sábado, 2 de junho de 2018

Qual é a solução? ✰ Artigo de Ronald Tito Vieira do Canto

Hoje, no Brasil, estamos com carência de líderes. Ou seria…carência de inteligência?
A não vai resolver, B não vai resolver. Então, quem vai resolver?
Eu sei quem vai resolver. Vocês não sabem?, então eu digo: o povo.
O povo? Como?… Pelo voto consciente. Aí é que a vaca torce o rabo, pois nosso povo não sabe votar. Vota no amigo, no caso dos municípios, vota naquele que o amigo ou a igreja indicou, vota em quem pagou, vota em quem o patrão mandou (ainda existe o coronelismo). Nunca vota em quem tem um projeto, aliás, nem lê o projeto.
Mas, graças à Deus, lentamente que seja, o povo está mudando, está acordando de um sono profundo. Não vai ser agora nas próximas eleições, talvez nem na subsequente, mas tenho fé que o Brasil , que a política, vai mudar. Que a Constituição vai mudar.
Uma parcela de imbecis até crê que uma intervenção militar resolveria, ledo engano. Os militares poderiam até voltar, arrumar a casa e devolvê-la novamente aos civis, mas o que ocorreria, pelo menos hoje? O povo votaria novamente nos mesmos e voltaríamos ao estágio anterior.
Precisamos de apenas uma coisa, de políticos honestos, que pensem no Brasil antes de pensar em si mesmos, que vejam os anseios dos brasileiros, antes dos próprios.
E agora? Temos algum?…Temos sim, o “anticristo”, de acordo com a mídia ideológica, Bolsonaro.
Mas votar nele resolve? Não, se só votarmos nele e mantivermos o mesmo Congresso, pois a Constituição cidadã do Doutor Ulysses, que Hades o mantenha no inferno, não permite a ninguém governar sem que tenha que fazer barganhas, sem que fique refém dos deputados e senadores. Precisamos, também, eleger políticos novos, sem rabo preso, em resumo, fazer uma limpa no Legislativo para aí, então, fazer uma nova Constituição que dê direitos, claro, mas com uma contrapartida de deveres, o que a do Doutor não fez. Brasileiro não gosta de devereres. A eleição tem que ser dobradinha.
Mas o Bolsonaro é maluco, homofóbico, racista, machista e tudo quando é “fóbico” e “ista” que existe. Verdade? Jura?…Vocês não o conhecem, apenas são guiados pela mídia mianstream que está toda tomada pelo gramscismo e tem pavor da direita, pois todos são socialistas, apesar de não dividirem seus salários com os menos favorecidos. Vamos cantar Imagine, do comunista caviar John Lennon, hino do globalismo e da extinção das religiões. Não acreditam?, leiam a letra da linda música, pois a música é linda, só. Ele dividiu o seu dinheiro com os pobres? Fez o que escreveu na letra? Não. Socialismo é lindo pros outros fazerem, né Chico Buarque? Que venham os muçulmanos!, esses são espertos, se aproveitam da ignorância e da ingenuidade dos “humanitários” globalistas, bando de babacas, para fazer a hégira.
O que tem a ver muçulmanos com eleições?…Simples, elejam as pessoas erradas e logo estaremos chorando, rezando e fazendo vigílias pelos mortos nos atentados terroristas. Leiam a Lei de Imigração do comunista Aloysio Nunes.
A direita não é o que nossos jornalistas dizem. Ser de direita é ser a favor da família; ser a favor do livre mercado; ser a favor da liberdade com responsabilidade, inclusive a de expressão; ser contra o Estado empresário; ser contra o Estado babá; e acima de tudo, acreditar que a renda vem do trabalho… Ih!, eu penso assim, sou de direita e nem sabia.
Pois é, é assim que pensa o Bolsonaro.

Pedro Parente foge de intervenção desastrada ✰ Comentário de William Waack

 

O ocaso dos ladinos ✰ Artigo de Marcelo Aiquel

Parece que, finalmente, estamos despertando de um pesadelo chamado PT e seus satélites do mal (inclui-se aí, também, TODOS aqueles que acreditaram – ou ainda acreditam – na boa fé dos membros do “maldito” Partido dos Trabalhadores).
O chefe supremo, o cérebro, e a rainha dos capachos já tiveram suas máscaras tiradas:
Lula da Silva (o chefe supremo) foi condenado – em “apenas” um dos vários processos em que é réu – e está preso há mais de 30 dias (ao contrário do que “juravam” seus lambe-botas).
O guerrilheiro Zé Dirceu (tido como o cérebro da catrefa) também foi condenado e igualmente está preso.
Já a Gleisi “narizinho” Hoffmann (a Rainha dos capachos, ou, a líder dos bajuladores do chefe) irá em breve para o mesmo caminho, pois, nem ela própria crê na sua absolvição, tamanho o “buraco” em que se meteu. Isto explica o desespero das suas surreais atitudes.
Assim acaba o que tentou ser o maior golpe já praticado no mundo. Maior até que o “oscarizado” Golpe de Mestre, filme sensação de 1973, com a premiada dupla P. Newman e R. Redford.
Aqui, com a participação ativa (e fundamental) de outros partidos políticos – como o “arqui-inimigo”(?) PSDB – a Orcrim roubou milhões (ou teriam sido bilhões?) da saúde, segurança e educação dos brasileiros. Só não vê quem não quer.
E agora, todos eles (sem distinção de cor ou ideologia) começam a pagar a conta na justiça. Porque lugar de bandido é “em cana”.
Nesta semana, um expoente dos tucanos também foi condenado e preso. Como eu não tenho “bandido de estimação” estou festejando mais esta.
Mas, só vou realmente festejar quando as urnas mandarem para casa, todos (eu disse todos!) os maus políticos do Brasil. Independente de partido ou “lado”.
Temos (os brasileiros) a obrigação de fazer uma faxina bem feita!
Marcelo Aiquel – advogado (24/05/2018)

De volta pro aconchego

Jovem diz ter o poder de sentir o 'cheiro da morte'

Uma jovem australiana de 24 anos tem chamado atenção por um poder extraordinário. Pelo menos ela diz ter essa habilidade.
Ari Kala (pseudônimo de Rachel Murray), de 24 anos, garante que consegue sentir o "cheiro da morte".
Tudo começou quando a moradora de Hunter Valley (Nova Gales do Sul, Austrália) tinha 12 anos. Ela sentiu um "odor adocicado" exalando do corpo do tio, que sofria de doença terminal.
"No dia anterior da morte eu senti esse odor adocicado na casa", contou a jovem, de acordo com reportagem do "Metro".
"Nunca tinha sentido aquele cheiro. Ninguém além de mim o sentia. Desde então tenho passado pela mesma experiência com pessoas com doenças terminais ou com pessoas com idade avançada incontáveis vezes", acrescentou.
A australiana lutou contra a estranha habilidade por muitos anos, mas agora decidiu torná-la pública e tentar fazer, por meio de treinamento, com que médiuns desenvolvam o mesmo poder.

Políticos é que são os vilões, não a Petrobrás ✰ Comentário de José Nêumanne Pinto

A prisão da cúpula petista ✰ Editorial do Estadão

Com a volta do deputado cassado José Dirceu à prisão, agora toda a cúpula do primeiro governo de Lula da Silva, exercido de 2003 a 2006, encontra-se na cadeia. Dirceu, Lula e o ex-ministro Antonio Palocci estão condenados por corrupção. Nada há a celebrar nesse desfecho, a não ser o auspicioso fato de que a Justiça, no Brasil, finalmente alcançou gente tão poderosa e com tanta influência política. No mais, é triste que a República tenha sido entregue, por meio de eleições livres, a indivíduos tão acintosamente despreparados para o exercício minimamente ético do poder, gente que agiu à margem da lei de forma sistêmica e profissional, usando como desculpa a fajuta promessa de “justiça social”.
A coincidência — chamemos assim — da prisão dos três homens mais importantes do primeiro mandato petista na Presidência dá àquela gestão ares de organização criminosa — coisa que, aliás, já havia ficado razoavelmente clara, até para o mais inocente observador, desde que estourou o escândalo do Mensalão, em 2005.
Recorde-se que a campanha eleitoral que levou esse pessoal ao poder incluiu ferozes ataques aos políticos governistas de então, comparados, em uma peça publicitária, a ratos que estavam a roer a bandeira do Brasil. A peça, concebida pelo marqueteiro Duda Mendonça, veio acompanhada de um chamamento dramático aos eleitores: “Ou a gente acaba com eles, ou eles acabam com o Brasil. Xô, corrupção. Uma campanha do PT e do povo brasileiro”. Como se sabe, Duda Mendonça confessou mais tarde que o PT pagou por esse e outros serviços com transferências milionárias para contas secretas em paraísos fiscais, coisa típica de quem tem muito a esconder. Era apenas um fiapo do Mensalão, que se revelaria um dos maiores escândalos de corrupção da história — só não foi o maior porque, em seguida, viria o Petrolão, que dificilmente será destronado.
O PT nunca admitiu a corrupção de seus próceres. Ao contrário, tratou-os como “guerreiros do povo brasileiro”, como se tudo o que se comprovou a respeito dos crimes por eles cometidos fosse mentira. Segundo os petistas, as evidências colhidas contra Lula, Dirceu, Palocci e tantos outros — nada menos que três ex-tesoureiros do partido foram encarcerados — integram uma imensa conspiração das elites para impedir que os pobres tenham uma vida decente — algo que, conforme o evangelho petista, só é possível com a turma de Lula da Silva no poder.
Se resolvesse seguir à risca seus estatutos, o PT teria de expulsar todos os que foram condenados por receber propinas, casos de Lula da Silva e de seus parceiros. Mas é evidente que essa ameaça não vale o papel em que está escrita. A expulsão está reservada aos que ousam mostrar que o rei Lula está nu, como aconteceu com um dos fundadores do PT, Paulo de Tarso Venceslau, que em 1997 denunciou um esquema de corrupção engendrado por um compadre do demiurgo de Garanhuns em prefeituras administradas por petistas. A Paulo de Tarso foi reservado o estigma dos traidores; já o esquema por ele denunciado revelou-se um aperitivo do que viria a ser o Petrolão.
Do PT não é possível esperar regeneração. Enquanto estiver sob o domínio de Lula da Silva — e nada parece capaz de diminuir esse domínio, nem mesmo sua condição de presidiário —, o partido será a expressão do cinismo dos que se dizem campeões da “ética na política”, mas exercem o poder como se nenhum limite moral lhes dissesse respeito, ademais de se considerarem proprietários do governo, e não inquilinos temporários. É isso o que explica por que razão Lula da Silva, José Dirceu e Antonio Palocci, esteios do primeiro governo petista, estão presos.
Em um país civilizado, não se admite que um grupo político com esse comportamento tão explicitamente criminoso, que fez da corrupção um método de governo, com o objetivo de permanecer para sempre no poder, escape impune. Ainda há um longo caminho a percorrer para que a influência deletéria dessa turma seja inteiramente neutralizada, mas a prisão da poderosa troica petista é um excelente começo.

Junho é mês de 'quadrilha'

Um silêncio que mete medo!

Um silêncio tão grande que mete medo! Que mete medo em toda essa corja de corruptos terroristas que deixamos infantilmente escapar, e que hoje tomaram conta “do pedaço”, deixando o Brasil na maior esculhambação do mundo, coisa nunca nem de longe imaginada, só perdendo mesmo para a Venezuela; coisas que nem mesmo naqueles tempos de 64, quando os militares, atendendo terços, rezas e apelos, tomaram conta, deixando o Brasil durante saudosos vinte anos, na maior lua de mel! Mas, “bobearam”; em vez de baixar o cacete mesmo, como fez o Fidel Castro, não; ficamos passando panos quentes nas bundinhas redondinhas e moles e deu no que está dando. Um Brasil impossível de remediar! A não ser com muito sangue, muito suor, muitas lágrimas! Daí ser melhor mesmo deixar as Forças Armadas neste silêncio que mete medo, mas capaz de acordar os túmulos daqueles velhos generais!
Mas é bom não esquecer do que esses “generais” são capazes! E que seria de “bom alvitre” não ficar cutucando cobra com vara curta, esquecendo que quanto mais sossegada é a cobra, mais mortal ela é! A cascavel, por exemplo, como uma vez eu vi lá nos “Tiriós”, uma tribo de índio lá no meu Estadão do Pará, onde a gente costumava pernoitar, naqueles nossos velhos e bons tempos. A gente ia passando, passando, e ela quieta, encolhida, enroscada, mexendo só com o rabo, sacudindo o chocalho; avisando! Não mexam com ela, nos diziam, com forte sotaque, os frades missionários alemães: -- Ela pode se “emputecerrrr”!

02 de Junho - Dia Estadual do Repórter Policial

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Bolsonaro pode não ser a solução, mas é o remédio para um Brasil doente

No dia 20 de junho, segundo li na imprensa, a ministra Cármem Lúcia levará ao plenário da Corte, para que Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Cia, fazer a escolha: se desejam um Brasil Parlamentarista ou Presidencialista.
Salvo melhor juízo, isso estar me cheirando uma forma disfarçada de controlar o arroubo do pré-candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro. A verdade, é que o crime organizado, os corruptos, aqueles que comem molinho e mamam nas tetas da viúva estão com medo, do que possa fazer ex-capitão do Exército brasileiro.
Em todo país, o povo está sufocado e vive pedindo a Deus por uma intervenção militar ou, que da noite para o dia, suja uma pessoa honesta, que tenha pulso, seja respeitada e enfrente a bandidagem como, realmente, ela deve ser enfrentada. Atualmente, essa pessoa é retratada com o nome de Jair Bolsonaro, no entanto, ao que parece, o povo não é levado em conta, pois a presidente do STF, foi buscar no fundo do baú, não se sabe porque, uma proposta sobre o caso de (Parlamentarismo/Presidencialismo), enviada ao Supremo em 1997, por Jaques Wagner, aquele petista, amicíssimo de Lula e enrolado até o pescoço no âmbito da Lava Jato.
Portanto, fiquem certos, Bolsonaro pode até não ser a solução, mas poderá ser o remédio para esse Brasil doente, todavia, se eleito para governar no atual sistema presidencialista, será necessário que tenha maioria no Congresso e, que esse, não seja corrupto. Porém, num sistema parlamentarista, tudo fica diferente, eleito para ser primeiro ministro, se tiver a má sorte de governar com um Congresso corrupto e uma “Justiça acovardada”, pouco poderá fazer e, muito em breve, será expurgado do cargo. Para isso, basta que vá de encontro aos interesses dos mafiosos do poder.

Bolsonaro responde a Boechat a verdade sobre a greve dos caminhoneiros na Rádio Band News

  
                                                                               Jovem Pan: Jair Bolsonaro e os caminhoneiros

General Heleno: clamor por intervenção é semelhante ao de 1964, mas caminho são as eleições

O general da reserva Augusto Heleno, 70, que foi o primeiro comandante das tropas da ONU no Haiti, diz ver semelhanças entre os atuais pedidos de intervenção militar e o período anterior ao golpe de 1964. O militar, que já declarou apoio ao pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL), contudo, afirma que as Forças Armadas estão “vacinadas” e não pretendem tomar o poder. "É lógico que as Forças Armadas se sentem 'lisonjeadas' pela credibilidade que essas faixas demonstram, mas têm plena consciência de que esse não é o caminho. O caminho são as eleições que vão acontecer", disse o general, em entrevista à Folha.
Como o sr. vê os pedidos de intervenção militarpresentes nos protestos dos caminhoneiros? 
Não são só os caminhoneiros. Há um crescimento exponencial desse tipo de manifestação. Não é igual a 64, mas é semelhante, guardadas as enormes diferenças e devidas proporções. A semelhança é esse clamor popular pela intervenção militar. É um sentimento que vai crescendo na população que enxerga nos militares a solução para o problema nacional. Mas as Forças Armadas estão vacinadas, não pretendem isso, não buscam isso e de maneira nenhuma trabalham para isso. 
Quais são as diferenças?
Há uma outra formação. Os valores das Forças Armadas são os mesmos, mas há uma outra geração de militares, formada pela geração que viveu o período militar e colocou na cabeça dos atuais generais que esse não era o caminho. Que esse é um caminho esdrúxulo. Até tem previsto na Constituição uma intervenção no caso do caos, mas não é o pensamento nem o desejo dessa geração de militares. 
Por que o sr. considera que esses pedidos ganharam tanta força?
Ainda que se faça uma força danada para denegrir tudo o que foi feito, a imagem que ficou daquela época [ditadura] é que era um país mais organizado, que a população tinha uma vida melhor. Não estou dizendo que fosse assim, mas essa é a imagem que muita gente tem. Há uma espécie de conscientização de que os militares são capazes de colocar ordem na casa. Nós sabemos que isso é fruto de uma crise que o país está vivendo, depois de 13 anos de uma gestão desastrosa do dinheiro público. Mas é claro que não vai se repetir. A história dá muitos ensinamentos, mas dificilmente se repete. 
Como os militares devem responder a esse clamor?
Eu não quero dar palpite, isso compete ao comandante. O general Villas Boas é um comandante com uma liderança extraordinária, tem enorme sensibilidade e eu tenho certeza que, se for necessário, ele vai colocar a posição do Exército em relação a isso. 
Nas Forças Armadas, há quem defenda intervenção?
Posso lhe garantir que os oficiais e generais da ativa afastam essa possibilidade, repudiam esse tipo de manifestação. É lógico que as Forças Armadas se sentem “lisonjeadas” pela credibilidade que essas faixas demonstram, mas têm plena consciência de que esse não é o caminho. O caminho são as eleições que vão acontecer. 
O sr. considera que a paralisação dos caminhoneiros ainda tem legitimidade, mesmo após acordo com Temer?
Eles procuraram fazer as reivindicações deles e também não causar maiores possibilidades de confronto. É natural que o país se ressinta porque o prazo foi relativamente largo para esse tipo de abstenção de combustível, comida. E na situação que o país está vivendo, em crise há muito tempo e se encaminhando para uma eleição, é lógico que existe gente que está torcendo para que tudo dê errado. Há quem defenda que o Bolsonaro seria um dos interessados no caos. Tenho certeza que não. Ele já fez alguns pronunciamentos convidando a ter prudência e comedimento, a acatar as ordens, a apoiar a atuação das forças legais.

É inaceitável que nome de Lula ainda apareça em pesquisas ✰ Comentário de Thiago Uberreich

Para registro: controles de preço dos combustíveis não irá funcionar

Eu fui um dos primeiros, talvez o primeiro, a alertar que as políticas de Dilma nos jogariam de volta aos anos 1980. Mas nem eu imaginava que até o controle de preços iria voltar. Decisão do governo Temer é tecnicamente errada.
O governo se desdobrou mas conseguiu reduzir o preço do óleo diesel em 46 centavos por litro. Infelizmente para o governo isso não implica que o preço do diesel será reduzido em 46 centavos na bomba de combustível. Alunos do primeiro ano de economia aprendem que tais reduções dependem das elasticidades das curvas de oferta e demanda. Se você viveu nos anos 1980 basta lembrar do Plano Cruzado ou do Plano Bresser, ambos tentaram mecanismos de controle de preços, ambos foram tremendos fracassos.
O preço dos combustíveis no Brasil é livre, exatamente por isso o preço varia de posto para posto. Mas o governo insiste em dizer que ocorrerá redução de 46 centavos nas bombas, para tanto ameaça com fiscalização e multas. Os técnicos do governo sabem tão bem quanto eu que isso é impossível de ser fiscalizado. Afinal, você teria que saber qual o preço do diesel em cada posto ANTES dessa medida. Em resumo, o governo teria que fiscalizar posto a posto para garantir que o mesmo reduziu em 46 centavos o preço na bomba. Em outras palavras, o governo quer fixar o preço do diesel em cada posto.
Sejamos francos: nem o mais pessimista entre nós poderia imaginar que o governo Temer ressuscitaria os fiscais do Sarney. O melhor mesmo é o governo fingir que nunca disse isso e deixar o preço do diesel flutuar normalmente nos postos.

Não há dinheiro para reduzir impostos

Pedro Parente flerta com o perigo e manda Petrobrás aumentar (0,74%) o preço da gasolina

O presidente da Petrobrás nem esperou o final da paralisação dos caminhoneiros e, portanto, o restabelecimento do abastecimento de combustíveis, para anunciar um novo aumento da gasolina.
Pedro Parente flerta com o perigo e ingressa na linha de tiro.
A partir de amanhã, o preço nas refinarias subirá 0,74% e passará a ser de R$ 1,9671 por litro; em maio, o preço do combustível nas refinarias da Petrobras acumula alta de 9,42%.
A cabeça de Pedro Parente é pedida por quase toda a base do governo e por toda a oposição.
O presidente da Petrobrás poderá ser escolhido como bode expiatório de toda a crise atual.

Tenente Coronel da PM de Goias chama Michel Temer de "grande mentiroso"

O tenente coronel Caixeta, da PM de Goiás, gravou um vídeo desmascarando o presidente da República, Michel Temer.

Até quando o Ministério do Trabalho será do PTB?

Depois do episódio da nomeação e posterior exoneração da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do presidente do partido, ex-deputado Roberto Jefferson, do cargo de ministra do Trabalho, cuja posse foi impedida pela Justiça, o PTB volta às manchetes com a deflagração pela Polícia Federal (PF) da Operação Registro Espúrio, uma investigação sobre um esquema de corrupção na liberação de registros sindicais no Ministério do Trabalho. 
Anteontem foram cumpridos 23 mandados de prisão e 64 de busca e apreensão. Além de Roberto Jefferson, são alvos das diligências o deputado Jovair Arantes, líder do partido na Câmara dos Deputados, e os deputados Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e Wilson Filho (PTB-PB). A PF tentou prender Leonardo Arantes, sobrinho do líder do partido, mas ele está em Londres numa viagem oficial. O tio e o sobrinho foram responsáveis pela nomeação de Mikael Tavares Medeiros, de apenas 19 anos, para um cargo em comissão no qual era responsável pela liberação de quase R$ 500 milhões, mas acabou exonerado depois de ser flagrado liberando pagamentos de um contrato superfaturado. Foi ele que havia levado sua turma do futebol para fazer parte do Ministério. 
Depois de tudo isso, não tem nenhuma explicação que o presidente Michel Temer continue fatiando o seu ministério.

O maior rombo da história do Brasil

Danny Glover e Dilma visitam Lula na prisão

 
ator norte-americano Danny Glover e a ex-presidente Dilma Rousseff visitaram o ex-presidente Lula na cela da Polícia Federal (PF), por volta das 16 horas desta quinta-feira (31), em Curitiba. Os dois entraram na carceragem um de cada vez, por cerca de meia hora cada. Danny Glover é ativista dos direitos humanos e ligado a centrais sindicais dos Estados Unidos. Após a visita, ele posou para fotos com uma faixa escrito: 'free Lula'.
"Eu tive a oportunidade de me reunir com meu amigo Lula. Foi uma excelente reunião, apesar de curta. E eu pude ver que ele está bastante calmo, bastante tranquilo e confiante no trabalho dos movimentos sociais que estão dando continuidade ao trabalho dele próprio", disse Danny Glover.
Na quarta-feira (30), o ator visitou o entorno da Superintendência, no bairro Santa Cândida, onde manifestantes fazem vigília em apoio a Lula desde o dia 8 de abril. O ex-presidente está preso em uma sala especial de 15 metros quadrados, no 4º andar do prédio, com cama, mesa e um banheiro de uso pessoal, além de TV, desde o dia 7 de abril.
Ele é acusado de receber um apartamento triplex no litoral de SP como propina dissimulada da construtora OAS para favorecer a empresa em contratos com a Petrobras. Lula nega as acusações e afirma ser inocente.

Bolsonaro. O poder do JB...

Em troca de apoio, Temer perdoa R$ 358 milhões de dívida da Globo

Governo vence Guerra de Informações e esvazia Greve, graças a não adesão da População e apoio da Globo "Plin Plin".
Houve articulação ocorrida nos corredores de Brasília, após infinidade de nervosas reuniões .
Repetição massificação de pontos negativos da Greve, com prejuízos à rotina de milhões, fazendo recair responsabilidade para o lado dos Grevistas, isentando desinteresse do Governo de negociar, saltaram aos olhos e evidenciaram parcialidade e interesses nebulosos.
Escândalo!...
Temer aprendeu com Mestre Lula. Se ameaçado, compre apoio com dinheiro do Povo.
Vergonha!...
Para o Povo não tem dinheiro, mas dos porões da promiscuidade evaporaram R$ 358 milhões; dívida perdoada.
Montante, sem considerar juros e encargos resume pendência da Cia com Impostos e empréstimos não pagos junto ao BNDS.
Em troca, a 'Poderosa' se desdobrou em criminalizar manifestação. Overdose de matérias mostrando gente humilde em dificuldades e bandidos infiltrados.
Impressionante a coincidência.
Depois que o pelego, futuro ex Presidente da Associação dos Caminhoneiros do Brasil, falou em infiltrados, Manifestação pacífica virou guerra.
A Greve se esvazia, mas deixou o recado ao Governo. Enxuguei a maquina.Parem com a Farra. Povo tá cansado. Lastimável o fato de termos chegado tão perto e recuado.
Mais
Pra garantir apoio do Congresso,;Temer selou acordo.
Parlamentares em pânico de perder sua boquinha pensam apenas em reeleição, Temer vestirá o pijama.
Ficou definido:
Marim, o Bobo da Corte daria a cara pra bater. Cachorrinho pra ser chutado em troca de migalhas viria de escudo.
Deputados e Senadores se esconderiam nos buracos reservados a roedores.
Toda decisão polêmica ou antipática Congresso votaria em favor do Povo e do País, mantendo Carinha de protetores da Nação; cabendo ao ex vice de Dilma vetar.
Lógico que PT correrá por fora. Duro seta aguentardecer Lindberghse da vida criticando tudo, dizendo ser o PT a salvação e dizendo como o Partido fará, o que não fez em 16 anos de desgoverno.
De positivo a imagem do fim da ilusória sensação de ser o Governo intocável.
Jugular exposta, fragilidade escancarada, basta o Povo querer.
Algo me diz. O ex acomodado gostou da experiência e a brincadeira promete próximos capítulos.
Finalmente Nação conheceu o rugido verdadeiro do poderoso Governo.
Meauuuu!
Quanto à falta de adesão, nenhuma novidade. Questão já mencionada no Sofá.
Cidadania Tupiniquim tem prazo de validade e perdura até a água não alcalcar sua bunda.
Egoísmo de muitos, Útero fértil pra políticos oportunistas, corruptos e parasitas e Empresários inexcrupulosos.
Greve terminar com poucas conquistas, frustrando expectativas e deixando.
Em outubro lá estaremos diante de uma caixinha que chamam de urna, mas não dá direito a conferir votos, pensando só nos nossos umbigos e elegendo os mesmo de sempre; filhos de nossa mediocridade.

Bolsonaro se encontra com a Cabo Sastre (A Mãe do ano)

 

Por que o Governo deixou o povo sangrar, para depois desobstruir as estradas ?

Mostrando uma força descomunal, a greve dos caminhoneiros, que durou pelo menos, dez dias, causou um desabastecimento quase total no país. Foi a responsável direta pela paralisação de serviços como: fornecimento de combustíveis, distribuição de alimentos e insumos médicos, levando o país a um caos sem precedente.
No entanto, todos os dias, quase que, religiosamente, Michel Temer e/ou alguém do seu Staff, de preferência no horário nobre, lá estavam eles na telinha a fim de falar coisa com coisa, procurando as justificativas mais absurdas, para explicar o porquê da não desobstrução das estradas.
Depois de deixar a população sangrar e dar tudo que os caminhoneiros queriam, a greve continuou. Continuou, porque os marginais infiltrados no movimento, jamais acreditaram que Temer abriria a guarda para os grevistas e, após terem ciência de que os manifestantes estavam satisfeitos, começaram a forçar a barra a fim de manter o caos. Aí, o governo descobriu a força que dispunha e escalou a polícia e as FFAA para desobstruí as estradas, mas até então, a merda já escoria, o povo penava feito gado nos pastos secos do Nordeste, Daí, parecendo indiferente ao sofrimento do povo, Temer, quando quis, usando apenas a intimidação, levantou a varinha mágica e acabou com a greve.
É Incrível! A incompetência desse presidente eleito pelos petistas.

Compromisso com o crime

Acampamento lulopetista só poderá funcionar sábados e domingos, decide Justiça do Paraná

O acampamento lulopetista de Curitiba só poderá funcionar nos finais de semana, decidiu ontem o desembargador Fernando Paulino da Silva Wolff Filho, do TJ-PR. Ele impôs hoje uma série de restrições às manifestações pró-Lula na área próxima à PF em Curitiba.
Fernando Wolff determinou que os militantes só poderão se reunir no local em sábados e domingos, em encontros com duração máxima de seis horas.
Além disso, os eventos não poderão ter início antes das 9h nem passar das 19h, com intervalo mínimo de duas semanas entre eles.

Intervenção agora??? A quem interessa??? #JornalDaJoice

 
Há 4 meses da eleição aparece o papo da intervenção. A quem interessa isso??? Entenda comigo, no #JHNchannel

Intervenção militar não é varinha mágica, diz general Mourão

O general Hamilton Mourão, na reserva desde fevereiro deste ano, disse na manhã desta terça-feira 29, em Porto Alegre, que é contra a intervenção militar desejada por parte dos caminhoneiros que estão em greve desde a semana passada. Em entrevista exclusiva a VEJA (leia abaixo), Mourão disse queintervenção militar não é “solução imediata” e que não é “varinha de condão” que faz “plim, plim” e “está tudo resolvido”. “O país não tem que ser tutelado pelas Forças Armadas”, afirmou.
Mourão participou de almoço de militares da reserva no Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana. O general, que já chefiou o Comando Militar Sul (CMS), foi recebido com leitura de uma poesia, aplausos, pedido de autógrafo e fotografias. Ele aproveitou a ocasião para angariar apoio ao pré-candidato a deputado estadual tenente-coronel Luciano Zucco [ainda sem partido porque militares têm prazo diferenciado para filiação].
Zucco é um dos cerca de oitenta militares espalhados pelo país que vão disputar cargos nas eleições de outubro em uma “frente militar”. A frente conta com o general como divulgador das candidaturas. Recentemente, Mourão se filiou ao PRTB e apoia Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à Presidência. Sua participação na chapa de Bolsonaro como vice não está descartada. “Caso ele opte que seria melhor me ter como vice, a gente está aberto a essa possibilidade”, disse à reportagem.
Embora rejeite a ideia dos caminhoneiros para uma intervenção militar, o general já se envolveu em polêmicas defendendo a medida anteriormente. Mourão também criticou o atual ministro da Segurança, Raul Jungmann, (“é incapaz de saber como se faz um plano”) e o presidente Michel Temer (“se for passar a mão em cima da cabeça de uma criança, a criança começa a chorar”).
Abaixo, a entrevista:
Havia a expectativa de que o senhor saísse candidato à Presidência da República após sua filiação ao PRTB. Como o senhor decidiu essa questão?
Deixei claro que não seria candidato. Considero que a candidatura do deputado Bolsonaro (PSL-RJ) é a candidatura que representa as ideias das quais comungo e bato por elas. Se eu fosse candidato, iria dividir. A pior coisa nesse momento é dividir o público que nós temos. Poderiam dizer ‘ah, mas por que o senhor não vai concorrer ao Senado, como deputado federal?’. Porque considero que o quadro político-partidário é muito fragmentado e o capital que eu tenho é o capital moral e não posso desperdiçar uma eleição dessa natureza.
Mas o senhor pode sair candidato a vice-presidente em uma chapa com Bolsonaro?
Hoje a ideia é que o Bolsonaro tenha um vice oriundo do meio político. Até pela questão das composições que ele tem que prosperar. Caso ele não consiga ou decida que seria melhor me ter como vice, a gente está aberto a essa possibilidade.
Então há chance de o senhor compor uma chapa com Bolsonaro?
Existe a possibilidade.
O senhor falou em capital moral. De que maneira o senhor pretende atuar na campanha eleitoral?
Estou assumindo o Clube Militar [do Rio de Janeiro], que não é uma instituição só social, muito pelo contrário. É um clube que participou intensamente da proclamação da República e tem uma história e uma tradição nas questões da nacionalidade. A partir daí, nossa ideia, com o grupo que tenho lá, é montar a plataforma de todos os nossos candidatos militares de forma que tenha uma estrutura coerente e que cada um deles vá adaptar ao local onde está concorrendo.
O senhor pode adiantar o conteúdo dessa plataforma? Quais são as ideias?
A plataforma vai tocar no combate à corrupção, nas reformas que têm que ser feitas para que o Estado efetivamente possa governar o país, para que o Estado tenha condições de se manter, para que o federalismo seja realmente implantado. A questão econômica, da disciplina fiscal. Também a questão de princípios, valores, tradições que estão sendo jogadas praticamente na lata do lixo. É dessa forma que vamos operar.
O senhor falou na sua apresentação antes do almoço que 2018 é muito diferente de 1964. Uma parcela da população junto à greve dos caminhoneiros está pedindo intervenção militar. Qual é o seu pensamento?
No presente momento não vejo que a solução para o país seja aquela intervenção militar clássica de afastar todos do poder e a partir daí as Forças Armadas tomarem conta do país. O país não tem que ser tutelado pelas Forças Armadas. O que as Forças Armadas têm que fazer é impedir que ocorra o caos. Neste presente momento, essa questão do movimento dos caminhoneiros [que pede intervenção] está fazendo um desserviço. Esse pacote aí, de querer provocar uma intervenção, querer provocar o caos, interessa ao pessoal da esquerda, dessa esquerda jurássica que pensa ‘nós temos que quer melar o processo [eleitoral]’ porque eles não têm mais candidato. A única pessoa que eles têm está presa.
O senhor é contra, então, a intervenção militar?
Dessa forma, sou.
De que maneira o senhor seria favorável?
Se tivesse que ocorrer, seria o país já sem rumo, sem condições de definir suas prioridades, a sociedade em embate constante, a violência campeando pelas ruas. A partir daí teria que ter uma intervenção, mas a intervenção teria que ser cívico-militar, tem que haver a participação do movimento civil.
É nesse sentido que o senhor defende uma frente de candidatos militares nessa eleição?
Os candidatos oriundos do meio militar trazem consigo os princípios e valores que caracterizam aquilo que a sociedade brasileira está buscando. Não são só os candidatos do meio militar que podem representar, eles são uma parcela.
O senhor acredita que é importante que os militares disputem as eleições?
Acho importantíssimo. Temos em torno de oitenta candidatos concorrendo aos mais variados cargos em disputa. Desde presidente, que é o Bolsonaro, até deputado estadual, como meu amigo tenente-coronel Zucco.
O senhor está apoiando o tenente-coronel Zucco no Rio Grande do Sul a deputado estadual. O senhor está fazendo isso em outros estados também?
Sim. Tenho gravado vídeos para os mais diversos candidatos que temos aí. Na Bahia, tem meu companheiro de turma, o Guilherme Galvão de Oliveira Pinto, tem no Ceará o coronel Bezerra, tem em Natal o general Monteiro e por aí vai. Todo mundo me manda mensagem pedindo que eu grave um vídeo [de apoio].
O foco dessa frente militar é o Legislativo?
Temos alguns candidatos ao Poder Executivo, a governador, como o general Paulo Chagas, lá em Brasília. O próprio general Monteiro, que pode ser candidato a governador no Rio Grande do Norte, mas o foco maior está no Legislativo.
Qual é a importância de formar uma bancada de militares no Legislativo?
Em primeiro lugar, a questão dos valores, dos princípios. Em segundo lugar, é gente que conhece os problemas brasileiros e vai estar lá representando uma parcela significativa da população em condição de participar desse processo de reforma e refundação do nosso país, que é mais do que necessário.
O senhor falou sobre valores. Essa parcela que pede intervenção militar compartilha essa visão. Qual é o seu recado aos manifestantes? O senhor considera que o pedido deles está errado?
O que eu vejo é que essas pessoas estão em momento de ansiedade porque existe aquele desejo de que a solução seja imediata, de que a solução ocorra desde já. Daí, esse clamor popular pela intervenção, como se fosse uma varinha de condão que faz “plim, plim” e está tudo resolvido, todo mundo limpinho e volta a funcionar da forma como eles pensam. Na realidade, a população deixou de lado a participação política, as pessoas vão votar simplesmente porque são obrigadas, porque se não fossem, não iam. Tem muita gente que não vai votar, viaja e justifica ou paga uma multa irrisória. Esse processo, essa situação vai obrigar as pessoas a entender que têm que participar, que têm que selecionar bem os candidatos e os partidos aos quais eles pertencem.
Recentemente, documentos da CIA que mostram que o ex-presidente Geisel autorizava execuções de seus opositores foi divulgado. O que o senhor pensa disso?
Todo relatório de inteligência tem um nível de credibilidade. Esse relatório de inteligência estava aberto desde 2015. Em uma reunião onde participou o presidente da República, o chefe do Centro de Informações do Exército, que estava saindo e o que estava entrando, e o chefe do SNI (Serviço Nacional de Informações), quem delatou o conteúdo dela para o embaixador americano? Havia um infiltrado da CIA lá? Temos que botar um grau de credibilidade. Nada do que foi falado era desconhecido. Já se sabe que no fim dos anos 1960 e início dos anos 1970 um grupo de brasileiros orientados e instruídos por centros de irradiação do comunismo internacional, como a Rússia, Cuba e China, buscou implantar uma ditadura comunista no Brasil. O estado respondeu violência com violência. Aí você pode me perguntar “houve excesso?”. Qualquer guerra tem excesso. Não existe fazer uma omelete sem quebrar os ovos. Eu canso de dizer uma coisa. O Brasil tinha 90 milhões de habitantes. Do lado das organizações terroristas, morreram em torno de 440 pessoas; do lado das pessoas da ordem, morreram 120. Foram 560 pessoas no universo de 90 milhões e num período de seis anos. Hoje se matam 60.000 pessoas por ano no Brasil e ninguém fica escandalizado.
A segurança é uma das questões que vai pautar essa eleição. Que medidas o senhor acha que o Executivo deve adotar para diminuir a violência?
O Executivo pode trabalhar em conjunto com os estados, em plano efetivo de segurança. Muitas vezes se fala em plano, mas o atual ministro da Segurança Pública [Raul Jungmann] gosta de encher a boca para falar de plano, mas se mandar fazer plano ele não fala “ré com cré”, é incapaz de saber como se faz um plano. Então, [tem que ter] um planejamento e cada estado receberá o seu quinhão dentro do princípio da descentralização de recursos para, em um primeiro momento, poder equipar suas polícias, armar suas polícias, valorizar mais a atividade policial com melhoria salarial e estabelecer o primeiro combate á criminalidade. Mas isso não cessa a violência. Essas ações têm que ser acompanhadas por outras ações do poder público nas outras esferas, que sejam educação, saúde e infraestrutura.
Qual sua opinião sobre a gestão do presidente Michel Temer (MDB)?
O presidente Temer iniciou sua gestão com excelentes ideias, que deveriam ser implementadas face ao desastre econômico que nós passamos sob a tutela da dupla Lula e Dilma. No entanto, ele e os demais executores dele estavam atolados, não digo até o joelho nem até a cintura, mas até o peito lá no lamaçal da corrupção. A partir daí, não tinha credibilidade para levar adiante suas boas intenções. Esse é o grande problema dele. E falta a confiança da população. Além de ele ser uma figura que não transmite simpatia para ninguém. É aquele que se for passar a mão em cima da cabeça de uma criança, a criança começa a chorar.

O crime está cada vez mais organizado

Quem ganhou e quem perdeu? ✰ Artigo de Marcelo Aiquel

Nesta discussão acalorada, surgida durante a “greve” (que alguns insistem em chamar de paralisação) dos caminhoneiros, ficou a questão: quem realmente ganhou?
No “frigir dos ovos”, o que se soube foi que a, inicialmente simpática e necessária reclamação da classe transportadora rodoviária (pelo menos enquanto não feria direitos dos outros), deixou de sê-la no momento em que se escancarou a politização das lideranças.
A hipocrisia da “liberação” dos caminhões carregados com alimentos perecíveis e medicamentos foi fantástica. Digam, com sinceridade, de que adianta “liberar” (num gesto altamente demagógico) a passagem de veículos que simplesmente não tinham como, ou onde, abastecer.
A “brincadeira” dos motoristas (ou seria dos patrões e dirigentes patronais com viés esquerdista) resultou num prejuízo estrondoso de norte a sul do Brasil. Que só não atingiu ás reinvindicações dos grevistas. Isto que a própria população – incluídos os “sabidos” caminhoneiros – é quem vai pagar a conta.
Seja através dos impostos que – com certeza – serão criados; seja em razão da natural elevação de preço causado pelo desabastecimento dos alimentos e outros bens.
A conclusão é única e óbvia: enquanto uns “patinhos” aplaudiam um movimento que fez da maioria dos caminhoneiros verdadeiras buchas de canhão, todo o Brasil (eu disse TODO) perdeu o que não podia perder.
E, quem achou que ganhou, é um iludido!
Marcelo Aiquel – advogado (29/05/2018)

01 de Junho - Dia da Independência de Samoa

quarta-feira, 30 de maio de 2018

General diz que Temer, Eunício e Maia deveriam renunciar

O site O Antagonista noticiou que Michel Temer, Eunício Oliveira e Rodrigo Maia publicaram uma nota conjunta. 
Ao compartilhar a notícia no Twitter, o general Girão Monteiro comentou:

"Esses TRÊS PATETAS deveriam divulgar suas renúncias conjuntamente. Como podem querer exercer algum tipo de autoridade ou buscar saídas para toda essa crise, sendo que esses 3 são parte da CRISE INSTALADA. Renunciem e deixem o BRASIL passar!!"

Confira:

Temer já sabe de onde tirar dinheiro para cobrir o prejuízo com o abatimento do preço do Diesel

'Intervenção militar' é assunto do ‘século passado’, diz ministro Etchegoyen, general da reserva

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, durante entrevista coletiva

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, disse nesta terça-feira que “intervenção militar” é um assunto do século passado e nenhum militar das Forças Armadas está “pensando nisso”. Etchegoyen é general da reserva e um dos principais auxiliares do presidente Michel Temer.
— Vivo no século 21 e o século 21 está divertidíssimo. Meu farol é muito mais potente que o retrovisor. Não vejo nenhum militar, Forças Armadas pensando nisso (“intervenção militar”), não conheço, absolutamente — disse o ministro, quando perguntado sobre o que pensa de faixas e cartazes pedindo a “intervenção militar” na paralisação dos caminhoneiros.
Etchegoyen faz parte do gabinete de crise montado pelo governo para acompanhar o movimento dos caminhoneiros e participou da entrevista à imprensa sobre paraliação, no Palácio do Planalto.
— Absolutamente, é um assunto do século passado, uma pergunta que não vejo mais nenhum sentido — disse o ministro.
Para ele, é preciso saber por que algumas pessoas pedem a volta de governo militares.
— O que eu sugiro é saber o porquê chegamos a nisso. Quando nós estudamos álgebras, íamos atrás do X e do Y. Tem uma incógnita nessa questão que é o porquê chegamos a isso. Por que chegamos a uma situação em que parte da sociedade acha que isso é uma solução razoável, sobre a mesa (...) Não busquem encontrar problema onde ele está eliminado. Não vamos procurar problema onde está iluminado.

Porque o Bolsonaro pediu o fim da paralisação? ✰ Comentário de Camila Abdo

 
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