terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O outro lado do foro não-privilegiado ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Entre as pessoas de bem existe quase uma unanimidade, com toda a razão, no sentido de protestar contra o chamado foro privilegiado ou foro por prerrogativa de função, que por si só já estabeleceu o regime pleno da IMPUNIDADE para inúmeras autoridades públicas, não só pelo acúmulo de processos nos tribunais competentes, que eternizam questões sub judice, mas principalmente por eventuais ligações comprometedoras de membros dos tribunais com as pessoas processadas.
Essa verdadeira corrupção que se passa na Justiça toma contornos inimagináveis nas esferas de alguns Tribunais Superiores, cuja competência para nomeação dos seus membros é privativa do Presidente da República, mais especificamente no Supremo Tribunal Federal - STF, Tribunal Superior de Justiça - TSJ, e Tribunal Superior Eleitoral - TSE. Não é preciso investigação mais profunda para se constatar essa verdade que não a simples consulta no dia-a-dia dos jornais.
Certamente no intuito exclusivo de reparar o profundo desgaste da sua imagem perante a opinião pública, o STF se despiu da sua toga de órgão judicante constitucional e está vestindo a de legislador, invadindo competência alheia, a do Poder Legislativo, mesmo o constituinte, restringindo fortemente os casos de foro privilegiado. Mas não adianta reclamar. Rui Barbosa já afirmara que a pior ditadura é a da Poder Judiciário (entenda-se, no caso, STF), porque contra as suas decisões não há mais a quem recorrer.
Conjugada essa decisão do Supremo com as disposições processuais civis que estabelecem as regras de competência de foro para os mortais comuns, a verdade é que no mérito o Supremo está corrigindo um excesso que beneficia ilicitudes de milhares de políticos e autoridades públicas, e caindo em outro excesso, no outro extremo, ao se permitir que qualquer vivente acione autoridades ou políticos em inúmeras Justiças dos Estados e milhares de cidades do Brasil. Nem mesmo contando com um exército de advogados, e um banco particular para custear essas despesas, teoricamente, seria oportunizado aos réus as suas defesas em tantos foros não-privilegiados. E não se invoque a possibilidade de eventuais condenações por litigância de má fé dos autores das ações, como argumento para frear tais abusos, porque no Brasil essa pena é uma raridade que acontece a cada século.                                                             
Ademais, a gente bem sabe que muitas vezes não são motivos superiores que levam as pessoas a acionar a máquina da Justiça. Interesses partidários, desavenças pessoais, rivalidades, vinganças e outros interesses mesquinhos muitas vezes podem estar presentes. E não é somente a vida política ou parlamentar dos maus elementos que estariam sujeitos a esses transtornos. Provavelmente os bons seriam os mais afetados. A vida política vai ser totalmente inviabilizada, assim como está.
Pelo que se vê não é tão simples como estão fazendo crer a correção do problema dos excessos do foro privilegiado. Mas talvez esse possível absurdo que estão cometendo pudesse trazer alguma vantagem indireta. Os maus elementos se afastariam da política. Eles são espertos. Muito espertos. Mas os bons também seriam prejudicados. Restariam os loucose burros para fazer política.
Esse, minhas Senhoras e meus Senhores, vai ser o preço pago pela sociedade brasileira. De fato, um excesso poderá estar sendo corrigido. Mas se cairá em outro. É claro que novos mecanismos poderiam ser criados na legislação para evitar-se ambos os excessos. Mas não se houve falar nada disso. Tudo é no atropelo e na pressão, inimigos mortais do equilíbrio.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e sociólogo

Ambulante vende uma camiseta por minuto

Alerta aos homens e às mulheres de bem. Inversão de valores e deslealdade

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, 
não se questionam , não se importam, não se manifestam”

A carreira militar cobra dos seus integrantes sacrifícios e um conjunto de valores e de qualidades que nenhuma outra o faz. Assim, a par da liderança exercida e do compromisso de dar a vida, se necessário for, pela Pátria, ter coragem física e moral, cultuar a verdade e a lealdade para com os chefes e subordinados e para com aqueles que são os detentores da soberania da Nação, a população brasileira, é questão de honra.
Hierarquia e disciplina, nas questões da caserna, são fundamentais, porém, em se tratando da Nação, quando está em jogo o seu destino, esta não admite o silêncio obsequioso da disciplina e da hierarquia, quando, por motivos outros, a visão da realidade foge aos chefes e a Nação sangra. Há que enfatizar que acima de qualquer homem estão os interesses nacionais. O compromisso maior do militar é para com a sua Nação!
Nós, abaixo subscritores deste documento, no momento atual em que o País passa por severa crise econômica, política e psicossocial, tendo como base intensa crise ética, moral e cívica, que permeia o governo e quase todas as instituições, ocupados e dirigidos por malfeitores que deles se apossaram, tendo em vista as considerações acima, temos a convicção de que o General de Exército Mourão, pela sua postura, cultura, firmeza de caráter, coragem física e moral, já sobejamente mostradas e comprovadas, bem como sua capacidade de liderança no meio militar e também civil, está a altura dos graves momentos que vivemos no Brasil.
Entretanto, por ordem de quem deveria estar respondendo a processo por acusação de realizar malfeitos e por obstrução à Justiça, buscando a impunidade por meios condenáveis ao fazer do governo balcão de negócios, constranger o General Mourão, exonerando-o da função que exercia, após realizar palestra, devidamente autorizado, durante a qual falou verdades e somente verdades, esclarecendo a população, é inaceitável.
Tal fato traduz inversão de valores consagrados, desde os tempos dos bancos escolares das escolas militares: a verdade (estampada nos jornais) deve ser proibida e a lealdade para com a Nação, obrigação do militar que a Ela se dedica primeiramente, deve ser suprimida. Essa é uma indignidade que não se coaduna com o caráter e a formação do General Mourão e ofende mulheres e homens de bem que o têm como um exemplo a seguir.
Surpreende a aceitação passiva de tal injustiça por aqueles que teriam a obrigação de indignar-se pela afronta concretizada a quem preza e cultua valores, hoje, tão deteriorados em setores da vida nacional responsáveis pela condução do País.
Ao general Mourão a nossa continência respeitosa e a nossa admiração!
Prisão para os corruptos que desgraçam a Nação brasileira !
Assinam:
Gen Marco Antonio Felício da Silva
Gen Sylvio Imbuzeiro
Gen Synésio Fernandes

Obs: Aqueles que o desejarem, poderão apor sua assinatura a este documento, em apoio ao Gen Mourão, por meio do e-mail averdadesufocada@terra.com.br
referente ao site do mesmo nome ou, ainda, como comentário através do LINK: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=312619119239691&id=260519...

A semente do mal

Cavalo de Troia ✰ Artigo de Eugênio Miguel Mancini Scheleder

O crescimento da economia brasileira foi orientado por suas raízes históricas e colonialistas.

Até o final do século XIX, o Brasil ombreava com as principais economias do planeta, porém, a elite aristocrática dominante, espelhada na “belle époque” europeia, e uma população majoritariamente pobre e despreparada dificultaram a introdução dos modernos meios de produção e do desenvolvimento tecnológico decorrentes da 2ª revolução industrial. Essa condição permaneceu até meados do século XX, época em que toda a riqueza brasileira era formada por produtos agrícolas e florestais, pela produção e exportação de matérias primas minerais e por uma indústria incipiente de manufaturas com baixo valor agregado.
À época da instituição da Petrobras, em 1954, a quase totalidade dos produtos derivados de petróleo consumidos no País era importada. A partir da criação da empresa, foram estabelecidos os objetivos de autossuficiência na produção de combustíveis e de garantia do suprimento do nosso mercado, dentro de uma perspectiva de crescimento acelerado da economia brasileira. Essses objetivos foram alcançado com a entrada em operação da Refinaria Henrique Lage - Revap, em 1980. Desde então, o abastecimento de combustíveis passou a ser garantido pela Petrobras e, sempre que a demanda interna exigiu, a estatal promoveu a complementação dos volumes adicionais necessários.
O desenvolvimento do setor de petróleo constituiu, portanto, uma exceção e um ponto de inflexão na história da economia brasileira. Contrariando a vocação herdada do período colonial - exportar matérias primas e importar produtos acabados - o Brasil passou a importar petróleo e a agregar valor ao produto no parque de refino nacional. Além de uma enorme economia de divisas, ocorreu, na esteira deste processo, um extraordinário crescimento da indústria e da engenharia nacionais, com expressiva elevação dos níveis de emprego e renda do setor.
Vemos, hoje, no entanto, que a Petrobras abandonou este papel a partir de 2016, quando adotou uma política de preços que favoreceu, diretamente, a importação de derivados por agentes competidores, em especial, a Ultrapar (Ipiranga) e a Raizen (Shell). A importação de diesel e gasolina a partir dos EUA atingiu mais de US$4 bilhões no período jan/out de 2017, três vezes o valor importado em 2015, tornando-se o principal item de exportação americana para o Brasil. Já o parque de refino nacional vem mantendo uma injustificável ociosidade média da ordem de 500 mil bpd, enquanto as importações de diesel e gasolina atingem 350 mil bpd. As exportações de petróleo, por outro lado, subiram 39%, mostrando que estamos exportando óleo cru e importando derivados, uma contradição e um retrocesso sem precedentes.
Perde a Petrobras e perde o Brasil. É inadmissível que, com liberdade para fixar preços, a administração da companhia aceite a condição extremamente desvantajosa de exportar petróleo e manter o parque de refino ocioso. O custo do petróleo produzido pela empresa não varia com os humores do mercado internacional e, portanto, oferece margem suficiente para uma política de preços que proteja as cotas de participação da companhia no mercado interno. A decisão de retirar a Petrobras do setor produtivo de biocombustíveis piora, ainda mais, o quadro descrito, pois, transfere a empresas concorrentes participações importantes, atuais e futuras, nos mercados de gasolina e diesel. Os sucessivos aumentos dos combustíveis, a título de “acompanhar” a variação dos preços internacionais do petróleo, vêm onerando o consumidor brasileiro e estimulando a importação de derivados por agentes meramente oportunistas, que não mantêm qualquer compromisso com o abastecimento nacional.
Se a missão recebida do governo foi a de abrir espaço para outros agentes, criando condições para uma futura venda, total ou parcial, dos ativos de “downstream” da Petrobras, a atual administração da companhia está obtendo um extraordinário sucesso. A política de preços adotada funciona como um presente de grego, destruindo, por dentro, a capacidade de resistência da empresa ao desmonte em curso.
Eugênio Miguel Mancini Scheleder - engenheiro aposentado da Petrobras. Também ocupou cargos de direção nos ministérios de Minas e Energia e do Planejamento, de 1991 a 2005. Atualmente, exerce a função de Mediador Extrajudicial, capacitado pela Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem – CCMA/RJ.

Direita se une no Chile e vence; aprende, Brasil! ✰ Comentário de Joice Hasselmann

Chile e Áustria dão um exemplo ao Brasil. Não se ganha a eleição dividindo, mas somando. Direita e centro-direita precisam pensar que a união pode ser necessária para vender a esquerda raivosa. Entenda no editorial de Joice Hasselmann.

STF - Gilmar Mendes volta a mostrar força e solta mulher de Sérgio Cabral

Ninguém sabe, nem imagina aonde Gilmar Mendes quer chegar. Depois da mídia ter publicado uma série de suspeitas sobre o envolvimento de Mendes com os corruptos da J&S, o ministro não se intimidou e colocou mais bandidos na rua.
Pois é, li na imprensa, que o ministro Gilmar Mendes, “o Supremo”, indiferente a tudo e a todos usando de seu poder de “Rei da cocada preta, mandou soltar nesta segunda-feira (18) Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB). E na mesma decisão, Gilmar Mendes substituiu a prisão preventiva por prisão domiciliar.
Em setembro deste ano, ela foi condenada a 18 anos e 3 meses de prisão pelo crime de lavagem dinheiro e por ser beneficiária do esquema de corrupção comandado por Sérgio Cabral.
Adriana Ancelmo foi presa pela primeira vez em dezembro do ano passado, no âmbito da Operação Calicute, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. Foi essa mesma operação que levou o ex-governador e corrupto Sérgio Cabral à prisão.
Até o mês passado, Adriana Ancelmo cumpria prisão domiciliar, mas, por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), teve de retornar à cadeia.

Mais uma comunista se foi

No Rio de Janeiro, Lula defende os governadores que roubaram o dinheiro do povo

O ano de 2018 deveria começar no dia 24 de janeiro com a prisão do famigerado “Dom Lulone”, mas as leis brasileiras, na sua maioria, elaboradas e promulgada por corruptos, deixa uma serie de espaços para o réu recorrer em liberdade e cheio de direitos.
Diz a imprensa, que Lula e sua trupe estão a reclamar que o TRF-4 foi ágio demais em analisar seu processo e marcar o dia do julgamento. Ora! Senhores, se ele vive apregoando que é inocente deveria fica feliz e ser, totalmente, a favor de uma Justiça rápida e simples. Mas, quando dele se esperava isso, eis que o sujeito está a defender a tese de uma Justiça lenta, acovardada e incompetente.
No Brasil corrupto, conhecido no submundo do crime, como zona de baixo meretrício, os condenados que roubaram muito e têm dinheiro para pagar um batalhão de advogados: criticam o juiz que o condenou, esculacham os tribunais, sapateiam, dançam samba e, mesmo assim, continuam voando em céu de brigadeiro, sem que nada lhes aconteça. 
Lula é promíscuo e folgado, mas ao que parece, é ser assim que o povo gosta dele. A semana passada, num comício realizado para militantes petistas, disse: “o Rio de Janeiro não merece que governadores eleitos, democraticamente, pelo povo estejam presos porque roubaram dinheiro público”. Tempos atrás, enquanto Sérgio Cabral e seu bando, acintosamente, roubavam o povo do Rio, ele, abraçado com o corrupto e ladrão de alta periculosidade, gritou alto e em bom tom: votar em Sérgio Cabral é uma obrigação ética, moral e política. 
Pois é, queiram ou não esse sujeito continua solto, falando coisa com coisa, defendendo ladrão condenado há mais de 70 anos e, como uma garça branca num pântano, transita no âmbito da Republica, acua a Justiça, continua enganando o povo e ainda quer voltar a ser presidente para acabar de Fd o Brasil.

Requião tem mamona na cabeça ✰ Comentário de Augusto Nunes

Novo surto do senador paranaense confirma que quem come o que não deve acaba numa camisa de força

MPF desiste de perícia nos recibos de Lula. Eles são falsos.

O Ministério Público Federal (MPF) desistiu, nesta segunda-feira (18), da perícia técnica nos mais de 30 recibos de aluguéis apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No fim desta manhã, o documento sobre a desistência foi protocolado no site da Justiça Federal (JF).
Lula é acusado na Operação Lava Jato de receber um apartamento em São Bernardo do Campo como propina da Odebrecht em troca de contratos com a Petrobras. Ele nega e apresentou recibos de pagamento dos aluguéis para o empresário Glaucos Costamaques, proprietário do imóvel.
Para os procuradores, esses recibos são ideologicamente falsos, ou seja, foram produzidos para dar aparência de legalidade a atos ilícitos.

Mulher do Ano

Contrariando o guru político, Gleisi concorrerá à deputada para tentar escapar da prisão

A fidelidade quase canina que a senadora paranaense Gleisi Helena Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, dedica ao seu guru, o alarife Lula, tem limites. O que parecia ser um duo esquerdista imbatível começa a apresentar fissuras as primeiras fissuras, especialmente quando o assunto é a candidatura da petista.
A divergência de opiniões entre Lula e Gleisi, que já vinha fermentando, ganhou força extra com a falta de disposição da parlamentar paranaense para concorrer à reeleição. A presidente do PT sabe que seu envolvimento no Petrolão rendeu queda vertiginosa na sua popularidade junto ao eleitorado do Paraná, o que inviabiliza o projeto de continuar no Senado Federal.
Ciente de que um mandato parlamentar lhe garante o chamado foro privilegiado – até decisão do STF sobre o tema – e pode retardar eventual condenação no âmbito da Operação Lava-jato, Gleisi está decidida a rebaixar a patente e concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Ou seja, o desejo do morubixaba petista ficará à margem.
Lula não aceita a decisão da pupila, que classifica como uma mensagem antecipada de derrota do PT. O petista-mor sabe que Gleisi tem remotas chances de se reeleger ao Senado, tanto pelo envolvimento pessoal em denúncias de roubalheiras quanto pelo conjunto da obra do PT, mas deseja que ela vá para o sacrifício para puxar votos para a legenda. Como se os candidatos alternativos do PT no Paraná não fossem ainda mais lamentáveis.
Por outro lado, Gleisi sabe que atender Lula significa dar alguns largos passos na direção da prisão. Afinal, se ficar sem mandato, a ação penal a que responde no STF será remetida à primeira instância, mais precisamente ao célere juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Correndo o risco de ser condenada em breve, Gleisi tenta evitar o pior. Tanto é assim, que afirmou durante evento político em Porto Alegre que em 2018 será candidata a deputada federal.
É importante ressaltar que se o STF decidir que o foro privilegiado valerá apenas em casos de crimes cometidos durante o mandato e relacionados ao mesmo, Gleisi Helena ficará perto da prisão mesmo se for eleita à Câmara dos Deputados.

Ex governadora do RJ Rosinha Garotinho abre o coração em entrevista ao SBT Rio


Entrevista exclusiva com a ex-governadora Rosinha Garotinho

Os três podres poderes da República Macunaíma

Tenho criticado frequentemente essa leva de corruptos que dominam os três Poderes da República. Mas tenho absoluta certeza de que só as minhas críticas e dos outros milhares que também as fazem não surtirão nenhum efeito prático enquanto a sociedade por alienação, covardia ou mesmo simples acomodação, não levantar a bunda do sofá e começar a exercer sua cidadania.
Temos um Congresso apodrecido, onde 2/3 dos nobres parlamentares, incluindo as duas Casas, são corruptos e/ou ladrões, e mais, estão sempre à venda quando o Executivo promove leilões para aprovar medidas de seu próprio interesse, muitas vezes contra o interesse da sociedade. A sociedade precisa lembrar que esse crápulas foram postos lá pelo voto.
O Executivo, além de corrupto é corruptor. O presidente da República está rodeado de bandidos, e a maior prova disso é que quase todos os meses rolam cabeças de ministros envolvidos em bandalheiras e já na mira da 13ª Vara em Curitiba.O Planalto ainda costuma governar promovendo leilões e a batida do martelo é paga por nós contribuintes.
O Judiciário, terceiro dos podres poderes da República, representado pelo Supremo Tribunal Federal, há muito deixou de ser uma Corte. Hoje não passa de um misto de partido político e casa de negócios, onde um advogado de partido político vira ministro; outro compadre de familiar do ex-presidente, também vira ministro e pisa na Constituição, enquanto o mais asqueroso deles, além de empresário, negocia e aceita patrocínio de bandidos.

Menina desaparecida - compartilhem

A Polícia prende os ladrões, mas a Justiça solta

Sabemos que nada de positivo podemos esperar dos atuais senadores e deputados, mas alguma coisa tem de ser feita para mudar a legislação penal vigente. Foi revoltante assistir a reportagem sobre os grupos que assaltam pessoas na Rua 25 de Março, em São Paulo, que fica totalmente lotada nesta fase próxima ao Natal. Depois de intensa monitoração, vários deles foram identificados e presos, mas a Justiça manda todos de volta às ruas. Um deles teve prisões e solturas nos últimos quatro anos, e este ano também já teve vários episódios de entra e sai no xadrez e a TV mostrou o cara em plena atividade. 
Uma verdadeira quadrilha rouba não só mercadorias, mas também dinheiro e cartões bancários. É muito revoltante quando sabemos que a maioria das pessoas que vai à Rua 25 de Março é de baixa renda e aproveita os baixos preços dos produtos à venda tentando ter um momento de alegria nas festas de final de ano junto aos seus familiares.

19 de Dezembro - Dia do Estado do Paraná

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Bolsonaro não conseguiria governar sem fazer intervenção ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

São inúmeras as razões que levam os eleitores a escolher determinado candidato para cargos eletivos nos Poderes Executivo ou Legislativo, tanto na esfera federal, quanto estadual e municipal.
Na minha particular visão, nenhum dos nomes presidenciáveis surgidos até agora teria capacitação para governar o Brasil a partir de 1º de janeiro de 2019, dentro da legalidade estabelecida, mesmo que tivesse boas intenções. O principal motivo é que essa pretensa legalidade, inclusive da Constituição, foi escrita por bandidos fazendo política durante muitos anos. Sem que essa falsa legalidade seja rompida, substituída por uma verdadeira legalidade, conforme as necessidades do povo, não há que se falar em possibilidade de bem conduzir a sociedade brasileira, onde a virtude política prevaleça sobre os interesses mesquinhos individuais e partidários. Essa situação é tão crítica que os delinquentes sofisticaram os seus crimes de tal modo que os atos antes definidos como criminosos deixaram de ser crimes e passaram a ter legalidade, dada por uma lei nova que eles mesmos mandaram editar. Hoje os bandidos cometem suas falcatruas tanto fora, quanto dentro da lei.
Resumidamente, tudo significa que o Brasil continuará sendo ingovernável a partir de 2019, dentro das perspectivas previstas. Qualquer candidato que for eleito não conseguirá governar se ficar atrelado à legalidade vigente. Mas o eventual rompimento com a legalidade existente não implicaria necessariamente em melhorar a situação. Ela poderia até piorar. E isso se daria com certeza se tomasse o poder qualquer grupo político sucessor dos delinquentes que governaram o Brasil desde a Nova República de 1985, especialmente a partir de 2003, até hoje.
Mas a única possibilidade de romper-se com a legalidade que desgraçou o país durante tanto tempo, mantendo no comando político a pior escória da sociedade, com força suficiente para melhorar o status quo político, estaria na opção política pelo polêmico candidato Jair Bolsonaro, que não tem lá grande conteúdo, porém apresenta inúmeras vantagens sobre os demais competidores.
Mas Bolsonaro também fracassaria se fizesse um governo normal, mexendo aqui e ali. Isso porque as amarras impostas ao cargo de presidente não lhe permitiriam fazer as mudanças necessárias. É evidente que ele necessitaria da cobertura dos outros Dois Poderes (Legislativo e Judiciário), tão apodrecidos quanto o Executivo tem sido. E para o que o Brasil necessita de verdade, dali não viria nenhum apoio, com certeza. Ali nada funciona sem um troca-troca.
Então lhe restaria a alternativa de afastar os entraves a um bom governo. E dentro da legalidade, a única chance que ele teria reside no comando do artigo 142 da Constituição, que trata da intervenção, que uns chamam de militar, outros de constitucional, mas que na verdade não é nem um, nem outro. A tal de intervenção se trataria, se fosse o caso, de uma medida tipicamente emersa da democracia direta, com o povo fazendo uso do seu poder originário instituinte, constituinte e soberano (todo o poder emana do povo), no caso utilizando as suas Forças Armadas, que são órgãos de Estado, não de Governo, como equivocadamente os políticos pensam.
Essa medida nada convencional seria na verdade muito simples e funcionaria sem maiores traumas ou revoluções. No dia da sua posse na Presidência, 1º de janeiro de 2019, Bolsonaro nomearia o seu Ministério, dentre eles o Ministro da Defesa, e os Comandantes das Três Forças. Ato contínuo, expediria um Decreto intervencionista, afastando todos os Ministros do Supremo Tribunal Federal e de todos os outros Tribunais Superiores, bem como os Senadores e Deputados Federais, além de outras medidas julgadas necessárias e urgentes. Também a própria Constituição vigente (a de 1988) não poderia ser poupada, logo após a utilização do seu artigo 142, que seria a sua derradeira utilidade. Sem essas medidas porradas, Bolsonaro jamais conseguiria governar nem fazer o que prometeu.
E de uma coisa ele poderia ter certeza. Os votos da população intervencionista, que a cada dia mais cresce, apesar de escondido pela Grande Mídia, ele teria, e ao que tudo indica, já seria o bastante para derrotar os outros candidatos e elegê-lo.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

Trump bate record em corte de impostos

Donald Trump faz a maior reforma tributária desde a década de 1980 (Reagan), com a redução das alíquotas de impostos pagas pela indústria de 35% para 20%, o que significa um corte superior a U$ 1,5 Trilhão de Dólares. 
Os impostos pagos pela população também diminuíram.

Idiotaland ✰ Artigo de Maurício Nunes

O Brasil é um convite à depressão. Todos os dias uma notícia, seja no prolífico campo político ou social, joga para baixo qualquer cidadão que tenha um QI maior do que a velocidade permitida nas marginais. Uma simples semana no Brasil é capaz de produzir material bruto para qualquer filme B de Hollywood, com a diferença de que, por mais absurdos que pareçam, os fatos aqui são reais.
Toda semana uma personalidade passa vergonha. Quando não é defecando pela boca sobre política, é arquitetando maneiras de sumir do ostracismo a qualquer custo. Veja o caso do “cantor” de um único “sucesso”, que no desespero de um holofote, espancou a esposa (lembrou até o pagodeiro vereador) e depois resolveu gravar um vídeo “chorando”, sem lágrimas, pedindo perdão ao público, mas não à esposa. Meia dúzia de idiotas bateu palmas.
Na outra ponta, um homem que se considera mulher e que se diz cantor sem saber cantar, faturou o título de “melhor canção do ano”. Sim, eu fiz questão de ouvir e, em apenas 50 segundos (tempo suficiente), concluí tristemente a que ponto chegamos.
A lavagem cerebral é tão abrangente e eficaz que, se você tiver o mínimo de senso crítico ou enxergar a armação por trás disto tudo, receberá o adjetivo de “homofóbico”. No país do vitimismo não importa se você é fã do Cazuza, Renato Russo, Ney Matogrosso, Michael Stipe, Freddie Mercury e tantos outros homossexuais talentosos. Se você, no seu direito, questionar a “arte” da “lacradora”, recebe o carimbo no braço.
Nunca os idiotas foram tantos. O que ocorre? Alunos espancam professores; mães ameaçam diretores com faca de cozinha; criminosos matam, estupram e torturam impunemente; psicopatas se masturbam e ejaculam em passageiras (desta vez num voo); políticos roubam descaradamente, mas todos estes seres devem ser tratados como crianças problemáticas, à base de muito amor e Toddynho.
Em discurso, o maior encantador de idiotas, Lula, proferiu para uma plateia diminuta, mas ainda existente governadores do Rio de Janeiro que roubaram do povo não merecem estar presos. E, para piorar, teve idiota que aplaudiu, apoia e ainda vota. O palhaço macabro, não o Pennywise, mas o que se tornou um dos deputados mais votados do País, acabou endossando, na prática, a máxima de Pelé: brasileiros não sabem votar.
O parlamentar subiu à tribuna pela primeira vez, em oito anos (o que ele fez lá este tempo todo?), e vomitou um discurso populista e cheio de clichês (o que esperar de um quase analfabeto?) dizendo que renunciará, mas não agora, afinal, tem de aguardar a gorda aposentadoria por não fazer nada. O sujeito tem salário de R$ 33 mil (só na política, fora shows, verbas de gabinete e auxílios) e ainda teve a coragem de dizer que a própria mãe não tem plano de saúde e está internada no SUS, para aplauso dos colegas “emocionados”.
Um sujeito que não cuida sequer da mãe, você acha que vai cuidar do País? Não caia no papo desta gente que não dá ponto sem nó. O palhaço tem plano de apoio declarado a Lula, e o “abestado” é você, que compartilha e endossa o discurso do apedeuta.
Como bem disse uma vez Nelson Rodrigues: “Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade”, afinal, por aqui, a mãe dos idiotas não se cansa de engravidar.

Árvore de Natal do aposentado

Sebastián Piñera vence de novo no Chile. Esquerda foi esmagada nas urnas. Bachelet perde.

Sebastián Piñera, ex-presidente conservador e representante da coalização de centro-direita "Vamos Chile", venceu o segundo turno das eleições presidenciais chilenas deste domingo (17). Ele vai suceder Michelle Bachelet a partir de março do ano que vem.
Piñera venceu com 54,53% dos votos aos 91,72% da apuração, quando seu rival, Alejandro Guillier contava com 45,47%. Guillier reconheceu uma "dura derrota" e parabenizou Piñera pela vitória.

Imprensa sentiu crescimento de Bolsonaro ✰ Comentário de Felipe Moura Brasil

Matérias noticiosas de jornais, revistas e TVs forçam a barra para demonizar o deputado e geram reação e zoeira nas redes sociais, analisa Felipe Moura Brasil.

MV - Próximo ministério do Brasil

Resolvi passar uns dias no litoral e hoje acordei com um tremendo calor potencializado pela ausência total de ventos. Mas praia é praia, fui para lá e tomando uma cervejinha contra o calor me refrescou a memória a ponto de lembrar que, no dia anterior, li que o ilustríssimo e nobre deputado Heráclito Fortes, “o boca mole” da planilha da Odebrecht, faz transitar na Câmara uma emenda à Constituição – PEC 97/2015 – determinando que o vento seja estatizado e haja pagamento de imposto sobre o seu uso.
Já ouvi muitas idiotices vindas desse podre Poder Legislativo, mas essa supera todas. Mesmo assim acredito que a PEC vai ser aprovada e, no próximo ano, será criado o ministério dos Ventos (MV). Deputado Heráclito, não seja egoísta, lembre-se que a ideia inicial de armazenar vento foi da anta mineira, portanto ela merece ser a primeira “ministra dos ventos” e assim também garantir o foro privilegiado, já que também está na mira de Curitiba. Ela conta com seu apoio.

A velha história dos comunistas

Manuela D'Ávila ignora ataques homofógicos contra Flávia Cristina e também ataca a sargento da Brigada Militar


A deputada comunista Manuela D'Ávila, usou seu Facebook de ontem para atacar a sargento da reserva da Brigada, que avisou com reação, tudo em função dos anúncios dos comunistas e lulopetistas que ameaçam invadir, ocupar e iniciar um levante popular em Porto Alegre, tudo para defender Lula no dia 24.
Manuela avisou que vai pedir explicações à Brigada Militar.
É uma ameaça inútil e provocativa.
A sargento é da reserva e pode dizer o que bem entender. 
A comunista não disse uma só palavra em relação às manifestações homofóbicas que rolam nas redes contra Flávia Cristina Abreu, chamada de "vagabunda", "vadia" e até ameaçada de morte.
Blogs lulopetistas, aliados de Manuela, levantaram dados sobre a vida da sargento para apresentá-la como desequilibrada.

Bolsonaro Com Márvio Lúcio (BolsoNabo) no Teatro Oi Casa Grande RJ

Marcelo Odebrecht será solto nesta terça-feira

Marcelo Odebrecht sairá da prisão na próxima terça, após passar 914 dias atrás das grades. O empresário vai direto para a prisão domiciliar, em que deve ficar pelos próximos dois anos e meio, de acordo com seu acordo de delação premiada. Marcelo Odebrecht negociou os benefícios pensando nas filhas, segundo disse aos procuradores do MPF do Paraná. Ele aceitou cumprir dois anos e meio de prisão domiciliar, mas queria como contrapartida sair de casa em duas datas. O motivo é que uma das meninas vai se formar na faculdade no ano que vem e o pai quer estar na cerimônia. A procuradoria concordou.

Mourão & Bigodão

Levy Fidelix, notório picareta da política, aproveitando o momento e arreganhando-se no Twitter para o general Mourão.

Será que no Brasil, não existe ninguém capaz de dar um nó na língua nervosa de Lula ou calar a sua trupe?

PT, MST, Gleisi Hoffman, Zé Dirceu, Gilberto Carvalho e Lula, formam uma linha de frente petista indomável. Esse pessoal, é: delatado por companheiros corruptos, a justiça mostra, explica, soletra, desenha, mas ele continua, diuturnamente, falando um monte de merda.
Pelo que se ver e ouve na imprensa, os “petralhas” não respeitam pessoas ou Instituições que estejam do lado oposto a linha comunista defendida por eles. Comunista de mentirinha, é claro! Porque, na verdade, eles querem mesmo é a chave do cofre, para poderem meter a mão e deixarem o país na miséria como deixaram nas mãos do seu ex-aliado e ferrenho inimigo, Michel Temer.
Um exemplo disso, é que na cidade do Recife, o PAC (“Programa de Aceleração da Corrupção”), pagou a uma das empreiteiras envolvidas na Lava Jato para construir um túnel com mais ou menos, 60 metros de comprimento. Três anos depois, o túnel “Felipe Camarão” encontra-se interditado por causa de problemas estruturais. Causando sérios transtornos a quem, compulsoriamente, o utilizava. Pois é, senhores! Essa é administração que eles querem trazer de volta ao país. A política desse pessoal, segundo seu cúmplice e delator, Antônio Palocci, é distribuir meia dúzia de pirulitos com uma porção de babacas e, em seguida, guardar milhões no bolso ou em paraísos fiscais.
A cambada do "pão com mortadela" está apregoando, que no dia 24 de Janeiro, irá infernizar a vida dos juízes do TRF-4, lá em Porto Alegre e, seguindo a política de intimidação, segundo li na imprensa, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffman, afirmou nesta sexta-feira 15/12, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá a sua candidatura registrada em qualquer circunstância, e o julgamento pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) "não acaba" com as perspectivas do petista de ter o seu nome na urna na eleição do próximo ano. Pelo visto, eles querem guerra. Pois, ao que parece, ESTÃO DISPOSTOS A TUDO! PARA TER A CHAVE DE VOLTA.
*Grupo de “artistas, comediantes e/ou pessoas” que atuam em conjunto para fins diversos.

O Governo não terá candidato em 2018 ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

O Brasil é recordista em obras paralisadas

Por causa da grande crise pela qual passa o país, o Brasil é um enorme canteiro de obras paradas sob o argumento de que faltam recursos, além de empresas capacitadas. Para a falta de dinheiro, estamos há muito tempo sabendo para onde a grana foi. No que diz respeito às empresas, não houve possibilidade de encontrarmos outra porque o esquema de propinas criou um bloco e os contratos para as obras são distribuídos entre elas, e com as propinas elas trabalham com o dinheiro que sobra. 
É inadmissível que haja tanto desperdício, pois os adiamentos provocam reajustes de preços e as consequentes cláusulas com aditamentos trazendo os preços para os valores de mercado da época do reinício das obras. O certo seria que nos locais das obras existissem informações claras com todos os dados dos contratos, além da previsão da data de entrega. Qualquer contrato decente de realização de obra pública estabelece multa para atrasos na entrega ou modificação de projeto, podendo até haver a troca de empreiteira. É o que estabelece a legislação sobre licitações de obras. Porém, com tudo acontecendo com o aval do contratante, quem acaba multado é o órgão contratante (Governo Federal, governos estaduais e prefeituras), sobrando, em última análise, para o povo, que é quem paga os impostos que pagam todos os gastos com tantas falcatruas. 
Já passou muito da hora de se dar um fim à eternização de obras públicas. Cabe ao Ministério Público (MP) e à Justiça responsabilizar com rigor aqueles que comandam esta modalidade de assalto aos cofres públicos.

Ache o erro na foto

Valor de Mercado do Bitcoin supera Reserva de Direitos Especiais de Saque do FMI

Há vinte e quatro horas, o valor de mercado do bitcoin ultrapassou a marca de US$ 300 bilhões, superando a reserva de direitos especiais de saque (SDR) do Fundo Monetário Internacional (FMI), que é de US$ 291 bilhões.
O SDR é composto por uma cesta de cinco estados-nação. O valor do SDR, também conhecido como XDRs, baseia-se em uma percentagem do renminbi chinês, do dólar dos EUA, do iene japonês, do euro e da libra esterlina britânica. O SDR foi criado em 1969 usando o sistema de troca de Bretton Woods, e antes de 1973 continha o valor de 0,8 gramas de ouro. Ele é usado para completar as reservas oficiais dos países membros.
O SDR ganha tração neste ano à medida que os EUA perde o solo e os países desacoplam do dólar
O SDR do FMI sempre foi controverso desde o dia em que foi introduzido. Essencialmente, a cesta de moedas é alocada aos países pelo FMI e uma nação que participa no mercado de câmbio tem que ter reservas. Muitos céticos acreditam que o FMI está criando uma “moeda global mundial” para que continue mantendo o sistema bancário central no poder. Este ano tem sido um ano interessante para o SDR, já que a reserva ganhou valor em comparação com outras moedas solitárias do estado-nação. A tendência tem aumentado devido ao desacoplamento de algumas nações do dólar americano, já que o FMI revelou no verão passado que a América não era mais a principal potência econômica. Atualmente, outros países como a Alemanha, a Rússia e a China estão fazendo movimentos monetários por conta própria.
Bitcoin vindo por fora
No entanto, o Bitcoin vem correndo por fora. Resistente à censura e que não é emitido por um Estado-nação ou corporação. Na verdade, a moeda descentralizada veio de um criador anônimo, e é um software composto por dígitos e códigos que milhões de pessoas confiam.
O Bitcoin tornou-se um “dinheiro das pessoas” infundido na internet e a tecnologia está transferindo muita riqueza nas mãos dos indivíduos de uma forma que nunca foi vista.
BitcoinTrade
A primeira plataforma Brasileira que você pode comprar com segurança utilizando o seu Cartão de Crédito como forma de pagamento. Eles aceitam Visa e Mastercard. A BitcoinTrade ainda conta com certificação de segurança PCI Compliance, a única no Brasil.

Lula não será candidato, e irá para a cadeia ✰ Comentário de Marco Antonio Villa

Juiz proíbe propaganda de tratamentos da 'cura gay'

Sentença prevê que homossexuais em conflito podem ser atendidos, 
mas psicólogos não podem fazer 'propaganda' de tratamentos

A Justiça Federal no Distrito Federal alterou, nesta sexta-feira (15), decisão emitida em setembro deste ano que derrubava uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e abria espaço para tratamentos e terapias de conversão sexual – o que ficou conhecido popularmente como "cura gay".
A nova decisão prevê que pessoas com "orientação sexual egodistônica" – ou seja, que veem a própria orientação sexual como um motivo de sofrimento e angústia – podem receber atendimento em consultórios, e que profissionais podem promover estudos sobre o tema.
No entanto, fica proibido fazer "propaganda ou divulgação de supostos tratamentos, com intuitos publicitários, respeitando sempre a dignidade daqueles assistidos". A decisão é assinada pelo juiz federal Waldemar Claudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal no DF.
O G1 aguarda retorno do Conselho Federal de Psicologia, e tenta contato com os psicólogos que respondem pela ação popular. Cabe novo recurso.
Na decisão, o magistrado também restabelece, na íntegra, a validade da resolução 1/1999 do CFP. No artigo 3º, o conselho federal determina que os psicólogos não podem "patologizar" – ou seja, tratar como doença – "comportamentos ou práticas homoeróticas". Também não podem adotar "ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados".
Para o Conselho Federal de Psicologia, terapias de reversão sexual representam “uma violação dos direitos humanos e não têm qualquer embasamento científico”. Desde 1990, a homossexualidade deixou de ser considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. No Brasil, a resolução do conselho que segue a orientação é de 1999.
Defensores da 'reversão sexual'
Em decisão liminar de 15 de setembro, Carvalho acatava o pedido de três psicólogos. Todos eles foram denunciados ao Conselho de Psicologia nos últimos cinco anos por fazer terapia para que gays e lésbicas deixassem de ser homossexuais.
Uma das profissionais era Rozangela Alves Justino, que atualmente trabalha como assessora parlamentar do deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ). Rozângela chegou a ser punida em 2009.
Na época, ela disse ao G1 que considerava a homossexualidade um distúrbio, provocado principalmente por abusos e traumas sofridos durante a infância. Ela afirmou ter "aliviado o sofrimento" de vários homossexuais.

18 de Dezembro - Dia da Marinha de Guerra Dominicana

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...