Blog dedicado a informações, politica, esportes, fotos e humor. Este Blog não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes.
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Um memorial na contramão da História ✰ Artigo de Percival Puggina
Os jovens que, em esfuziante demonstração de felicidade, dançavam sobre o Muro de Berlim no dia 9 de novembro de 1989 foram os primeiros a festejar a derrubada em cascata dos símbolos do comunismo. Importante lembrar aos brasileiros sequer nascidos naquela época o regime que os moços e moças de então refugaram e a liberdade que, em festa, conheceram pela primeira vez em seu próprio país. Afinal, não falta entre nós quem assedie a juventude com ideologias fracassadas e histórias mal contadas.
Nos anos seguintes, extinguiu-se a União Soviética, caíram os regimes comunistas, e os respectivos partidos no Leste Europeu se extinguiram ou mudaram a razão social. Junto com eles sumiram, também, foices e martelos e estrelas vermelhas de bandeiras nacionais.
Na Rússia, Leningrado voltou a chamar-se São Petersburgo; na Alemanha, Karl Marx Stadt recuperou o nome Chemnitz; no Montenegro (parte da antiga Iugoslávia) a capital Podgorica sacudiu de si a triste lembrança que lhe advinha do nome Titogrado. Em Berlim Oriental, bairros inteiros como Prenzlauer Berg e Friedrichshain, se livraram do abandono cinzento que lhes deixara o comunismo para ganhar novas cores e nova vida. A história tem símbolos assim.
Quem viveu sob o comunismo, sabe bem do que se libertou. Em virtude disso, em todo o Leste Europeu, incluída a super stalinista Albânia, foram tombando as estátuas e as indesejadas lembranças do totalitarismo que pesou sobre aquelas nações. Em muitos casos, o comunismo ficou fora da lei. São povos que sabem do que não sentir saudade. Foi o caso da Polônia, que tantas vidas entregou à repressão soviética. Lá, desde 8 de junho de 2010, está em vigor uma lei que proíbe a exibição de símbolos comunistas.
A Lituânia, em 2008, criminalizou a exibição pública de símbolos comunistas e nazistas. Também pudera! O pacto Molotov-Ribbentrop levou-a à ocupação pela URSS e a pequena nação perdeu 780 mil compatriotas. Aliás, em virtude desse pacto, firmado entre os dois totalitarismos - o comunismo e o nazismo - a data de sua assinatura se transformou em Dia Europeu de Memória das Vítimas dos Regimes Totalitários.
A Geórgia, em 2011, baniu os símbolos comunistas. O domínio soviético levou milhares de georgianos à morte nos gulags e destruiu 1,5 mil igrejas. Por motivos em tudo semelhantes, a Moldávia criou legislação igualmente proibitiva em 2012. Interdições também foram estabelecidas na Hungria e na Ucrânia. Esta última nação perdeu para o comunismo 5 a 6 milhões de pessoas entre a criminosa inanição causada pelo holodomor, a repressão e as mortes em combate. Há estimativas que elevam esse número para 14 milhões. Em Odessa, no sul do país, um majestoso Lênin de bronze foi transformado em Darth Vader (personagem de Guerra nas Estrelas).
Os países que conheceram os horrores do comunismo o repelem e removem suas lembranças. Tal regime não pode citar um único exemplo que não cause repulsa. Seus raros defensores não têm como mencionar, sem constrangimento, um líder sequer. Não dispõem de um solitário caso de sucesso a relatar.
Porto Alegre, não obstante, entrará para o noticiário como uma capital na contramão dos fatos, jogando pela janela da mais clamorosa ignorância o testemunho de dezenas de sofridas nações. Danem-se os fatos, as vítimas e a História! Em 1991, nossa Câmara Municipal cedeu o terreno, autorizou a finalidade da obra e será inaugurado, nestes dias, com foices e martelos, um Memorial para honra e glória do mais conhecido comunista brasileiro, desertor homicida, traidor da pátria e servo de Stálin.
Percival Puggina - membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor
Lula, o canalha, ataca Dilma que é tão canalha quanto ✰ Comentário de Joice Hasselmann
Nem o petralha consegue defender o poste. Ele está certo na afirmação, só mentiu os motivos. Entenda
O brasileiro de hoje envergonhará gerações futuras
Exceções existem. Generalizar é a mãe de todas as injustiças.
Infelizmente a dura verdade. Prevalece a exceção, onde deveria existir maioria absoluta.
O brasileiro é a personificação do Otário, por se achar malandro.
Razões para o que afirmo são muitas, meia dúzia citadas no vídeo.
País é retrato do seu Povo; não dos seus Políticos.
Lula, que teve R$ 9 milhões bloqueados pela Justiça, disse que não encontraram dinheiro na conta dele
Em julho, por decisão de Sérgio Moro, o Banco Central bloqueou R$ 606.727 que estavam em quatro contas bancárias utilizadas por Lula. Mas era só o começo. Dias depois, o bloqueio superou os R$ 9 milhões. Pois atingiu dois planos de previdência privada do ex-presidente, um deles no valor de R$ 7,2 milhões.
Pois bem… Aparentemente, essa pequena fortuna não significa nada para Lula. Pois, em outubro, o petista disse em Minas Gerais que não foi encontrado dinheiro na conta dele. E o perfil oficial do Twitter registrou a fala:
Segundo a própria defesa, o casal Lula da Silva declarou patrimônio de R$ 11,7 milhões. É uma quantia bem razoável para não ser considerada pelo condenado pela Lava Jato.
Homem invade link AO VIVO da GLOBO e grita “Globo lixo” e deixa César Tralli REVOLTADO.
Patriota invade transmissão ao vivo da Globo DF e grita "fora PT, fora Dilma"
Wagner Moura terá R$ 10 milhões de dinheiro público para filme louvando o terrorista ‘Marighella’
O filme Marighella, que contará a história do guerrilheiro baiano, ganhou aval para captar mais de 10 milhões de reais através de edital do Ministério da Cultura. A produção da O2 Filmes terá a estreia de Wagner Moura na direção e será baseada no livro Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo, do jornalista Mário Magalhães.
Em maio deste ano, um formulário de inscrições foi aberto para selecionar atores da cidade de Salvador para o filme. Entre as exigências para o elenco, estavam residir na capital baiana e ser natural do Nordeste.
A biografia de Carlos Mariguella escrita por Magalhães apresenta a vida do deputado federal da Bahia, que também foi escritor e estrategista da guerrilha no Brasil. Atravessando a história entre 1930 e 1960, o livro conta de episódios da vida do político, como uma passagem pela prisão, assaltos a bancos, tiroteios e espionagem internacional.
A decisão da Ancine foi feita através da lei de fomento ao audiovisual e agora, a equipe do filme deverá encontrar pessoas físicas ou jurídicas que queiram contribuir para a produção. O longa ainda não tem data de estreia.
Provas de Mônica Moura contra Lula e Dilma Rousseff ficaram 7 meses paradas no STF
Em março, como prova da delação premiada acordada com a operação Lava Jato, Mônica Moura entregou ao STF dois cadernos de anotações, um celular e um notebook. Dentro deles havia conteúdo incriminando nomes graúdos como Marta Suplicy, Dilma Rousseff e até mesmo Lula. De acordo com o repórter Daniel Adjuto, do SBT, passados setes meses, o Supremo Tribunal Federal ainda não tinha extraído de lá uma única informação.
O material apenas mudou de status quando a Lava Jato de verdade – aquela que trabalha em Curitiba – pediu acesso ao conteúdo. A autorização foi dada em 10 de outubro por Edson Fachin. Entretanto, o pacote só foi remetido à Polícia Federal duas semanas depois. E sem a fatia digital, que ainda necessita de perícia para ser liberada.
Não à toa, dez em dez investigados preferem que seus casos sejam analisados em Brasília.
Quintuplica a entrada de refugiados venezuelanos no Brasil pela fronteira em Roraima
Mais de 12.000 venezuelanos formalizaram este ano um pedido refúgio em Roraima, multiplicando por cinco as solicitações registradas na região em todo ano de 2016, de acordo com dados da Polícia Federal. No total, 12.193 cidadãos da Venezuela pediram refúgio no estado entre janeiro e setembro, em comparação aos 2.241 que fizeram o mesmo no ano passado.
Roraima é o principal ponto de entrada para milhares de venezuelanos que migram por via terrestre devido ao aprofundamento da crise política e econômica no país governado pelo ditador comuno-bolivariano Nicolás Maduro, herdeiro partidário de Hugo Chávez e chefe de um regime narcotraficante..
Devido ao aumento desproporcional de solicitações de refúgio – que em 2015 havia sido de apenas 234 em Roraima – o governo brasileiro emitiu em fevereiro um decreto ministerial para conceder residência temporária por dois anos aos venezuelanos que, entre outros requisitos, entrassem no país por terra.
A medida, contudo, não surtiu o efeito por exigir um pagamento de quase 100 dólares, o que para muitos desses emigrantes representa mais de dez meses de salário mínimo. Até julho, apenas 295 venezuelanos haviam solicitado a residência temporária no Brasil, enquanto que os pedidos de refúgio já chegavam a 8.262 apenas em Roraima.
Em agosto a Justiça exonerou o pagamento da taxa, e desde então, até o dia 2 de outubro, 1.537 desses emigrantes formalizaram um pedido de residência temporária. No entanto, alguns venezuelanos têm preferido o pedido de refúgio porque isso os permite trabalhar imediatamente.
Campanha de papel higiênico preto é acusada de racismo
A campanha publicitária do papel higiênico preto Personal Vip Black, fabricado pela empresa Santher, foi acusada de racismo. Nas redes sociais, a marca foi acusada de se apropriar do slogan ‘Black is Beautiful’ (preto é lindo), usado pelo movimento negro americano desde a década de 1960.
O comercial do Personal Vip Black é estrelado pela atriz Marina Rui Barbosa, que é ruiva. O fato de uma mulher branca protagonizar a campanha também foi questionado nas redes sociais.
O comercial do Personal Vip Black é estrelado pela atriz Marina Rui Barbosa, que é ruiva. O fato de uma mulher branca protagonizar a campanha também foi questionado nas redes sociais.
Um dos críticos da campanha foi o escritor Anderson França, o Dinho. Em postagem nas redes sociais, ele afirma que ‘se você digitar “black is beautiful” em qualquer lugar do mundo encontrará referências a Angela Davis, Malcolm X, O Partido Panteras Negras para Autodefesa, Fela Kuti, James Baldwin, Nina Simone’.
“Mas, no Brasil, se você digitar #blackisbeautiful você vai encontrar papel de bunda. […] Aquilo que você usa pra se limpar de excremento, e em seguida elimina, tomado de nojo e aversão. Aquilo que tem apenas uma função: limpar fezes e secar urina de suas carnes, e ir para o lixo. Se isso não é uma demonstração explícita de racismo e humilhação étnica, criminosa, eu perdi alguma aula.”
O Coletivo Sistema Negro também criticou a utilização do slogan negro na campanha da Personal. “Quando nós negros criamos uma frase (Black is Beautiful) é para empoderar e viabilizar nossa existência, dado que nossas vidas valem menos no cotidiano de uma sociedade racista… Não é e nunca será para vender papel higiênico!”
A luta contra a discriminação racial nos Estados Unidos, em meados do século passado, envolveu diversas manifestações públicas contra a segregação dos negros, muitas delas reprimidas com violência pelas forças policiais. Um dos casos mais emblemáticos foi o de Rosa Parks, que em 1º de dezembro de 1955 se recusou a sair do assento em que estava, destinado a brancos, em um ônibus na cidade de Montgomery, Alabama. Rosa foi detida, e o fato gerou uma onda de protestos que culminaram com a revogação da segregação em transportes públicos.
Na década de 1960, artistas, intelectuais e outras personalidades demonstravam o orgulho de ser negro e da sua cultura como forma de combater a discriminação. O slogan desse sentimento, parte do movimento “Black Power”, era “Black is Beautiful”, que foi inspirado na obra do poeta negro Langston Hughes.
Outro lado
Procurada por VEJA, a agência Neogama, responsável pela campanha, e a Santher, empresa dona da marca, disseram que o único objetivo da mensagem foi o “de destacar um produto que segue tendência de design já existente no exterior”, e que não houve pretensão de nenhum outro significado. “Refutamos toda e qualquer insinuação ou acusação de preconceito neste caso e lamentamos outro entendimento que não seja o explicitado na peça”, escreveram as empresas. A agência disse que retirou o slogan da publicidade, e pediu desculpas por eventual associação ao movimento negro “tão respeitado e admirado por nós”, escreveu.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
As Forças Armadas levadas de cabresto ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira
Já gastei muita tinta e tempo tentando demonstrar que o
artigo 142 da Constituição Federal prevê duas espécies, completamente
distintas, de “intervenção”, e que por outro lado são quatro as hipóteses em
que ela pode ocorrer.
Dessas quatro hipóteses, duas delas não se tratam
propriamente “intervenção militar”, porém de simples “intervenção policial”, onde
as FFAA atuam subsidiariamente às forças policiais de cada Estado envolvido na
operação, a mais recente das quais na “Favela da Rocinha”, Rio de Janeiro. Essa
“intervenção policial” até agora sempre foi acionada a partir de “convocação” do
Presidente da República. Ela pode ocorrer,
segundo a Constituição, para “garantia da ordem e da lei”.
Apesar desse poder ser atribuído também aos outros Dois
Poderes Constitucionais (Legislativo e Judiciário), essa prerrogativa jamais
foi acionada por esses Poderes. Talvez essa omissão provenha das “amarras”
dadas à Constituição pela Lei Complementar Nº 97, de 1999, baixada durante o
Governo FHC, pela qual tudo somente poderia ser feito mediante “aval” e
coordenação do Presidente da República e Ministro da Defesa. Mas é evidente que
uma emenda constitucional não pode alterar nem “amarrar” a Constituição. Portanto
essa Lei Complementar é flagrantemente inconstitucional, apesar da “covardia” ou
“sonolência” das instituições públicas com poderes para questionar a sua
constitucionalidade ter sido uma realidade até hoje.
Essa humilhante situação de mera cumpridora de ordens
presidenciais para “garantir a ordem e a lei” equipara as Forças Armadas a um
batalhão de “soldadinhos de chumbo”, a um “exército de marionetes”, livremente
manipuláveis pela Chefia do Poder Executivo Federal, considerado “Supremo Comandante” das FFAA.
Mas a verdadeira intervenção do Poder Militar estaria nas
outras duas hipóteses previstas no citado artigo 142 da CF. Ela pode ocorrer por
INICIATIVA PRÓPRIA das Forças Armadas, sem necessidade de qualquer “convocação”
por algum dos Três Poderes (Executivo, Legislativo ou Judiciário). O objetivo
seria combater “ameaças à pátria” e “garantia dos poderes constitucionais”, situações
estas flagrantemente presentes com toda a força na realidade política
brasileira. Mas essa correção jamais se daria mediante intervenção em um só dos
Poderes Constitucionais. Seria necessário que os Três Poderes fossem atingidos,
destituídos todos os seus membros (Presidente da República, Senadores, Deputados
Federais e Ministros de todos os Tribunais Superiores).
Essa medida “forte” seria a única capaz combater a ditadura
imposta pelos políticos, em nome de uma falsa “democracia”, que só a eles
aproveita, desgraçando um povo inteiro. E teria respaldo na disposição também
constitucional de que “todo o poder emana do povo”. As Forças Armadas agiriam
em nome do PODER INSTITUINTE e SOBERANO do POVO, afastando, num primeiro
momento, toda a corja política que se adonou ilicitamente do Brasil. Mas essa
“intervenção” não poderia ser longa como se deu em 1964. Teria que se manter só
pelo tempo necessário de se fazer uma nova modelagem política sócio-econômica
para o Brasil, aproveitando-se as melhores “cabeças” disponíveis, descartados
os políticos, evidentemente.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo
Quando uma TV ataca a Nação ✰ Artigo do General Luiz Gonzaga Schroeder Lessa
É extremamente lastimável que uma rede de televisão, de ampla cobertura nacional, se volte contra o seu próprio povo, procurando destruir o que ele tem de mais sagrado, base de toda a sua unidade: a família.
Não é de hoje que as Organizações Globo e muito em particular a sua TV Globo buscam interferir, de forma desabrida e escancarada, na família brasileira, não para reforçar os seus laços, mas para denegri-la procurando incentivar fissuras e lacunas, na certeza de que assim estarão desestabilizando, de forma definitiva, o estado brasileiro.
Assim tem sido na condução das suas novelas que, insistentemente, inoculam a desarmonia e o desrespeito familiar, aviltando os princípios basilares da sociedade brasileira, estimulando a quebra de padrões que concorrem para a sadia convivência entre as suas diferentes gerações. Incentivam as tão controversas políticas de gênero, que atingem crianças em tenra idade protegidas pelas leis brasileiras, muito em particular, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; incentivam a prática de atividades criminosas, que transformam os bandidos em pessoas de bem e os agentes da lei em contumazes, perversos e violentos marginais. Esse tem sido o pano de fundo que norteia e orienta todos os passos da organização televisiva nos tumultuados dias de hoje.
Todavia, no programa Fantástico, de 8 de outubro p.p., todos os limites da TV Globo foram ultrapassados, quando passou a defender, publicamente, como arte, cenas do mais baixo nível, intrinsicamente ligadas à pedofilia, zoofilia, necrofilia, homossexualismo e outras bizarrices, taxando-as como educativas, destinadas a quebrar os tabus e os princípios de unidade que governam a chamada “família tradicional”, por ela tão combatida e considerada, até mesmo, uma aberração. Por completo, ignorou a exposição de crianças inocentes a cenas tão chocantes e extravagantes.
A reação do povo brasileiro não se fez por esperar. O levante foi e continua geral em toda a sociedade com manifestações as mais variadas de pais, educadores, terapeutas, políticos, teólogos, sociólogos, padres, bispos, pastores, religiosos em geral que, surpresos e sobressaltados, procuram entender as reais motivações do tão pernicioso proceder da TV Globo. Sem dúvida, essa TV defende e segue os ditames que se propagam mundo afora de que a família tradicional é obsoleta, deve ser destruída, e um dos pilares para tal é a ampla divulgação e posterior adoção das políticas de gênero e da prática dos princípios politicamente corretos , intensamente difundidos e divulgados na imprensa mundial e por nós tão avidamente assimilados, alicerçados na retórica reação-repetição-absorção, ou seja, a sociedade inicialmente reage, a seguir é submetida a maçantes repetições sob as mais variadas formas e conteúdos e, por fim, passa a aceitar os absurdos e a tolera-los como normal. Tudo de acordo com os ditames da agenda da Nova Ordem Mundial, que busca denegrir a moral, o caráter coletivo da sociedade, o enfraquecimento do nacionalismo, para a implantação dos seus nefastos objetivos de formação do cidadão global.
Por todos os recantos do Brasil e mesmo no exterior, a reação contra a Globo tem sido surpreendente. Nas mídias sociais o clamor ultrapassa todas as fronteiras, sejam elas físicas, psicossociais ou políticas e mesmo em canais da TV aberta as críticas são contundentes. Não poderia ser de outra maneira para um país que ostenta a esmagadora maioria de 84,6% de cristãos na sua população, que não pode ver a cruz do seu Cristo ser vilipendiada e associada a ritos de perversão sexual, nem as suas inocentes crianças misturadas a marginais sociais que querem nos fazer assimilar, goela abaixo, modos de vida e princípios que a nossa sociedade repudia. Todavia, causa estranheza o silêncio de organizações costumeiramente vigilantes e prontas a denunciar problemas de muito menor envergadura, como a OAB, a CNBB e até mesmo o Ministério Público e o governo em geral, que se omitiram, por completo, em assunto de tamanha gravidade para o futuro da nossa juventude. As igrejas evangélicas, com o seu amor a Deus, sagrada devoção à sua fé e persistente defesa dos laços familiares, têm tomado a dianteira no combate à vil ação da Globo, enquanto os católicos e os espíritas, como de costume, têm se mantido em silêncio. Apenas o bispo de Apucarana, Dom Celso Antônio Marchiori, fez um contundente pronunciamento na sua homília, no Santuário de Aparecida, quando da grande festa dos 300 anos da aparição da imagem da Virgem. Uma solitária voz. Que vergonha, CNBB!!!!
É preciso que todas as igrejas cristãs, em comunicado conjunto, repudiem as políticas deletérias e as campanhas difamatórias há muito adotadas pela Globo, mas incrementadas consideravelmente nos tempos atuais. Nesse particular, é oportuno relembrar o vibrante libelo J’ÀCCUSE, de Dom Lucas Moreira Alves, cardeal primaz do Brasil, em Salvador, em 1993, denunciando, há 27 anos atrás, as práticas costumeiras dos canais de televisão e que, hoje, se repetem com muito maior virulência:
“Acuso a televisão brasileira de ser demolidora dos mais autênticos e inalienáveis valores morais, sejam eles pessoais ou sociais, familiares, éticos, religiosos e espirituais. Demolidora porque não somente zomba deles, mas os dissolve na consciência do telespectador e propõe, em seu lugar, os piores contravalores. Neste sentido, é assustadora a empresa de demolição da família e dos mais altos valores familiares – amor, fidelidade, respeito mútuo, renúncia, dom de si – realizada quotidianamente, sobretudo pelas telenovelas. Em lugar disso, o deboche e a dissolução, o adultério e o incesto”.
De há muito o povo já percebeu que a TV Globo é contraria aos seus valores mais caros e manifesta a sua repulsa nos níveis de audiência da empresa, que devem continuar caindo de forma consistente. Sem subterfúgios, os seus objetivos maiores de dissolução da família brasileira foram escancarados, em consonância com os ditames da agenda global a que se sujeitou, mantendo-se totalmente alheia aos tradicionais costumes e à profunda devoção religiosa da nossa gente, determinada, por todos os meios que lhe aprouver, a desconstruir os valores cristãos do povo brasileiro.
Luiz Gonzaga Schroeder Lessa - General de Exército R1
A fala dos generais ✰ Artigo de Ruy Fabiano
Há muito não se ouvia falar em “efervescência nos quartéis” - há precisamente 32 anos, desde o advento da assim chamada Nova República, em 1985. Mas ei-la que volta.
A fala do general Hamilton Mourão, há uma semana, não deflagrou, apenas expôs uma situação há muito instalada.
Militares da reserva, entre os quais os generais Augusto Heleno e Paulo Chagas, de grande prestígio no Alto Comando – e cujas falas refletem, com clareza, o que lá se passa -, vêm difundindo pelas redes sociais o ambiente de indignação e inconformismo do estamento militar.
Como estão na reserva, não mereciam maiores atenções. Mas não falam desarticuladamente. A solidariedade que manifestaram ao general Mourão expressa o que pensa a alta oficialidade.
Os militares jogam suas fichas na Lava Jato, mas identificam resistências em alguns ministros do STF e do STJ, e em membros da Procuradoria Geral da República, que, segundo avaliam, dificultam a erradicação da corrupção no meio político. A esquerda – leia-se PT - teria ainda forte influência no conjunto das instituições do Estado.
O comandante do Exército, chefe do Alto Comando, general Eduardo Villas Boas, é visto como moderado, de trato diplomático, alguém que não segue impulsos. Antes de se manifestar, peneira as palavras para não deixar margem a dúvidas. Mas é sensível (e leal) ao que se passa em sua retaguarda.
A entrevista que deu ao jornalista Pedro Bial, segunda-feira, na TV Globo, sem dela dar ciência ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, o confirma. Nela, buscou minimizar o impacto das palavras do general Mourão, sem, no entanto, contestar-lhe o conteúdo: a lei e a ordem estariam de fato fragilizadas.
Nessas condições, as Forças Armadas, “dentro da legalidade”, conhecem seu papel. Não foi dito assim tão cruamente, mas o sentido está sendo assim interpretado. Mourão não foi, nem será punido. Ele expressou um sentimento hoje dominante nos quartéis. Puni-lo seria exacerbar ainda mais os ânimos.
O ministro Jungmann pediu contas da conduta do general, que está na ativa, integra o Alto Comando e teria transgredido o Regimento Disciplinar do Exército.
A resposta do general Villas Boas foi protocolar, reiterando fidelidade à Constituição. Não mencionou qualquer punição ou advertência ao general Mourão. Nem Jungmann voltou ao assunto.
Além do quadro geral de desordem pública, incluindo a degradação do ensino e dos costumes, sob a chancela do Estado, há o tratamento secundário que recebem do ponto de vista orçamentário. O Orçamento da Defesa, de R$ 800 milhões – e que se esgota neste mês de setembro -, é o mesmo concedido ao Fundo Partidário.
Isso ocorre ao mesmo tempo em que as Forças Armadas são chamadas a intervir no Rio de Janeiro, em operações delicadas, que as expõem, enfrentando sabotagem no governo estadual, com forte presença do crime organizado. “No Rio, o crime organizado capturou o Estado”, constatou o ministro Raul Jungmann.
Ao longo das três décadas em que se recolheram aos quartéis, os militares absorveram em silêncio uma narrativa adversa a respeito de seu papel nos 21 anos em que governaram o país.
Sustentam que continuam sendo difamados. Agiram em 64 sob o clamor da sociedade civil. Seu primeiro presidente, Castello Branco, foi eleito pelo Congresso (como mandava a Constituição de então), com o voto de lideranças como Ulysses Guimarães, Juscelino Kubitschek e Franco Montoro.
O advento da luta armada – “os mesmos que, com a anistia, estão hoje aí” – fez com que o regime se prolongasse e recorresse, com moderação, a atos de exceção. “Isso ninguém fala e os mais moços imaginam que o regime se instalou por mero capricho autoritário”, diz um general.
Há uma tendência de não mais aceitar a tal “narrativa ressentida dos derrotados”. Querem agora responder a cada vez que venham a ser chamados de ditadores e tiranos, como fez o general Paulo Chagas ao responder ao senador Randolphe Rodrigues, que chamou o general Mourão de “maluco” e o Exército de chantagista.
“A Comissão da Verdade listou, entre mortos e desaparecidos, 434 pessoas. Isso, em 21 anos, dá 20 pessoas por ano. Hoje, são assassinadas 70 mil pessoas por ano. A Comissão da Verdade só se esqueceu de listar os mais de 150 mortos pela esquerda, entre as quais cidadãos comuns (caixas de bancos, vigilantes, recrutas) e gente dela mesma, em julgamentos sumários. Houve uma guerra que não queríamos e não queremos – e eles perderam”, diz a mesma fonte.
Não está agendada nenhuma intervenção. Mas há, “dentro da rotina militar”, planejamento para qualquer eventualidade.
Os militares acham que, se houvesse um general candidato à Presidência – citam Paulo Chagas e Augusto Heleno -, não têm dúvida de que seria eleito. Veem Jair Bolsonaro como alguém com limitações, sem o preparo intelectual e o perfil de disciplina de Chagas e Heleno. Mesmo assim, pelo simples fato de evocar a farda, vem ganhando crescente apoio, conforme as pesquisas.
Veem uma disparidade entre o que sai na mídia mainstream e o que circula nas ruas e redes sociais, onde a maioria clama por intervenção militar. Por alto, e em síntese, é esse o sentimento que se alastra nos quartéis.
Ruy Fabiano
Condenado há mais de 30 anos, mas recorrendo em liberdade, Zé Dirceu joga titica no ventilador
Falando 'coisa com coisa', Zé Dirceu galhofa dos atuais militares brasileiros. Contudo, em 1964, pensando em salvar a própria pele, ele teve que fugir para não morrer, isso porque a safra de milicos naquela época era outra. O povo está saudoso, mas não haverá Intervenção. “Tá tudo dominado”.
Vejam o que disse o subchefe do Mensalão e corrupto de alta periculosidade no Petrolão.
"O que nós de esquerda devemos perguntar aos militares é a quem eles querem servir: ao povo e à nação ou à facção financista e rentista que assaltou o poder? Que rasgou a Constituição e o pacto social e que destrói, dia a dia, a soberania nacional, entregando de mão beijada para o capital externo nossas empresas - estatais ou não -, nossas riquezas minerais, nossas terras férteis", escreve o líder petista; "Um arranjo golpista que destrói nossa cultura e estado de bem-estar social e é incapaz de manter a ordem e a segurança pública - até porque sem crescimento, emprego, distribuição de renda e bem-estar social isso é impossível", diz o ex-ministro; para José Dirceu, "não devemos nos assustar com fala de Mourão e Heleno, com a reação apaziguadora de Villas Bôas e com o silêncio dos covardes. Devemos travar o combate político e de ideias".
Ex-presidente do PP diz que deu propina de R$ 1 mi para Gleise, "no fio do bigode", a mando de Dilma.
O ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP) afirmou que propinas de R$ 1 milhão oriundas do suposto caixa de seu partido junto à Diretoria de Abastecimento da Petrobras à campanha de Gleisi Hoffmann (PT) ao Senado, em 2010, foram acertadas "no fio do bigode". A presidente do PT e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, são réus por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no STF.
Pedro Corrêa teve sua delação homologada em agosto de 2017 pelo ministro do Supremo Edson Fachin. O ex-parlamentar, condenado a 30 anos na Lava Jato e a 7 anos e 2 meses no Mensalão, é testemunha de acusação em processo contra Gleisi. Ele depôs no dia 19 de setembro.
Eis o que disse Pedro Corrêa:
"Então isso, em 2010, Alberto Youssef, numa das reuniões para prestar contas, ele tinha dito que tirou um milhão de reais do caixa do partido, a mando de Paulo Roberto Costa, para entregar ao ex-ministro Paulo Bernardo. "Então fui reclamar de Paulo Roberto, e ele então me disse que tinha sido uma determinação da presidente Dilma, que mandou que ele ajudasse a Senadora Gleisi Hoffmann, e, por isso, ele mandou que se entregasse um milhão de reais. E, na verdade, a Senadora foi eleita e, logo depois, em janeiro, foi Ministra da Presidente Dilma.
Para se livrar da segunda denúncia, Michel Temer comprometeu ao menos R$ 12 bilhões de recursos público
O Globo fez as contas e chegou ao número: para se livrar da segunda denúncia apresentada ainda por Rodrigo Janot, Michel Temer comprometeu ao menos R$ 12 bilhões do dinheiro do povo brasileiro. A metade deste prejuízo veio do atraso de dois anos na privatização de um punha de aeroportos, medida feita para agradar o mensaleiro Valdemar Costa Neto. Outros R$ 2,8 bilhões sairiam da anistia de parte de multas ambientais.
Por fim, estimados R$ 2,4 bilhões seriam perdidos com a frustração de receita com o novo Refis, e a liberação descabida de emendas parlamentares, que em menos de dois meses já somavam R$ 881 milhões.
Os governistas podem alegar que parte ou mesmo grande parte destas fortunas já seriam utilizadas por força de lei e o governo Temer apenas acelerou o processo. Mas o sentimento de “compra de voto” é evidente. Não fosse o receio da população de que, com uma nova troca de comando, Brasília se anime para jogar no lugar do presidente da República algum projeto de ditador, os gritos pelo impeachment do peemedebista já estariam lotando ruas.
Quem tem interesse em manter Cesare Battisti no Brasil?
O terrorista Cesare Battisti foi preso em Corumbá, quando tentava ir para a Bolívia
Mais capenga de que um sujeito manco, a Suprema Corte, com a credibilidade ínfima entre a população brasileira, vai julgar a permanência ou não do bandido italiano Cesare Battisti. Ora senhores! O Brasil já tem bandido demais, portanto porque deixar essa figura asquerosa viver em liberdade usufruindo das terras brasileiras como um cidadão de bem.
Quando em 2010, o “Dom Lulone”, em um dos seus devaneios malucos resolveu manter no Brasil um sujeito condenado a prisão perpetua na Itália, ninguém entendeu, mas diante de tal lambança, acredita-se que estar na hora de se pegar o papel higiênico e limpar a merda que foi feita na época.
Cesare Battisti foi condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio, quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. Ele chegou ao Brasil em 2004, onde foi preso três anos depois. O governo italiano pediu a extradição do ex-ativista, aceita pelo Supremo. Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil, e o ato foi confirmado pelo STF.
A Corte entendeu que a última palavra no caso deveria ser do presidente, porque se tratava de um tema de soberania nacional. Battisti saiu da Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011, onde estava desde 2007. Em agosto daquele ano, o italiano obteve o visto de permanência do Conselho Nacional de Imigração.
No mês passado, com uma sacola cheia de dinheiro, foi preso perto da fronteira com a Bolívia. O espertalhão estava tentando fugir, pois deve ter observado que a situação do seu padrinho e protetor Lula da Silva, está tão ruim quando a dele no seu país de origem.
Suas excelências e suas excrescências
O Jornal O Estado de São Paulo, em sua edição de 21/10 página 4, publica uma entrevista do subprocurador-geral da República, Lucino Mariz Maia sob o titulo “É erro generalizar um ataque à classe política”.
Diz ainda o procurador, “Quando você atribui que ninguém presta, todos cometem crimes, são todos bandidos, você está dando a si próprio o direito de cometer irregularidades, o direito de destruir vidas, de desrespeitar a lei. Isso é uma espécie de vale-tudo”.
Senhor procurador, quando ficar claro quem é bandido e quem não é, eu vou elogiar os verdadeiros políticos, mas isso não antes de se poder distinguir suas excelências de suas excrescências, isso não é verdade?
EUA, maternidade de brasileiros
Brasil país do futuro? É do conhecimento de todos que a cada dia milhares de brasileiros deixam o país para Portugal, França, Espanha, até países do oriente. Agora a maior novidade é o pacote maternidade que dá direito a uma mãe ter seu filho nos Estados Unidos e, consequentemente, o BABY ganhar a cidadania americana. Muitas delas preferem enfrentar furacão natural a enfrentar o devastador furacão provocado pelos corruptos que há 15 anos dirigem o país. Quem diria que um dia os EUA seriam maternidade de brasileiros.
A polêmica do Queermuseu (Santander) ✰ Artigo de Tito Guarniere
Entro com atraso na polêmica do QueerMuseu e da performance "La Bête" em São Paulo, por causa de uma entrevista do ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, publicada no blog do jornalista Reinaldo Azevedo. Finalmente, alguém diz coisa com coisa, sem descambar para a ideia de que toda a crítica que se faça ao QueerMuseu ou à "La Bête" é primitiva, fascistizante, um ataque à liberdade de criação artística, ou de que toda nudez na obra artística é pecaminosa, e portanto deve ser censurada.
Conheço museus do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa. Em salas abertas para o público em geral (incluindo menores) há nudez mas não há cenas explicitamente eróticas, como em algumas obras do QueerMuseu. As performances como em "La Bête", de homens nus ou mulheres nuas, como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, não são raras no mundo, e não estou falando de pornografia. Mas não há surpresa: tudo é avisado com antecedência e em cartazes bem visíveis. Nada disso causa polêmica em países avançados.
E tudo porque é absolutamente simples manter o equilíbrio entre a manifestação artística e os valores que segmentos familiares e religiosos legitimamente defendem. Basta definir uma classificação etária, como se faz com os filmes, e dar aviso prévio e claro do caráter da mostra ou perfomance.
Ninguém dirá que a proibição de vender bebidas alcoólicas a menores é norma atrasada, conservadora, ou seja lá o que for. Isto é assente em todas as categorias e classes sociais. Ele, o menor, ainda não está maduro para saber das consequências da ingestão de bebidas alcoólicas. Ao mesmo tempo não se estabelece a lei seca - ainda bem. Beber com moderação um bom vinho, uma boa cerveja, para muita gente pode ser um agradável prazer.
Só no Brasil destes tempos estranhos é que esses dois eventos, o Queer Museu e "La Bête", provocam polêmica com tantos desaforos trocados, com tanta intolerância à solta. Se você é adulto, faz o que bem quiser, vai ou não vai ao museu, ao show, ao filme. Porém, se você tem filhos menores, tem o direito de exigir que obras artísticas expostas ao público, suscetíveis de ferir valores razoavelmente comuns, contenham as advertências de praxe, previa e claramente. O que não pode é a criança se deparar, de repente, com a performance de um homem nu, ou uma obra de sexo explícito em meio a uma exposição.
Em essência, é o que diz o ministro Sá Leitão. E quando surgem as controvérsias, o que fazer? Sá Leitão responde: "Em momentos de polarização, é fundamental recorrer ao denominador comum da sociedade, que é o estado de direito". Para ele, não há incompatibilidade entre a proteção de crianças e adolescentes e respeito às religiões e os princípios da liberdade de criação, expressão e manifestação: basta ponderar com a lei. Nada de censura oficial ou dirigismo estatal.
O ministro defende o direito ao protesto e ao boicote de eventos culturais, desde que feito dentro da lei. E acha que "precisamos entender que a vida em sociedade pressupõe regras, deveres e responsabilidades, além de direitos e garantias. A ideia de que não há limites é infantil".
Tito Guarniere - bacharel em direito e jornalismo, e colunista do jornal O Sul, de Porto Alegre.
Taxa de bandeira vermelha na conta de luz vai subir para R$ 5,00
O adicional cobrado nas contas de luz dos brasileiros quando for acionada a bandeira tarifária vermelha nível 2, como acontece neste mês, passará a ser de 5 reais a cada 100 kilowatts-hora consumidos, ante 3,50 reais atualmente, decidiu a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira.
A alta de mais de 40 por cento no adicional faz parte de um conjunto de alterações nas regras das bandeiras tarifárias proposto pela Aneel em reunião nesta terça-feira.
A proposta foi colocada em audiência publica, mas entrará em vigor em novembro em regime excepcional, segundo a agência, que busca adequar a bandeira tarifária às necessidades para poupar água dos reservatórios de hidrelétricas e garantir recursos para cobrir custos das termelétricas, acionadas em períodos de seca.
A medida já deverá impactar os consumidores em novembro, uma vez que a previsão é de que o próximo mês continue com bandeira tarifária vermelha nível 2, a mais cara, disse um dos diretores da Aneel, Tiago de Barros.
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
É tudo farinha do mesmo saco!!! ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira
A consciência comum dos que ainda nutrem
alguma capacidade de pensar com a própria mente solidificou a
expressão que abre esse texto. Ela se aplica
especialmente em relação aos políticos e administradores públicos, de TODAS as agremiações partidárias, sem exceção. É a sentença que mais se lê nas redes sociais, especialmente na parte reservada aos “comentários”: “é tudo farinha do mesmo saco”. É uma frase curta, mas de grande
profundidade e efeito.
Por essa simples razão fico me questionando como pode haver tanta sabedoria no meio
de um povo cuja imensa maioria de eleitores geralmente opta nas urnas pela patifaria
política reinante, que abriga a pior escória da sociedade, entregando-lhe os destinos políticos da sociedade. E o mais grave de tudo está em que esses delinquentes levados a fazer política, inclusive pelo voto “democrático”, são os detentores do direito
de escolha dos integrantes da cúpula do Poder Judiciário assentada nos Tribunais Superiores, inclusive do STF, fechando-se
o ciclo dessa nefasta dominação sobre a sociedade.
A população alvo dessa expressão concentra-se na política, infiltrada nos Três Poderes, e também nas lideranças do Poder Econômico, todos agindo em inescondível conluio, sob o manto da proteção das leis e constituições que eles mesmo encomendaram ou escreveram, deixando o povo
totalmente à margem e submisso a esses preceitos “legais”. Não é, portanto, somente do setor público que surgem os integrantes da chamada “organização criminosa”, hoje mais conhecida na
forma abreviada: “ORCRIM”. A iniciativa privada também está presente nesse conluio por intermédio de grande contingente dos
seus personagens mais poderosos, privilegiados do Poder Econômico, que nem reclamam do alto preço que pagam em “propinas”, a políticos e administradores públicos, pelos benefícios que recebem em contrapartida.
Por outro lado, a previsão expressa no parágrafo único do artigo primeiro da Constituição, pela qual “todo o poder emana do povo”, que teoricamente estaria atribuindo ao povo o poder soberano
instituinte e constituinte, originário e derivado, não passa de simples “ornamento” demagógico, sem qualquer repercussão na realidade. A Constituição enganosa de 1988, por
exemplo, feita pela “ORCRIM” da
época, não dá qualquer sinalização sobre a maneira pela qual
o povo poderia fazer valer o seu direito de que “todo o
poder emana do povo”, que lhe é atribuído na própria Constituição. Os “ilustres”
constituintes tentaram enganar e contornar esse problema ao escreverem a previsão constitucional da prática da “democracia
direta”, do direito de exercício da “soberania popular”, por meio do plebiscito, do referendo ou da iniciativa
popular. Ocorre que essa previsão constitucional não passa de uma “baita”
mentira. De puro “contorcionismo”
e “malabarismo” legal.
De fato, os eleitores podem tomar a
iniciativa de propor alguma lei por “iniciativa popular”, por exemplo, desde que reúnam 1% (um por cento) de
assinaturas dos eleitores, além do preenchimento de
outras condições. Mas esse expediente “pilantra” que dá falsas esperanças ao povo tem a mesma validade que teria a de um só parlamentar qualquer apresentar um projeto de lei equivalente
ao objeto da iniciativa popular. Ou seja, resumidamente, milhares de
assinaturas de eleitores valem tanto quanto a iniciativa de um só parlamentar. Mas quem vai decidir mesmo, aprovar ou não o projeto, não são os proponentes da iniciativa popular, e sim a respectiva Casa
Legislativa.
Resumidamente, não há possibilidade prática de fazer-se democracia direta por iniciativa popular sem o
aval da respectiva Casa Legislativa. Onde estaria, então, a propalada “democracia direta”? Como denominar de “democracia
direta” o simples direito de propor alguma lei e não o de aprová-la ou rejeitá-la? Na esfera federal
pouquíssimas foram as iniciativas populares que
resultaram aprovadas no Poder Legislativo. E sempre que isso ocorreu deveu-se
à coincidência dos interesses dos
eleitores proponentes com os do Poder Legislativo.
Já em relação ao plebiscito e referendo, que são as outras duas modalidades
de “democracia direta”, tudo
vai depender exclusivamente da vontade, da iniciativa e dos interesses dos
Parlamentares. Que “democracia direta”
seria essa, então?
Vê-se, por conseguinte, que
em última análise o grande mal do Brasil
não reside no DESCUMPRIMENTO da Constituição, como geralmente afirmam. É exatamente o contrário. O problema maior está no seu CUMPRIMENTO. Como
ter fé numa constituição feita por uma ORCRIM? Feita por um bando de criminosos
organizados em quadrilha, espalhados nos Três Poderes, e em grande
parte do Poder Econômico?
Tudo isso significa que não se pode depositar qualquer esperança que o Brasil saia do buraco moral, político, social e econômico em que o meteram, mediante
uso dos “remédios”
admitidos pela Constituição. Além do mais há bastante tempo o Brasil deixou de viver no proclamado “estado-de-direito”. Hoje o Brasil
caminha na via oposta, no “estado-de-(anti)direito.
Isso se dá por uma simples razão: as fontes do direito, consistentes na “lei”, na “jurisprudência”, na “doutrina” e nos “costumes”,
estão totalmente corrompidas, construídas e dirigidas por elementos da própria “ORCRIM”. E
tudo se passa à sombra de uma Constituição que dá plena legitimidade e garantia a toda
essa situação de total descalabro político.
Rui Barbosa, patrono da advocacia
brasileira, afirmou certa vez que “a força do direito deve prevalecer sobre o direito da força”. É verdade. Mas isso deve se
dar em situações de plena normalidade do “estado-de-direito”, que não é o caso do Brasil de hoje. E o flagrante “estado-de-(anti)direito vivido no país, pela corrupção e inversão total dos valores do “estado-de
-direito”, sem dúvida autoriza excepcional e
provisoriamente a inversão do que afirmou Rui Barbosa. Só o “direito-da-força” seria capaz de corrigir as distorções políticas
vivenciadas, e só quem o possui legitimamente são as Forças Armadas, que no caso estariam agindo em
nome e representação do povo, na defesa da pátria e garantia dos legítimos poderes
constitucionais - hoje usurpados pela tirania política que se adonou do poder - legitimamente resguardada pela disposição do art. 142 da
Constituição, garantindo a esse povo o direito
constitucional que sempre lhe foi sonegado “todo o
poder emana do povo”. Após uma rápida transição, com as reformas
emergenciais necessárias, a “força do direito” poderia voltar a ocupar
novamente o seu lugar de maior destaque.
Sérgio Alves de Oliveira -
Advogado e Sociólogo
Assinar:
Postagens (Atom)

































