domingo, 29 de janeiro de 2017

Presença de Forças Armadas em presídios aumentaria poder de negociação na questão da Previdência dos Militares

A Folha de São Paulo diz que ouviu militares das Forças Armadas e que estes teriam declarado que a presença das forças armadas em presídios aumentaria o poder de negociação no que diz respeito ás modificações propostas no sistema de proteção social dos militares das Forças Armadas, o que se tem chamado de “previdência dos militares”.
A folha de São Paulo disse: “A atuação das Forças Armadas em presídios poderá fortalecer os militares e aumentar seu poder de negociação com o governo no debate sobre a reforma da Previdência, na avaliação de militares e funcionários do Palácio do Planalto ouvidos pela reportagem. A proposta de reforma da Previdência enviada pelo presidente Michel Temer ao Congresso deixou de fora as Forças Armadas, que têm regras próprias para aposentadorias e pensões, o que motivou críticas de especialistas.”
Oficiais da ativa ouvidos pela Revista Sociedade Militar disseram que:
“ os militares não precisam de uma ou outra ação pontual para aumentar seu status perante a sociedade, já que ao longo dos últimos anos têm atuado em inúmeras frentes de trabalho, desde combate a endemias até perfuração de poços...”, e “o MINISTRO da DEFESA, com fundamento em estudos realizado por instituições extra-defesa, como a Fundação Getúlio Vargas, já declarou inúmeras vezes que os militares não podem ser incluídos no mesmo ‘cesto’ que inclui os outros trabalhadores, são atividades completamente diferentes. O MINISTRO Jungmann essa semana mesmo disse que os estudos estão em fase final e que em fevereiro devem ser apresentados, inclusive com a proposta de reestruturação das carreiras e remunerações, extremamente defasadas em relação a outras carreiras de estado. O ministro mais uma vez mencionou que o salário de um general de 4 estrelas é absurdamente pequeno, menor do que qualquer concursado de nível superior em várias carreiras de estado… Nossos sargentos, alguns com inúmeras especializações, com mais de 20 anos de carreira, recebem menos que soldados de várias corporações policiais … parece que isso a Folha e a jornalista Miriam Leitão não querem mencionar. 
Sociedade Militar

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