terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A esquerda adora pedir “o fim da Polícia Militar”; caos capixaba prova que isso daria errado

“Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da polícia militar!” Você já deve ter ouvido esses versos por aí. Porque o jornalismo brasileiro adora filmá-los na boca de alguns manifestantes esquerdistas. Normalmente, são gritados de frente para as forças policiais que a fazem a segurança do próprio evento. Em alguns casos, a provocação surte efeito e tudo termina na confusão desejada pelo esquerdismo.
Mas como se daria o “fim da polícia militar” na prática?
Os versos não explicam. Mas o Espírito Santo vem vivendo uma tragédia que mostra como a Polícia Militar faz falta.
Em janeiro, Vitória teve quatro assassinatos. Mas, no último sábado, contudo, a PM iniciou uma paralisação. Até a redação deste texto, 51 mortos foram encontrados nas ruas da capital no intervalo de apenas dois dias. O caos ainda conta com saques, arrastões, assaltos a mão armada e brigas de rua.
Não, a Polícia Militar não é uma instituição perfeita, ou nem teria se dado a uma paralisação. Sim, ela precisa melhorar muito. Mas essa melhoria só virá com o apoio da população, e não com as provocações esquerdistas.

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