segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Calote nos contratos do Fies, em 2016, chegou a 53%

Um dos projetos mais caros da presidente cassada Dilma Houssef, o Financiamento Estudantil, ou Fies, registrou inadimplência em 53% dos contratos firmados em 2016.
Os dados mostram que os cofres públicos poderão não ver a cor deste dinheiro e o valor acumulado, até o momento, chega a R$ 55,5 bilhões. Em 2014 o calote era de 47% e no ano seguinte passou para 49% , conforme os levantamentos feitos pela CGU (Controladoria-Geral da União) e pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Pelo FIES, os alunos fazem a faculdade em uma instituição privada e a União paga todo o curso. Pelo contrato, o estudante tem de começar a quitar as prestações um ano e meio depois de formado. Mas a maioria não está conseguindo.

Um comentário:

Anônimo disse...

O que é o FIES? Síntese: o aluno estuda em faculdade privada, o governo paga sua mensalidade e então ele passa a dever ao governo, para o qual pagará as parcelas depois de certo período. Pois bem: neste domingo, a Folha publicou longa reportagem sobre a inadimplência no FIES. E não é pouca coisa: mais da metade dos alunos estariam em atraso. Situação terrível, portanto.

Ao todo, foram gastos R$ 55 bilhões no programa.

Mas a coisa fica complexa quando se descobre que o grupo mais beneficiado foi o Kroton, que pertence a Walfrido dos Mares Guia, ex-ministro de Lula e também dono de jatinho utilizado pelo petista. Segundo a VEJA, foi uma “grande farra” para as universidades privadas, que teriam crescido 22130% (sim, mais de vinte e dois mil por cento).

O caso do FIES é assustador, para dizer o mínimo. E é preciso que seja investigado a fundo.

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