sexta-feira, 28 de julho de 2017

Aiatolá que prega a destruição de Israel já está no Brasil

O líder religioso xiita, que mantém conexões com o Hezbollah, desembarcou em São Paulo,
 líderes locais mentem sobre sua presença para evitar protestos


Mohsen Araki, que prega a destruição de Israel, já está em São Paulo, depois de divulgada a falsa notícia de que não mais viria. Que não faltem tomates e ovos para saudar esse teocrata iraniano:
O aiatolá iraquiano Mohsen Araki já está em São Paulo. Uma das estrelas maiores da corrente xiita do Islã, o religioso veio ao Brasil para proferir uma palestra em um evento que pretende tratar do tema do terrorismo islâmico. Araki é um notório defensor da aniquilação do Estado de Israel que, segundo ele “é um tumor que precisar ser extirpado do Oriente Médio”.
Desde que VEJA revelou a visita de Araki ao Brasil, uma série de autoridades e organizações manifestaram-se contrárias à visita do líder extremista. Os anfitriões de Araki, do Centro Islâmico Arresala passaram a difundir a mentira de que Araki não viria mais ao Brasil, como forma de afastar a imprensa e protestos contra a sua visita. As fotografias acima desmentem a organização patrocinada pelo Irã no Brasil. As imagens mostram mostram Araki desembarcando no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Uma das pessoas que acompanham Araki é chefe da Arresala, o sheik Taleb Khazraji (de camisa bege e gorro).
O iraquiano Taleb Khazraji é outra figurinha carimbada na rede do Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em julho de 1994.
Amigo pessoal e com influência sobre o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, o aiatolá Araki prega que os Estados Unidos e os judeus são os responsáveis pelos problemas econômicos dos países islâmicos e das divisões existentes entre as várias correntes da religião islâmica. Em uma visita ao Líbano, ele sugeriu aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, uma união estratégica entre todos as organizações terroristas que atuam no Líbano e Palestina como forma de “banir Israel do mapa”, conforme publicado pela imprensa oficial iraniana.

Um comentário:

Anônimo disse...

O Iran, além de ser o principal financiador do terrorismo mundial (segundo relatório da Inteligência americana), com o fim do embargo comercial imposto devido ao seu programa de enriquecimento do urânio, pretende retomar suas ações proselitistas sobre o Brasil. Agora o foco não é mais a tríplice fronteira, mas as pequenas e médias cidades do NE bem como a periferia da Grande São Paulo.

No interior de Pernambuco, a cidade de Belo Jardim se destaca como polo irradiador do islamismo xiita na região até Campina Grande/PB. Já no Recife, os xiitas bancados pelo Iran concentram suas atividades no bairro de Casa Amarela onde mantêm sua mesquita e a distribuição de cestas básicas.

Abs

Ricardo

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