terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Grupo armado invadiu consulado do Brasil na Venezuela durante o governo Dilma

Um prédio sem segurança adequada, com cortes de água que chegaram a durar dez dias e relatos de invasão de homens armados: é assim que a cônsul-geral do Brasil em Caracas, Elza Moreira Marcelino de Castro, descreveu as instalações do consulado na capital venezuelana, conforme o site UOL.
Em telegramas obtidos pelo UOL, com base da Lei de Acesso à Informação, a cônsul cita ainda casos de sequestros de funcionários do posto consular.
O caso só vazou agora. Na época, o governo Dilma Roussef escondeu tudo.
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Na comunicação enviada em 28 de junho de 2016, a diplomata afirma que o consulado não possui "sistema de câmeras de ampla cobertura e dotado de tecnologia que assegure melhor resolução de imagens; detector de metal; ou portões eletrônicos com dispositivos para impedir a entrada de indivíduos mal-intencionados".
Como exemplo, ela cita um incidente registrado em 2014, quando "bandidos adentraram as instalações deste CG [consulado geral] para roubar à mão armada um dos usuários do serviço consular.

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