tempo, ficou conhecido como o “partido da Igreja Universal”. A sigla tem número grande de candidatos egressos da denominação religiosa, liderada pelo bispo Edir Macedo. Com o crescimento da legenda, a participação de católicos e outros evangélicos aumentou de forma significativa, mas a ligação com a Universal permanece – Pereira, por exemplo, é bispo licenciado.

Senadores fazem chantagem com governo ao condicionar aprovação da Previdência a pacto ✰ Comentário de Vera Magalhães

 

Sem foro privilegiado, Lindbergh se desespera com nova delação de Palocci

O ex-senador Lindbergh Farias, que já tem uma condenação em 2ª instância, encontra-se em estado de absoluto desespero, arrependido de ter tentado a fracassada reeleição para o Senado Federal. Tivesse optado por uma candidatura a deputado federal ou mesmo estadual, como se cogitou, provavelmente teria vencido a eleição e, em consequência, estaria mais tranquilo, com foro especial.
Entretanto, desprovido da infame garantia de foro e diante da nova delação de Antonio Palocci, o temor paira sobre o ex-cara pintada.
A delação já foi devidamente homologada pelo ministro Edson Fachin e implica diretamente o petista.
De acordo com o conteúdo delatado, Lindbergh, que nas planilhas de propina da Odebrecht recebeu o codinome "lindinho", embolsou R$ 3,2 milhões da Odebrecht, que foram utilizados em sua campanha eleitoral.

Toffoli conta a 'Piada do Dia'

Cinco benefícios que beber vinho traz à saúde

O suco de uva fermentado marcou presença na farmacopéia de diversos países até ao fim do século XIX, quando surgiu o movimento antiálcool.
Ainda assim, o número de estudos científicos que destaca as propriedades terapêuticas do vinho – quando consumido com moderação – tem vindo a aumentar, comprovando que a bebida pode prevenir doenças cardíacas e até diversos tipos de câncer.
Segundo a publicação especializada Medical Daily, estes são os cinco benefícios que encontra num copo de vinho:
1. Faz bem ao coração
Instituições importantes, como a American Heart Association (EUA), a European Society of Cardiology (Europa) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial reconhecem que o vinho pode proporcionar proteção cardiovascular. “Os polifenóis aumentam os níveis de colesterol HDL (o bom) e diminuem o LDL (o mau), além de dificultarem a formação de trombos, responsáveis por enfartes e AVCs”, afirma o cardiologista brasileiro Jairo Monson de Souza Filho e autor do livro Vinho é Saúde! – 50 respostas para entender por que a bebida de Baco pode fazer bem’. Essas substâncias fortalecem as paredes das artérias, o que reduz a pressão arterial e a gordura nos vasos sanguíneos.
2. Impede o desenvolvimento da diabetes
Alguns estudos mostram que os diabéticos podem beneficiar do controle do colesterol propiciado pelo vinho. Outros estudos também insinuam que derivados da uva aumentam os níveis de insulina e reduzem a glicose, diminuindo os riscos de adquirir a doença. Ainda assim, a nutricionista Haline Dalsgaard, alerta: “A relação entre o consumo de vinho e a redução do controle glicêmico não pode ser atribuída a todos os indivíduos, pois a velocidade de metabolização do álcool não é a mesma para todos”.
3. Rejuvenesce a mente
Uma pesquisa da Reading University (Reino Unido) sugere que três copos por semana melhoram a memória, e outro estudo, da Università di Milano (Itália), constatou que o hábito ativa uma enzima que protege os neurônios e desenvolve as sinapses no hipocampo. Tudo isso significa que a bebida pode diminuir a progressão de doenças neurológicas degenerativas, como demência senil e Alzheimer. “O cérebro é vulnerável aos radicais livres”, conta a biomédica Caroline Dani. “Então, pela ação antioxidante e anti-inflamatória, esses benefícios são possíveis”, completa.
4. Rejuvenesce a pele
O resveratrol age retardando a produção de radicais livres e, portanto, preservando a pele por mais tempo. “Além disso, os polifenóis melhoram a microcirculação e a hidratação do tecido”, afirma Jairo Monson.
5. Previne o câncer
Diversos estudos internacionais encontraram correlações entre o consumo moderado de vinho e a prevenção do câncer do pulmão, da bexiga, próstata, ovários, garganta entre outros. “As células tumorais formam-se devido a uma desorganização interna que descontrola a sua multiplicação genética”, explica Caroline. “Ao que tudo indica, os componentes fenólicos conseguem restabelecer a ação dos genes supressores de tumores, controlando a proliferação dessas células”

16 de Agosto - Dia Nacional do Rum

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Quais são os verdadeiros fascistas? ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Nesse mundo de inversão e corrupção de valores, onde os urubus que voam mais baixo chegam a fazer as suas necessidades fisiológicas sobre os que voam mais alto, não é de surpreender que os esquerdistas, ”esquerdopatas”, ”esquerdalhas”, e todos os outros similares, vomitem a todo momento acusações contra os que não compartilham das suas posições ideológicas e políticas, taxando-os de “fascistas”.
Provar-lhes-ei, no entanto, que essa gente “perturbada” faz as suas acusações olhando-se no próprio espelho, seguindo à risca o “conselho” de Lenin, o grande comandante da revolução bolchevique de outubro de 1917: “acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”.
Resolvi atacar de frente esse problema porque até já “enchi o saco” de tanto tropeçar nessas acusações de “fascista” jogadas ao ar a todo instante contra todos os que têm posição ideológica diferente da “deles”. Mas não consigo distinguir ao certo se “eles” fazem isso por absoluta ignorância sobre o real fascismo, ou se seria má-fé mesmo.
“Decodificando” o fascismo, esse foi uma posição ideológica e política nascida na Itália em 1910, e que assumiu o poder nesse país em 1922, durando até 1943, com Benito Mussolini, que era chamado por seus seguidores de “Duce” (líder). O fascismo italiano pode ser definido como o FASCISMO CLÁSSICO, surgindo no cenário da crise econômica decorrente da 1ª Guerra Mundial. Tornou-se hoje uma expressão bastante comum utilizada em manifestações públicas e nas redes sociais da internet, geralmente de maneira muito genérica e inapropriada. Na Itália o fascismo nasceu e viveu como um regime totalitário, autoritário, nacionalista e ANTILIBERAL.
Registre, por oportuno, para que se demonstre a leviandade da maioria dessas acusações, que nenhuma dessas “qualidades” estão acampadas na personalidade do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, eleito em outubro de 2018, que por ironia do “destino” tem sido o “campeão” dessas acusações e ataques no seu país. ”Bolsonaro”, no dicionário desses idiotas, tornou-se sinônimo de “fascista”.
Ora, o “autoritarismo”, portanto, é um dos requisitos do neofascismo. E Bolsonaro seria um “autoritário”? Isso é uma pergunta, ou uma “piada”? Bolsonaro, na verdade, não é nada autoritário. Considero-o até um “frouxo”. Se não fosse, lançaria mão do artigo 142 da Constituição e “limparia a área” para poder governar conforme prometeu, sem limites, afastando quaisquer obstáculos, previstos ou não na Constituição. Força “moral” não lhe faltaria.
Além de tudo, esses “caras” são tão “burros”, que nem sabem que a expressão “fascismo” se refere exclusivamente ao movimento político e ideológico surgido na Itália, e a nenhuma outra parte do mundo. Os cientistas políticos modernos definiram como NEOFASCISTAS os regimes semelhantes ao fascismo italiano surgidos nos outros países.
Outra característica do neofascismo, segundo o escritor britânico George Orwell, é que “mesmo os grandes estados (neo) fascistas diferem em boa medida um do outro em estrutura e ideologia”. O cientista político Chip Berlet escreveu: ”o fascismo é uma corrente política complexa que parasita outras ideologias, possui muitas tensões internas e contradições, e possui um aspecto camaleônico, que se apropria de símbolos históricos, ícones, slogans, tradições, mitos e heróis da sociedade que deseja modificar”. Ressalto o aspecto de “camaleão” que tem o (neo) fascismo, que não tem nenhuma ideologia, seja ela de direita, esquerda, centro, ou da “pqp”. Para sua própria conveniência, no Brasil o neofascismo “camaleão” se associou com a esquerda, apontando os seus canhões contra os “outros”, acusados indevidamente de “fascistas”, quando na verdade eles são os próprios acusadores.
Mas o cúmulo dos cúmulos do neofascismo tupiniquim é que, enquanto movimento político e social, ele possui uma retórica populista que combate a “corrupção” e a falência dos valores morais. Aproveita-se das crises econômicas, sociais e políticas que, paradoxalmente, são de pura responsabilidade do neofascismo esquerdista que governou o Brasil de 1985 a 2018, especialmente após 2003, e que agora ainda tem a “cara-de-pau” de atribuir esses malfeitos a quem não tem culpa e procura corrigir os erros do passado. Nem sei se seria motivo de “raiva” ou de “risos” o PT “neofascista” estar criticando os “outros” de autoria de corrupção e desvio dos valores morais. Quem não lembra da roubalheira dos 10 trilhões de reais que fizeram, e do “Queermuseu”, a “menina-dos-olhos” moral do PT?
Apesar do neofascismo não ter ideologia, ele sempre se aproximou bem mais da esquerda. Mussolini, antes de implantar o fascismo, foi esquerdista, socialista. E o governo brasileiro que mais se envolveu com o fascismo foi o de Getúlio Vargas, que adotou na íntegra o “Codice Del Lavoro”, de Mussolini, origem da CLT, e cujo partido a que pertenceu, o antigo Partido Trabalhista Brasileiro - PTB, embora tenha trocado a sigla para PDT, hoje é um dos sócios “esquerdistas” do Foro San Pablo - FSP, ou seja, esquerda “puro sangue”.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Governo Bolsonaro na última semana

Conselho de Ética abre processo para apurar se Maria do Rosário cometeu quebra de decoro

 
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados abriu nesta quarta-feira (14) processo para averiguar se houve quebra de decoro parlamentar por parte da deputada Maria do Rosário (PT-RS).
A representação do PSL, que solicitou a abertura do processo no conselho, acusa a deputada de ter empurrado os deputados Julian Lemos ( PSL-PB) e Éder Mauro (PSD-PA) durante sessão em maio deste ano.
De acordo com o PSL, o fato teria ocorrido no plenário da Câmara, durante sessão com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, convocado para esclarecer fatos sobre o contingenciamento na pasta.
O processo por quebra de decoro prevê punições que podem levar, inclusive, à cassação do mandato parlamentar.
Com a abertura do processo, o próximo passo será a escolha do relator. Nesta quarta, o colegiado definiu, por meio de sorteio, uma lista tríplice composta pelos deputados JHC (PSB-AL), Hugo Leal (PSD-RJ) e Hiran Gonçalves (PP-RR).
Caberá ao presidente do conselho, Juscelino Filho (DEM-MA), escolher um dentre os três para ser o relator do processo.
Depois de escolhido o relator, deverá ser apresentado um parecer preliminar, que pode recomendar o prosseguimento ou o arquivamento do processo.
Em nota, a deputada disse que tem sofrido uma "perseguição permanente" e que a representação tem como finalidade "intimidá-la".
Leia a íntegra da nota da deputada Maria do Rosário:
Como deputada e mulher, tenho sofrido uma perseguição permanente. A população recebe todos os dias falsas informações sobre o meu trabalho e muitos são incitados a ataques de ódio. Sou uma democrata que defende intransigentemente os direitos humanos e isto incomoda os que temem uma sociedade plural e justa.
Esta iniciativa junto ao Conselho de Ética visa me intimidar. Tenho certeza que esta ação ofensiva não se sustentará diante dos fatos e confio que a Câmara dos Deputados não dará guarida a iniciativas que visam exclusivamente aprofundar a divisão no Brasil.
Maria do Rosário - Deputada Federal (PT-RS)

O Vina Guerrero "machão" apareceu: Veja o vídeo de retratação ao presidente Bolsonaro e filhos

 
O militante esquerdista Vinícius Guerrero (Vina Guerrero) publicou um vídeo de retratação ao presidente Jair Bolsonaro, seus filhos Carlos, Eduardo e Flávio Bolsonaro além do General Augusto Heleno.

Recepcionado por multidão no Piauí, presidente Bolsonaro qualifica os comunistas de excremento e o povo delira!

Este vídeo do canal Folha do Brasil mostra na íntegra o discurso do Presidente Jair Bolsonaro a uma multidão que o saudou em sua visita à cidade de Parnaíba, no Piaui, nesta quarta-feira, confirmando o seu prestígio em todo o território brasileiro e quebrando o tabu comunista de que o território nordestino seria um feudo vermelho.
Entretanto, zapeando pelos sites noticiosos da grande mídia brasileira não há uma mísera matéria que relate com objetividade a visita do Presidente Jair Bolsonaro ao Piauí. Os jornalistas da grande mídia continuam a mentir, tergiversar e distorcer todas as notícias sobre o Presidente Bolsonaro.
Estão cada vez mais desesperados, espumando pela boca, enlouquecidos, principalmente porque a bandalha esquerdista não consegue reunir mais do que meia dúzia de jagunços em suas ditas "manifestações", como aconteceu ontem, terça-feira.
Em contrapartida são condescendentes com a escumalha esquerdista da Argentina que tenta transformar aquele país num arremedo da Venezuela. Aliás em seu discurso nesta quarta-feira no Piauí, Bolsonaro citou o caso da Argentina que pode se transformar num esgoto vermelho.
Seja como for, o fato é que a popularidade do Presidente Jair Bolsonaro é inconteste de Norte a Sul, de Leste ao Oeste do Brasil, para o desespero dos psicopatas comunistas.
E tem mais: o Presidente Jair Bolsonaro já é uma referência internacional. Que o digam os protestos dos comunistas contra o Chefe de Estado brasileiro. Tanto é que um bando de comunistas pichou toda a fachada do prédio da Embaixada do Brasil em Londres. E, como Londres tem um prefeito muçulmano/comunista, por certo a polícia londrina teve que fazer vistas grossas sobre o ataque criminoso contra a Embaixada do Brasil em Londres. Pelo tamanho do ataque contra o prédio da nossa Embaixada, os comunistas devem ter passado horas pichando com tinta vermelha a fachada e usando equipamentos para escalar a parede do prédio.
Por tudo isso o Presidente Jair Bolsonaro é o primeiro Presidente mais importante da República do Brasil. Por isso os comunistas estão enlouquecidos tanto quanto os vigaristas da mainstream media doméstica e internacional. E agora endoidaram de vez, já que o Presidente Jair Bolsonaro os comparou com cocô.
Está certo o Presidente Bolsonaro. O comunismo é um excremento. Um excremento venenoso!

CCJ do Senado aprova PEC que proíbe leis por decisão monocrática de Ministros do STF

Câmara dos Deputados aprova projeto sobre abuso de autoridade

Como a proposta já foi aprovada pelo Senado, seguirá para sanção do presidente Bolsonaro.

A Câmara dos Deputados concluiu, na noite desta quarta-feira (14), a aprovação do Projeto de Lei que cria mais de 30 crimes de abuso de autoridade.
A conclusão da votação se deu horas depois de o plenário ter decidido dar caráter de urgência à proposta. O plenário da Casa derrubou os três destaques apresentados para modificar o texto.
Os parlamentares rejeitaram pedidos do PSL, Podemos e Cidadania para retirar trechos da proposta. Como já passou pelo Senado, o texto agora segue para sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro.
A proposta é considerada uma reação da classe política às operações recentes contra corrupção, como a Operação Lava Jato.
“Esse texto, do jeito que está aqui, vai acabar com várias investigações, vai deixar a polícia numa saia justa tremenda em várias situações”, disse a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), segundo o site G1.
O texto manteve regra que determina perda do cargo de juiz, policial ou procurador que reincidir em crime de abuso de autoridade.
Também serão punidos criminalmente o policial que algemar preso que não resista à prisão e autoridades que abram investigações “sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente”.

Novo vazamento da turma de Glenn fortalece Deltan ✰ Os Pingos nos Is

 
Felipe Moura Brasil, José Maria Trindade e Bruno Garschagen comentam as novas mensagens da Lava Jato, vazadas por Glenn Greenwald e sua turma.

Por sobrevivência, esquerdistas se infiltram em partidos de direita

A esquerda se infiltrou nos partidos de direita para continuar existindo, mas isso não tem a ver exclusivamente com a chegada do PT ao PSL, é uma tática de guerra antiga que os estrategistas estudam para "sobreviver e avançar". Explico…
Há inúmeras passagens históricas onde os infiltrados enganaram multidões de experts e conquistaram seus objetivos, mas vou contar a minha preferida, a "Operação Berezino":Durante a Grande Guerra pela Pátria (parte da Segunda Guerra Mundial, 1941-1945, entre a União Soviética e a Alemanha nazista e seus aliados), há duas lendas que envolvem essa operação e as duas são fantásticas!
Tudo começa com um grupo soviético que por ordem de Stalin fez chegar até os nazistas a história de que estariam contra o próprio governo, por serem monarquistas e desejarem instaurar um reino; a Alemanha viu neles a possibilidade de ter um agente duplo e os contactou.
Pronto, bastou fingir odiar o inimigo de Hitler que um soviético maluco enganou os chucrutes! Ele trabalhava com a desinformação e um dia deixou que a inteligência nazista interceptasse uma mensagem onde o comando soviético lamentava, mas avisava que um pelotão inteiro estaria a própria sorte, sem água, comida, remédio e munição numa floresta da Bielorrússia.
Ao mesmo tempo, o agente duplo vaza a informação que o motivo do abandono é que os mantimentos não chegam porque há uma unidade nazista naquela floresta e que logo estará nas mesmas condições de sobrevivência caso não sejam resgatados.
A Alemanha teve duas reações lógicas: Ignorou o pelotão russo que estava morrendo de fome e sem munição e mandou uma unidade para resgatar o seu pelotão; já conseguiram entender o que aconteceu, né?
Não havia pelotão nazista, só havia uma unidade mítica russa bem alimentada e municiada o suficiente para dizimar os chucrutes nazistas.
Os serviços de infiltrados e desinformação é tática de guerra, no capítulo de sobrevivência e é exatamente o que a esquerda brasileira faz hoje, se infiltrou em partidos da direita para poderem ter uma chance de eleição, logo ali, nas municipais.
Já bato nessa tecla há meses, mas a direita insiste em respirar aliviada dizendo “a esquerda está morta”. Não! Não está! A esquerda está reagrupando…
Se aliar ao inimigo é tática manjada e fingir que mudou de lado, mais ainda…
Bem, quer um exemplo pessoal sobre quão perigoso é um infiltrado?
Eu já fui de esquerda e estou te contando uma história, você acreditou em mim?
Raquel Brugnera - Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político-Universidade Estácio de Sá RJ.

O que o PT e o PCC tem em comum?

Guerra de mídia: a militância midiática engajada na guerra contra o país ✰ Artigo de Renato Sant'Ana

Convém sempre repetir que, para o bem da democracia, governos precisam ser criticados. Não faz sentido, pois, pretender que o governo Bolsonaro seja imunizado contra críticas.
Agora, o que é mesmo criticar? Será que um texto carregado de adjetivos e totalmente desprovido de análise, que faz uma caricatura para dinamitar a imagem do presidente da República, pode ser visto como exercício crítico?
É espantoso que alguém, do primeiro ao último parágrafo de um artigo, queira fazer crer que Bolsonaro é desvairado, burro, alheio à realidade e inconfiável. Pois foi o que fez a jornalista Marli Gonçalves, num libelo intitulado "A torto e a direita", um primor em degenerescência.
Ora, gostaríamos que Bolsonaro fosse o Winston Churchill dos trópicos, com a elegância, a ironia fina, com o senso de humor do grande estadista inglês. Mas ele é só o homem simples que, apesar disso, foi o único a prestar-se como ariete para romper com um poder fortificado que arrastava o Brasil para um regime totalitário.
Era sabido que, eleito, ele seguiria usando a linguagem da caserna, dizendo o que pensa, sem rodeios e em palavras toscas. Ainda assim, nada há de errado em que se critique a sua incontinência verbal.
Só que não é crítica o que Marli Gonçalves faz, ao dizer de Bolsonaro sem pronunciar-lhe o nome: "A boca abre e dela só saem impropérios, ataques, frases incompletas, palavras comidas, plurais despedaçados, uma visão de mundo desconectada." E por aí vai, tentando usar de ironia, mas não conseguindo ir além de uma grosseira vulgaridade.
A jornalista teria toda legitimidade para discordar das atitudes, das falas, da visão de mundo de Bolsonaro, e expor sua crítica. Ela, porém, optou por fazer uma caricatura, exacerbando alguns traços e inventando outros, para, ao sabor do próprio azedume, falsificar a imagem de um monstro - um ataque rasteiro sem sequer um verniz de jornalismo.
Criticar é outra coisa. Merval Pereira, por exemplo, foi duro ao dizer que "Bolsonaro está levando o governo brasileiro como se estivesse em uma mesa de botequim, ou no twitter, ou em outro meio digital desses onde cada um dá seu pitaco sem precisar provar nada (...)". E o fez sem sequer ponderar que esse governo é atacado como jamais se viu.
Pode haver exageros e distorções na opinião de Merval Pereira, mas ofensa não há. E se a questão é pôr o Brasil acima de tudo, então o mais sensato - por parte do presidente e seus apoiadores - é respeitar a crítica e tomá-la como um desafio de aprimoramento.
Mas há aspectos que a crítica honesta não pode ignorar. O governo vem cumprindo uma agenda altamente positiva de mudanças estruturais e transformação do país, a qual avança com pouca visibilidade na fumaça das discussões inúteis e da "bateção de coca" amplificada pela "extrema imprensa" que mantém guerra cerrada contra o governo.
É sob ataque o tempo todo, que o presidente reage na base do "bateu, levou", motivo para que Marli Gonçalves torça os fatos e diga: "Se perguntam ou pedem explicações, ele fecha a cara, interrompe a conversa, depois ataca quem perguntou." Claro, ela jamais ponderaria que quando tratado com o respeito que o cargo requer, ele, em tom sincero e coloquial, afirma valores muito caros à maioria dos brasileiros.
Agora, por que dar atenção a Marli Gonçalves, se há tanta gente com grife e mais célebre que faz o mesmo? É que seu texto de grêmio estudantil conseguiu ser uma síntese da militância midiática engajada numa guerra cuja única vítima só pode ser o país, não o governo.
E a guerra vai continuar, até porque está garantida a liberdade de imprensa. Sim! Bolsonaro jamais cogitou adotar o que previa o programa de governo do PT, isto é, o truque do controle social da mídia. O que ele terá de rever é o gasto de energia para responder a provocações rasteiras enquanto a população desconhece a agenda positiva do governo.
Renato Sant'Ana - Advogado e Psicólogo
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