domingo, 30 de dezembro de 2018

Saiba, aqui, o que fará Bolsonaro nos 100 primeiros dias de governo

Vale a pena ler a agenda do governo Bolsonaro para os 100 primeiros dias.
Para ler tudo, copiar e arquivar para consultas

1º de Janeiro de 2019 ✰ Se eu estiver sonhando, não me acorde

Mais uma da "Globolixo"

Com relação à segurança pública, li agora há pouco uma retrospectiva dos crimes mais relevantes ocorridos no ano de 2018. A Rede Globo através do site G1, cita os “15 crimes que abalaram o Brasil” em 2018 , mas esqueceram de citar o atentado sofrido no dia 6 de setembro pelo então candidato Jair Bolsonaro. Alô editores, o crime ocorreu no ano de 2018, posso provar!!!
Será que esse lixo a serviço de uma ideologia podre e ultrapassada não considera o fato como sendo um crime? Ou acha que o atentado não repercutiu em todo o país, a ponto de ser considerado um fato relevante? Isso mostra o baixo nível moral, ético, jornalístico e ideológico desse veículo de comunicação que em suma desmoraliza a imprensa nacional.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Você sabe porque tem muita gente com medo de Bolsonaro?

 

2019 terá apenas um feriadão; veja as datas

Os trabalhadores podem não gosta muito desta informação: 2019 terá apenas um feriadão. A maioria dos feriados nacionais cairá no sábado.
O primeiro feriado do ano, o 1º de janeiro cai em uma terça-feira.
O Carnaval, que será em março, acontece no dia 5 (terça-feira de Carnaval).
Paixão de Cristo (19/4) e Corpus Christi (20/6) têm dias certos para acontecer (sexta e quinta, respectivamente).
O Dia do Trabalhador (1º de maio), cairá em uma quarta-feira. Depois disso, teremos três feriados no sábado: Independência do Brasil (7/9), Dia de Nossa Senhora Aparecida (12/10) e Finados (2/11).
No entanto, a Proclamação da República (15/11) vai render um 'feriadão' em 2019, caindo em uma sexta-feira.
Já o Natal de 2019 será comemorado em uma quarta-feira.

Quem diria...

Início de mandato Bolsonaro marca fim do Reinado STF

Recado dado de forma direta, objetiva e sem rodeios:
'Tribunal Superior se guia pelo cumprimento da Lei, não como Teleguiado de interesse Político.
Quem não entender por bem, arcará com as consequências." Mensagem veio com carimbo General Mourão.
Antes mesmo da posse de Bolsonaro, mudança de comportamento já se faz sentir. Apesar de não citar nomes, Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, estão mais cautelosos em declarações e fugindo dos Holofotes da Mídia, enquanto Toffoli apresenta mudança de postura de 360º. 
Justiça tarda mas não falha. Chegou a hora da Justiça fazer por ela mesma. Uma Dama não pode se permitir ser vista como Prostituta de Luxo.
Apagar o passado não há como. Macula do nível da Segunda Turma, Rainha do 3x2 pró bandido, entrou pra História. Resta respeitar o futuro e dar à Toga, o que é da Toga.
Data Vênia Meritíssimos. Rabinho entre as pernas e bom senso, fazem bem à carreira.
Não pousem de Arrogantes, se sentindo Seguros no Cargo, por serem Magistrados do STF.
Nada mais tênue que estabilidade de um Juiz, quando Executivo e População pedem a sua cabeça. 
Hora de conter o ego e recolher o pescocinho.
Hora de deixar de lado discursos pomposos, direcionados às Câmeras e aos chefinhos, esquecer overdoses de processos em favor de Medalhões e se dedicar a limpar gavetas, dando parecer de questões empoeiradas de tanto esperar e fundamentais nas vidas de milhares de Cidadãos.
Concluo com uma afirmação que certamente irá surpreende-los. Cidadão Comum também tem sonhos e família.
José Romario Oliveira Filho
Toffoli não atende pedidos de HC de Lula
O ministro Dias Toffoli não atendeu a uma série de pedidos de liberdade feitos por investigados da Lava Jato, como Lula, Carlos Fernando Costa e o empresário Ronan Maria Pinto, publica O Globo.
No entendimento do presidente do STF, as solicitações devem ser analisadas pelos ministros relatores.
Ou seja, os pedidos só deverão ser julgados depois do recesso da Corte — o Supremo volta a funcionar normalmente apenas em 1º de fevereiro de 2019.

Jair Bolsonaro entrou para a História

 
Jair Bolsonaro entrou para a História antes dela mesmo iniciar. Há tão pouco tempo estávamos assistindo o atentado sofrido durante campanha, agora vamos assistir sua vitória se concretizando, em mudar o Brasil para melhor.

Bolsonaro é o terceiro militar eleito para a Presidência pelo voto direto

Antes dele, apenas Hermes da Fonseca (1910) e Eurico Gaspar Dutra (1945) haviam conquistado o cargo

Havia 73 anos o Brasil não escolhia pelo voto direto um militar para ocupar a Presidência da República. Jair Bolsonaro (PSL) é o terceiro oficial do Exército brasileiro a obter assim o cargo. Antes dele, apenas Hermes da Fonseca (1910) e Eurico Gaspar Dutra (1945) o haviam conquistado.
A chegada do capitão, classificado em 69º na Arma de Artilharia da turma de 1977 da Academia Militar da Agulhas Negras (Aman), reacendeu nos oficiais-generais das três Forças e em pesquisadores acadêmicos temores da volta da política partidária para os quartéis, um dos componentes da instabilidade que marcou a República da proclamação, em 1889, ao fim do regime inaugurado em 1964 com a deposição de João Goulart.
Eis uma das razões pelas quais generais ouvidos pela reportagem – da ativa e da reserva – afirmaram que a administração Bolsonaro não significa a volta dos militares ao poder.
— O Exército como instituição não teve candidato. Bolsonaro tem a simpatia de militares pelos valores que representa — diz o general Luiz Gonzaga Schroeder Lessa.
A fala de Lessa, ex-presidente do Clube Militar, é repetida na ativa.
Na quarta-feira (24), o Alto Comando das Forças Armadas discutiu o significado da eleição de Bolsonaro para a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.
— Para nós, ele é um civil, político há 30 anos, que tem um passado militar — disse um dos generais participantes do encontro.
Para ele, a história mostrou que a política partidária nos quartéis não é “saudável”. Lessa concorda:
— Vivi momentos difíceis na minha vida militar por causa disso.
O afastamento dos militares da política foi um processo iniciado no governo de Castelo Branco (1964-1967). Ele fez reformas nas carreiras castrenses que aumentaram a profissionalização das Forças. A ditadura, como um regime de crise, lutou com um dos principais conflitos institucionais da República: a autonomia relativa do Poder Militar em relação ao Poder Civil. De 1889 a 1985, a subordinação do primeiro ao segundo foi questionada por incontáveis manifestos e dezenas de revoltas, golpes e contragolpes militares.
— Esta é uma linha comum a todo esse período republicano —disse o historiador Sérgio Murilo Pinto, autor de Exército e Política no Brasil.
As reformas de Castelo e o fim da guerra fria contribuíram para que, após a redemocratização, em 1985, pela primeira vez na República, o país vivesse um período de mais de 30 anos sem movimentos militares.
— O que nos manteve afastados da política após a chamada “volta aos quartéis” foi o profissionalismo da Força. Quando a política entra no quartel, a instituição perde a identidade e a credibilidade — diz um dos generais do Comando Militar do Leste.
A figura de Bolsonaro – ligada aos militares – cria para os generais ainda o desafio de não permitir que percalços do futuro governo afetem a imagem das Forças.
— Isso nos preocupa — diz Lessa.
Para um almirante, Bolsonaro se cercou de “bons nomes retirados do generalato e que estão trabalhando nos programas prioritários setoriais – mas isso é diferente de governar”.
Na Aeronáutica, um ex-membro do Alto Comando lembra que o compromisso do setor tem “como fundamento a missão com o Estado, definida na Constituição”.
Para o cientista político Eliezer Rizzo de Oliveira há risco de a política partidária voltar aos quartéis:
— Há diferença entre um governo com militares e um governo militar. Mas temos uma situação nova, que é o surgimento de uma liderança carismática (Bolsonaro).
Para ele, essa situação pode multiplicar lealdades e alternativas, com o surgimento de novas candidaturas militares de forma semelhante ao fim da Era Vargas (1930-1945), quando a política dividiu as Forças Armadas nas candidaturas de Dutra (PSD) e do brigadeiro Eduardo Gomes (UDN).
— O Exército atuava para não permitir que a política tomasse rumos contrários ao que ele pensava sobre o país — diz Murilo Pinto.
Em 1988, tentou-se subordinar o Poder Militar ao Civil na Constituição, condicionando a ação deste ao chamado de um dos três Poderes da República. Por fim, a criação do Ministério da Defesa, em 1999, com a nomeação de civis para a pasta, acentuou o afastamento dos militares da política.
— Mas é um erro pensar que eles, desde então, não faziam mais política. Faziam sim. E muita. Apenas não faziam política partidária — diz Rizzo de Oliveira.

Charge publicada em revista americana

Uma tragédia nacional

Gleisi, Lindbergh e Pimenta comunicam que o PT não participará da posse de Bolsonaro. Sem dúvidas, uma verdadeira tragédia nacional. Na rabeira o PSOL anunciou que também não participará. Mas que bom!!! Já começamos a colher os frutos da eleição passada.
Essas quadrilhas participaram de uma eleição livre e democrática em todas as suas fases. O PT principalmente, apresentou candidato, participou do primeiro turno, classificou-se para o segundo turno onde foi simplesmente derrotado nas urnas. Isso é Democracia, ou não?
Por que esse partido que se diz democrático não aceita o resultado das eleições? Na minha opinião essa quadrilha deveria ser extinta definitivamente. O Brasil precisa de gente honesta e não desses corruptos, que assaltaram o pais durante 14 anos.
Humberto de Luna Freire Filho -  Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

Boicote a Rede Globo de Televisão no dia da posse de Bolsonaro

 

Brasil lança primeiro míssil nacional anti-navio e ingressa em grupo seleto

Fazia sol e calor, um céu sem nuvens e mar calmo, muito calmo – “quase um lago”, diria depois um tripulante da corveta V34 Barroso. Nesse cenário a Marinha do Brasil lançou pela primeira vez o míssil nacional antinavio Mansup, de longo alcance. Foi há pouco menos de um mês, a 300 km do litoral sul do Rio de Janeiro.
Disparado a partir da corveta, o míssil, que mede 5,7 metros e pesa 860 quilos, voou a 1.000 km/hora bem próximo da superfície, acompanhando o movimento da água do mar. Caiu no ponto central das coordenadas programadas. Havia um alvo, o casco do G-27 Marajó, um navio-tanque de 13 mil toneladas, desativado há dois anos. Era só uma referência na operação. Não houve explosão. O Mansup do teste levava uma carga de sensores eletrônicos para fazer medições de telemetria. Em um ataque real, estaria recheado com até 180 quilos de explosivos de alto rendimento – o suficiente para afundar, por exemplo, uma fragata de 5 mil toneladas.
O Mansup é o primeiro modelo de uma família. A sequência prevê o Mansub, lançado por submarinos submersos a partir do mesmo tubo dos torpedos, e o Manaer, para aviões de combate e helicópteros pesados. O arranjo mais ambicioso, diz um especialista do Centro de Tecnologia da Marinha, é o Mansub. O míssil é acomodado dentro de uma cápsula, ejetada por uma carga de ar comprimido. Quando chega à superfície, um sensor digital reconhece essa condição e faz a ignição do motor. Os quatro novos submarinos diesel-elétricos brasileiros da classe do S-40 Riachuelo – recebido pela Força há duas semanas – e a também a variante nuclear vão incorporar o sistema.
O programa de desenvolvimento começou há apenas dez anos. Até agora consumiu R$ 380 milhões. No dia do ensaio, uma zona de exclusão com o dobro de extensão do alcance máximo do míssil fora declarada com vários dias de antecedência para garantir ausência de tráfego marítimo durante a prova.
A bordo, na sala do controle de fogo, a tripulação seguiu os protocolos de uma situação real. Iluminação reduzida, proteção extra, times completos. No “zero’”da contagem de disparo, apenas uma palavra, “Mansup!”, seguida da abertura do tubo de lançamento e do rugido do motor primário.
O Mansup funciona em duas fases: um acelerador, o “booster”, dinamiza a etapa do ganho inicial de velocidade por poucos e intensos segundos até que entre em ação o propulsor principal. A navegação e o direcionamento são estabelecidos por meio de uma caixa de guiagem inercial, com radar interno ativo na etapa final da trajetória para afinar a precisão em relação ao objetivo. O míssil não é de cruzeiro, busca um alvo marcado, ou seja, não faz navegação própria até o impacto. Todavia, há pesquisas em andamento nos EUA e na China para permitir alguma capacidade desse gênero aos modelos Harpoon e Dragão de Seda, expandindo as possibilidades de emprego.
A Marinha pretende liberar o Mansup para vendas internacionais. O empreendimento, sob a direção de agências oficiais, está sendo executado por quatro empresas do setor privado. A expectativa é de que ao menos dez nações da América do Sul, África, Ásia e Oceania considerem a substituição dos antigos Exocet B1 e B2. O preço comercial do míssil ainda não foi definido.
O domínio do pacote de conhecimento sensível necessário à produção de mísseis antinavio coloca a indústria brasileira de equipamentos de defesa, de emprego militar, em meio a um clube formado por dez países. Os mais influentes estão lá, como EUA, Rússia e China. França e Suécia, parceiros das Forças Armadas, também. O Mansup é inspirado nos modelos franceses, que custam até US$ 2 milhões. É aí que o Mansup vai ter de encontrar espaço no mercado. 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Isto É

Mujica, o 'esquerdinha-sênior'

Adeus Ano Novo, Bem-vindo Ano Velho

“Queremos soluções peruanas para os problemas do Peru” 
(Nossa Revolução É Nacionalista, General Juan Velasco Alvarado, ex-Presidente do Peru)

Dos bons professores que tive, um costumava afirmar: o óbvio é sempre o mais difícil de ser visto.
Sherlock Holmes propõe ao Dr. Watson um problema: quantos degraus há na escada que dá acesso a nosso apartamento. Ora, Holmes!, replica o doutor. Você a utiliza algumas vezes por dia, mas nunca a observou, conclui o detetive.
Há aqueles que querem se convencer dos propósitos neoliberais, há os que acreditam numa esquerda (mas que esquerda?). O povo está inquieto, sem vislumbrar o rumo do Brasil.
Em 1962, em palestra na Abadia de Royaumont, perto de Paris, o historiador Giorgio de Santillana narrou uma pesquisa que se realizava no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde trabalhava, sobre a visão das rãs. Afirmou que “a rã vê muito pouco. Ela não vê o que chamamos mundo. Consegue ver a mosca que se desloca, mas não vê a que está pousada a seu lado. Vê a sombra da asa do pássaro carnívoro que se aproxima, mas não o vê”. Concluiu dizendo: “parece que além do que possa interessá-la diretamente, ela nada vê”.
No mundo de hoje, perto da terceira década do segundo milênio, a quase totalidade das pessoas parece não entender as forças que se defrontam no controle das sociedades. Como as rãs da pesquisa, seus cotidianos, tão cheio de incertezas e inseguranças, tolhem-lhes a visão mais ampla do mundo.
O confronto dos poderes temos, de um lado, o sistema financeiro internacional - que denomino banca, mas recebe também o nome de nova ordem mundial - e, de outro, a soberania dos Estados Nacionais, abreviaremos por nacionalismos.
Se a banca é una e única, os nacionalismos são vários e distintos, conforme as formações das nações. No entanto, pela sujeição dos movimentos transversais e identitários aos propósitos da banca, podemos, sem medo de incorrer em grande erro, afirmar que os nacionalismos, nos tempos atuais, estão mais próximos do que se convencionou qualificar direita.
E esta oposição coloca próximas da banca as esquerdas intelectualizadas, as esquerdas que se pretendem humanitárias, sem a análise dos objetivos e escusos meios da banca. As direitas entendem perfeitamente o que lhes está sendo subtraído por artifícios ilícitos e pela ação corruptora da banca.
A banca, atuando globalmente, tem nos nacionalismos seu mais importante opositor. E, para se precaver de surpresas, que as eleições sempre podem trazer, e garantir um padrão homogêneo de procedimentos, ideal para os negócios, a banca cooptou o judiciário.
É comum, nestes últimos tempos, ver o judiciário - quer na magistratura quer no ministério público - atuando politicamente e não juridicamente.
Esta situação decorre da Constituição de 1988, impropriamente denominada cidadã, pois uma Nação sem soberania não tem cidadãos; tem súditos, escravos, ou prepostos do colonizadores.
Vale sempre recordar que o Presidente Ernesto Geisel foi vítima do primeiro golpe aplicado pela banca no Brasil, ao designar seu sucessor aquele que iniciaria o desmonte do Estado Nacional, promotor da ciência, tecnologia e industrialização.
A Constituição de 1988 incluiu pautas identitárias, direitos de minorias e vantagens corporativas pois a banca, que lhe orientava, sabia que,  não se consolidando um Estado Soberano, todas estas “conquistas” não se converteriam em duradouros direitos.
Veja o caro leitor que os debates que se levam aos eleitores e ao povo em geral não dizem respeito ao que verdadeiramente está em jogo.
Colocam a civilização contra a barbárie. Mas qual a verdadeira barbárie, se a banca propõe tal concentração de renda que tornará impossível a vida de 90% da população mundial? Ou do nazifascismo contra a democracia? Mas qual democracia que surge com a quase totalidade das mídias - convencionais e virtuais - divulgando farsas, fraudes, mentiras, as “fake news” sempre em proveito da banca, iludindo eleitores e populações?
Onde se vê, se lê ou se escuta que o embate atual é da Soberania do Estado Nacional contra a colonização da banca?
O Ano Novo, para ter validade o adjetivo, deve empoderar as Forças Armadas que sempre tiveram a missão da defesa da Pátria, promover a profunda reforma do judiciário, deixando de ser um poder sem voto para ser um poder da Nação, e de colocar a mídia, em todas suas formas, e a indústria cultural para trabalhar pelo engrandecimento do Brasil, pelo reconhecimento de nossos feitos, como a capacitação única no mundo em exploração e produção de petróleo, de desenvolvimento de energias, de competência invejável no desenvolvimento agrícola, e muitas outras conquistas.
Pedro Augusto Pinho - avô, administrador aposentado

Bolsonaro adota técnicas de gestão militar para seu Governo ✰ Comentário de José Maria Trindade

 

Ninguém vai sentir falta do PT na posse de Bolsonaro ✰ Comentário de Vera Magalhães

 
Após o PT, o PSOL e o PCdoB anunciarem que pretendem boicotar a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, internautas se dividiram entre a chacota e a crítica. 
O senador José Medeiros afirmou: “Decisão coerente. Se eles fossem, seria o mesmo que bandido ir em festa de polícia”. 
O deputado eleito Paulo Martins brincou: “Bancada do PT decide não comparecer à posse de Bolsonaro. É compreensível. Imagine se o PCC iria a uma cerimônia da ROTA”. 
Xico Graziano criticou a falta de reconhecimento do processo democrático, dizendo: “Ao boicotarem a posse de Bolsonaro, PT e PSOL atestam sua natureza autoritária. Para eles, a democracia somente vale quando vencem. O resto é disfarce”. 
O deputado Mendonça Filho foi na mesma linha de Xico Graziano, dizendo: “O boicote à posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciado pelo PT e pelo PSOL, só reforça o DNA autoritário e antidemocrático dos partidos de esquerda. E mostra que não aprenderam nada com a história e muito menos com o recado dados nas urnas nesta eleição. Continuam presos às suas narrativas desrespeitando as instituições e a Democracia e repetindo posicionamentos inaceitáveis como quando não assinaram a Constituição de 1988 e votaram contra o Plano Real, que acabou com a hiperinflação no Brasil. E ainda falam em democracia…”.
O próprio presidente eleito disse apenas: “Soube que PT e PSOL não comparecerão à cerimônia de posse presidencial em repúdio a mim. Lamento!”, acrescentando um símbolo de “joinha”.

Coisas do Brasil

Bolsonaro fará pente-fino nos últimos 60 dias da gestão Temer

 
O presidente eleito Jair Bolsonaro vai promover uma revisão geral nos atos praticados pelo atual presidente, Michel Temer, e sua equipe, nos últimos dois meses do mandato. O objetivo é verificar se as medidas tomadas por Temer estão de acordo com compromissos do governo Bolsonaro. A ação consta como uma das prioritárias em um documento divulgado hoje pelo gabinete de transição, assinado pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
"Nos primeiros dez dias, cada ministério deverá elencar as políticas prioritárias dentro de sua área de atuação - incluindo a revisão de atos normativos legais ou infralegais publicados nos últimos 60 dias do mandato anterior, para avaliação de aderência aos compromissos da nova gestão", diz trecho do plano intitulado "Agenda de Governo e Governança Pública", distribuído aos futuros ministros em reunião
A agenda estabelece uma série de reuniões com ministros e o presidente eleito nos primeiros 100 dias do governo Bolsonaro. Haverá uma reunião semanal do "Conselho de Governo" todas as terças-feiras, às 10h, no Palácio do Planalto. O evento de apresentação do balanço dos atos nos 100 dias de governo foi agendado para 10 de abril de 2019.
O documento também determina que os futuros ministros avaliem todos os contratos de manutenção das respectivas pastas, com vistas à melhoria dos serviços e economia, mas não ordena cortes imediatos.
"Os ministérios possuem centenas de contratos em curso que precisam ser objeto de atenção dos novos titulares. A médio prazo, deve ser desenvolvida estratégia de racionalização dos contratos existentes de modo a melhorar os serviços prestados tanto internamente quanto externamente. No curto prazo, entretanto, o gestor público precisa estar atento aos prazos dos contratos em vigor de modo a evitar a interrupção de serviços e a contratação emergencial, bem como estar atento ao escopo dos contratos anteriormente firmados para, tempestivamente, deliberar sobre a necessidade de ajustes e reestruturações", estabelece plano.
O gabinete de transição também encomendou aos ministros que encaminhem "lista de políticas públicas financiadas por subsídios da União que a pasta entende que necessitam ser avaliadas".
Congresso. Cada ministério também deverá escolher uma política prioritária para ser tratada nos primeiros 100 dias e implementada ou encaminhada ao Legislativo.
Bolsonaro também vai rever a minuta da Mensagem Presidencial de 2019, elaborada pela equipe de Temer, e apresentada na abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, o que deverá ocorrer em 4 de fevereiro. O texto precisará ser referendado pelos ministros de Bolsonaro. 
"Além disso, o presidente Bolsonaro deve agregar o plano de governo, com foco para as ações em 2019. O trabalho de revisão e elaboração do plano de governo contendo o documento precisa ser concluído até o dia 20 de janeiro de 2019", diz o documento.
O plano para os primeiros 100 dias de gestão também explica uma série de regras sobre nepotismo, contratações e cerimonial aos futuros ministros. O texto pede atenção a medidas provisórias em vigor que podem caducar, emendas parlamentares afeitas a cada pasta, decisões do Tribunal de Contas da União a respeito de procedimentos de cada ministério.
Para reduzir a burocracia no processo administrativo, foi recomendado que os ministros façam um levantamento do número de conselhos e comitês que participam e verifiquem a possibilidade de extinção desses colegiados.

30 de Dezembro - Dia do Bacon

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

STF - Suprema Vergonha Nacional

A urubuzada indo receber o holerite – É o nosso dinheiro no lixo

Eu já havia prometido para mim não mais fazer comentário sobre essa excrescência chamada de Supremo Tribunal Federal (STF). Mas diante de tanta podridão e vendo a cara, quase que diariamente, dos ditos “ministros” da corte não dá para calar. A maioria desses elementos que fazem parte desse prostíbulo, não passa de políticos corruptos, sem caráter e amorais, indicados por presidentes não menos corruptos. São incompetentes e estão comprometidos com a podridão reinante no país. Verdeiros advogados de bandidos.
Você, meu caro leitor, não sente náuseas quando lê algo ou vê estampadas nessa mídia podre comprometida com a esquerda declarações ou fotos, mostrando o focinho de um Gilmar Mendes, de um Ricardo Lewandowski, de um Marco Aurélio Melo, ou de um Dias Tóffoli? Eu sinto!!! Isso para não falar que nós pagamos com nossos impostos, extorquidos pelo sistema, os altos salários e mordomias dessa corja que na minha opinião é a maior vergonha nacional, superando inclusive os podres poderes Legislativo e Executivo.
Humberto de Luna Freire Filho - Médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos.

STF - O maior circo do mundo!

Os militares no governo

Não há na história republicana um governo com tantos ministros militares em pastas consideradas civis como o do presidente Jair Bolsonaro. Em comparação com os cinco governos do regime militar (1964-1985), mesmo assim a presença militar nunca foi tão grande. Será um teste para os militares ter de conviver com críticas que são rotineiras em uma sociedade democrática. Afinal, são originários de um meio que prescinde da discussão igualitária para a solução de um problema, para agir. A hierarquia e a obediência são componentes essenciais e imprescindíveis da ordem militar. Contudo, o exercício de funções políticas exigirão um comportamento de tolerância e de aceitação de cobranças que não estão habituados. Deverão ser inevitáveis choques com a imprensa, especialmente nos momentos de tensão política. E mais ainda no início do governo, quando haverá um processo de adaptação ao novo momento pelo qual passa o País.
Será uma cena comum assistirmos ministros militares indo ao Congresso Nacional para justificar, explicar, debater medidas governamentais afeitas às suas pastas. Encontrarão em algumas comissões, com absoluta certeza (e sem fazer profecia de botequim), petistas (e seus aliados) que vão desqualificar a ação do ministro, vão acusá-lo de má gestão e até de supostos desvios de recursos. Como agirão? Como vão enfrentar o debate?
É inegável que nas Forças Armadas existem excelentes quadros que podem ser utilizados nas diversas esferas governamentais. Ninguém chega ao alto oficialato sem ter passado por escolas de alta especialização e por estágios e missões no exterior. Esse cotidiano de formação técnica é desconhecido do grande público. Ainda há a visão de que a profissão de militar não passa de uma carreira pública modorrenta, à espera de uma guerra que não vai ocorrer, onde a promoção é aguardada simplesmente pela antiguidade. São ignoradas as ações implementadas em diversas missões de paz em todo mundo. E no Brasil inúmeras atividades importantes são desenvolvidas principalmente nas áreas mais pobres e nas regiões fronteiriças.
O desafio para as Forças Armadas é evitar a politização dos seus quadros. Elas servem ao Brasil e não a um governo em particular: são instituições permanentes de Estado. Devem evitar a sedução do soldado-cidadão, tão presente no início da República. Irão desempenhar um novo papel, trinta anos depois. Quem diria…
Marco Antonio Villa - Isto É

Ministro algum tem o "poder" de mandar soltar o Lula ✰ Comentário de José Márcio Castro Alves

 

O PT voltou ✰ Artigo de Ascânio Seleme

Não durou muito a frente democrática proposta pelo PT durante o segundo turno, como tentativa de reunião de partidos e lideranças de centro e centro-esquerda para se opor à candidatura de Jair Bolsonaro. Dois dias depois da derrota nas urnas foram suficientes para Fernando Haddad perder o centro da mesa para Gleisi Hoffmann, a estrela vermelha substituir a bandeira verde -amarela, e o discurso radical tomar o lugar do diálogo para o entendimento.
O PT retomou o seu ímpeto e, já dá para dizer como vai ser a sua oposição ao governo Bolsonaro. Será feroz. Dura e feroz. E, como sempre, o partido vai usar e abusar de palavras como ódio, intolerância, violência, entreguismo, fascismo. Suas lideranças já falam, dois meses antes da posse do presidente eleito, como se vivêssemos no limiar do apocalipse. E o tom é exatamente igual ao que o PT promete atacar.
Em 2014, quando o derrotado Aécio Neves pediu ao TSE a cassação da chapa vitoriosa de Dilma Rousseff e Michel Temer, o PT acusou o tucano de mau perdedor e antidemocrático. Agora, ataca o recém-eleito presidente com a franqueza do péssimo perdedor. Parlamentares discursam na Câmara e no Senado repetindo serem donos de “milhões de votos dos brasileiros que votaram no PT e contra o fascismo”. O líder do partido, deputado Paulo Pimenta, anunciou que vai “resistir ao consórcio Temer/Bolsonaro”.
O partido, que já mandou subir outra vez as placas de “Lula livre”, também anunciou que vai fazer “dura oposição ao projeto da reforma da Previdência”. E, nem precisaria anunciar, sabe-se que se oporá a privatizações, ao corte de gastos e a toda medida que signifique redução do Estado. Embora ainda defenda a “frente ampla democrática”, é claro que o PT voltou a ser o PT. Sua pauta está de volta e sua forma de fazer oposição, reinaugurada.
O modelo petista de se opor aos governantes, bem conhecido de Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique e Temer, não poupa adjetivos e tampouco se preocupa com boas maneiras. Apesar de quase sempre passar do tom, a oposição do PT não deixa dúvidas, não tergiversa, vai direto ao ponto. E o ponto petista normalmente é entre a canela e a linha de cintura. O fato novo é que agora quem vai levar as caneladas também costuma dar as suas.
Apesar da virulência, não resta dúvida de que a oposição petista ao governo Bolsonaro deverá fazer bem à democracia. Até agora, apesar do discurso de Ciro Gomes, oposição mesmo só o PT tem feito. E Ciro, além de Bolsonaro, fará oposição ao PT. O que será meio esquizofrênico. Você pode dizer que é cedo para se opor, e eu sou obrigado a concordar; afinal, o novo governo nem começou ainda. Mas é assim que a política funciona. Muitos foram derrotados por Bolsonaro, PSDB, MDB, PDT, Rede e outros. Mas o PT foi o último. Por isso faz sentido ser o primeiro a ir para a oposição.
Claro que o novo governo terá que buscar alianças para aprovar as suas pautas. A agenda econômica, com reformas importantes, será objeto da permanente artilharia petista. Nessa pauta, contudo, com o apoio de PSDB, Novo e Centrão, Bolsonaro tem chances de atropelar a oposição e aprovar muita coisa. Já em outros pontos que serão objeto de medidas do novo governo, o PT poderá atrair partidos ou parlamentares em número suficiente para frear Bolsonaro.
A oposição a medidas como a que o senador Magno Malta tentou aprovar ontem na CCJ do Senado, que qualifica como terrorismo ações de grupos como o MST e o MTST e criminaliza os manifestantes, terá obviamente maior adesão. Certamente, o PT também terá parceria de centro robusta no combate a possíveis projetos que mexam com leis que regulamentam as relações sociais ou que alterem questões de costume já debatidas pela sociedade.
O fato é que governo sem oposição pode muito. E isso é ruim. Oposição fraca ou inibida, como a liderada pelo PSDB durante os governos petistas, permite que o governo navegue em velocidade acima da legal, onde medidas são aprovadas de roldão, sem debate, sem que se conheça o contraditório. Melhor uma oposição dura, mesmo que ela signifique confronto sistemático ao governo, que oposição nenhuma.

Triste realidade das reuniões familiares

Os militares e a política ✰ Editorial do Estadão

FFAA têm se mantido exemplarmente isentas nas questões eleitorais, em demonstração de arraigada maturidade institucional

Nas eleições deste ano, notou-se uma presença acentuada de militares reformados concorrendo a cargos políticos, na esfera estadual e na federal, no Legislativo e no Executivo. O destaque tem sido o capitão reformado Jair Bolsonaro, candidato pelo PSL, com sua expressiva votação no primeiro turno. Ainda que esteja há muito tempo fora das Forças Armadas – deixou o Exército em 1988, ano em que foi eleito vereador do município do Rio de Janeiro, e desde 1991 ocupa ininterruptamente uma cadeira na Câmara dos Deputados -, Bolsonaro construiu e mantém sua identidade política vinculada à sua passagem no Exército.
Ao mesmo tempo que há maior participação de ex-militares na vida político-partidária, deve-se reconhecer que as Forças Armadas têm se mantido exemplarmente isentas nas questões eleitorais, numa demonstração de arraigada maturidade institucional. Não se viu, por exemplo, nenhuma ação político-partidária oriunda de quartéis ou algum movimento organizado por militares da ativa.
O alto-comando militar foi, a todo momento, muito enfático na isenção das Forças Armadas em questões políticas. Antes do primeiro turno, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, fez uma firme defesa do papel institucional das Forças Armadas, em entrevista ao Estado. “Nós somos instituição de Estado que serve ao povo. Não se trata de prestar continência para A ou B. Mas, sim, de cumprir as prerrogativas estabelecidas a quem é eleito presidente”, disse Villas Bôas.
Quando questionado se Jair Bolsonaro era o candidato das Forças Armadas, o comandante do Exército não titubeou: “Não é candidato das Forças. As Forças Armadas são instituições de Estado, de caráter apolítico e apartidário”.
Mais recentemente, em conversa com Eliane Cantanhêde, colunista do Estado, o comandante da Marinha, o almirante de esquadra Eduardo Leal, frisou a distância entre o papel institucional das Forças Armadas e as questões eleitorais. “O candidato ‘x’ ou ‘y’ pode ter muitos eleitores nas Forças Armadas, mas as Forças Armadas não têm candidato. Repito: as Forças Armadas, particularmente a Marinha do Brasil, não têm candidato. Não há nenhuma atividade, nenhuma campanha interna, nenhuma ação que possa nos associar a um dos dois candidatos. Estamos, institucionalmente, neutros”, disse Leal.
São muito oportunas essas manifestações dos comandantes do Exército e da Marinha, pois reforçam uma ideia central de todo Estado Democrático de Direito: a organização do poder político é tarefa dos civis, e não dos militares. E essa premissa não é modificada pela presença de militares reformados na política. Justamente por serem reformados, já não detêm nenhum poder sobre as instituições militares. Eles são iguais aos outros candidatos sem histórico militar – e é por isso que podem concorrer, num Estado Democrático de Direito, a cargos políticos.
As Forças Armadas são enfáticas ao rejeitarem qualquer hipótese de futura intervenção militar, como se a presença de militares reformados na política pudesse representar um primeiro passo para a tomada do poder civil por militares. “Não há ambiente nem condições para qualquer tipo de golpe, muito menos para um golpe militar. As instituições são fortes, a iniciativa privada é forte, a mídia é forte e as Forças Armadas cumprem suas atribuições dentro da Constituição”, afirmou o comandante da Marinha.
A neutralidade das Forças Armadas nas questões políticas não representa apenas uma garantia de que o poder civil está, de fato e de direito, nas mãos dos civis. Serve também de exemplo para outros órgãos do Estado, influenciados muitas vezes por voluntarismos fora de suas competências institucionais. Por exemplo, nos últimos anos, membros do Ministério Público, que estavam em plena atividade, alguns deles comandando importantes operações, tiveram denodada atuação pública com fins políticos.
Em tempos de polarizações, radicalismos e paixões exacerbadas, as Forças Armadas exercem, com seu profundo respeito aos cânones republicanos, um papel muito importante para a estabilidade e serenidade do País.

Nem Renan nem Rodrigo ✰ Comentário de José Nêumanne Pinto

Se o presidente eleito, Jair Bolsonaro, estiver mesmo disposto a impor a vontade da maioria do eleitorado de mandar a velha política pro museu, terá de agir dentro dos limites de sua força e do poder concedido pelo voto popular para não permitir, de jeito nenhum, as eleições de Renan Calheiros para a presidência do Senado e de Rodrigo Maia para presidir a Câmara. 
Isso representaria o pior dos obstáculos para ele realizar o projeto do povo na eleição. 

Bolsonaro surpreende e fala com clareza nas entrevistas

Tanto adversários como até eleitores da Jair Bolsonaro achavam que ele era uma pessoa que não tinha segurança ao falar quando era entrevistado. Seus adversários alegavam que ele não comparecia a debates por causa disso. Houve até entre os petistas quem duvidasse da veracidade do atestado médico que recomendava o não comparecimento dele aos debates. Alguns chegaram até a insinuar que não houvera nenhuma facada em Juiz de Fora (MG) no dia 6 de setembro, apesar das imagens ao vivo no momento do ataque. 
Bolsonaro logo após sua vitória no segundo turno e nos dias seguintes tem se mostrado muito bem articulado com ideias bem claras. Seus adversários tentaram transferir para ele "atributos" que são de Lula e Dilma Rousseff. O que esperamos agora é que ele tenha êxito e cumpra as promessas que fizeram com que a população o escolhesse para dirigir o país nos próximos quatro anos. 
É bom que Bolsonaro ponha de lado a ideia de nomear o juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, pois é melhor que ele continue à frente da Operação Lava-Jato para não haver o risco de que algum juiz sem a seriedade e o rigor dele no combate à corrupção acabe por jogar por terra um trabalho que em última análise foi o causador de sua vitória. Será melhor que Sérgio Moro aguarde 2020 e seja nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de preferência passando a integrar a famosa Segunda Turma, especializada em soltar ladrões de dinheiro público.

A pior prisão é a da mente

Pequena nota sobre o terror e o regime petista no Brasil

Um Regime Democrático governa respeitando a Constituição. Uma Ditadura governa violando a Constituição. Um Regime TOTALITÁRIO governa com Terror. A ideia do que venha a ser o Terror, para os brasileiros, simplesmente NÃO EXISTE. 
O mais próximo que um brasileiro de “direita” pode invocar (equivocadamente) como “Terror” é o que está acontecendo na Venezuela e um petista, hipocritamente, diz que “Terror” era o que acontecia no DOPS e no DOI-CODI." Os dois estão completamente errados, mas um deles, o petista, sabe perfeitamente o que é TERROR. Em toda História Brasileira nós jamais tivemos, graças a Deus, um regime que nos governasse através do Terror Total. 
A violência é tão somente uma pequena face do Terror. Ela, sozinha, NÃO é o Terror. O Terror precisa da Burocracia e a Desinformação. 
No Terror o indivíduo perde sua personalidade e desaparece. O filósofo e o historiador existem para escrever o que o Partido quer. O Economista faz a análise que o Partido manda. 
Na Ditadura os homens são presos ou mortos em silêncio e vivem isolados. No Totalitarismo as prisões e mortes precisam ser públicas e divulgadas. Elas não são negadas nem desmentidas - isso faz o indivíduo que não foi preso sentir-se não "isolado"; mas "abandonado"- o menor dos seus pensamentos pode ser um crime até mesmo na vida privada.
Taticamente, o erro da Organização Criminosa Petista ao assumir o Governo em 2003 foi "tentar" levar o Brasil para um Regime de Terror SEM antes implantar uma Ditadura.
O único Regime de Terror Total que ainda existe no mundo até hoje é, na minha opinião, o da Coréia do Norte. 
Milton Pires - Médico

Augusto Nunes detona Folha de São Paulo por ataque covarde a Bolsonaro

É preciso cuidado com pressa publicar notícias supostamente contra Bolsonaro

Janaina Paschoal faz comparação entre Lula e Bolsonaro

Quero abordar um ponto que está me preocupando. A Imprensa e até as autoridades estão tratando toda essa questão em torno de presidenciável ser réu, sob uma perspectiva meramente formal. É preciso olhar o conteúdo também!
Estão tentando, inocentemente ou não, gerar a sensação de que Bolsonaro e Lula estariam em situações equiparáveis. Não estão! Lula foi condenado em duas instâncias, por crimes contra a administração pública! Bolsonaro está respondendo por FRASES! Isso precisa ficar claro!
Notem que, aos poucos, vão abandonando os fatos pelos quais Bolsonaro foi acusado e passando a dizer que ele é réu. O intuito, salvo melhor juízo, seria mais o menos o seguinte: se Lula não pode, Bolsonaro não pode! Desculpem, estão equivocados.
Além de Lula estar incurso na Lei da Ficha Limpa, deve-se ter em mente que quando a Constituição Federal inviabiliza a permanência de presidente réu no cargo está tratando de crimes cometidos no curso do mandato presidencial! Sim, não vi ninguém dizendo isso. Mas é isso!
Traduzindo: o dispositivo constitucional que inviabiliza presidentes réus de seguir no mandato não inviabiliza a candidatura de Bolsonaro, pois tal dispositivo se aplica ao presidente que cometeu crime no curso do mandato. Não é o caso! 
Ademais, a população precisa ficar atenta para não ser ludibriada com a ideia de que ser réu por algumas frases seria equivalente a ser réu por receber benefícios significativos de empresas que firmam contratos de bilhões com o governo!
Em outras palavras, ainda que o dispositivo constitucional se aplicasse, jamais um presidente seria afastado de seu mandato por algumas frases. Estou chamando atenção para isso, pois estou realmente preocupada com o movimento em curso. 
O que eu acho que pode ocorrer? Podem reconhecer o FATO de que Lula está inelegível e, paralelamente, querer criar o factoide de que Bolsonaro também estaria por ser réu! Por isso, é preciso lembrar que o "crime" dele são algumas frases!
No cenário que se desenha, o bom moço Haddad, mesmo com uma baixa transferência de votos, seria o novo presidente, com o precioso apoio de Fernando Henrique Cardoso. Vejam que bonito! Estaria criado o cenário da "união nacional"! Eu estou avisando. O quadro é grave!
Não, não estou escrevendo isso por estar filiada ao partido de Bolsonaro. Aliás, só me filiei ao partido dele, por vislumbrar nele a força necessária para enfrentar o que está aí. Já disse e repito, não sou Bolsonarista, estou unindo forças, PELO BRASIL! 
Também não estou mostrando que ser réu por algumas frases é diferente de ser condenado por lesar o patrimônio público, por conveniência. Dou aula há 20 anos. Sempre denunciei o perigo de criminalizar a palavra! Sempre mostrei a diferença entre fala e atos!
Goste-se, ou não, de Bolsonaro, tentar transformá-lo em um criminoso é um equívoco, sob o ponto de vista jurídico! Estejam atentos, por favor, estejam atentos! 
Janaina Paschoal - Jurista, advogada e professora da Universidade de São Paulo

Você não sabe, mas ama este homem

Bolsonaro sabe a diferença entre retórica e realidade

Tem um discurso para ganhar eleição e tem um discurso para governar. Dizem que a frase é de Tancredo Neves.
Diante de uma eleição que as pesquisas de intenção de voto apontam como decidida já desde o primeiro turno, resta saber que outro discurso Jair Bolsonaro está disposto a empregar. O de ganhar a eleição deu certo.
Talvez alguns gestos de quem – se as pesquisas estão certas – vai ser o novo presidente brasileiro permitam vislumbrar que ele sabe a diferença entre realidade e retórica. A intenção por ele manifestada de preservar alguns quadros da atual equipe econômica, por exemplo. Faz supor que reconhece a existência de funcionários públicos que servem ao Estado e não ao governo da vez.
Ou a articulação de um apoio amplo para eleger um presidente da Camara dos Deputados saído não necessariamente das hostes do chefe do executivo, o que sugere o alguma ideia de que o Legislativo precisa de independência e não de controle pelo Planalto.
Tome-se também a manifestada disposição de rever a pretendida fusão do Meio Ambiente com Agricultura — aliás, o moderno setor agropecuário brasileiro compete internacionalmente dentro de reconhecidos padrões de sustentabilidade. Ou a de voltar atrás no anúncio de subordinar o Ministério da Indústria e Comércio à super pasta da Fazenda – países modernos e avançados separam finanças e economia.
Note-se, porém, que esses são mecanismos para governar, mas ainda não indicam em que eixos se dará a atuação do governo. Da mesma maneira, permanecem nebulosas as declarações de que a política externa será desvinculada de apegos ideológicos.
Nesse sentido, tenho chamado a atenção para o fato de que a imagem no exterior do provável novo presidente brasileiro é muito ruim, e não adianta dizer que é culpa de esquerdismo da “mídia internacional” – embora as esquerdas brasileiras tivessem mobilizado que laços existissem lá fora com o mundo diplomático, acadêmico, dos partidos e instituições internacionais pintando o Brasil como uma masmorra do apartheid social (e, agora, fascista). O fato é que a imagem ruim existe.
Mandatários de vários países formam opiniões sobre colegas de outros países também a partir do que recebem da própria mídia local. Parte substancial desses órgãos de imprensa (e, reitero, nada a ver com “esquerdistas”) considera Bolsonaro um risco à democracia ignorando as evidências de que a escolha que está sendo feita pelo eleitorado brasileiro é antes de mais nada a manifestação de profunda desconfiança e descrédito nas instituições existentes (como STF, partidos, imprensa) – “clima” do qual Bolsonaro é consequência e não causa.
O assalto às instituições começou muito antes dele. A corrupção é entendida pelos eleitores como a mais evidente e palpável expressão de degradação do funcionamento de todo o arcabouço jurídico-normativo-político. No fundo não deveria causar surpresa alguma a maneira como o pêndulo oscilou agora contra as forças políticas (não só o PT, evidentemente) que se apoiaram sobretudo na mentira, roubalheira e populismo fiscal irresponsável. Antes de surgir um Bolsonaro, já existia um enorme cansaço de “tudo isto aí”.
A ideia propagada por Bolsonaro de que ele é capaz de limpar o jogo sujo, e enfrentar tudo o que está corrompido (começando pela restauração de valores tradicionais), acabou sendo um grande triunfo eleitoral.
Mas apenas esse discurso, diria Tancredo, não lhe permitirá governar.
Willian Waack em sua coluna no Estadão
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